Ecometa Power/Metasmart/Agoptimmon/Metatrix/Vitales Gratto Meta/Metashield/Union Methamil/S-Control
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Metarhizium anisopliae (Metsch) cepa IBCB 425
Registro MAPA:
16916
Empresa Registrante:
Toyobo |
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Produtos associados:
- Metasmart; - Agoptimmon; - Metatrix; - Vitales Gratto Meta; - Metashield; - Union Methamil; - S-Control Ultra; |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Metarhizium anisopliae Cepa IBCB 425 | 400 g/kg | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Microbiológico, Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Sim |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Deois flavopicta (Cigarrinha das pastagens) | veja aqui | veja aqui | |
| Mahanarva fimbriolata (Cigarrinha das raízes) | veja aqui | veja aqui | |
| Zulia entreriana (Cigarrinha das pastagens) | veja aqui | veja aqui |
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 0,5 / 1,0 / 5,0 / 10,0 KG |
INSTRUÇÃO DE USO
Ecometa Power (Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425) é um inseticida microbiológico de controle utilizado no controle da cigarrinha-da-raiz (Mahanarva fimbriolata), no controle da cigarrinha-das-pastagens (Zulia entreriana) e no controle da cigarinha-das-pastagens; cigarrinha-dos-capinzais (Deois flavopicta).
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Realizar uma a duas aplicações por ciclo da cultura, no período chuvoso e aguardar um intervalo de aplicação de aproximadamente 60 dias.
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO
Levar a campo o que irá aplicar, abrir a embalagem e fazer uma pré-calda em um balde com água, colocar no tanque pulverizador devidamente limpo para que resíduos de inseticidas, herbicidas e fungicidas não inviabilizem o produto. Essa limpeza deve ser feita com água limpa e sabão neutro, longe de rios e nascentes. Completar o tanque com água. Aplicar na presença da praga (espuma com ninfa na base da touceira). A aplicação pode ser terrestre ou aérea em dias nublados ou à noite com umidade relativa acima de 80%. Evitar exposição a raios ultravioletas e a temperatura elevada. Para aplicação terrestre utilizar um volume de calda de 300 L/ha e aérea um volume de calda de 40 L/ha. Iniciar a pulverização logo após o preparo da calda. Utilizam-se os equipamentos convencionais usados para aplicação de agrotóxicos.
Preparação da calda
Levar a campo o que irá aplicar. Abrir a embalagem e fazer uma pré-calda em um balde de 5 litros com água e 0,1% de detergente neutro do volume total da calda, colocar no tanque pulverizador devidamente limpo para que os resíduos de inseticidas, herbicidas e fungicidas não inviabilizem o produto. Essa limpeza deve ser feita com água limpa e sabão neutro, longe de rios e nascentes. Completar o tanque com água.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS
Quatro (4) horas, ou até a secagem da calda. Caso necessite entrar na área tratada, antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para aplicação do produto.
LIMITAÇÃO DE USO
Aplicar somente com umidade acima de 80%, preferencialmente no final da tarde, ou a noite, em dias nublados ou com garoa fina. Temperatura abaixo de 28°C. O pH da calda deve estar entre 6 e 7. O produto deve ser armazenado sob refrigeração na faixa de -12 a -4°C, por até 12 meses. Na faixa de temperatura de 0 a 4°C o inseticida microbiológico pode ser armazenado por até 180 dias e na faixa de 24 a 26°C por até 30 dias.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fitopatógenos.
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
• Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.
Produto potencialmente irritante para os olhos.