Bula Galil SC

acessos
Imidacloprido + Bifenthrin
10012
Adama

Composição

Bifentrina 50 g/L Piretróide
Imidacloprido 250 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Sistêmico, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 a 400 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 5 dias. 30 dias. As aplicações deverão ser iniciadas quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
300 a 400 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 5 dias. 30 dias. A aplicação deve ser baseada na variedade de algodão semeada e no índice de infestação do pulgão. Nas variedades resistentes à virose, iniciar o controle quando em 7 das 10 plantas examinadas, as folhas estiverem começando a se deformar e existirem pulgões vivos
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 7 dias. 21 dias. Iniciar a aplicação quando aparecerem os primeiros pulgões na área e repeti-la conforme a necessidade, respeitando o intervalo de segurança
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
250 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 7 dias. 21 dias. Aplicar quando for observada a presença da praga na lavoura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 a 400 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 10 dias. 21 dias. As aplicações deverão ser iniciadas quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
250 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 10 dias. 21 dias. Iniciar a aplicação quando for constatado 20 insetos/pano de batida ou 30% de desfolha antes da floração e 15% de desfolhas após a floração
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 a 400 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 7 dias. 14 dias. As aplicações deverão ser iniciadas quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga, ou 5 conforme o nível de infestação na cultura
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 a 300 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 7 dias. 14 dias. Deve ser aplicado quando aparecerem os primeiros pulgões na área e repeti-la conforme a necessidade, respeitando o intervalo de segurança
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
300 a 400 mL p.c./ha até 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 7 dias. 30 dias. Aplicar quando for constatada a presença do Percevejo-barrigaverde (Dichelops melacanthus) logo após a emergência do milho
Palma forrageira Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha-do-carmim
(Dactylopius opuntiae)
150 a 200 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias. 16 dias. Iniciar a aplicação no início do aparecimento das primeiras ninfas da Cochonilha-do-carmim (antes da formação de colônias)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
100 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 10 dias. 21 dias. Antes da floração: aplicar quando atingir 30% de desfolhamento ou 20 lagartas (maiores que 1,5 cm) por batida de pano. Após a floração: aplicar quando atingir 15% de desfolhamento ou 20 lagartas (maiores que 1,5 cm) por batida de pano. Indica-se bater as plantas em apenas um lado da fileira numa extensão de 1 metro
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 a 400 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 10 dias. 21 dias. As aplicações deverão ser iniciadas quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, para que seja evitado o aparecimento da resistência dos insetos ao inseticida
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
300 a 400 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 10 dias. 21 dias. Realizar a inspeção na lavoura periodicamente após o florescimento e pulverizar na fase R3 (“canivetinho”) sempre que a população atingir dois percevejos (maiores que 0,4 cm) em campos de soja para grãos e um percevejo (maior que 0,4 cm) em áreas de produção de sementes, por metro linear de cultura. Os percevejos devem ser monitorados através de amostragens com o pano-de-batida, no mínimo, uma vez por semana. Indica-se bater as plantas em apenas um lado da fileira numa extensão de 1 metro
Percevejo verde
(Nezara viridula)
300 a 400 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 10 dias. 21 dias. Realizar a inspeção na lavoura periodicamente após o florescimento e pulverizar na fase R3 (“canivetinho”) sempre que a população atingir dois percevejos (maiores que 0,4 cm) em campos de soja para grãos e um percevejo (maior que 0,4 cm) em áreas de produção de sementes, por metro linear de cultura. Os percevejos devem ser monitorados através de amostragens com o pano-de-batida, no mínimo, uma vez por semana. Indica-se bater as plantas em apenas um lado da fileira numa extensão de 1 metro
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
300 a 400 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 10 dias. 21 dias. Realizar a inspeção na lavoura periodicamente após o florescimento e pulverizar na fase R3 (“canivetinho”) sempre que a população atingir dois percevejos (maiores que 0,4 cm) em campos de soja para grãos e um percevejo (maior que 0,4 cm) em áreas de produção de sementes, por metro linear de cultura. Os percevejos devem ser monitorados através de amostragens com o pano-de-batida, no mínimo, uma vez por semana. Indica-se bater as plantas em apenas um lado da fileira numa extensão de 1 metro
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
200 a 300 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 10 dias. 30 dias. Aplicar desde a emergência até o perfilhamento da planta, quando for constatada a presença da praga
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
100 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 10 dias. 30 dias. Realizar o controle quando forem atingidos os seguintes níveis populacionais, de acordo com a fase das plantas: a) 10 % de plantas infestadas, da emergência ao perfilhamento; b) 10 pulgões/ perfilho, do alongamento ao emborrachamento; e c) 10 pulgões/espiga, do espigamento ao grão em massa. O nível de infestação deve ser avaliado por meio de inspeções semanais da lavoura, amostrando-se aleatoriamente locais, na bordadura e no interior das lavouras que proporcionem resultado médio representativo da densidade de pulgões

1. INSTRUÇÕES DE USO:

O GALIL SC é um inseticida sistêmico com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas culturas de algodão, batata, feijão, melão, milho, palma forrageira, soja e trigo.

1.2. PRAGAS CONTROLADAS E DOSES:
Vide "Indicações de Uso/Doses".

1.3. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ALGODÃO

Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B): As aplicações com GALIL SC deverão ser iniciadas quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, para que seja evitado o aparecimento da resistência dos insetos ao inseticida. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.
Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii): A aplicação com GALIL SC deve ser baseada na variedade de algodão semeada e no índice de infestação do pulgão. Nas variedades resistentes à virose, iniciar o controle quando em 7 das 10 plantas examinadas, as folhas estiverem começando a se deformar e existirem pulgões vivos. Para as variedades susceptíveis à virose, a aplicação deve ser iniciada quando 5 a 10% das plantas apresentarem pulgões. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.

Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 5 dias.


BATATA

Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa): Aplicar GALIL SC quando for observado a presença da praga na lavoura. Reaplicar quando for constatado a reinfestação.
Pulgão-verde (Myzus persicae): Iniciar a aplicação de GALIL SC quando aparecerem os primeiros pulgões na área e repeti-la conforme a necessidade, respeitando o intervalo de segurança.

Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 7 dias.


FEIJÃO

Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B): As aplicações com GALIL SC deverão ser iniciadas quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, para que seja evitado o aparecimento da resistência dos insetos ao inseticida. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa): Iniciar a aplicação de GALIL SC quando for constatado 20 insetos/pano de batida ou 30% de desfolha antes da floração e 15% de desfolhas após a floração.

Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 10 dias.


MELÃO

Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B): As aplicações de GALIL SC deverão ser iniciadas quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, para que seja evitado o aparecimento da resistência dos insetos ao inseticida. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.
Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii): GALIL SC deve ser aplicado quando aparecerem os primeiros pulgões na área e repeti-la conforme a necessidade, respeitando o intervalo de segurança. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.

Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 7 dias.


MILHO

Aplicar GALIL SC quando for constatada a presença do Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) logo após a emergência do milho. No início do desenvolvimento da cultura o ataque é mais severo, pois quanto menor o tamanho da planta atacada, maior é o potencial de dano da praga.
A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população, em áreas com histórico da praga.

Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 7 dias.


PALMA FORRAGEIRA

Iniciar a aplicação de GALIL SC no início do aparecimento das primeiras ninfas da Cochonilha-do-carmim (antes da formação de colônias). Reaplicar o produto em caso de reinfestação.
A ausência de controle pode levar a redução do crescimento e, potencialmente, a morte das plantas.
Adicionar 0,25 % v/v de adjuvante não iônico.

Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias.


SOJA

Percevejo-marrom (Euschistus heros), Percevejo-verde (Nezara viridula) e Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildini): Realizar a inspeção na lavoura periodicamente após o florescimento e pulverizar GALIL SC na fase R3 (“canivetinho”) sempre que a população atingir dois percevejos (maiores que 0,4 cm) em campos de soja para grãos e um percevejo (maior que 0,4 cm) em áreas de produção de sementes, por metro linear de cultura.
Os percevejos devem ser monitorados através de amostragens com o pano-de-batida, no mínimo, uma vez por semana. Indica-se bater as plantas em apenas um lado da fileira numa extensão de 1 metro. As amostragens devem ser realizadas, preferencialmente, nos períodos mais frescos, pela manhã ou à tarde, em função da agilidade e movimentação dos percevejos.
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis): Antes da floração: aplicar GALIL SC quando atingir 30% de desfolhamento ou 20 lagartas (maiores que 1,5 cm) por batida de pano.
Após a floração: aplicar quando atingir 15% de desfolhamento ou 20 lagartas (maiores que 1,5 cm) por batida de pano. Indica-se bater as plantas em apenas um lado da fileira numa extensão de 1 metro.
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B): As aplicações com GALIL SC deverão ser iniciadas quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, para que seja evitado o aparecimento da resistência dos insetos ao inseticida. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.

Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 10 dias.



TRIGO

Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus): Aplicar GALIL SC desde a emergência até o perfilhamento da planta, quando for constatada a presença da praga.
Pulgão-verde-dos-cereais (Rhopalosiphum graminum): Realizar o controle quando forem atingidos os seguintes níveis populacionais, de acordo com a fase das plantas: a) 10 % de plantas infestadas, da emergência ao perfilhamento; b) 10 pulgões/perfilho, do alongamento ao emborrachamento; e c) 10 pulgões/espiga, do espigamento ao grão em massa. O nível de infestação deve ser avaliado por meio de inspeções semanais da lavoura, amostrando-se aleatoriamente locais, na bordadura e no interior das lavouras, que proporcionem resultado médio representativo da densidade de pulgões.

Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 10 dias.

1.4. MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do inseticida GALIL SC poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.

APLICAÇÃO TERRESTRE:

Para as culturas de algodão, batata, feijão, melão, milho, soja e trigo, GALIL SC deve ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamento terrestre (tratorizado).
Para a cultura da palma forrageira a aplicação do produto poderá ser feita através de equipamentos costal ou tratorizado.
Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que apresentem pouca deriva:
- Pressão de trabalho: 60-70 lb/pol2 (costais) e 80-100 lb/pol2 (equipamentos tratorizados);
- Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
- Volume de calda:
• Algodão, feijão, melão, milho, soja e trigo: 200 L/ha
• Batata: 200 a 500 L/ha
• Palma forrageira: 1.000 L/ha


APLICAÇÃO AÉREA:

Para as culturas de algodão, feijão, milho, soja e trigo, GALIL SC pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) DMV. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.


CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

1.5. INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão ........................ 30 dias
Batata ........................... 21 dias
Feijão ............................ 21 dias
Melão ............................ 14 dias
Milho ............................ 30 dias
Palma Forrageira .......... 16 dias
Soja .............................. 21 dias
Trigo ............................ 30 dias

1.6. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

1.7. LIMITAÇÕES DE USO:

* Uso exclusivo para culturas agrícolas.
* Não é permitida a mistura de tanque deste produto com outro agrotóxico.
* Fitotoxicidade ausente se aplicado de acordo com as recomendações.


1.8. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.


1.9. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.


1.10. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.


1.11. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.


1.12. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro, químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o prodóto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Conforme modo de aplicação, de modo.a evitar que o aplicador entre na névoa de produto. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das e as pernas das calças por
cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P3 quando necessário); óculos de--- segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA"
e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso
durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
*- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das dernais roupas da familia. Ao
lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do
produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificaçóes do
fabricante.
- Não reutilizar a ernbalagem vazia.
- No descarte de embalagens. utilize equipam o de proteção individual — EPI :
macacão de algodão hidrorrepelente com manga ompridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da- contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES por BIFENTRINA (Bifenthrin) + IMIDACLOPRIDO (Imidacloprid) + Polipropilenoglicol -
Informações Médicas

GRUPO QUÍMICO: Bifentrina ................................Piretróide
Imidacloprido ..........................Neonicotinóide
Polipropilenoglicol (PG) ............Álcoois
CLASSE TOXICOLÓGICA: Classe III — Medianamente Tóxico
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, dérmica, ocular e inalatória.
TOXICOCINÉTICA: Bifentrina: os piretráides em geral são rapidamente absorvidos, metabolizados e prontamente excretados. A absorção oral é muito mais eficiente que a inalatória e que a dérmica. Geralmente os piretróides são absorvidos lentamente através da pele, o que previne a toxicidade sistêmica. Contudo, um depósito significante de piretroide pode permanecer ligado à epiderme. Em mamíferos, a maior parte do produto absorvido é rapidamente meiabolizada no fígado através de hidrólise da ligação éster (ao seu ácido inativo e derivados. alcoólicos, provavelmente pela carboxilesterase microssomal), oxidação e conjugação, com produção de urna grande quantidade de metabólitos. Os produtos do metabolismo são distribuídos pela maioria dos tecidos dentro das primeiras 24 horas, sendo maiores no tecido adiposo, fígado e rins. A meia vida plasmática foi de 38,5 horas. A eliminação é completa 6 a 8 dias após a administração oral. Ocorre uma metabolização rápida por éster hidrólise, resultando em metabólitos ativos que são excretados principalmente na urine em menor proporção nas fezes.
Imidacloprido: é rápida e quase completamente absorvido pelo trato gastrointestinal e excretado pela urina (70-80%) e fezes (20-30%) nas primeiras 48 horas. Após a metabolização fica pouco remanescente nos tecidos. Os processos metabólicos incluem: 1- hidroxilaçáo do anel tiazolidinico e subseqüente glucoronidação; 2- hidroxilação da metade cianamida; 3- abertura do anel tiazolidinico 4- formação de um anel oxazol 5- oxidação e subseqüente metilação do anel tiazolidínico 6- clivagem oxidativa da ponte metileno. O mais importante passo metabólico inclui a degradação do ácido 6-cloronicotinico, um composto que atua no sistema nervoso central (SNC). Polipropilenoglicol: Em humanos, a absorção é rápida pelas vias oral e dérmica; a absorção é baixa pelo trato respiratório e ocular. A distribuição é ampla na água corporal. Tem uma meia-vida de 2-5 horas, mas pode ser de 16 horas em crianças pequenas. Aproxitnadamente 45% da dose absorvida é excretada inalterada na urina e, o- restante, é extensamente metabolizado (oxidação) no fígado, a lactato, e posteriormente a piruvato e acetato. Menos de 5% é absorvido pelo trato respiratório.
MECANISMOS DE TOXIDADE: Bifentrina: A Bifentrina e um piretroide de tipo I que atua no sistema nervoso central (SNC) e periférico, prolongando o influxo dos íons nos canais de sódio da membrana das células nervosas, o que causa prolongada despolarização e inibição. Desta maneira causam estimulação de SNC. O sitio primária de ação dos piretróides no sistema nervoso dos vertebrados é o canal de sódio da membrana neural. Os piretróides retardam o fechatnento dos canais de sódio, resultando em uma corrente caracterizada por um lento influxo de sódio durante o final da despolarização, denominada de "corrente residual de sódio:5". Isso diminui o limiar para a ativação de mais potenCiais de ação, conduzindo a uma excitação repetitiva das terminações sensoriais nervosas e podendo progredir para uma hiperexcitação de todo o sistema nervoso. Em concentrações elevadas de piretroides, esse processo pode ser suficientemente elevado para despolarizar completamente a membrana nervosa, gerando a abertura de mais canais de sódio e eventuahnente causando bloqueio de condução. Podem causar danos permanentes ou por longo tempo em nervos periféricos. Imidacloprido: Os neonicotinóides agem como agonistas dos receptores nicotinicos da acetilcolina no sistema nervoso central, alterando assim a transmissão do sinal nas sinapses nervosas. A acetikolina (ACh) é um neurotransmissor que é liberado nas sinapses nervosàs para transmitir o impulso nervoso. Uma vez liberada-, a ACh deve ser removida rapidamente para permitir que ocorra a repolarizaçã'o, processo realizado pela enzima acetilcolinesterase. Imidacloprido mimetiza a acetilcolina, mas não . inativada pela acetilcolinesterase, causando assim hiperestimulação nervosa. Compostos neonicotinoides são de relativamente baixa toxicidade devido a que apresentam baixa afinidade pelos subtipos de receptores nicotinicos dos vertebrados, quando comparados aos dos insetos, e não penetram a barreira hematoencefálica. Efeitos no SNC não deveriam ser esperados a baixoa níveis de exposição. Não é conhecido o quanto da extensão da toxicidade é devida ao surfactante, solvente ou outros ingredientes presentes nas formulaçoes.
Polipropilenoglicol: PG tem propriedades irritativas. Age também como depressor do sistema nervoso central (SNC). PG é metabolizado a ácido láctico por enzima hepáticas. Quando excessivo ácido láctico é formado, ocorre acidose metabólica.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Bifentrina.- Exposições dérmicas e por inalação são as mais comuns, geralmente assintomáticas ou associadas a leves efeitos adversos.
3Pode haver, embora raramente, re4ões anafiláticas (hipotensão e taquicardia), broncoespasmo, edema de glote, choque em indivíduos sensíveis, crises de asma, reações de hipersensibilidade com pneumonite e
edema pulmonar. Também podem produzir dermatite alérgica. Piretróides sintéticos causam reações alérgicas mais leves que as piretrinas.
3Piretróides do tipo I produzem em humanos: tremor fino severo, mareada
hiperexcitabilidade dos reflexos, ativação simpática, parestesias (exposição dérmica). Exposição dérmica: dermatite eritematosa leve com vesículas, pápulas e prurido; pode ocorrer dermatite bolbosa e dermatite alérgica com ou sem sintomas
sistêmicos. A neurotoxicidade periférica com hiperatividade reversível das fibras sensoriais nervósas (parestesias) ocorre mais freqüentemente na face e os
sintomas são exacerbados por estimulação sensorial: calor, exposição ao sol,
fricção, sudorese. Pode ocorrer toxicidade sistêmica após exposição considerável. Exposição respiratória: é a maior via de exposição e causa irritação (congestão
nasal, inflamação faríngea); Pode causar reações de hipersensibilidade (espirros, taquipnéia, broncoespasmo). Exposição ocular leve a grave lesão comeal. Exposição oral: náuseas, vômitos e dor abdominal. Efeitos crônicos: possível carcinogênico para humanos. Bifentrina é suspeito de causar efeitos endócrinos.
Imidacloprido: Exposição aguda: Este tipo de inseticidas é mais tóxico após ingestão do que quando em contato com a pele ou quando/inalado.
e flipotermia tem sido relatada com intoxicação por imidacloprido.
Pode ocorrer depressão do sistema nervoso central (SNC), desorientação, febre, agitação grave e delírio após inalação de imidacloprido.
Náuseas e vômitos podem ser esperados após ingestão maciça de inseticidas
contendo neonicotinoides. Hipotensão e arritmia ventricular fatal têm sido reportadas após a ingestão de 19,2 g de imidacloprido. Fraqueza dos
músculos cervicais e insuficiência respiratória ocorreram em um adulto após
a ingestão de 50 ml de solução contendo 17,8% de imidacloprido, porém recuperado com tratamento de suporte. Um óbito foi relatado em uma mulher de 69 anos que ingeriu 200 ml de imidacloprido 9.6%.
• Podem ocorrer reações de hipersensibilidade. Efeitos crônicos: não há dados, disponíveis sobre toxicidade reprodutiva ou sobre o desenvolvimento em humanos. Imidacloprido têm se mostrado levemente mutagênico. Testes de micronúcleo para genotoxicidade foram negativos, entretanto foi observada lesão de DNA no ensaio Cometa. Um teste in vitro foi positivo para aberrações cromossômicas. Não há evidências de carcinogenicidade em humanos.
Propilenoglicol:
Exposição aguda: em humanos foram descritos sintomas:
DÉRMICOS: Eritema, dermatite de contato. Não é sensibilizante.
RESPIRATÓRIOS: Tosse, dispnéia, irritação, broncoespasmo leve.
OCULARES: Leve irritação, bIefaroespasmo, sensação de picada e lacrimejamento (transitórios).
SISTÊMICOS (GRANDES QUANTIDADES VIA IV): Crianças são mais susceptíveis. Pode causar sintomas no SNC (coma, convulsões), hiperosmolaridade, acidose láctica, insuficiência renal, arritmias, hipotensão, parada cardíaca e óbito. Infusão IV de medicamentos contendo PG pode causar hemólise.

População de risco: crianças; pacientes com insuficiência hepática e renal.
Exposição crônica: quando consumido cronicamente (geralmente em formulações de medicamentos) tem causado acidose láctica, toxicidade renal proximal, hipoglicemia, estupor, convulsões, arritmias; dermatite (aplicação dérmica). Não é carcinogênico para humanos.
DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Obs: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
• Concentrações séricas de Propilenoglicol podem ser medidos por cromatografia líquida.
TRATAMENTO: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte de exposição ao produto, descontaminação do pacienter proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração, de conteúdo gástrico, tratamento sintomático
e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas. -
•Não administre ou introduza leite, nata ou outras substâncias contendo
gordura animal ou vegetal, pois estas favorecem a absorção de substâncias lipofílicas, tais como piretróides. Exposição Oral:
Em casos de ingesta de grandes quantidades do produto:
Carvão ativado(liga-se a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistêmica desses, se administrado logo após a ingestão (I hora). Em geral não atua com metais ou ácidos.
1.Dose: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de_ água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a- 100 g em adultos / adolescentes,
25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano;
2.O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O beneficio do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele
pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
•Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária, dependendo da
quantidade ingerida; tempo de ingestãb e circunstância específica.
I. Considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente. perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg
e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
•Não- provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado, deitar o paciente de lado para
evitar que aspire resíduos. ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
Reação alérgica
o Leve / moderada• anti-histamínicos com ou sem agonistas beta via' inalatória, corticosteróides ou epinefrina.
o Grave: oxigênio, suporte respiratório vigoroso, anti-histamínicos, epinefrina (Adulto: 0,3 a 0,5 ml de uma solução 1:1000 aplicado de forma subcutânea; Criança: 0,01 ml/kg; 0,5 ml no máximo; pode repetir em 20 a 30, minutos), corticosteróides, monitoramento do eletrocardiograma e fluidos intravenosos.
A administração de atropina pode ser útil se o excesso de salivação for preocupante (0,6 — 1,2 mg para adultos e 0.02 mg/kg para crianças), mas deve-se tomar cuidado para evitar administração em excesso.
•Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV (Diazepam (adultos: 5-10 mg; crianças: 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10 a 15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol se há recorrência das convulsões em maiores de 5 anos.
Irritação: Observe os pacientes que ingeriram a substáncia quanto a possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica. Se estiverem presentes sitiais ou sintonias de irritação ou queimadura esofágica; considere a endoscopia para determinar a extensão do
dano.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas
permeáveis, se necessário através de intubaçà'o oro-traqueal, aspirar secreções e administrar oxigênio. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar rnedidas de assistência ventilatória, se necessário; uso de PEEP-pode ser requerido. Monitorar temperatura corporal e .fratar se necessário. Monitorar oxigenação, gasometria, uréia, creatinina, eletrólitos, cálcio, ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite e coma se ocorrerem. Manter observação por no minínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Exposição Inalatória: Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com beta-2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral. Sintomas moderados de rinite respondem a antihistamínicos orais. Exposição Ocular: Descontaminação: Lave os- olhos expostos coM quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 niinutos. Assegure que não fiquem partículas na conjuritiva. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente (leve ser
encaminhado para tratamento específico. Exposição Dénnica: Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a
área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistir. Os sintomas geralmente cessam dentro de 24 h, sem tratamento específico. A vitamina E tópica (acetato de tocoferol) tem mostrado reduzir a in-itação da pele se aplicada logo após-a exposição.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
•EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimaçao manual(Ambú) para realizar o procedimento.
•Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto durante o processo.
CONTRA-INDICAÇÕES: É contra-indicado provocar vômito em razão do risco potencial de aspiração e de peneumonite química.
EFEITOS SINÉRGICOS: Estudos em animais mostraram que a hidrólise de piretroides é inibida por agentes dialquilfosforiladores, tais como inseticidas organofosforados.
•Experimentos com galinhas mostraram que a toxicidade de piretroides (pennetrina) também foi ampliada pelo brometo de piridostigmina e pelo repelente de insetos N,N dietil-m-toluamida. Os autores levantaram a hipótese de que a competição dos compostos pelas esterases hepáticas e plasmáticas leva
ao decréscimo da quebra de piretroides e aumento no transporte dos piretróides para os tecidos neurais.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter infortnações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao istema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emenência da em resa. 0800-400-7505

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Vide itens Mecanismos de toxicidade e Sintomas e sitiais clínicos no quadro acima.
Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais — Produto Formulado):
DL50 oral aguda (ratas fêmeas): > 300 e < 2000 mg/kg
DL50 dérmica (ratos)- > 4.000 mg/kg
CL50 Inalatória (ratos - 4 horas): > 0,470 5 mg/L
Irritação ocular: pouco irritante.
Irritação cutânea: pouco irritante.
Sensibilização dérmica: o produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias.

-Efeitos crônicos (Resultantes de ensaios com animais — Produto Técnico):
Bifentrina: em estudos experimentais, a Bifentrina não causou efeitos na reprodução ou sobre o desenvolvimento. Em altas doses, as ratas experimentaram tremores.
Não há evidências de efeitos teratogênicos. Efeitos mutagênicos são inconclusivos. Estudos com leucócitos de camundongos foram positivos para mutação gênica. Entretanto, outros testes de mutagenicidade foram negativos, incluindo o teste de Ames e estudos em células de medula óssea de ratos. Estudos crônicos em camundongos demonstraram incremento na incidência de tumores'4) bexiga urinária (machos) e no pulmão (fêmeas); não foram vistos efeitos carcinogênicos em ratos. Imidacloprido: em estudos animais, moderadas a altas doses de imidacloprido pela via oral causaram diminuição no ganho de peso, toxicidade hepática, alterações da coagulação e plaquetárias, lesões na tireóide e hipercolesterolemia. Em estudos em três gerações de ratos, observaram-se abortos e diminuição no peso dos filhotes. Anormalidades esqueléticas foram observadas em ratas. e coelhas expostas ao hnidacloprido durante a gravidez, em doses moderadas. Imidacloprido tem se mostrado levemente mutagênico. Testes de micronúcleo para genotoxicidade foram negativos, entretanto foi observada lesão de DNA no ensaio Cometa. Um teste in vitro foi positivo para aberrações cromossômicas. Polipropiletwahcol: gatos expostos cronicamente pela via oral a PG desenvolveraM depressão, ataxia, acidose láctica, anemia hemolítica. Não há evidências de efeitos carcinogênicos, reprodutivos, sobre o desenvolvimento ou enclocrinos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

I. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S.A. -telefone de Emergência: 0800 0111 767 ou 0800 7071 767
Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, PÓ QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até um quarto do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RIGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

1.14. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

1.13. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).