Bula Esplanade

acessos
Indaziflam
4416
Bayer

Composição

Indaziflam 500 g/L Alkylazine

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Sistêmico, Pré-emergência
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas infestantes durante o principal período de mato-competição nas culturas recomendadas. Uso não alimentar. Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura, em pré- emergência das plantas daninhas, logo após o plantio das mudas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas infestantes durante o principal período de mato-competição nas culturas recomendadas. Uso não alimentar. Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura, em pré- emergência das plantas daninhas, logo após o plantio das mudas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas infestantes durante o principal período de mato-competição nas culturas recomendadas. Uso não alimentar. Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura, em pré- emergência das plantas daninhas, logo após o plantio das mudas
Pinus Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas infestantes durante o principal período de mato-competição nas culturas recomendadas. Uso não alimentar. Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura, em pré- emergência das plantas daninhas, logo após o plantio das mudas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas infestantes durante o principal período de mato-competição nas culturas recomendadas. Uso não alimentar. Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura, em pré- emergência das plantas daninhas, logo após o plantio das mudas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Uma aplicação é suficiente para o controle das plantas infestantes durante o principal período de mato-competição nas culturas recomendadas. Uso não alimentar. Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura, em pré- emergência das plantas daninhas, logo após o plantio das mudas

Balde de aço - 20; 50; 100; 200 L
Bombona de polietileno - 5,0; 10; 15; 50; 100; 200L
Bombona de PET/COEX - 50; 100; 200 L
Container de Polietileno/Aço - 500L
Frasco de polietileno - 0,05; 0,10; 15; 0,25; 0,5; 1,0 L
Frasco PET/COEX - 0,05 L
Frasco de aço - 20; 50; 100; 200 L

INSTRUÇÕES DE USO:
Esplanade é um herbicida à base do ingrediente ativo lndaziflam; indicado para o controle pré-emergente das plantas infestantes nas culturas de pinus e eucalipto.

ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Eucalipto e Pinus: aplicar o produto somente na entrelinha da cultura, em pré-emergência das plantas daninhas, logo após o plantio das mudas.
É aconselhável que se aplique o produto sob condições climáticas normais, evitando-se aplicar com o solo seco ou com rachaduras.
Uma (1) aplicação é suficiente para o controle das plantas infestantes durante o principal período de mato-competição nas culturas recomendadas.

MODO DE APLICAÇÃO:
Eucalipto e Pinus: O produto deve ser aplicado em pós-plantio da cultura (Eucalipto e Pinus), na entrelinha, em pré-emergência das plantas daninhas.
A aplicação deve ser feita com auxílio de pulverizadores terrestres manuais costas ou tratorizados dotados de barra com bico de jato plano (leque), a um volume de 200 litros de calda por hectare.
Atentar para as condições do tempo, observando principalmente a temperatura no momento da aplicação, devendo ser esta superior a 10°C e inferior a 30°C e a umidade relativa do ar que deverá estar acima de 60% e ventos não superiores a 10 km/hora.
Aplicar o produto sempre com o solo livre de infestações de plantas daninhas e de coberturas vivas ou mortas sobre o solo, que possam interferir no contato direto do produto com a superfície de solo. Presença de torrões também deve ser evitada pelo mesmo motivo.

PROCEDIMENTO PARA LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO.
- Após utilizar o herbicida ESPLANADE, e com o equipamento de aplicação vazio, enxágue com água o pulverizador fazendo circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e filtros. A água utilizada nesta lavagem deverá ser pulverizada na área tratada com o respectivo produto.
v' Após esta primeira limpeza com água, limpe novamente todo o equipamento. de pulverização, incluindo tanque, bombas, mangueiras, filtros, telas e bicos fazendo circular no circuito do equipamento, durante 15 minutos, agua juntamente com um produto de limpeza de tanque à base de surfactante (detergente).
v' Em seguida, esvazie novamente o tanque na área tratada.
v' Estando o sistema do equipamento drenando, enxague novamente com agua limpa todo o sistema.
v' Após esta limpeza, inspecione visualmente os filtros, telas, paredes do tanque, para assegurar-se que não restaram resíduos do produto.
v' o uso de pulverizadores com resíduos de Esplanade poderão causar danos em outras culturas.
v' Tome todas as medidas de, segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo a nascentes e outros corpos de agua como lagos e rios.
v' Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Eucalipto.........................................................UNA
Pinus..............................................................UNA
UNA Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÔES DE USO:
ESPLANADE não provoca efeitos negativos quando utilizado de acordo com as
instruções de uso.
Como se trata de um herbicida para aplicação em pré-emergência das plantas daninhas, os melhores resultados são obtidos quando o sob se encontra em condições favoráveis de germinação das sementes das invasoras, aproveitando-se ao máximo o potencial de eficiência do produto.
Não aplicar em solos secos ou em solos que apresentem drenagem excessiva. Não aplicar em solos com drenagem prejudicada e/ou encharcados.
Deve-se evitar a aplicação de Esplanade em áreas sujeitas à erosão e ao escoamento superficial da agua.
Em eucalipto e pinus, o produto deve ser aplicado somente na entrelinha, pois poderá causar Fitotoxicidade às mudas se aplicado na linha de plantio.

DADOS RELATIVOS À PROTECÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola. -
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, aventa!, máscara, óculos, touca árabe e luvas,
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/P3); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas passando por cima do punho das )uvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada bom os dizeres: 'PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período da reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção, individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das roupas cia família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas; luvas de nitrila e botas de borracha).

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir, o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente 9 sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ('respirado'), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental.

- INTOXICAÇÕES POR ESPLANADE -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
(As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os procedimentos descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

- Grupo químico: Alquilazina
- Classe toxicológica: III - MEDIANAMENTE TÓXICO
- Vias de exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória
- Toxicocinética: Após a exposição por via oral em ratos, o indaziflam foi rapidamente absorvido atingindo concentrações sanguíneas máximas 40-60 minutos após a administração. As fêmeas apresentaram uma absorção ligeiramente maior que os machos. Aprox. 87% da dose administrada foi excretada nas primeiras 20, principalmente pelas fezes em machos e igualmente distribuída entre urina e fezes nas fêmeas. Mostrou baixo potencial de acumulação no organismo, escassos resíduos e observaram no trato gastrointestinal, fígado e pele. A biotransformação do indaziflam foi rápida e completa, ocorrendo principalmente por via oxidativa. O principal metabólito formado é AE1170437 acido carboxílico, achado tanto na urina como nas fezes.
- Mecanismo de toxicidade: O mecanismo de toxicidade do indaziflam ainda não foi elucidado.
- Sintomas e sinais clínicos: Não são conhecidos sintomas e sinais clínicos em humanos. Em animais de laboratório quando administrado por via oral foram observados postura curvada, diminuição de atividade, dispneia, marcha descoordenada, olhos fechados e lacrimejamento; quando administrado por via dérmica não foram observados sintomas, quando administrado por via inalatória foram observados piloereção, bradipneia, dificuldade respiratória, diminuição de atividade, marcha escarvante e hipotermia. O produto foi ligeiramente irritante aos
não irritante à ele e não sensibilizante.
- Diagnóstico: Sendo, que não são conhecidos os sintomas de intoxicação em humanos, o diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela presença de sintomas
sinais clínicos compatíveis com o quadro de intoxicação.
- Tratamento: Antídoto:
Exposição oral: O esvaziamento gástrico irá diminuir a absorção do produto em caso de ingestão. Não induzir o vômito. Poderá ser realizado através de lavagem gástrica até uma hora após a exposição e dependendo da severidade do quadro clinico na maioria dos casos a lavagem gástrica não é necessária. O material proveniente destas manobras deverá ser colhido para eventuais diagnósticos laboratoriais. O carvão ativado pode ser utilizado para diminuir a absorção do produto ainda presente no trato digestivo.
Exposição dérmica: remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos.
Exposição ocular: Lave com água corrente por pelo menos 15 minutos, mantendo as pálpebras abertas. Evitar que a água da lavagem contamine o outro olho. Retire lentes de contato quando for o caso.
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
As medidas iniciais deverão verificar a existência de risco eminente de vida e procurar contorná-lo. Deverão ser mantidas as condições respiratórias do paciente através da permeabilidade das vias aéreas (aspiração de secreções), a oferta de ar de boa qualidade, em ambiente ventilado e a realização de respiração artificial quando necessário, desde o boca a boca a utilização de ventilação assistida a nível hospitalar.
As condições circulatórias devem ter atenção no combate a quadros de hipotensão e choque. O paciente deve ser mantido, com os membros inferiores elevados, aquecido e com à utilização hospitalar de vasopressores, se necessário.
Eventuais convulsões exigem medidas como proteger o paciente de lesões traumáticas, mantê-lo com vias aéreas permeáveis, a administração de medicamentos anticonvulsivantes por via endovenosa deve ser indicação do médico.
O aumento da excreção do produto já absorvido poderá ser efetivado através sé medidas o que resultem em aumento da diurese, porém se forem observados distúrbios hidroeletrolíticos, esses deverão ser corrigidos com prioridade, bem corno os distúrbios acidobásicos.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
ADVERTÊNCIA: ã pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontam inação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
- Contraindicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
- Efeitos sinérgicos: conhecidos efeitos sinérgicos com outras substâncias.

ATENÇÃO
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória.
Ligue para o Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-701-0450
Empresa: BAYER S.A.

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Formulado):

DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/Kg
CL50 inalatória em ratos (4 horas): 'não determinada.
Irritação ocular em coelhos: levemente irritante, causando eritema e quemose da conjuntiva, reversíveis em 24 horas após a exposição.
Irritação dérmica em coelhos: não irritante.
Sensibilização dérmica: nas condições do estudo, o produto foi considerado não sensibilizante.

Efeitos Crônicos
Os efeitos crônicos do indaziflam foram avaliados em ratos, camundongos e cães. Ratos e camundongos apresentaram uma redução no consumo de alimento e diminuição no peso corpóreo. Adicionalmente, no estudo realizado em camundongos, foram observados efeitos nos rins e fígado: Os órgãos alvo comuns para ratos e cães foram fígado, tireoide e sistema nervoso. Sinais clínicos de neurotoxicidade foram observados nas duas espécies, porém, as alterações histopatológicas no sistema nervoso central e periférico foram observadas apenas em cães. Não houve indícios de alterações neurocomportamentais ou neuropatológicas no estudo de neurotoxicidade para o desenvolvimento conduzido em ratos. Não foram observados tumores relacionados ao tratamento em ratos e camundongos. O indaziflam não apresentou atividade mutagênica em testes in vitro e in vivo. O Indaziflam não mostrou evidências de teratogencidade em ratos ou coelhos. O estudo da reprodução em duas gerações em ratos mostrou diminuição no peso corpóreo dos filhotes em presença de toxicidade materna com consequente atraso na maturidade sexual em machos e fêmeas.

Estudos crônicos/carcinogênicos mostraram que os efeitos tóxicos em ratos e camundongos foram diminuição do peso corpóreo e efeitos no fígado e rins, com degeneração renal. Neurotoxicidade: a neurotoxicidade parece ser o principal efeito toxicológico nos testes realizados em mamíferos. Cães foram a espécie mais sensível, baseando-se na degeneração axonal, as lesões foram consideradas relacionadas ao tratamento e dose-dependente, nos estudos subcrônicos (15 mg/kg/dia) e nos estudos crônicos (67 mg/kg/dia). Lesões similares foram observadas em ratos, porém em doses notavelmente mais altas que nos estudos em cães.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Este produto é:

( x ) Produto PERIGOSO ao meio ambiente (Classe III).

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro Agrônomo.