Bula Curinga

acessos
Chlorpyrifos
8199
Adama

Composição

clorpirifós 480 g/L ectoparasiticidas

Classificação

Acaricida, Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. 21 dias. O controle deve ser feito inicialmente em reboleiras, no momento em que forem observadas as beiradas das folhas do ponteiro das plantas, viradas para baixo, além da presença de ácaros vivos. O controle em área total ou talhões deve ser feito quando houver 30% de plantas com ácaros (observando 1 folha por planta) antes do início da rasgadura das folhas (observar folha da região do ponteiro)
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,7 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. 21 dias. Quando encontrar uma lagarta (maior que 1,5 cm) por planta. Para lavoura sem maçã aberta, ou seja, até 110 dias da emergência da cultura. Quando encontrar 2 lagartas (maiores que 1,5 cm) por planta e/ou desfolhamento de até 10% no terço superior das plantas. Para lavouras no início da abertura das maçãs, ou seja, após 110 dias da emergência da cultura
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. 21 dias. Quando houver 10% de infestação (1 lagarta pequena = menor que 10 mm) em 10 plantas examinadas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. 21 dias. Aplicar quando houver 10% das plantas atacadas, não permitindo que estas desenvolvam colônia, principalmente para as variedades susceptíveis a viroses, nestes casos a tolerância é zero de presença de pulgões na área
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 22 dias. 21 dias. Aplicar quando 20% das folhas estiverem contaminadas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
1 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 29 dias. 25 dias. Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 30 dias. 21 dias. Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,4 a 1 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 20 dias. 21 dias. Antes da floração: controlar quando encontrar 30% de desfolhamento ou 40 lagartas (maiores que 1,5 cm) por batida de pano. Depois da floração: controlar quando encontrar 15% de desfolhamento ou 40 lagartas (maiores que 1,5 cm) por batida de pano
Percevejo verde
(Nezara viridula)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 20 dias. 21 dias. Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
1,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 20 dias. 21 dias. Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
150 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 9 dias. 21 dias. Aplicar quando os frutos estiverem pequenos

Balde metálico com volume líquido de 05 , 10, 20 e 50 Litros.
Bombona plástica com volume líquido de 5 10 Litros.
Frasco metálico com volume de 1 litro.
Frasco plástico com volume de 1 litro.
Tambor metálico com volume de 100 e 200 litros.
Tambor portátil metálico em aço inoxidável, tipo carreta container, com estruturas metálicas, equipamentos e válvulas de segurança e descarga, com volume líquido de 20.000 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
O CURINGA é um inseticida e acaricida organofosforado com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle das pragas nas culturas de algodão, café, feijão, milho, soja e tomate.

CULTURAS, PRAGAS CONTROLADAS E DOSES:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO
a)Ácaro-branco: O controle deve ser feito inicialmente em reboleiras, no momento em que forem observadas as beiradas das folhas do ponteiro das plantas, viradas para baixo, além da presença de ácaros vivos. O controle em área total ou talhões deve ser feito quando houver 30% de plantas com ácaros (observando 1 folha por planta) antes do início da rasgadura das folhas (observar folha da região do ponteiro).

b)Lagarta-das-maçãs: Quando houver 10% de infestação (1 lagarta pequena = menor que 10 mm) em 10 plantas examinadas.

c)Curuquerê: Quando encontrar uma lagarta (maior que 1,5 cm) por planta. Para lavoura sem maçã aberta, ou seja, até 110 dias da emergência da cultura. Quando encontrar 2 lagartas (maiores que 1,5 cm) por planta e/ou desfolhamento de até 10% no terço superior das plantas. Para lavouras no início da abertura das maçãs, ou seja, após 110 dias da emergência da cultura.

d)Pulgão-das-inflorescências: Aplicar quando houver 10% das plantas atacadas, não permitindo que estas desenvolvam colônia, principalmente para as variedades susceptíveis a viroses, nestes casos a tolerância é zero de presença de pulgões na área.

Realizar de 1 a 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas.

CAFÉ
Bicho-mineiro-do-café: Aplicar quando 20% das folhas estiverem contaminadas, realizando 1 a 2 aplicações com intervalo de 22 dias.

FEIJÃO
Mosca-branca: Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas, realizando 1 a 2 aplicações com 29 dias de intervalo.

MILHO
Lagarta-do-cartucho: Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Usar bico leque, com vazão de 200 a 300 L/ha, dirigido no cartucho do milho, realizando 1 a 2 aplicações com 30 dias de intervalo.

SOJA
a)Lagarta-da-soja:
Antes da floração: controlar quando encontrar 30% de desfolhamento ou 40 lagartas (maiores que 1,5 cm) por batida de pano. Depois da floração: controlar quando encontrar 15% de desfolhamento ou 40 lagartas (maiores que 1,5 cm) por batida de pano.

b)Percevejo-da-soja e Percevejo-verde-pequeno:
Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano.

Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 20 dias.

TOMATE INDUSTRIAL
Broca-pequena-do-fruto: Aplicar quando os frutos estiverem pequenos, realizando 3 a 4 aplicações com 9 dias de intervalo.
Pode ser utilizado volume de aplicação de 1.000 L/ha de calda através de bicos do tipo cone vazio série X26 ou similar, espaçados em 25 cm um do outro sob pressão de 50 a 100 lb/pol².

OBSERVAÇÕES:
Intercalar as aplicações de Curinga com outros inseticidas, recomendados e registrados para as respectivas culturas, de outros grupos químicos e que possuam modo de ação diferente deste (age no sistema nervoso do inseto) para que seja evitado o desenvolvimento de populações resistentes a este inseticida.

MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação pode ser realizada através de equipamentos terrestres tratorizados, utilizando-se calda suficiente para dar uma cobertura uniforme às plantas.

Condições climáticas:
Para obter uma melhor eficiência do produto a aplicação deverá ocorrer dentro dos seguintes parâmetros:
-Umidade relativa do ar: superior a 50%
-Temperatura: até 30º C
-Vento: inferior a 10 km/h

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão 21 dias
Café 21 dias
Feijão 25 dias
Milho 21 dias
Soja 21 dias
Tomate 21 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
O intervalo de reentrada recomendado é de 24 horas. Caso necessite entrar nas áreas tratadas antes do término de reentrada, utilize os EPI's indicados no item “Precauções Durante a Aplicação” na bula do MS.

LIMITAÇÕES DE USO:
*Uso exclusivo para culturas agrícolas.
*Não é permitido a mistura de tanque deste produto com outro produto fitossanitário.
*Não misturar com produtos de reação alcalina, como a calda bordaleza.
*Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente, se aplicado de acordo com as recomendações.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto; Não utilize equipamentos de proteção individual e de aplicação danificados e/ou defeituosos; Não desentupa bicos, orifícios, tubulações e válvulas com a boca; Não manipule e/ou carregue embalagens danificadas; Aplique somente as doses recomendadas pelo fabricante.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Use protetor ocular (óculos ou viseira facial), máscara apropriada, luvas e botas de borracha, macacão com mangas compridas e avental impermeável; Mantenha pessoas, principalmente crianças e animais domésticos longe do local de trabalho; Não entre em contato direto com o produto; Distribua o produto da embalagem original do fabricante e procure evitar sobras; Mantenha as eventuais sobras do produto em suas embalagens originais; Evite derrames ou a contaminação do equipamento durante o seu abastecimento.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO: Use botas de borracha e macacão com mangas compridas na pulverização tratorizada; além destes, use protetor ocular (óculos ou viseira facial), máscara cobrindo o nariz e a boca; luvas de borracha, chapéu de aba larga e avental impermeável na pulverização com equipamento manual; Não aplique o produto nas horas mais quentes do dia, contra ou na presença de ventos fortes e evite sua deriva; Mantenha pessoas, principalmente crianças e animais domésticos longe da área de aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS O USO: Não reutilize embalagens vazias; Após o uso e esgotamento, certifique-se de que as embalagens foram lavadas três vezes (tríplice lavagem), inutilize-as e dê destino adequado às mesmas; Mantenha as embalagens com sobras de produtos adequadamente fechadas, em local de armazenamento próprio e trancado, longe do alcance de crianças e animais; Recolha, limpe e guarde os equipamentos de proteção individual utilizados; Tome banho, troque e lave as suas roupas; Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação; Mantenha pessoas, principalmente crianças e animais domésticos longe da lavoura até a secagem completa da calda de aplicação; Fora deste período, utilize protetor ocular (óculos ou viseira facial), máscara, luvas e botas de borracha e macacão com mangas compridas.

PRECAUÇÕES QUANTO À SAÚDE HUMANA: Absorção e Excreção: O Clorpirifós é absorvido por todas as vias e excretado principalmente pela urina, com uma meia vida de 27 horas. Seu mecanismo de ação envolve a inibição da acetilcolinesterase.

SINTOMAS DE ALARME: A ocorrência de irritação da pele e mucosas, falta de coordenação motora, salivação e sudorese excessiva, associada à confirmação de exposição ao produto, sugerem intoxicação.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: não provoque vômito, procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos: lave-os com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: lave-a com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: procure local arejado e vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

MEDIDAS TERAPÊUTICAS: A critério médico, utilizar antídotos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como Carvão Ativado (adsorção digestiva) e Purgativos Salinos (catarse). Como antídoto específico, utilizar o Sulfato de Atropina (atropinização leve). Oxinas (Contration) estão indicadas e serão de maior auxílio se administradas até as 06 horas após a intoxicação, não utilizar morfina, aminofilina e tranqüilizantes. O tratamento deve ser instituído a critério médico e envolve a lavagem gástrica em caso de ingestão de grande quantidade do produto e a higienização das áreas do corpo atingidas, dando atenção especial as regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais).

CUIDADOS DE SUPORTE: Monitorar a intervalos regulares, a atividade da colinesterase plasmática e eritrocitária e as freqüências cardíaca e respiratória; controlar crises convulsivas com diazepínicos e barbitúricos; ventilação mecânica pode ser necessária, corrigir distúrbios hidro-eletrolíticos e alterações metabólicas.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO (CLASSE II) ao meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto ou ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções: Piso pavimentado: coloque material absorvente (p.ex. serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado e recolha o material com auxilio de uma pá e coloque um recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens rígidas devem ser enxaguadas três vezes (tríplice lavagem) e a calda resultante acrescentada à preparação para pulverização. Não reutilize embalagens. As embalagens devem ser perfuradas, de maneira a torná-las inadequadas para outros usos (Obs.: exceto em caso de existência do recolhimento das mesmas pela empresa). Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: Recomenda-se a incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo órgão estadual responsável, equipados de câmaras para lavagem de gases efluentes. Para desativação do produto contate a Empresa e o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc..) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
•Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
•Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.