Bula Engeo

acessos
Thiamethoxam + Cipermetrina
2402
Syngenta

Composição

Cipermetrina 220 g/L Piretróide
Tiametoxam 110 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão, Sistêmico
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
200 a 300 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Controlar o percevejo em planta recém emergidas ( 2-4 folhas ) assim que for notada a presença da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
220 a 250 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar levantamentos populacionais a intervalos regulares a partir do início da formação das vagens
Percevejo verde
(Nezara viridula)
180 a 220 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar levantamentos populacionais a intervalos regulares a partir do início da formação das vagens
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
180 a 220 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar levantamentos populacionais a intervalos regulares a partir do início da formação das vagens

Cartucho de papel (com saco solúvel interno), Bandeja plástica (com saco solúvel interno), Lata de fibra de papel (com saco solúvel interno), Lata de fibra de papel (sem saco solúvel interno), Frasco plástico simples (Polietileno, coextrudado, PET, folha de flandres, polietileno fluorizado): 0,25; 0,5; 1; 2 e 2,5 litros. Lata (Folha de flandres): 1; 2; 2,5 e 5 L.
Bombona (Polietileno, coextrudado, PET, folha de flandres, polietileno fluorizado): 5, 10, 20, e 50 L. Balde (Aço carbono): 5; 10; 20 e 50 L. Farm-Pack (Polietileno): 100; 150; 200; 225; 250; 300; 350; 350; 400; 420; 450; 500 e 530 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:

MODO DE APLICAÇÃO:

- MILHO: aplicação terrestre: utilizar pulverizador costal ou tratorizado com votume de calda ao redor de 200 l/ha.

SOJA: aplicação terrestre: utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda ao redor de 150 - 250 l/ha.

APLICAÇÃO AÉREA: Aplicação aérea do produto com a utilização de aeronaves (aviões ou helicópteros), especializados e autorizados por órgãos oficiais competentes, obedecendo aos parâmetros abaixo recomendados:

EQUIPAMENTO DE PULVERIZAÇÃO: Bicos hidráulicos do tipo "CÔNICO VAZIO" da série "D" com difusor "45". Ângulo do jato à 135° ou 45° para trás ou Atomizador rotativo MICRONAIR (AU-5000)" com ânguto das pás de hélice ajustados em 65º. Diâmetro mediano de gotas (DMV) - Gotas médias - (200 a 400 micras). Cobertura no alvo, com densidade de gotas: 30 a 40 gotas/cm2.

Volume ou taxa de aplicação: ao redor de 10-30 l/ha.

LARGURA DA FAIXA DE APLICAÇÃO: Aeronaves do tipo Ipanema, Cessna Agwagon ou Pawnee: 15m. Aeronaves do tipo Trush ou Airtractor: 20 m. Aeronaves do tipo Dromader: 25m. Altura do vôo: 2 a 4 m acima do alvo, ajustado em função da velocidade do vento: Se o vento tender para velocidades maiores, reduzir a altura de vôo, se o vento tender para velocidades menores, aumentar a altura de vôo.

Condições metereológicas: Temperatura do ar: Abaixo de 30ºC. Umidade relativa do ar: Acima de 55%. Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 18 km/h.

OBS.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorado com termohigrômetro.

NÚMERO, INÍCIO, ÉPOCA E INTERVALOS DE APLICAÇÃO:

- MILHO: controlar o percevejo em plantas recém emergidas (2 a 4 folhas), assim que for notada a presença da praga. Usar a dose maior, em infestações mais altas ou em áreas com histórico de ocorrência da praga.

- SOJA: Realizar levantamentos populacionais a intervalos regulares a partir do início da formação das vagens. Em áreas para produção comercial, fazer a pulverização quando forem encontrados 2 percevejos adultos ou 4 a 5 ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear (ninfas a partir do 3º instar). Em áreas para produção de sementes, fazer a pulverização quando a população atingir 1 percevejo adulto ou 2 ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear.
Para uma melhor eficiência do produto, fazer a aplicação no início da manhã ou no final da tarde evitando os horários mais quentes do dia, quando a exposição de praga é menor. Em caso de haver ninfas agrupadas em colônias (1° e 2 ínstar) protegidas no interior da folhagem, recomenda-se fazer a reaplicação 5 a 7 dias após a 1ª aplicação, quando estas ninfas já terão atingido o estágio adequado para o controle.

Utilizar a dose maior em situação de alta população de adultos e ninfas de primeiro ínstar acima do dano preconizado para a cultura.


INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita): CULTURA CARÊNCIA: Milho e Soja 30 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana- ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS: O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas.

Intervalo de segurança para as culturas indicadas(periodo de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita): milho e soja: 30 dias

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas. Uso exclusivamente agrícola. Não transporte o produto juntamente com alimentos medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO E APLICAÇÃO: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. Evite o contato do produto com pele, olhos, nariz e boca. Em caso de acidente VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Durante o manuseio e a aplicação, utitize os seguintes equipamentos de proteção individual: macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas impermeáveis, botas, máscara e protetor ocular. Não utilizar equipamentos de proteção individual danificados. Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. Use equipamentos de proteção individual adequados no descarte das embalagens, como luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilíze as embalagens vazias. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças, animais, alimentos, bebidas e ração animal. No final do trabalho, tome banho, troque e lave as suas roupas separadamente das roupas normais. Lavar os equipamentos de proteção individual. Evite ao máximo o contato com a área já aplicada pelo produto.

PRIMEIROS SOCORROS: Primeiros socorros em geral: Em caso de indisposição, remova o paciente para um local com ar fresco. EM CASO DE SUSPEITA DE INTOXICAÇÃO (se sentir dor de cabeça, náuseas, vômitos, etc): Chame imediatamente o médico. Mostre a bula do produto. Procurar imediatamente o médico caso o produto tenha sido inalado, ingerido, aspirado ou tenha entrado em contato com seus olhos e pele. Se possivel ligue para o telefone de emergência mencionado nesta bula. NO CASO DE CONTATO COM OS OLHOS: Lave os olhos com água limpa por vários minutos. NO CASO DE INGESTÃO: NÃO INDUZA VÔMITO. Administre carvão medicinal repetidamente em grande quantidade de água. OBSERVAÇÃO: Nunca dê nada pela boca a uma pessoa inconsciente.

NO CASO DE CONTATO COM A PELE: Remova a roupa contaminada e lave completamente as partes atingidas do corpo com água e sabão.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: A norma geral adotada internacionalmente não contempla a realização desses estudos no ser humano. Todavia, estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção: A administração do Thiamethoxam técnico na dieta de ratos em laboratório mostrou que o produto é completamente e rapidamente absorvido do trato gastrointestinal para o sistema circulatório e rapidamente eliminado pelo organismo principalmente através da urina. Em período aproximado de 24 horas, 70 a 80% da dose administrada é eliminada na forma do composto original. Estudos realizados com ratos, administrando Cypermethrin por via oral, mostrou que a eliminação de 30 a 66% da dose administrada foi através das fezes em 3 dias e, 6 a 12% através da urina. Estudos com homens voluntários, administrou-se dose de 0,25 I 0,5 11, ou 1 ,5 mg de cypermetrina em óleo de milho em cápsulas. A excreção de metabólitos de cypemetrina foi rápida. 78% da dose administrada na forma trans e 49% na forma cis foram excretadas em 24 horas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: AGUDOS: DL50 aguda oral para ratos: 778 mg/kg. Sintomas de intoxicação observados nos animais tratados foram caquexia, prostação, apatia, pelos eriçados, incoordenação motora, sialorréia, dispnéia e convulsão. DL50 aguda dérmica para ratos: maior que 2000 mg/kg.

Sintomas de intoxicação observados nos animais tratados foram caquexia, prostaçào, apatia, pelos eriçados, incoordenação motora, sia1orréia. dispnéia e convulsão.

Irritação dérmica: não irritante. Foram observados eritemas definidos que regrediram após 24 horas. Irritação ocular: leve irritação. Foram observados reações na conjuntiva. Toxicidade aguda inalatória: major que 5.80 mg/l. Os sinais clínicos observados foram tremores, alteração da pele e pêlos, alterações mucosas, diarréia, salivação.

Sensibilização dérmica (cobaias): Não sensibilizante.

CRÔNICOS: THIAMETHOXAM: Em estudos realizados com animais de laboratório não foram registradas evidências de efeitos crônicos que representem risco significativo ao homem. Na doses de 500 e 1000 ppm foram observados na histopatologia aos 12 meses lesões tubulares acrônica, infiltração linfocística da pelvis renal em machos tratados com 1500 ppm e hemosiderose no baço em fêmeas tratadas com 3000 ppm. Exames microscópicos revelaram rins, fígado e baço como órgãos alvos, porém as alterações encontradas são pelo acúmulo de alfa 2-microglobulina. O Nível sem efeito observado para estudo crônico neste animal foi de 500 ppm para fatos machos e 1000 ppm para fêmeas.

O produto foi também testado em camundongos em várias doses. Os sinais clínicos observados nos animais foram "abdomen estendido" em machos em dose de 2500 ppm e em fêmeas na dose de 1250 ppm. Diminuição do desenvolvimento do peso corporal na mais alta dose (2500 ppm). Na 35ª semana (quando os animais foram sacrificados) observou-se redução do peso da carcaça em machos e peso dos órgãos em (-9%), entretanto para as fêmeas peso médio do fígado e glândula adrenal foram aumentados. A média abosluta/relativa de peso foram dependentes da dose. O fígado foi o principal órgão alvo para toxicidade. O Nível sem efeito observado para estudo crônico neste animal foi de 20 ppm.

CYPERMETHRIN: Estudo realizado com ratos com duração de 2 anos com ratos mostrou redução de peso corporal e redução do consumo de alimento ao nível de 1500 ppm. Nesta dose também foi observado aumento da atividade da amino-pirina-N-demetilase e aumento do peso do rtgado em fêmeas na 52ª semana. O Nível sem efeito observado para estudo crônico neste animal foi de 150 ppm.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO (informações para uso médico): Não há antídoto específico. Tratamento sintomático em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Não se conhece interações medicarnentosas ou contra-indicações no tratamento dos intoxicados com este produto.

TELEFONE PARA CASOS DE EMERGÊNCIA: Plantão Syngenta 24 horas: 0800160210. CENTRO DE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS: São Paulo: (011) 257 7611/259 9846. Campinas: (019) 2398670. Londrina: (043) 221-2001. Curitiba (041) 225- 7540. Cuiabá: (065) 321-1212. Campo Grande: (067) 787-3333. Porto Alegre: (051) 223-6110/2290203.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:

( X ) Altamente Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe I).

Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio Ambiente.
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislaçAo estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material nâo comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas -ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA - telefone de Emergência: (Oxx24) 3358-8581. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado nâo deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir 0 solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de C02, pó químico, etc., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI"s -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

TRIPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até % do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGENS SECUNDÁRIAS NÃO CONTAMINADAS

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamentos da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente doses recomendadas na bula/rótulo
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre Manejo de Resistência a Inseticidas.