Bula Elatus 150 EC - Syngenta
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Bula Elatus 150 EC

Azoxistrobina; Benzovindiflupir
27017
Syngenta

Composição

Azoxistrobina 100 g/L
Benzovindiflupir 50 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Sistêmico

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Phakopsora pachyrhizi (Ferrugem asiática)

Tipo: Bag in box.
Material: Fibra de papel com bolsa plástica interna.
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 55; 57; 60; 100; 180; 200; 220; 400; 450; 500; 550; 600; 680; 750; 937,5; 1.000 L.
Tipo: Balde.
Material: Metálico.
Capacidade: 3; 5; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 55; 57; 60 L.
Tipo: Bombona.
Material: Plástico.
Capacidade: 3; 5; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 55; 57; 60; 100; 180; 200; 220 L.
Tipo: Container.
Material: Metálico/Plástico.
Capacidade: 500; 1.000; 2.000; 5.000; 10.000 L.
Tipo: Contentor intermediário(IBC).
Material: Plástico.
Capacidade: 500; 550; 600; 680; 750; 937,5; 1.000 L.
Tipo: Frasco.
Material: Plástico.
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,4; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 3,0; 5,0 L.
Tipo: Isocontainer.
Material: Aço.
Capacidade: 24.000; 25.000; 26.000; 28.000 L.
Tipo: Isotanque.
Material: Aço.
Capacidade: 5.000; 18.000; 20.000; 24.000; 25.000; 26.000; 28.000 L.
Tipo: Lata.
Material: Metálico.
Capacidade: 0,25; 0,4; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 5,0 L.
Tipo: Tambor.
Material: Metálico/Fibra/Plástico.
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 55; 57; 60; 100; 180; 200; 220; 400 L.
Tipo: Tanque/Farm Pack.
Material: Metálico/Plástico.
Capacidade: 420; 500; 640; 1.000; 18.000; 2.000; 5.000; 20.000; 25.000; 26.000; 28.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO

ELATUS 150 EC é um fungicida de contato e sistêmico, usado em pulverizações preventivas, para o controle de doenças da parte aérea da cultura da soja (ver detalhes no quadro abaixo).


MODO DE APLICAÇÃO

ELATUS 150 EC deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas. A boa cobertura dos alvos aplicados (todos os tecidos da parte aérea das plantas) é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.

Aplicação terrestre

Volume de aplicação: para a cultura da soja utilizar 200 litros de água/ha. A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar da cultura da soja.

Seguir os seguintes parâmetros de aplicação

O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno, seguindo as seguintes recomendações:
- Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados);
- Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
- Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm². Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva como menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo 50 cm, adequadas ao equipamento em uso;

Condições Meteorológicas

- Temperatura do ar: abaixo de 30°C
- Umidade relativa do ar: acima de 50%
- Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 10 km/h
- Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.

Aplicação aérea (cultura da soja)

Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco “core” inferior a 45. Largura efetiva de 15 - 18 m, com diâmetro de gotas de 80?, e um mínimo de 60 gotas por cm². O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Soja: 21 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas. Outras restrições a serem observadas: A azoxistrobina é extremamente fitotóxica para certas variedades de maçãs e por essa razão, não pulverizar o produto quando a deriva da pulverização possa alcançar macieiras. Não use equipamentos de pulverização que tenham sido usados previamente para aplicar ELATUS 150 EC, para pulverizar macieiras. Mesmo resíduos do produto que tenham permanecido nos equipamentos podem causar fitotoxicidade inaceitável para certas variedades de maçã.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, adoção de vazio sanitário, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas corretos, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

ELATUS 150 EC é um fungicida composto por 2 ingredientes ativos, uma estrobilurina, a azoxistrobina cujo modo de ação é inibidor do complexo III: citocromo bc 1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo do grupo C3; um pirazol carboxamida, e o benzovindiflupir, cujo modo de ação é inibidor do complexo II: succinato-desidrogenase do grupo C2. Esta combinação de diferentes ativos faz parte de uma estratégia de gerenciamento de resistência. Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo em razão da seleção de isolados menos sensíveis/resistentes. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, sejam eles de sítio de ação específico e/ou multissítio, respeitando sempre as estratégias de manejo de resistência do FRAC.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

RECOMENDAÇÕES PARA O ALVO FERRUGEM DA SOJA

• Manter monitoramento da doença na cultura;
• Respeitar vazio sanitário (eliminar plantas de soja voluntária);
• Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (escape);
• Evitar semeaduras em várias épocas e as cultivares tardias. Não semear soja safrinha (segunda época);
• Utilizar cultivares de genes de resistência, quando disponíveis;
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar e maior penetração/cobertura do fungicida; A tecnologia de aplicação é essencial para o funcionamento correto dos fungicidas.