Bula Diox

acessos
Diuron
812
Ouro Fino

Composição

Diurom 500 g/L Uréia

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3,2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Pós emergência , quando a cultura estiver com 60 a 70 cm de altura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
3,2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Pós emergência , quando a cultura estiver com 60 a 70 cm de altura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3,2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Logo após a semeadura, antes da emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3,5 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Pós emergência , quando a cultura estiver com 60 a 70 cm de altura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3,2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Logo após a semeadura, antes da emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Logo após a semeadura, antes da emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Pós emergência , quando a cultura estiver com 60 a 70 cm de altura
Maria preta
(Solanum americanum)
3,2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Pós emergência , quando a cultura estiver com 60 a 70 cm de altura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Logo após a semeadura, antes da emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Logo após a semeadura, antes da emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Pós emergência , quando a cultura estiver com 60 a 70 cm de altura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3,2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Logo após a semeadura, antes da emergência
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
3,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Erva branca
(Gnaphalium spicatum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Erva branca
(Gnaphalium spicatum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Maria preta
(Solanum americanum)
3,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Maria preta
(Solanum americanum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Pega pega
(Desmodium adscendens)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Pega pega
(Desmodium adscendens)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Tiririca
(Cyperus sesquiflorus)
3,2 a 4,8 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pré emergência
Tiririca
(Cyperus sesquiflorus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Pós emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
3,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3,2 a 4,8 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Erva branca
(Gnaphalium spicatum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Erva branca
(Gnaphalium spicatum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Maria preta
(Solanum americanum)
3,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Maria preta
(Solanum americanum)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Pega pega
(Desmodium adscendens)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Pega pega
(Desmodium adscendens)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Tiririca
(Cyperus sesquiflorus)
3,2 a 4,8 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pré emergência
Tiririca
(Cyperus sesquiflorus)
3,2 a 6,4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Pós emergência

INSTRUÇÕES DE USO:
DIUROM 500 SC OURO FINO é um herbicida seletivo de ação sistêmica do grupo químico uréia, usado em pré e pós-emergência no controle de plantas infestantes nas culturas de café e cana-de-açúcar, conforme quadro abaixo:

CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS E DOSES:
Vide aba Indicações de Uso/Doses

ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
CAFÉ
Realizar apenas 1 aplicação por safra da cultura.
Aplicar em jato dirigido logo após a arruação ou após a esparramação.
DIUROM 500 SC OURO FINO pode ser aplicado em pré-emergência ou em pós-emergência das plantas infestantes. Quando a aplicação for realizada em pós-emergência, as plantas infestantes devem estar no estádio de desenvolvimento máximo de 4 folhas para dicotiledôneas e 2 folhas para gramíneas.
Em pós-emergência usar doses mais baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para plantas infestantes maiores.
A umidade do solo é necessária para uma boa ação do produto.
Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir.
IMPORTANTE: Não utilizar em cultura de café com menos de 2 anos de idade. Não atingir as folhas das culturas com a pulverização do produto.

CANA-DE-AÇÚCAR
Realizar apenas 1 aplicação por safra da cultura.
A aplicação em cana-planta e cana-soca pode ser feita em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes ou em pós emergência inicial.
Quando a aplicação for realizada em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes, deve ser em área total.
Quando a aplicação for realizada em pós-emergência inicial, pode ser em área total ou jato dirigido.
Para aplicação em pós-emergência inicial em área total, as plantas infestantes devem estar em pleno desenvolvimento com estádio máximo de 4 folhas para dicotiledôneas e 2 folhas para gramíneas, sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC. No momento da aplicação em pós-emergência inicial, a cultura deve estar no estádio máximo de desenvolvimento de “esporão” (cana-planta) ou início de perfilhamento (cana-soca) por serem estas fases em que a cultura é mais tolerante ao herbicida.
Quando o porte da cultura estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido a fim de se evitar o efeito guarda-chuva. Neste caso a quantidade de produto deve ser calculada considerando as faixas de aplicação.
Em pós-emergência usar doses mais baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para plantas infestantes maiores.
A umidade do solo é necessária para uma boa ação do produto.
Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
DIUROM 500 SC OURO FINO pode ser aplicado na forma de pulverização terrestre ou aérea.
Para aplicação terrestre:
Pode ser aplicado com equipamento pulverizador costal ou tratorizado, dotado de bicos leques do tipo Teejet 80.02, 80.03, 80.04, 110.02, 110.03, 110.04 ou similares. A pressão de trabalho da bomba deve estar em torno de 30-60 libras por polegada quadrada que produz gotas de tamanho médio a grande. Em regiões em que a velocidade do vento esteja entre 10 e 14 km/h, utilizar bicos anti-deriva, do tipo “FULL JET”, como o FL 5, FL 6.5, FL 8, e com pressão de 20-25 libras por polegada quadrada.
Utilizar um volume de calda de 200 - 400 L/ha.
Para aplicação aérea:
Em aplicações aéreas recomenda-se utilizar um volume de calda de 40 a 50L/ha. A aeronave deve estar equipada com bicos D-8 ou equivalentes com core 46, montados na barra com ângulo de 90º em relação a direção do vôo. A altura de vôo deve ser de 3 a 4 metros e a faixa de aplicação entre 12 e 16 metros.
No momento da aplicação as condições ambientais devem ser:
Temperatura ambiente: máxima de 27ºC.
Umidade relativa do ar: mínima de 60%.
Velocidade do vento: máxima de 6 km/h.

O pulverizador deve ser equipado com filtros com malha apropriada de acordo com a especificação dos bicos, para evitar entupimentos durante a pulverização. Os filtros devem ser limpos diariamente, logo após o término da pulverização para evitar acúmulo de impurezas, entupimento dos bicos e redução do volume de calda na pulverização.

Em pós-emergência usar doses mais baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para plantas infestantes maiores.

O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.

MODO DE PREPARO DA CALDA
- Colocar água limpa no tanque do pulverizador até ¾ do volume total.
- Adicionar o produto na dose indicada.
- Completar o volume de calda, agitando constantemente.

INTERVALO DE SEGURANÇA
Café: 30 dias
Cana-de-açúcar: 150 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
-Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade nas culturas para as quais o produto é recomendado.
Não aplique o produto com o solo seco. A umidade do solo é necessária para uma boa ação do produto.
Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENCAO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTECAO INDIVIDUAL COMO INDICADO

• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Produto extremamente irritante para os olhos e sensibilizante

• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas, botas de borracha, mascara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
• Não reutilize a embalagem vazia.
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada (24 h).
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
• Tome banho imediatamente apos a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção apos cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutiliza embalagem vazia
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vomite ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR DIUROM
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico: Uréia
Classe toxicológica: Conforme aprovador pela ANVISA
Vias de exposição: Oral, inalatória e dérmica
Toxicocinética: O diurom é absorvido tanto pela via gastrintestinal quanto pelo trato respiratório. Contudo, não se sabe se o diurom também é absorvido pela pele. É perfeitamente metabolisado no fígado por n-dealquilação e hidroxilação, sendo o principal produto de sua metabolização o N- (3,4-diclorofenil) uréia. E excretado em aproximadamente 72 horas, principalmente através das fezes (25%) e urina
(75%), metabolizado ou de forma inalterada apos uma breve permanência nos tecidos.
Mecanismos de toxicidade: Doses letais apresentam indicações de danos tóxicos ao fígado, rins, intestinos e cérebro.
Sintomas e Sinais clínicos: 'Doses letais apresentam indicações de danos tóxicos ao fígado, rins, intestinos e cérebro. Em grandes ingestões pode causar, meta-hemoglubinemia e conseqüente depressão do SNC e hipoxemia. Pode ocorrer náusea, vômito e diarréia após ingestão. O produto pode ocasionar irritação da pele, olhos, garganta e nariz. Alguns metabólitos podem causar irritação ao no trato urinário. Cianose relacionada à meta-hemoglobina não reativa ao tratamento de oxigenação pode ocorrer.
Diagnóstico: o diganóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível e por exames laboratoriais confirmatórios para metahemoglobinamia.
Tratamento: A descontaminação deve ser realizada por profissional de saúde. Este profissional deve fazer uso de avental e botas impermeáveis, e luvas de nitrila, para a sua realização. Não há antídoto específico. a critério médico, utilizar medicamentos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como o Carvão Ativado (adsorção digestiva) e Purgativos Salinos (catarse). O tratamento é sintomático e deve ser instituído a critério médico; as ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade, em caso de ingestão, envolve lavagem gástrica, até 1 hora após a exposição e/ou aparecimento dos sintomas de intoxicação, e em caso de exposição de contato, a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial as regiões maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo,
ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais). Avaliações especializadas do trato respiratório, ocular e dermal podem ser requeridas.
Exposição Oral:
A) Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de agua / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças corn menos de 1 ano. E
mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico;
B) Descontaminação: Remova as roupas contaminadas a lave as areas afetadas, incluindo o cabelo, corn água e sabão.
C) O tratamento é sintomático e de suporte;
D) Metahemoglobinemia: Administre 1 a 2 mg/kg de uma solução de azul de
metileno a 1% lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser necessárias.
Exposição Inalatória:
Remova o paciente para urn local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos corn agonista beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular:
Descontaminação: Lave os olhos expostos corn quantidades copiosas de água ou
sauna a 0,9% a temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação,
dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta corn
água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico se a irritação ou dor persistir.
Contra indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos Sinérgicos: Não foram relatados efeitos sinérgicos relacionaods aos diferentes ingredientes.
Ligue para o Disque Intoxicação: 0800/722/6001 para notificar e obter informações especializadas sobre o diganóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificaçao (SINAN/MS)
Telefone de emergência da empresa: 0800 701 0450

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Mecanismo de ação: Os herbicidas uréicos são indutores do sistema Citocromo P450, da UDP¬glucoroniltransferase e da Glutation-S-transferrase, importantes na biotransformação de inúmeros toxicantes. Ainda, o diuron é indutor do sistema enzimatico microssomal epOxido-hidroxilase.
Absorção: Em animais de laboratório é absorvido através do trato gastrointestinal e pelas vias respirat6rias. Metabolismo: A biotransformação desses compostos ( ureicos ) ocorre através de processos de N¬desalquilação e hidroxilação no anel aromático, com reações semelhantes aquelas que ocorrem na
degradação dos mesmos no meio ambiente.
Excreção: Estudos em animais demonstraram que 50% do diuron ingerido é excretado inalterado na urina, 10% nas fezes.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
O valor da DL50 oral para ratos fêmeas foi estimado maior que 5000 mg kg-1 de peso corpóreo. A DL50 dermal foi maior que 2000 mg kg-1 de peso corp6reo, para ratos machos e fêmeas. O produto não causou irritação quando aplicado a pele e olhos em coelhos. O produto não produziu sensibilidade dérmica quando aplicado em cobaias.

Efeitos crônicos:
Experimentalmente em ratos, o diurom produziu uma leve anemia, aumento do tamanho do baço, aumento da atividade eritrogênica na medula óssea, alem de pigmentos anormais no sangue dos animais submetidos as dosagens superiores a 125 ppm. Outrora, experimentos com cães, na dose de 1250 ppm, ocorreu perda de peso, eritropenia, atividade eritrogênica na medula óssea, aumento no peso relativo do fígado, aumento na deposição de pigmentos nas células hepáticas. Pigmentos sanguíneos anormais foram encontrados nos machos submetidos a doses superiores a 25 ppm e em fêmeas submetidas a doses superiores a 125 ppm.

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhen¬tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OURO FINO QUÍMICA LTDA. - telefone de emergência: 0800-011-1767.
- Utilize o equipamento
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente apos o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena¬da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses apos o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada¬mente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparen¬te (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um ano a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padroni¬zadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores eclarecimentos procure um Engenheiro Agrônomo.