Bula Escudo 500 EC - Adama

Bula Escudo 500 EC

acessos
Clomazone
13809
Adama

Composição

Clomazona 500 g/L Isoxazolidinona

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico, Pré-emergência

Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,6 a 1 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicar uma vez por ano. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pode ser aplicado em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas, podendo ser aplicado ainda logo após a emergência da cultura do Arroz irrigado
Capim arroz
(Echinochloa colona)
0,6 a 1 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicar uma vez por ano. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pode ser aplicado em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas, podendo ser aplicado ainda logo após a emergência da cultura do Arroz irrigado
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,6 a 1 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicar uma vez por ano. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pode ser aplicado em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas, podendo ser aplicado ainda logo após a emergência da cultura do Arroz irrigado
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,6 a 1 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicar uma vez por ano. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pode ser aplicado em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas, podendo ser aplicado ainda logo após a emergência da cultura do Arroz irrigado
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,8 a 2,2 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicar uma vez por ano. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado em área total em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 2,2 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicar uma vez por ano. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado em área total em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,8 a 2,2 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicar uma vez por ano. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado em área total em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 2,2 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicar uma vez por ano. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado em área total em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,8 a 2,2 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicar uma vez por ano. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado em área total em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,2 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicar uma vez por ano. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado em área total em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,8 a 2,2 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicar uma vez por ano. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado em área total em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,8 a 2,2 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicar uma vez por ano. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado em área total em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,8 a 2,2 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicar uma vez por ano. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado em área total em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,8 a 2,2 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicar uma vez por ano. Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado em área total em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura

Bombona/Balde metálico:
2,0; 22; 2,4; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 40 e 50 L.

Bombona/ Balde plástico:
2,0; 22; 2,4; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 40 e 50 L.

Tambor metálico:
20, 05, 30, 50, 100, 150, 200, 250, 400 e 500 L.

Tambor plástico:
20, 05, 30, 50, 100, 150, 200, 250, 400 e 500 L.

Container Interno (polietileno) externo (maderite):
1.000 L.

Tamque portátil metálico:
500, 1.000, 1.500, 2.000, 2.5000, 3.000, 4.000, 5.000, 10.000, 15.000 e 20.000 L.

Saco hidrossolúveis:
0,25; 0,5; 1,0; 1,5 e 2 L.

Saco plástico:
0,25; 0,5; 1,0; 1,5 e 2 L.

INSTRUÇÕES DE USO E CULTURAS:
O ESCUDO 500 EC é um herbicida seletivo pré-emergente indicado para o controle de plantas infestantes nas culturas de arroz irrigado e cana-de-açúcar. Podendo ser aplicado logo após a emergência da cultura no sistema de cultivo de arroz irrigado.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Arroz Irrigado: O ESCUDO 500 EC pode ser aplicado em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas, podendo ser aplicado ainda logo após a emergência da cultura do Arroz irrigado. Realizar somente uma única aplicação para controlar as plantas infestantes indicadas.
Cana-de-Açúcar: O ESCUDO 500 EC deve ser aplicado em área total em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura. Realizar somente uma única aplicação para controlar as plantas infestantes indicadas.

MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do herbicida ESCUDO 500 EC poderá ser efetuada através de pulverização terrestre (manual ou tratorizada) e aeronaves agrícolas.
Aplicação Terrestre: O herbicida pode ser aplicado via terrestre através de pulverizador tratorizado de barra, equipados com pontas do tipo leque jato plano, nas séries 8002 a 8004 ou 11002 a 11004, em volumes de calda de 150 a 400L/ha ou conforme tabela a seguir:

Tipo de ponta - Cor ponta - Dist. entre pontas - Alt. do alvo - Vol. de calda (L/ha)
AIJET 110.02 Amarelo 50cm 50cm 200-100
AIJET 110.03 Azul 50cm 50cm 300-150
XR Teejet 110.02 Verde 50cm 50cm 200-110
XR Teejet 110.03 Amarelo 50cm 50cm 300-150
XR Teejet 110.04 Azul 50cm 50cm 400-200
DG Teejet 110.02 Amarelo 50cm 50cm 200-100
DG Teejet 110.03 Azul 50cm 50cm 300-150
DG Teejet 110.04 Vermelho 50cm 50cm 400-200
Twinjet 110.02 Amarelo 50cm 50cm 200-100
Twiniet 110.03 Azul 50cm 50cm 300-150
Twinjet 110.04 Vermelho 50cm 50cm 400-200
Turbo Floodiet TF 02 Vermelho 75cm 75cm 300-150
Turbo Floodiet TF 02 Vermelho 100cm 100cm 250-100
Turbo Floodjet TF 03 Marron 75cm 75cm 500-200
Turbo Floodiet TF 03 Marron 100cm 100cm 350-150
Turbo Teejet 110.02 Amarelo 50cm 50cm 200-100
Turbo Teejet 110.03 Azul 50cm 50cm 300-150
Turbo Teeiet 110.04 Vermelho 50cm 50cm 400-200
XR Teejet 110.02 Amarelo 50cm 50cm 200-100
XR Teeiet 110.02 Azul 50cm 50cm 300-150
XR Teeiet 110.02 Vermelho 50cm 50cm 400-200

1º Obs:
Pressão (Lb/poL²) será de 40.
Velocidade de aplicação (km/h) será de 5 - 10.

Aplicação Aérea: O ESCUDO 500 EC pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas, equipadas com barra contendo pontas do tipo Spraying Systems D 8, core 46, pressão de 200 kilopascal, proporcionando um volume de 30 a 40 L/ha de calda, densidade de 40 gotas/cm2 e com tamanho de gotas médias a grossas, preferencialmente.

Condições Climáticas: Temperatura ambiente: máxima 30°C. Umidade relativa do ar (UR): mínima 55%. Velocidade do vento: 2 a 8 km/hora.

Preparo da calda: Colocar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade. Adicionar ESCUDO 500 EC na dose previamente calculada. Manter a calda com constante agitação durante a pulverização.

2º Obs para dosagem: A regulagem da vazão e a distância das pontas de 'pulverização devem ser realizadas apenas com água limpa no pulverizador, portanto, colocar o produto somente após a regulagem da vazão e limpeza dos bicos.

3º Obs: O solo deve estar bem preparado, livre de torrões e com umidade para uma melhor eficácia do produto.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
ARROZ (1)
CANA-DE-AÇÚCAR (1)

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
O intervalo de reentrada recomendado é de 24 horas. Caso necessite entrar nas áreas tratadas antes do término de reentrada, utilize os EPI's indicados no item "Precaução Durante a Aplicação" na bula do MS.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Não se recomenda aplicar ESCUDO 500 EC a menos de SOOm da cultura de girassol e milho e das seguintes atividades: hortas, pomares, viveiros, casas de vegetação (estufas), jardins, videiras, arboredos, vegetações ribeirinhas e outras nativas.
• Culturas de inverno (trigo, aveia, centeio) subseqüentes à aplicação de ESCUDO 500 EC poderão apresentar leve c1orose em locais se houver sobreposição de barra. Entretanto, estas plantas recuperam-se normalmente, não afetando a produção nestas condições.
• Aguardar um período mínimo de 150 dias após a última aplicação do ESCUDO 500 EC para a instalação de culturas subseqüentes.
• Para aplicações em cana soca já brotada, poderá ocorrer c1orose localizada pela ação do contato com o ESCUDO 500 EC, havendo recuperação total da planta. Deve-se evitar aplicação em área total em cana soca com mais de 20 em de altura, caso necessário, realizar a pulverização com jato dirigido.
• Uso em arroz irrigado: o produto ESCUDO 500 EC pode causar um branqueamento temporário em níveis baixos nas folhas do arroz. Estes sintomas não interferem no desenvolvimento das plantas e desaparecem totalmente de 20 a 40 dias após a aplicação do produto. Segundo dados de pesquisa, os sintomas de branqueamento não causam interferência no rendimento da cultura.

- PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO EVITE EXPOSiÇÃO ORAL, INALATORIA, OCULAR E DERMAL. USE OS EPI's COMO INDICADO.

Precauções Gerais:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamento com vazamento ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto

Aplique o produto nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do agrotóxico em sua embalagem original adequadamente fechada, em local trancado longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPls), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo

INTOXICAÇÕES POR ESCUDO

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Gupo químico:
Izoxazolidinona

Classe toxicológica:
Classe II - Altamante Tóxico.

Vias de exposição:
Oral, respiratória e cutânea. Há possibilidade de formação de vapores orgânicos de trimetil benxeno, CO2 e CO.

Sintomas e sinais Clíncos:
A clomazona é moderadametne irritante para a pele e para os olhos.

Toxicocinética:
Clomazona é metabolizada nop fígado e excretada pelas fezes e, sobretudo, pela urina.

diagnóstico:
Anamnese detalhada, com noção de exposição ao produto e sintomatologia clínica.

Tratamento:
Descontaminação a ser realizada por profissional protegido por avental impermeável, botas de borracha e luvas de nitrila. Lavagem gástrica, se o produto foi ingerido até 1h antes da chegada ao hospital. Tratamento sintomático e de manutenção das funções vitais.
Controlar a função hepática e renal, o estado neurológico do paciente e o hemo grama.
Não há antídoto para este produto.

Contra-indicações:
Não provoque vômitos para evitar a pneumopatia química secundária à inalação dos solventes e do emulionante.

Efeitos sinérgicos:
Há sinergismo entre o solventee o emulsificante, e ambos favorecem a absorção da clomazona.

ATENÇÃO:
PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS Disque-Intoxicação: 08007226001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT -ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: MILENIA Agro Ciências S.A.-OSOO 400 7505

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
O clomazone é rapidamente metabolizado pelo figado e excretado na urina e fezes dentro de 24 horas. Cinco diferentes estudos de metabolismo foram conduzidos com ratos machos e fêmeas usando clomazone radiomarcado (pureza de 99,8% e atividade específica de 26,81 mCi/mmol). No estudo A, dois ratos/sexo receberam 5 mg/kg do material teste por via oral e o ar expirado foi coletado por um período de 24 horas. Nos outros estudos, 5 animais/sexo/grupo foram dosados.
Nos estudos B e C, os animais receberam uma dose oral única de 5 e 900mg/kg/ da substância teste, respectivamente. No estudo D, cada animal recebeu pela via intravenosa 3 mg/kg do material teste, No estudo E, os animais receberam uma dose única por 14 dias, de c1omazone (pureza de 99,0%). Nos estudos B, C, D e E, amostras de urina e fezes foram coletadas periodicamente por 7 dias, Após 7 dias, os animais foram eutanasiadas e a radioatividade foi determinada nos tecidos, A excreção do C02 radiomarcado foi menor que O, 01% da dose recuperada. Os resultados destes estudos indicaram que a excreção foi maior na urina (63,4 a 82,9% da dose administrada) e fezes (15,1 a 38,7%), Aos 7 dias após a dosagem, os níveis de resíduos agregados dos tecidos e da carcaça variaram de 0,08 a 0,17% da dose administrada. A quantidade dosada ou freqüência de dosagem não afetou o perfil da excreção. A alteração mais comum do componente parente observada foi a hidroxilação dos aneis fenil e/ou isoxazolidinona. A distribuição dos metabólitos hidroxilados variaram em algum grau em relação ao regime de doses e os níveis de doses usados.
Os metabólitos conjugados foram observados tanto na urina quanto nas fezes. Uma pequena
quantidade do composto parente foi recuperada.

EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral para ratos: Superior a 2.000 mg/Kg DL50 dérmica para ratos: Superior a 5.000 mg/Kg CL50 inalatória em ratos: Superior a 9,86 mg/L.
Irritabilidade dérmica em coelhos: O produto foi considerado não irritante para a pele dos animais. Irritabilidade ocular em coelhos: O produto causou irritação ocular reversível em 7 dias. Sensibilização cutânea em porquinhos-da-índia: Não apresentou ser sensibilizante dérmico, quando aplicado na pele dos animais.

EFEITOS CRÔNICOS:
Em estudos de 2 anos com ratos e camundongos e de 1 ano com cães não foi observado efeito adverso. No estudo de 1 ano em cães, foi observada uma elevação do peso do figado na dose de 2,5 mg/kg/dia. No estudo de 2 anos em ratos, os animais que receberam mais que 4,3 mg/kg/dia de clomazone exibiram níveis elevados de colesterol, elevação do peso do figado e aumento das células hepáticas. Os camundongos que receberam a dose maior que 15 mg/kg/dia apresentaram uma elevação dos leucócitos.

PRECAUÇOES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
( X ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagéns ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e veg~tação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concementes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais .
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser segudas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação brasisleira de Noermas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGROCIENCIA S/A Telefone da empresa: 0800 400 7505 e o CCI - Centro de Controle de IntoxiCações: (Oxx43) 3371-2244.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo . para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o órgão ambienta! mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTO DE LA VAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s - Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertival durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamentos independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das emabalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde sção guardadas as embalagens.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RIGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia .

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo susuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM V AZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.