Bula Gauss

acessos
Epoxiconazol
11015
Sinon

Composição

Epoxiconazol 125 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,4 L p.c./ha 15 L de calda/ha - Aplicar até 4 vezes, com intervalo de 30 dias. 3 dias. O produto poderá ser aplicado preventivamente ou no inicio da infecção nas épocas recomendadas para o controle do Mal de Sigatoka (de outubro a maio para a região Sudeste) ou preferencialmente no período de maior infecção (de dezembro a março)
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,6 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 45 dias. A aplicação de GAUSS deverá ser efetuada quando forem constatados índice de infecção foliar de até 5%, reaplicar GAUSS na dose de 0,4 L/ha, sempre que o índice de infecção foliar da ferrugem atingir novamente até 5%
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção (até 5% de infecção), repetir se necessário
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,1 a 12,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou a partir do estádio R1 ( início da floração: até 50% das plantas com uma flor) a R2 (floração plena: maioria dos racemos com flores abertas), a segunda aplicação deverá ser realizada no estágio R4 a R5.1 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem)
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar até duas aplicações. 30 dias. Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Pulverizar no início do florescimento
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção

Bombona de Polietileno - 3,0; 5,0; 10 L
Frasco de Polietileno - 1,0 L

1. INSTRUÇÕES DE USO:
EPDXICONAZOLE 125 SINON é fungicida sistêmico, atuando como inibidor da biossíntese do ergosterol, o qual é um constituinte da membrana celular dos fungos, bloqueando o funcionamento da enzima dimetilase a nível de carbono C14 interrompendo totalmente a síntese de ergosterol. Esse efeito se traduz em uma rápida eficácia e apresentando forte efeito curativo e erradicativo. Apresenta rápida absorção pelas folhas sendo somente
transportado sistemicamente da base para o ápice.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
BANANA: O produto poderá ser aplicado preventivamente ou no inicio da infecção nas épocas recomendadas para o controle do Mal de Sigatoka (de outubro a maio para a região Sudeste) ou preferencialmente no período de maior infecção (de dezembro a março), com intervalos de 30 dias. Efetuar no máximo quatro aplicações.
CAFÉ: A aplicação de EPDXICONAZOLE 125 SINON deverá ser efetuada quando forem constatados índice de infecção foliar(*) de até 5%, reaplicar EPDXICONAZOLE 125 SINON na dose de 0,4 L/ha, sempre que o índice de infecção foliar da ferrugem atingir novamente até 5%.
Efetuar no máximo duas aplicações.
(*) Método de amostragem: coletar ao acaso do terço médio da planta, folhas entre o 2 e 4° par de folhas do ramo, 10 folhas/planta sendo 5 de cada lado de 20 a 30 plantas /talhão conforme a uniformidade do mesmo.
CEVADA: Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção (até 5% de infecção), repetir se necessário. Efetuar no máximo duas aplicações.
TRIGO: Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção. Repetir, se necessário. Para controle de giberela pulverizar no inicio do florescimento. Efetuar no máximo duas aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO:
EPDXICONAZOLE 125 SINON deve ser diluído em água limpa e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de forma a se obter uma boa cobertura de toda a parte aérea da planta.
Aplicação terrestre:
Para cultura de café quando plantado no espaçamento convencional a aplicação poderá ser feita com turbo atomizador, pulverizador costal motorizado ou costal manual, utilizando bicos de jato cônico, que permitam a vazão de 400 a 1000 L/ha de volume de calda a qual varia em relação a altura e grau de enfolhamento da planta. A pressão do equipamento devera ser suficiente para proporcionar uma boa cobertura nas folhas internas e externas da planta.
Para a cultura de banana com pulverizador costal motorizado ou atomizador canhão modelo AF 427 bananeira, observando sempre que seja feita uma cobertura total das folhas. Vazão de 15 litros de óleo de pulverização agrícola por hectare.
Para as culturas de trigo e cevada com pulverizador montado ou tracionado por trator, com barra de bicos de jato cônico. Os bicos devem ser distanciados de 25 cm e a barra deve ser mantida numa altura que permita uma cobertura total da parte aérea das plantas. Vazão de 200 a 300 litros de água por hectare.
INTERVALO DE SEGURAKA:
Cultura Intervalo
Banana 3 dias
Café 45 dias
Cevada 30 dias
Trigo 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde Humana — ANVISA/MS).
LIMITAOES DE USO:
Fitotoxicidade: ausente para as culturas, nas doses e condições recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento da resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas, sobre o mesmo patógeno, no ciclo da cultura;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos econômicos, ecológicos e sociológicos. Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas:
- Utilizar sementes/material de propagação sadios;
- Trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempre que possível;
- Realizar adubação adequada;
- Praticar sempre rotação de culturas;
- Utilizar tratamento fitossanitário, quando recomendado, através de diagnose correta do problema.
2. MINISTERIO DA SAUDE — AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)
3. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVEIS:
DADOS RELATIVOS A PROTECAO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA)
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

DADOS RELATIVOS A PROTECAO DA SAUDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem : macacão, botas, avental,mascara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão com tratamento hidrorreperente com mangas compridas passando por cerca do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
- Não aplique' o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão com tratamento hidrorrepelente com 'mangas compridas passando por cima dos punhos das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: `PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA' e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de. proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem : touca árabe, óculos,avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagem utilize equipamento de proteção individual — EPI; macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

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INTOXICACOES POR EPDXICONAZOL
INFORMACOES MEDICAS

Grupo Químico Triazol
Classe
Toxicológica III — Medianamente TOxico
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dermica.
Toxicocinetica Epoxiconazol foi rapidamente absorvido, metabolizado e excretado em
ratos. A absorção oral foi de 69-95% em machos e de 52-61%, nas
fêmeas. A vide media plasmática foi de 5 horas (baixas doses) e de 30
horas (altas doses). Aproximadamente 47 metabólitos foram identificados.
Epoxiconazol foi detectado nas hemacias, seguidas pelo fígado, rim,
pulmão e baço. O metabolismo incluiu principalmente: clivagem do anel
oxirane, hidroxilação do anel aril fenil e conjugação. A via predominante
de excregdo foi a biliar e em menor proporgao, a urinaria; no ar expirado a
concentração foi minima.
Mecanismos de Epoxiconazol: é um inibidor da síntese do ergosterol em vegetais.
toxicidade: É um potente indutor do sistema enzimático hepático citocromo P450.
Estudos especiais in vitro em culturas de células de ratos, suínos e humanos e estudos in vivo em ratos mostraram que o Epoxiconazol é um potente inibidor da atividade aromatase (enzima responsável pela conversão da testosterona e androestenediona em esteróides sexuais femininos como o estradiol) e também um moderado inibidor da atividade
da 17-hidroxilase (responsavel pela producao de cortisol). Estas ações levariam a diminuição dos níveis de estrogênio, e prolactina e ao incremento dos níveis de testosterona e androestenediona. Como consequencia da redução do estradiol, as concentrações de LH e FSH seriam ligeiramente incrementadas (mecanismo que levaria a proliferação celular continua nos ovários e a indução de tumores). Similarmente, a redução do cortisol elevaria os níveis de ACTH, o que explicaria o incremento de tumores nas adrenais.
Sintomas e sinais: Toxicidade aquda: ainda ha pouca informação sobre efeitos clínicos em
clínicos indivíduos expostos a Epoxiconazol. Esses Indivíduos devem ser submetidos a ume avaliação minuciosa do histórico clinico e exames físicos que identifiquem qualquer anormalidade.
Em animais o fígado é o principal órgão-alvo e foi observado.
Sinais e sintomas: Dérmica Irritante leve. Não sensibilizante dérmico.
Ocular: Irritante leve.
Inalatória: Baixa toxicidade: Oral - Baixa toxicidade
Toxicidade cremica: em estudos crônicos o órgão-alvo o fígado. É classificado como provavelmente cancerigeno para humanos (EPA, grupo 2A). E suspeito de produzir desregulago endOcrina. Em estudos em animais, o Epoxiconazol causou malformagOes esqueleticas fetais e provocou reducdo da fertilidade.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clinico compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente.
Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: Tratamento -geral: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte de exposição ao produto, descontaminação do paciente, proteção das vias aéreas, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Descontaminação Gastrointestinal: Em casos de ingesta de grandes quantidades do produto:
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância específica.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões anteriormente ao procedimento.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou
perfuração gastrintestinal; e ingestão de quantidade não significativa do produto
• Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a sua absorção sistêmica, se administrado logo após a ingestão (1 h).
Em geral não atua com metais ou ácidos.
1. Dose: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças de (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano; 2.0 carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado
também não é comprovado em pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
• Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
Descontaminação Ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Assegure que não fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que a água da lavagem contamine o outro olho. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para o especialista.
Descontaminação Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água
abundante e sabão. O paciente deve ser encaminhado para o especialista se a irritação ou dor persistirem. Cobrir queimaduras de pele com gazes estéreis secas após descontam inação.
Exposição inalatória:
Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória; avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com beta-2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral. Sintomas moderados de rinite respondem a anti-histamínicos orais.
• Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial.
• Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento os sintomas.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento.
• A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontam inação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e
de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Não relatados em humanos.
ATENÇAO
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa TOXICLIN 0800 0141149

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
DL50 oral aguda para ratos: 1000 mg/kg.
DL50 dérmica aguda para ratos: > 4.000 mg/kg.
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais — Produto Formulado):
DL50 oral aguda (ratas fêmeas): >2000 mg/kg
DL50 dérmica (ratos): > 4.000 mg/kg
CL50 Inalatória (ratos): não determinada em função das características físico-químicos do produto
Irritação ocular: no estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se levemente irritante aos olhos, causando leve vermelhidão da conjuntiva. As alterações foram reversíveis em ate 24 horas após a exposição.
Irritação cutânea: não irritante para pele de coelhos
Sensibilização dérmica: o produto mostrou-se não sensibilizante a pele de cobaias.
Efeitos Crônicos:
Apos exposição crônica em ratos e camundongos o órgão-alvo foi o fígado. Foi observado diminuição das glândulas adrenais (machos) e óbitos. Em cães provocou alterações hematológicas (anemia). Não houve evidencias de neurotoxicidade. Não há evidencias de genotoxicidade ou mutagenicidade, entretanto, foram observados efeitos carcinogênicos em ratos: incremento na incidência cistos nos ovários e adrenais; de tumores benignos e malignos nas adrenais (machos e fêmeas) e tumores hieráticos em machos. Em camundongos: tumores benignos e malignos hepáticos. Em ratos produz redução do ganho de peso, do consumo de alimentos, do peso corporal e do peso das glândulas adrenais (machos). Em fêmeas prenhas: ginecarragia e incremento no peso do fígado, abortos e óbitos. Na reprodução: incremento de natimortos e redução de viabilidade' fetal; incremento no número de malformações esqueléticas fetais (costelas)- a altas doses e diminuição no peso dos filhotes e incremento de saúde frágil após o nascimento. Em coelhos: diminuição do peso corporal, consumo de alimentos, peso do útero e incremento de abortos (a altas doses); não foram encontradas substancias relacionadas ao Epoxiconazol nos fetos. Estudos in vitro e in vivo indicaram efeitos de desregularão endócrina nas glândulas adrenais.

3. DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA)
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE - INSTITUTO BRASILEIRO DO MFI0 AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURALS RENOVÁVEIS - MMA
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
( )Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( )Muito Perigoso ao Melo Ambiente (CLASSE II)
(x)Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( )Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto É ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto É ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Não utilize equipamentos com vazamento
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos. fontes. rios e demais corpus d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar. prejudicando a fauna. a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos. bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível!.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local. evitando o acesso de pessoas não autorizadas. principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou partes o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
Observe as disponíveis constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as unidades locais competentes e a empresa SINON DO BRASIL LTDA, pelo telefone (51) 3023 8181. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI(macacão impermeável, luvas e botas de borracha. óculos protetor c mascara com filtros).
Em case de derrame, estanque o escoamento. não permitindo que o produto entre cm bueiros, drenos ou corpus d água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de unta pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso,
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpus d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e u centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO² ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇ,50 DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
• LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até '/s do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador,
- Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotadas de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador:
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos: - A água de lavagem deve ser transferida para o Ianque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ap utilizar equipamento independente para lavagem Sob pressão adotar os seguintes procedimentos
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos:
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando
O jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens nil° lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, ate sua devalued° pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável ou no próprio local onde guardadas embalagens cheias.

•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra. É obrigatória a devolução da embalagem vazia. com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido a produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto tido tenha lido totalmente utilizado nesse prazo. c ainda esteja dentro de seu prazo de validade. será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do prazo de validade.
usurário deve guardar o comprovante de devolução para arena de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

•TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos. bebidas. medicamentos, rações, animais c pessoas.
EMBALAGEM SECUNDARIA (NÃO CONTAMINADA)
•ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário. deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo de chuva e com piso impermeável. no própria local onde guardadas as embalagens cheias.

•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
Obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial.
•Transporte as embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENIS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelo usuários somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante cm por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

E PROIBIDO AO USUARIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em turnos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras (te lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5.TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento ela ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem .ser transportados junto de pessoas. animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6.RESTRIÇOES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos econômicos, ecológicos e sociológicos. Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas:
- Utilizar sementes/material de propagação sadios;
- Trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempre que possível;
- Realizar adubação adequada;
- Praticar sempre rotação de culturas;
- Utilizar tratamento fitossanitário, quando recomendado, através de diagnose correta do problema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento da resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas, sobre o mesmo patógeno, no ciclo da cultura;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.