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Dinagro-S2

Geral
Nome Técnico:
Sulfluramida
Registro MAPA:
6923
Empresa Registrante:
Dinagro
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Sulfluramida 2 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Isca granulada
Classe Agronômica:
Inseticida, Formicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Granulado Encapsulado (CG)
Modo de Ação:
Isca tóxica

Tipo: Saco
Material: Fibra celulósica/Fibra celulósica revestida com plástico/Fibra celulósica revestida com plástico metalizado/Plástico/Plástico metalizado
Capacidade: 25 kg;

Tipo: Sachê
Material: Fibra celulósica/Fibra celulósica revestida com plástico/Fibra celulósica revestida com plástico metalizado/Plástico/Plástico metalizado
Capacidade: 1 kg;

Tipo: Caixa
Material: Fibra celulósica
Capacidade: 25 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

Formicida Indicado para o controle de formigas cortadeiras do gênero Atta (saúvas), espécies: Atta laevigata (saúva cabeça-de-vidro); Atta sexdens rubropilosa (saúva limão); Atta capiguara (saúva parda); Atta bisphaerica (saúva mata-pasto) e do gênero Acromyrmex (quenquéns), espécies: Acromyrmex subterraneus molestans (formiga caiapó capixaba) e Acromyrmex crassispinus (quenquém-de-cisco).

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Normalmente uma única aplicação é suficiente para o controle, desde que aplicado de acordo com as instruções técnicas mencionadas, podendo ser realizada em qualquer época do ano. Entretanto, havendo necessidade de repasse, fazer a aplicação 60/90 dias após a primeira aplicação. Recomenda-se aplicá-lo ao entardecer, quando o trabalho de carregamento das iscas pelas formigas poderá ser feito, inclusive durante o período noturno, sem sofrer interrupção.

Modo de Aplicação

Aplicar o produto diretamente da embalagem, sem contato manual, ao longo dos carreiros ou trilhas próximas aos olheiros ativos. Não colocar as iscas dentro dos olheiros, pois o produto deve ser carregado pelas formigas. No caso de produto acondicionado em saquinhos de 5 ou 10g, denominados tecnicamente de micro-dosadores e/ou dosadores específicos, espalhar um número correspondente de saquinhos ao longo dos carreiros ou trilhas próximas aos olheiros ativos, em função da dose calculada em relação a área de terra solta do formigueiro. As formigas cortarão os saquinhos e carregarão as iscas para dentro do formigueiro.

Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Culturas e Áreas Tratadas

Não há necessidade de observação de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.

Limitações de uso

Não aplicar o produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuvas, a fim de se evitar o umedecimento das iscas. O produto acondicionado em saquinhos de 5 ou 10g, denominados tecnicamente de de micro-dosadores e/ou dosadores específicos, não deve ser usado em pastagens.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

É recomendável que o usuário utilize métodos integrados no controle dos diversos problemas. No caso específico de formigas cortadeiras, o controle químico é o mais utilizado mas outros métodos de controle (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) podem ser utilizados quando disponíveis e apropriados para a situação.

GRUPO 13 INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida pertence ao grupo 13 (Desacopladores da fosforilação oxidativa via disrupção do gradiente de próton) e o uso repetido deste inseticida ou outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismos de ação distintos. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do DINAGRO-S2 ou outros produtos do grupo quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

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