Bula DIPEL ES-NT

acessos
Bacillus thuringiensis
5917
Sumitomo

Composição

Bacillus thuringiensis var. kurstaki cepa HD-1 250 g/L Inseticida microbiológico

Classificação

Inseticida biológico
III - Medianamente tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. Não determinado. Aplicar previamente a partir do estádio fenológico de florescimento
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. Não determinado. Aplicar previamente a partir do estádio fenológico de florescimento
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
500 a 750 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. Repetir em caso de novas infestações. Não determinado. Aplicar deve ser aplicado preventivamente, iniciando-se o tratamento 20 dias após o transplantio das mudas
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1 L p.c./ha até 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Chicória Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. Não determinado. Aplicar previamente a partir do estádio fenológico de florescimento
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
50 a 75 mL p.c./100L água 1500 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 1500 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Espinafre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Falsa-Medideira
(Chrysodexis includens)
400 a 500 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. Repetir em caso de novas infestações. Não determinado. Aplicar deve ser aplicado preventivamente, iniciando-se o tratamento 20 dias após o transplantio das mudas
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. Não determinado. Aplicar previamente a partir do estádio fenológico de florescimento
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. Não determinado. Aplicar previamente a partir do estádio fenológico de florescimento
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. Não determinado. Aplicar previamente a partir do estádio fenológico de florescimento
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Mostarda Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. Não determinado. Aplicar previamente a partir do estádio fenológico de florescimento
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. Repetir em caso de novas infestações. Não determinado. Aplicar deve ser aplicado preventivamente, iniciando-se o tratamento 20 dias após o transplantio das mudas
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Rúcula Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Falsa-medideira
(Crysodeixis includens)
400 a 500 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. Repetir em caso de novas infestações. Não determinado. Aplicar deve ser aplicado preventivamente, iniciando-se o tratamento 20 dias após o transplantio das mudas
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
100 a 150 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. Repetir em caso de novas infestações. Não determinado. Aplicar deve ser aplicado preventivamente, iniciando-se o tratamento 20 dias após o transplantio das mudas
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,5 a 1 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. Repetir em caso de novas infestações. Não determinado. Aplicar deve ser aplicado preventivamente, iniciando-se o tratamento 20 dias após o transplantio das mudas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 750 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Não determinado. Para uma maior eficiência no controle de pragas deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização

Embalagem: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,25; 0,5; 1; 2; 3; 4; 5 L.

Embalagem: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 5; 10; 20 L.

Embalagem: Galões
Material: Plástico
Capacidade: 30; 40; 50 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
DIPEL ES-NT é um inseticida biológico recomendado para o controle dos alvos biológicos:
Curuquerê(Alabama argilácea), Curuquerê-da-couve(Ascia monuste orseis), Broca-da-cana(Diatraea saccharalis), Bicho-furão(Ecdytolopha aurantiana), Lagarta-helicoverpa(Helicoverpa armigera), Lagarta-falsa-medideira(Chrysodeixis includens), Traça-do-tomateiro(Tuta absoluta) e Lagarta-mede-palmo(Trichoplusia ni).

CULTURAS, PRAGAS CONTROLADAS E DOSES RECOMENDADAS:
CULTURA PRAGAS CONTROLADAS DOSE
Nome comum Nome científico (p.c./ha.)
Em qualquer Curuquerê Alabama argilácea 500 a 750 mL/ha
cultura com a Curuquerê-da-couve Ascia monuste orseis 100 mL/100 L
ocorrência dos Broca-da-cana Diatraea saccharalis 1,0 L/ha
alvos biológicos Bicho-furão Ecdytolopha aurantiana 50 a 75 mL/100 L
indicados Lagarta-helicoverpa Helicoverpa armigera 500 a 750 mL/ha
Lagarta-falsa-medideira Chrysodeixis includens 400 a 500 mL/ha
Traça-do-tomateiro Tuta absoluta 100 a 150 mL/100L
Lagarta-mede-palmo Trichoplusia ni 0,5 a 1,0 L/ha.
Obs.: p.c.= produto comercial
Em condições de alta pressão populacional das pragas, deve-se utilizar a maior dosagem recomendada, bem como diminuir o intervalo das aplicações para obter melhor controle das pragas.
Produto com eficiência comprovada para as culturas de algodão, cana-de-açúcar, citros, melão, repolho, soja e tomate.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Para uma maior eficiência no controle de pragas com DIPEL ES-NT deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais(primeiro ao terceiro instares). Com o objetivo de se detectar o melhor momento de aplicação deve-se efetuar constante monitoramento de pragas na lavoura, iniciando as aplicações no momento em que se atinjam os níveis de controle para cada alvo nas culturas recomendadas. Novas aplicações são recomendadas em caso de re-infestação de lagartas.
As aplicações de DIPEL ES-NT devem ser repetidas por no máximo três vezes durante o ciclo da cultura, em intervalos suficientes que permitam um controle adequado da praga, dependendo do nível de dano econômico, desenvolvimento da cultura, condições climáticas e postura de ovos, de acordo com o Manejo Integrado de Pragas (MIP). Aplicações sequenciais proporcionam melhores resultados de controle. Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização.

CUCURBITÁCEAS (ABÓBORA, ABOBRINHA, CHUCHU, MELANCIA, MELÃO, PEPINO):
DIPEL ES-NT deve ser aplicado preventivamente em intervalos semanais, a partir do estádio fenológico de florescimento. Realizar no máximo 3 aplicações com DIPEL ES-NT durante o ciclo da cultura, rotacionando-se com inseticidas de outros grupos químicos.

SOLANÁCEAS (BERINJELA, JILÓ, PIMENTÃO, TOMATE):
DIPEL ES-NT deve ser aplicado preventivamente em intervalos semanais, iniciando-se o tratamento 20 dias após o transplantio das mudas. Repetir em caso de novas infestações. Realizar no máximo 3 aplicações com DIPEL ES-NT durante o ciclo da cultura, rotacionando-se com inseticidas de outros grupos químicos.

MODO DE APLICAÇÃO:
A performance de DIPEL ES-NT no controle de lagartas está relacionada com a qualidade da aplicação do produto, a qual deve proporcionar distribuição uniforme sobre todas as partes da planta, principalmente das folhas, principal fonte de alimento das lagartas.

Preparo da calda: Adicionar DIPEL ES-NT no tanque de pulverização e manter agitação constante da calda. Adjuvantes (espalhantes adesivos não-iônicos ou siliconados) poderão ser adicionados à calda para melhorar a ação do produto. Neste caso, estes deverão ser adicionados à calda somente após a adição de DIPEL ES-NT.

Aplicação: DIPEL ES-NT atua por ingestão, causando ruptura na parede estomacal das larvas. Após ingestão de partes das plantas com DIPEL ES-NT, as larvas cessam a atividade de alimentação em alguns minutos, reduzindo ou praticamente interrompendo os danos na cultura. A morte das larvas se dá de 24 a 48 horas após a ingestão de DIPEL ES-NT. Avaliações de controle devem ser feitas 48 horas após aplicação do produto.

ALGODÃO, SOJA, TRIGO, FEIJÃO, MILHO, SORGO, ARROZ, AVEIA, CEVADA, GIRASSOL:
Aplicação aérea: Avião agrícola, equipado com barra e bicos cônicos ou micronair, altura de vôo de 2 a 4 metros acima da cultura, pressão de 30 a 50 lb/pol², volume de calda de 20 a 40 L/ha, velocidade do vento menor que 8 km/hora e UR do ar maior que 70%.

Aplicação terrestre: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio da série D com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 100 a 200 micras e densidade de 200 gotas/cm², de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Pressão de 80 a 100 lb/pol² e volume de calda de 100 a 200 L/ha.

CANA-DE-AÇÚCAR:
Aplicação aérea: Avião agrícola, equipado com barra e bicos cônicos ou micronair, altura de vôo de 2 a 4 metros, pressão de 30 a 50 lb/pol², volume de calda de 20 a 40 L/ha, velocidade do vento menor que 8 km/hora e UR do ar maior que 70%.

Aplicação terrestre: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio série D com difusores adequados ou bicos leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 100 a 200 micras, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Recomenda-se utilizar 300 L/ha de volume de calda.

CITROS: Recomenda-se o uso de pulverizador tipo Turbo Atomizador ou com pistola, calibrando-se o equipamento para proporcionar uma cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas.

Aplicação com turbo atomizador:
Pressão = 300 lb/pol²
Vazão = 2.000 L de calda/ha, ou seja, 5 a 10 litros de calda/planta, de acordo com a
idade e tamanho da copa.

Aplicação com pistola:
Pressão = 100 a 300 lb/pol²
Vazão = 1500 a 2.000 L de calda/ha, ou seja, 5 a 10 litros de calda/planta, de acordo
com a idade e tamanho da copa.

CUCURBITACEAS, SOLANACEAS, ALFACE, ALHO, BETERRABA, BRÓCOLIS, CEBOLA, CHICÓRIA, COUVE, COUVE-CHINESA, COUVE-DE-BRUXELAS, COUVE-FLOR, ERVILHA, ESPINAFRE, FEIJÃO-VAGEM, FUMO, MOSTARDA, REPOLHO e RÚCULA:
Utilizar pulverizadores costais ou tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio série D com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 100 a 200 micras e densidade de 200 gotas/cm², de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Pressão de 80 a 100 lb/poL² e volume de calda de 300 a 1.000 L/ha.

Condições climáticas:
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 30 °C, umidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 10 km/h para diminuir perdas por deriva e/ou evaporação.

Regulagem de equipamentos de aplicação aérea:
Barra: Bicos = D8, DIO, leque 8002 a 8006
Pressão = 30 a 60 psi
Volume de calda = 20 a 50 l/ha
Altura do vôo = 1 a 3 metros acima da cultura
Faixa de deposição. = aproximadamente 20 metros
Tamanho das gotas = 100 a 200 micra

Micronair:
Ângulo da pá RPM Faixa Tamanho da gota
35º 7600 12 a 20 m 100 micras
45º 5500 12 a 20 m 125 micras
55º 3500 12 a 20 m 175 micras

Observe as condições climáticas para a aplicação aérea:
• Evitar aplicações em dias de muito calor e umidade muito baixa;
• Aplicações devem ser feitas pela manhã ou ao entardecer;
• O vento deverá ter velocidade inferior a 8 km/hora.

INTERVALO DE SEGURANÇA.:
Não determinado.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: DIPEL ES-NT não é fitotóxico às culturas citadas, nas doses recomendadas.

Incompatibilidade: DIPEL ES-NT não deve ser misturado com substâncias extremamente alcalinas ou ácidas, como cal, calda bordalesa, nutrientes foliares ou fertilizantes líquidos, ou em mistura com herbicidas.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA A PELE E OLHOS.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro de carvão ativado; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia;
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator
(ou avião), aplique o produto contra o vento;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas;
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada;
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI) lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação;
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas e máscara;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto;
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável;
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com mangas comprimidas com tratamento h id rorrepe lente, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA MÉDICOS):
Nome Científico: Bacilius thuringiensis.
Classe toxicológica: III - MEDIANAMENTE TÓXICO (irritação Ocular e Irritação Dérmica)
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Testes realizados em animais de laboratório mostram que o Bacíllus
Toxicocinética: Testes realizados em animais de laboratório mostram que o Bacillus thuringiensis é absorvido e os esporos são rapidamente eliminados da corrente sanguínea dentro de um período máximo de 10 semanas. O produto não se acumula nos órgãos e nos tecidos.
Mecanismos de toxicidade: Testes realizados em animais de laboratório mostram que o Bacillus thuringiensís não é patogênico, não havendo a ocorrência de efeitos adversos crônicos.
Sintomas e sinais clínicos: Existem relatos de náuseas, vômito, diarréias, cólicas abdominais, febre e pele seca.
Diagnóstico: Noções de exposição ao produto e anomalias das funções hepáticas e renais. O vômito é contraindicado em razão do risco de aspiração.
Tratamento: O tratamento das intoxicações é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação dos efeitos locais.
O vômito é contraindicado em razão do risco de aspiração.

Descontaminação:
Durante a descontaminação usar luvas e avental impermeável.
1. Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e os cabelos com água fria abundante e sabão neutro.
2. Fazer higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial às regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais).
3. Em exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
4. Em caso de ingestão é necessário considerar o volume e a concentração da solução ingerida, assim como o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 4 horas): fazer lavagem gástrica.
Contra- indicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
aspiração.
Efeitos sinérgicos: Não há a ocorrência de efeitos sinérgicos e/ou potencializadores relacionados aos diferentes inertes.
'
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 141149

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Testes realizados em animais de laboratório mostram que o Bacilius thuringiensis é absorvido e os esporos são rapidamente eliminados da corrente sanguínea dentro de um período máximo de 10 semanas. O produto não se acumula nos órgãos e nos tecidos.

Efeito Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
DL50 oral para ratos: > 5000 mg/kg.
DL50 dérmica para ratos: > 5000 mg/kg.
Irritação Ocular: Leve irritação na conjuntiva.
Irritação Dérmica: Irritação moderada até 72 horas.
Sensibilização Dérmica: Não é considerado sensibilizante.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE - CLASSE IV.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SUMITOMO CHEMICAL DO BRASIL REPRESENTAÇOES LTDA. - Telefone de emergência número 0800-141149.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o material com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Lave o local com grande quantidade de água.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e identificado devidamente. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamento de Proteção Individual recomendados para o preparo da calda do produto;

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque pulverizador, mantendo-a na posição vertical por 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
• Tampe bem as embalagens e agite-as por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação 3 vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

- Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical por 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionand o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sobre pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas;
O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto, ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, raçõe animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transpare (Embalagens Padronizadas —modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compr;
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de valida será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas —modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis)

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Inseticida - IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticida, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas(Ex. controle cultural, biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.