Bula Diuron 500 SC Milenia

acessos
Diurom
408905
Adama

Composição

Diurom 500 g/L Uréia

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo

Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 140 dias Aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas espontâneas, evitando o contato do produto com as folhas da cultura
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 120 dias Aplicar logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total. Em pós-emergência, aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato dirigido, com cerca de 60 a 70 cm de altura. Usar a menor dosagem em pós-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Capim angola
(Brachiaria mutica)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias Aplicar após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas espontâneas. Em pós-emergência, aplicar após a emergência das plantas espontâneas e da cultura

Garrafa de plástico de 1 L. Balde de plástico de 5 L, 10 L e 20 L. Bombona plástica de 5 L, 10 L e 20 L. Galões de folha de flandres 5 L. Embalagem de alumínio 5 L. Balde de aço de 50 L e 100 L. Tambor de aço de 50 e 100 L. Tambor de plástico de 50 L e 100 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

Culturas: abacaxi, algodão e cana-de-açúcar.

DOSES:

- Abacaxi: 5,0 - 6,0 L/ha.
Época de aplicação: Abacaxi-planta: pós-plantio, em pré-emergência das plantas infestantes.

- Algodão: 3,0 a 4,0 pré-emergência
2,0 pós-emergência

- cana-de-açúcar: 3,0 a 5,0 pré-emergência
3,0 a 6,0 pós-emergência

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
DIURON 500 SC MILENIA pode ser aplicado no solo antes e depois da emergência das plantas infestantes. A umidade no solo é necessária para ativar o herbicida e para obtenção dos melhores resultados. Quando a aplicação for realizada com o solo seco e se não chover no prazo de 10 dias, a eficácia do produto reduz-se.
Para as aplicações em pré-emergência, o solo deverá estar bem preparado, livre de torrões e restos vegetais e em boas condições de umidade.
Para aplicações em pós-emergência, a pulverização deverá ser feita no estádio inicial de
desenvolvimento das plantas infestantes e em jato dirigido para a base das plantas cultivadas.
Aplica-se com as plantas infestantes em bom estado de vigor vegetativo, evitando períodos de
estiagem, umidade relativa inferior a 60%, horas de calor, excesso de chuva, ou com a cultura em precárias condições de sanidade, por diminuir a tolerância ao produto. Requer um período de 6 horas sem chuva após a aplicação do produto para assegurar a absorção pelas plantas infestantes.

ABACAXI:
.Pré-emergência: aplicar após o plantio, em pré-emergência das plantas infestantes, evitando o contato do produto com as folhas da cultura.

ALGODÃO:
.Pré-emergência: realizar a aplicação logo após a semeadura, antes da emergência da cultura, em área total ou apenas em faixa sobre a linha do plantio (30 a 40 cm). A cultura é sensível ao produto e, por isso, não deve ser aplicado em solos arenosos e/ou com baixos teores de matéria orgânica; nos restantes, escolher cuidadosamente a dose correta a ser usada e na aplicação do produto, evitar a sobreposição da faixa pulverizada e o aumento da vazão provocado por redução de velocidade do trator nas manobras e cabeceiras do campo.
.Pós-emergência: aplicar quando a cultura atingir desenvolvimento suficiente para utilizar jato
dirigido, cerca de 60 a 70 cm de altura, depois do último cultivo ou em substituição deste com as plantas infestantes não mais que 10 cm de altura. Ajustar os bicos para evitar contato com as folhas do algodão e conseqiientes danos à cultura. Não plantar outras culturas até um ano após a última aplicação.

CANA-DE-AÇÚCAR:
.Pré-emergência: realizar a aplicação após o plantio da cultura e antes da emergência das plantas infestantes. Em cana soca, realizar a aplicação após o corte e tratos culturais ( enleiramento da palha e tríplice operação, constituída de subsolagem, adubação e cultivo) em pré-emergência das plantas infestantes.
.Pós-emergência: aplicar em pós-emergência inicial das plantas infestantes e da cultura. Este é o momento que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas e as plantas infestantes são mais suscetíveis.
.Estabelecer as tolerâncias ao Diuron quando novas variedades forem usadas, para evitar
possíveis danos.

MODO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado com equipamentos terrestres, como pulverizadores costais (manual, pressurizados ou motorizados), tratorizados com barra ou através de aeronaves (avião ou helicóptero).

Aplicacão terrestre:
Volume de calda: 200 a 400 litros de calda/ha.
Bicos: tipo leque de jato elíptico, da série 80 ou 110.
Pressão: 2,0 a 2,8 kg/cm² (30 a 40 lb/pol²) em pré.
3,5 a 4,3 kg/cm² (50 a 60 lb/pol² ) em pós.

Tamanho de gotas: 200 a 300 micrômetros.
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm².

Aplicacão aérea:
Volume de calda: 30 a 50 litros de calda/ha.
Pressão: 15 a 30 lb/pol².
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm².
.Altura de vôo: 2,5 a 5,0 metros.
Largura da faixa de deposição efetiva: 12 a 15 metros.
Clima: ventos de no máximo 8 km/h.
Bicos: D12-45.

As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as indicações do Engenheiro
Agrônomo ou técnico responsável.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi: 140 dias
Algodão: 120 dias
Cana-de-açúcar: 150 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -
ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
- Vide intervalos de segurança.
- Soja, colza, azevém e alface são sensíveis a Diuron.
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente se aplicado de acordo com as
recomendações.
- Não aplicar em condições de seca, baixa umidade relativa do ar e de debilidade das plantas
infestantes por razões fitossanitárias, período sem chuva e orvalho nas folhas.
- Áreas tratadas poderão ser plantadas com abacaxi ou cana-de-açúcar um ano após a última
aplicação.

1 - DADOS RELATIVOS A INDICAÇÕES DE USO AGRÍCOLA RECOMEDAÇÕES APROVADAS PELO MINISTÉRIO DA ABASTECIMENTO).
2 - PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTO NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE
HUMANA.
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO, EVITE EXPOSIÇÃO ORAL, INALATÓRIA, OCULAR E DERMAL. USE OS EPI COMO INDICADO.
2.1 - PRECAUÇÕES GERAIS
-Este produto é exclusivamente agrícola: não deve ser transportado juntamente com alimentos,
medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto;
-Não distribua o produto com as mãos desprotegidas, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual recomendados;
- Antes de vestir, certifique-se de que os Equipamentos de Proteção Individual estão limpos e
descontaminados;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual danificados e/ou defeituosos, bem como,
equipamentos de aplicação com vazamentos;
-Não desentupa bicos, orifícios, tubulações e válvulas com a boca.
2.2 - PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA.
-Use protetor ocular (óculos ou viseira facial): se houver contato do produto com os olhos, lave-os
imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
- Use máscara apropriada (com filtro para partículas e/ou gotículas de neblina tóxicas, com diâmetro
aerodinâmico de até 6s) cobrindo o nariz e a boca: caso o produto seja inalado, procure local
arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
-Use luvas de borracha: ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA
PRIMEIROS SOCORROS;
- Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos: use máscara apropriada (com filtro para
partículas e/ou gotículas de neblina tóxicas, com diâmetro aerodinâmico de até 6g) cobrindo o nariz e a boca, luvas e botas de borracha, macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga,
protetor ocular (óculos ou viseira facial) e avental impermeável;
-Não manipule e/ou carregue embalagens danificadas;
- Evite derrames ou a contaminação do equipamento durante seu abastecimento;
- Mantenha pessoas, principalmente crianças e animais domésticos longe do local de trabalho.

2.3 - PFtECAUÇÕES DURANTE O USO.
- Aplique somente as doses recomendadas pelo fabricante;
O produto produz neblina, use máscara apropriada (com filtro para partículas e/ou goticulas de neblina tóxicas, com diâmetro aerodinâmico de até 6g) cobrindo o nariz e a boca, botas de borracha, macacão com mangas compridas e chapéu de aba larga na aplicação tratorizada, alem desses, use protetor ocular (óculos ou viseira facial), luvas de borracha e avental impermeável na aplicação costal, manual ou motorizada;
- Aplique somente nas doses recomendadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto contra o vento e nas horas mais quentes do dia;
- Se durante a aplicação sentir qualquer sintoma de intoxicação, interrompa imediatamente os trabalhos, saia da área tratada, retire os Equipamentos de Proteção Individual e tome banho com água à temperatura ambiente;
- Mantenha pessoas, principalmente crianças e animais domésticos longe da área de aplicação.
2.4 - PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO.
-Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação;
- Não reutilize embalagens vazias, após seu uso e esgotamento, proceda a tríplice lavagem e
certifique-se que as embalagens foram inutilizadas, siga as instruções dispostas nos itens abaixo;
- Mantenha as embalagens com sobras de produtos adequadamente fechadas em local seco, trancado
e próprio para o armazenamento, longe do alcance de crianças e animais;
- No descarte de rejeitos contaminados utilize os Equipamentos de Proteção Individual indicados no item 2.2;
-Recolha os rejeitos contaminados e coloque-os em sacos plásticos, tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados, siga o disposto no item da bula;
-Tome banho e troque de roupa, estas devem ser lavadas separadamente das outras roupas da família ou de uso diário;
- Os Equipamentos de Proteção Individual contannnados devem ser lavados e/ou limpos e arrumados em local próprio, seco e limpo, aguardando o próximo uso;
- Mantenha pessoas, principalmente crianças e animais domésticos longe da lavoura, até a secagem completa da calda de aplicação ou pelo menos por 72 horas, fora deste período, use os Equipamentos de Proteção Individual dispostos no item 2.2.
2.5 - DADOS FtELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
Mecanismo de Ação para o Ser Humano:
Não foi perfeitamente caracterizado pelas informações disponíveis na literatura consultada, entretanto, essas sugeriram alguns sinais de depressão no sistema nervoso central, além disso, pode causar aumento no tamanho do fígado e baço.
Absorção, Metabolização e Excreção.
Experimentalmente em mamíferos, constatou-se que o DIURON é bem absorvido pelo trato gastrointestinal e vias respiratórias. Estudos, sugerem que é perfeitamente metabolizado no fígado por n-dealquilação e hidroxilação, sendo o principal produto de sua metabolização o N-(3,4-dielorofenil) uréia. É excretado em aproximadamente 72 horas, principalmente através das fezes (25%) e urina (75%), metaboli ado ou de forma inalterada após uma breve permanência nos tecidos.

Efeitos Agudos (Sintomas de intoxicação):
A ocorrência de irritações na pele, olhos e mucosas, inclusive a respiratória após contatos prolongados, vômitos, náuseas e diarréia, associadas a confirmação de exposição ao produto, sugerem intoxicação. Exposições intensas podem induzir a uma depressão do SNC devido a hipóxia (em caso de metahemoglobinemia significativa), sonolência, ataxia e alterações hematológicas como metahemoglobinemia e sulfhemoglobinemia (devido ao metabólito cloroanilina). Em trabalhadores foi descrita a cloroacne.
Efeitos Crônicos:
Experimentalmente em ratos, o DIURON produziu uma leve anemia, aumento do tamanho do baço, aumento da atividade eritrogênica na medula óssea, além de pigmentos anormais no sangue dos animais submetidos as dosagens superiores a 125 ppm. Outrora, experimentos com cães, na dose de 1250 ppm, ocorreu perda de peso, eritropenia, atividade eritrogênica na medula óssea, aumento no peso relativo do fígado, aumento na deposição de pigmentos nas células hepáticas. Pigmentos sanguíneos anormais foram encontrados nos machos submetidos a doses superiores a 25 ppm e em fêmeas submetidas a doses superiores a 125 ppm.
Efeitos Colaterais para o Ser Humano:
Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.
Primeiros Socorros:
Ingestão: não provoque vômito, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Olhos: lave-os com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Pele: lave-a com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Inalação: procure local arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Tratamento Médico de Emergência:
O tratamento é sintomático e deve ser instituído a critério médico; em caso de ingestão, envolve lavagem gástrica, até 1 hora após a exposição e/ou o aparecimento dos sintomas de intoxicação, após este período, proceder como descrito no item Antídoto; e em caso de exposição por contato, envolve a higieniza* das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial as regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais). Avaliações especializadas do trato respiratório, oftalmoscópicas e dermatológicas podem ser requeridas.
Antídoto:
A critério médico, utilizar medicamentos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como o Carvão Ativado (adsorção digestiva) e Purgativos Salinos (catarse), monitorando o equilíbrio hidroeletrolítico; não se conhece antídoto específico.
Cuidados de suporte:
A critério médico, caso os níveis de metahemoglobinemia forem maiores que 30% ou a cinanose muito importante, tratar com azul de metileno intravenoso; administrar oxigênio.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:

( X ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental -Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água.
- Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGRO CIÊNCIAS S/A.
- telefone de Emergência: 0800-400-7505 e o CCI - Centro de Controle de Intoxicações: (0xx43) 3371-2244.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico seco (PQS), ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;

- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência em plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.