Ganesta
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Clorantraniliprole
Registro MAPA:
29326
Empresa Registrante:
CropChem |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Clorantraniliprole | 400 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea, Via irrigação (quimigação)
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Contato, Ingestão
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Abóbora | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) | veja aqui | |||
| Abobrinha | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) | veja aqui | |||
| Amendoim | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Arroz | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Oryzophagus oryzae (Bicheira da raiz do arroz) | veja aqui | |||
| Pseudaletia adultera (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Batata | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) | veja aqui | |||
| Batata-doce | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Megastes pusialis (Broca-do-colo) | veja aqui | |||
| Berinjela | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Beterraba | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) | veja aqui | |||
| Brócolis | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Trichoplusia ni (Trichoplusia) | veja aqui | |||
| Café | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Leucoptera coffeella (Bicho mineiro) | veja aqui | |||
| Cana-de-açúcar | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Castnia licus (Broca-gigante) | veja aqui | |||
| Diatraea saccharalis (Broca do colmo) | veja aqui | |||
| Heterotermes tenuis (Cupim) | veja aqui | |||
| Sphenophorus levis (Bicudo da cana de açúcar) | veja aqui | |||
| Cenoura | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) | veja aqui | |||
| Centeio | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Cevada | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Chuchu | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) | veja aqui | |||
| Couve | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Trichoplusia ni (Trichoplusia) | veja aqui | |||
| Couve-chinesa | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Trichoplusia ni (Trichoplusia) | veja aqui | |||
| Couve-de-bruxelas | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Trichoplusia ni (Trichoplusia) | veja aqui | |||
| Couve-flor | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Trichoplusia ni (Trichoplusia) | veja aqui | |||
| Duboisia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) | veja aqui | |||
| Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Ervilha | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Feijão-caupi | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Feijão-fava | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Feijão-guandu | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Feijão-mungo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Feijão-vagem | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Grão-de-bico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Jiló | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Lentilha | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Maçã | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Grapholita molesta (Mariposa oriental) | veja aqui | |||
| Mandioca | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Erinnyis ello (Mandarová) | veja aqui | |||
| Mandioquinha-salsa | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) | veja aqui | |||
| Maxixe | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) | veja aqui | |||
| Melancia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) | veja aqui | |||
| Melão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) | veja aqui | |||
| Milheto | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Milho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Pepino | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) | veja aqui | |||
| Pêssego | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Grapholita molesta (Mariposa oriental) | veja aqui | |||
| Pimenta | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Pimentão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Quiabo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Repolho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Trichoplusia ni (Trichoplusia) | veja aqui | |||
| Sorgo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Tomate | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) | veja aqui | |||
| Helicoverpa zea (Lagarta da espiga do milho) | veja aqui | |||
| Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) | veja aqui | |||
| Tuta absoluta (Traça do tomateiro) | veja aqui | |||
| Trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Triticale | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 10 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
INSTRUÇÕES DE USO:
O produto GANESTA é um inseticida de contato e ingestão utilizado para controle de pragas conforme recomendações da bula.
MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre e em sulco de plantio:
Utilizar pulverizadores tratorizados e costal com tipos e espaçamento de bicos recomendados pelos fabricantes. A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes, devendo, em toda a sua extensão, estar na mesma altura e ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
Manter a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou deposição da calda de pulverização em culturas vizinhas.
Para controle da lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) nas culturas da Beterraba, Cenoura e Mandioquinha-salsa, a aplicação deve ser dirigida à base da planta.
Condições climáticas:
Respeitar condições de temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS.
Aplicação aérea:
• Antes da aplicação do inseticida GANESTA, o equipamento de pulverização deve estar limpo, procedendo-se então à calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
• Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bicos de jatos cônicos cheios da série D ou CP que produzam gotas de 200 a 400 mícrons, altura de voo 2 a 4 m sobre a cultura, densidade de gotas de 20 a 30 gotas/cm², volume de aplicação mínimo de 40 litros de calda/ha.
• Não sobrepor as faixas de aplicação.
• A critério do Engenheiro Agrônomo, as condições de aplicação podem ser alteradas.
Condições climáticas:
Respeitar condições de velocidade do vento de 3 a 15 km/hora, temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Aplicação via Pivô Central:
Aplicar através de equipamento de pivô central bem regulado para melhor distribuição da calda. A injeção deve ser positiva, na base do equipamento, com calda suficiente para boa distribuição no cartucho da planta. Para equipamentos que injetam diretamente o produto na tubulação e para equipamentos que necessitem de diluição, é necessário efetuar a agitação para melhor distribuição do inseticida no fluxo de água da tubulação.
Observação: A boa cobertura dos alvos aplicados (folhas, hastes e frutos) é fundamental para o sucesso do controle das pragas, independentemente do equipamento utilizado.
Preparo da calda:
Aplicação Terrestre / Pivô Central / Sulco de Plantio:
Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a metade (½) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o conteúdo da(s) embalagem(ns) do inseticida. Em seguida, completar com água até a capacidade do tanque. Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo, é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário reagitar a calda antes de reutilizá-la.
Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Aplicação Aérea:
No tanque de pré-mistura, preparar uma calda homogênea utilizando a dose de inseticida GANESTA recomendada. Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave, completando o volume com água.
Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Lavagem do equipamento de aplicação:
Iniciar a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceder a uma completa limpeza de todo o equipamento.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpar tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar os resíduos da limpeza de acordo com a legislação estadual ou municipal.
3. Após o término da aplicação em pivô central, manter a irrigação por um período adicional de 15 minutos, a fim de evitar a deposição do produto no equipamento de irrigação.
RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos esses fatores no momento de decidir aplicar. Para equipamentos de pivô central, não aplicar com ventos acima de 15 km/h, para evitar perda de eficiência da aplicação.
As condições climáticas, o estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros fatores, nas proximidades de organismos não alvo e de culturas para as quais o produto não esteja registrado, devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICAR GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO O PREVINE, SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES
AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Seguir as instruções sobre vento, temperatura, umidade e inversão térmica presentes na bula.
Tipo de bico:
Usar o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Considerar o uso de bicos de baixa deriva. Seguir sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Altura da barra:
Regular a altura da barra para a menor altura possível, de modo a obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos:
O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo o diâmetro das gotas e o tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva em uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de vento locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade:
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regular o equipamento para produzir gotas maiores, a fim de reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura em relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a se formar ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo; no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica, enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
NÃO entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Utilizar somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança para cada cultura.
- Não aplicar o produto na florada ou no período de maior visitação de abelhas. Informar aos apicultores próximos antes de aplicar este produto. Reduzir a deriva para que não atinja áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento.
- USO EM CULTURA DE EXPORTAÇÃO: observar os Limites Máximos de Resíduos estabelecidos no país de interesse, pois estes podem divergir dos estabelecidos no Brasil; assim, para cultivos tratados ou subprodutos que se destinem à exportação, o Limite Máximo de Resíduo no país de destino deve ser respeitado. Caso o Limite Máximo de Resíduo estabelecido no país de destino seja inferior ao Limite Máximo de Resíduo no Brasil, recomenda-se ao exportador o monitoramento de resíduos antes da exportação. Em caso de dúvida, consultar o seu exportador/importador antes de exportar e/ou aplicar o produto. A empresa não se responsabiliza por qualquer impedimento para exportação em razão dos resíduos gerados pela aplicação do produto nem por quaisquer danos ou consequências que possam advir do desrespeito dos Limites Máximos de Resíduos do país de destino.
- Fitotoxicidade: desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico, controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema.
A resistência de pragas a agrotóxicos ou a qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida GANESTA pertence ao grupo 28 (Antranilamida) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do inseticida GANESTA como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo de inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 28, sempre priorizando com produtos com mecanismo de ação efetivo para a praga-alvo;
• Usar o inseticida GANESTA ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
• Aplicações sucessivas do inseticida GANESTA podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do inseticida GANESTA o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das Diamidas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula;
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do inseticida GANESTA ou de outros produtos do Grupo 28 quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP), como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e a modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos devem ser encaminhadas para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
GRUPO 28 INSETICIDA