Bula Glifosato CCAB 480 SL

acessos
Glyphosate
16612
CCAB Agro

Composição

Glifosato 480 g/L Derivados da glicina

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Sapé
(Imperata brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Sapé
(Imperata brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Sapé
(Imperata brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Sapé
(Imperata brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Sapé
(Imperata brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Sapé
(Imperata brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Sapé
(Imperata brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura
Sapé
(Imperata brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes, pré-plantio ou em jato dirigido na cultura

Frasco - plástico, COEX ou PAD: 0,1; 0,2; 0,25; 0,5; 1; 2; 2,5 e 5 L
Bombona - plástico, COEX ou PAD: 10; 15; 20; 25; 50; 100; 200 e 20.000 L
Mini contentor - aço inox: 100; 200; 500; 1.000; 1.500 e 2.000 L
Tambor - metálico (ferro ou aço): 100; 200; 500 e 1.000 L
Tambor - plástico (PEAD): 500 e 1.000 L
Tanque ou isotanque portátil - metálico em aço inoxidável: 1.000; 1.100; 1.200; 1.300; 1.400; 1.500; 1.600; 1.700; 1.800; 1.900; 2.000; 2.500; 3.000; 3.500; 4.000; 4.500; 5.000; 6.000; 7.000; 8.000; 9.000; 10.000 e 15.000 L

INSTRUÇÕES DE USO:
O GLIFOSATO CCAB 480 SL é um herbicida pós-emergênte, sistêmico, de ação total, não seletivo.
O produto é absorvido pelas folhas das plantas. Atua sobre a atividade enzimática, inibindo a fotossíntese, a síntese dos ácidos nucléicos e estimulando a produção de etileno. Os sintomas característicos são o amarelecimento e a conseqüente morte das folhas e talos, normalmente observado entre 4 a 10 dias após a aplicação do produto.

CULTURAS:
O uso do GLIFOSATO CCAB 480 SL é indicado para aplicação nas seguintes culturas e situações:
a) Pós-emergência da cultura e das ervas daninhas para capina química através de jato dirigido nas entrelinhas das culturas de café, cana-de-açúcar, citrus, eucalipto e pinus.
b) Controle de ervas daninhas em aplicação de área total no pré-plantio da cultura e pós emergência das ervas para o plantio direto de algodão, arroz, milho, soja e trigo.

PLANTAS INFESTANTES E DOSES:
As doses variam conforme a espécie da erva daninha e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas no estágio inicial da atividade vegetativa. E as máximas para as ervas daninhas em fase adulta ou perenizadas.
Monocotiledôneas:
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO DOSES
L p.c./ha Kg i.a./ha
Arroz-vermelho Oryza sativa 2,5 – 5,0 1,20 – 2,40
Aveia-preta Avena sativa 1,0 – 2,5 0,48 – 1,20
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica 1,5 – 2,0 0,72 – 0,96
Capim-amargoso Digitaria insularis 2,0 – 5,0 0,96 – 2,40
Capim-arroz Echinochloa crusgalli 2,5 – 5,0 1,20 – 2,40
Capim-brachiária Brachiaria decumbens 2,5 – 5,0 1,20 – 2,40
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus 1,0 – 2,5 0,48 – 1,20
Capim-colchão Digitaria horizontalis 1,0 – 2,5 0,48 – 1,20
Capim-colonião Panicum maximum 2,0 – 5,0 0,96 – 2,40
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea 1,0 – 2,5 0,48 – 1,20
Capim-massambará Sorghum halepense 1,0 – 2,5 0,48 – 1,20
Capim-sapé Imperata brasiliensis 4,0 – 5,0 1,92 – 2,40
Grama-seda Cynodon dactylon 3,0 – 5,0 1,44 – 2,40

Dicotiledôneas:
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO DOSES
L p.c./ha Kg i.a./ha
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 2,0 – 2,5 0,96 – 1,20
Apaga-fogo Alternanthera tenella 0,75 – 2,0 0,36 – 0,96
Buva Conyza bonariensis 2,0 – 5,0 0,96 – 2,40
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis 2,0 – 5,0 0,96 – 2,40
Erva-de-santa-luzia Chamaesyce hirta 2,0 – 3,0 0,96 – 1,44
Falsa serralha Emilia sonchifolia 1,5 – 2,5 0,72 – 1,20
Mentrasto Ageratum conyzoides 1,5 – 3,0 0,72 – 1,44
Picão-preto Bidens pilosa 1,0 – 2,5 0,48 – 1,20
Poaia-branca Richardia brasiliensis 3,0 – 5,0 1,44 – 2,40
MODO DE APLICAÇÃO:
O GLIFOSATO CCAB 480 SL deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização com equipamentos terrestres em pós emergência das ervas nas seguintes situações:
1) Pulverização dirigida nas culturas de café, cana-de-açúcar, citrus, eucalipto e pinus para a limpeza das entrelinhas.
2) Pré-plantio das culturas de algodão, arroz, milho e soja em sistema de plantio direto.

NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALOS DE APLICAÇÕES:
No caso de eliminação de ervas daninhas perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração, enquanto que para as ervas daninhas anuais o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
Aplicação nas entrelinhas: De modo geral esta aplicação é realizada quando ocorre a presença de plantas daninhas. Se utilizado no período adequado e conforme as recomendações, o produto controlará as plantas daninhas em uma única aplicação. No entanto, pelo fato de não possuir efeito residual no solo, poderão ocorrer reinfestações, motivo no qual o produto pode ser reaplicado, se necessário. Neste caso, o número de reaplicações pode variar de acordo com o clima, cultura e densidade populacional no banco de sementes do local. Plantas daninhas como grama seda e capim massambará, que são disseminadas por rizomas, poderão exigir novas aplicações devido a ocorrência de rebrotes.
Pré-plantio: aplicar 8 a 10 dias antes da semeadura. Normalmente é feita uma aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança
Algodão (1)
Arroz (2)
Café 15 dias
Cana-de-açúcar (2)
Citros 30 dias
Eucalipto UNA
Milho (3)
Pinus UNA
Trigo (2)
Soja (4)
U.N.A. = Uso não Alimentar
(1) O intervalor de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
(2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
(3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestante e pré-emergência da cultura.
(4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda, evitando-se sempre que possível que pessoas alheias ao tratamento com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada. Utilizar os EPI’s indicados no item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”, caso houver necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
• Evitar contato do produto com as culturas, pois trata-se de herbicida não seletivo. No caso de uso do produto nas entrelinhas, a aplicação deve ser feita dirigida às plantas daninhas, com equipamentos que evitem o contato com as folhas da cultura.
• Evitar aplicação sobre plantas daninhas sob "stress" provocado por seca e geada.
• Aplicar sobre plantas sem orvalho e com umidade relativa do ar acima de 50%, devendo evitar as horas mais quentes do dia.
• O produto tem sua ação reduzida quando misturado com formulações pós-molháveis de elevada concentração.
• Evitar o uso de água barrenta, de rios e lagos, bem como o armazenamento da calda herbicida no tanque do pulverizador.
• Sob ameaça de chuva, suspender a aplicação.
• O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
O produto deve ser aplicado na forma de pulverização com equipamentos terrestres.
Bicos: série 80 ou 110.
Vazão: Bicos de baixa vazão: 70 a 150 L/ha.
Bicos de vazão intermediária: 200 a 300 L/ha.
Bicos de alta vazão: 400 a 600 L/ha.
Para bicos de baixa vazão recomenda-se peneiras com malha 100.
Tamanho de gotas: 100 a 200 micrômetros.
Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm2.
Pressão: 30 a 45 lb/pol2 ou conforme especificação do fabricante dos bicos.
Velocidade de trabalho: 6 a 8 km/hora.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biótipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados ou fora de validade.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientásseis descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar que o aplicador entre em contato com a nevoa de produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a Ultima aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas (passando por cima do punho das luvas, se a aplicação manual for feita em nível abaixo da cintura e, por baixo do punho da luva, se a aplicação for feita em nível acima da cintura) e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com as dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA" e manter as avisos ate o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação, com as mangas do macacão passando por cima das luvas.

Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem origina m
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas, para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara. Tome banho imediatamente apos a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilize luvas e avental impermeável.
Faca a manutenção e lavagem dos equipamentos de protecao apos cada aplicacao do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros e a duração dos demais equipamentos, seguindo corretamente as especificações dos fabricantes.
Nao reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima dos punhos das luvas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço medico de emergência levando a embalagem, o rotulo, a bula e/ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vomito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado para evitar a aspiração do conteúdo do estomago. Nao de nada para beber ou corner.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local

INFORMAÇÕES MÉDICAS

INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO CCAB 480 SL®

Grupo químico IA -- Glicina substituida
Classe toxicológica e DI-50 Classe II — Altamente t6xico
Vias de absorção -- Inalatória, oral, dérmica e mucosa.
Metabolismo e Farmacocinetica Após exposição oral Cínica, aproximadamente 35% do volume de glifosato ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5%, após 24 horas. Da quantidade presente no sangue, 14 — 29% são excretadas pela urina, 0,2% excretadas pelo ar expirado e o resto 6 transportado pelas fezes. Entorno de 99% da quantidade absorvida e eliminada em ate 07 dias. Somente 0,3 % do glifosato que penetra no organismo a biotransformado em um Cinico metabolito, o acid° aminometilfosfónico (AMPA) e cerca de 20% do AMPA presente nos alimentos tratados com glifosato e absorvido por via digestiva; menos de 0,1% se elimina por via respiratória sob a forma de dióxido de carbono, o resto sendo excretado na urina.
A produção de glifosato gera duas impurezas em muito pequenas quantidades, o formaldeído (Grupo I — carcinogenico para humanos -IARC) e o N-nitrosoglifosato, de potencial carcinogênico reconhecido.
Mecanismos de toxicidade A mistura e primariamente irritante, causando inflamagao na pele, mucosas e olhos. 0 produto causa fotossensibilizacao na pele contaminada.
0 glifosato e suspeito de desregularão end6crina por ação sobre a enzima aromatase do complexo P450. Em estudos crônicos notou-se que o fígado é um dos órgãos alvo, onde se dá uma hipertrofia centro-lobular, com necrose de hepatocitos para doses altas.
A amina graxa etoxilada associada a uma mistura acida como é o caso do
GLIFOSATO CCAB 480 SL® (pH= 4,91)

0 AMPA tem uma estrutura química muito parecida com a do glifosato e seus efeitos toxicos parecem ser similares.

Sintomas e sinais clínicos

As manifestações clinicas decorrentes da exposição ao GLIFOSATO CCAB 480 SLO são diretamente proporcionais A concentração e a quantidade do produto comercial, assim como ao tempo de exposição do organismo.
Em casos de INGESTAO podem ocorrer lesões causticas e necrose severas da
mucosa digestiva, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarréia prolongada, e,
ocasionalmente, íleo paralitico e insuficiência hepática aguda; alterações tensionais, palpitações, choque hipovolemico; pneumonite, edema pulmonar não cardiogenico; insuficiência renal por necrose tubular aguda; cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma; acidose metabólica e
morte.
Em casos de exposição CUTANEA pode ocorrer dermatite de contato (eritema,
queimação, prurido, vesículas) e eczema.
Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da
visão, conjuntivite e edema palpebral.
Em casos de exposição RESPIRATORIA pode ocorrer aumento da freqüência respirat6ria, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar.
Tem sido relatado rabdomiolise apos auto-administracao de glifosato por via intramuscular.
O glifosato e suspeito de causar desregularão endócrina por inibição da aromatize (ou estrogênico sintetase, integrante do complexo do citocromo P450), que transforma a testosterona em estradiol e a androstenediona em estrona, no organismo masculino e feminino: ele pode causar uma virilizarão dos fetos femininos. Ele ainda é suspeito de causar mieloma múltiplo e linfoma não Hodgkin.
A isopropilamina e extremamente irritante para a pele e as mucosas, provocando irritação nasal, queimação e dor de garganta, laringite, bronquite e espasmos brônquicos, com sibilancias; rubor, flictenas e queimaduras cutâneas; irritação ocular, conjuntivite e queratite, com prejuízo da visão; cefaléia, cãibras e náusea. Estes sintomas são mais tardios, não se manifestando imediatamente após a exposição.
A amina craxa etoxilada tem uma toxicidade aguda cinco vezes superior a do glifosato e provoca lesão caustica ocular; eritema, edema e vesículas cutâneas; náusea e diarréia; e distúrbios respiratórios de tipo inflamatório. 0 diagnostico e estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clinico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do
composto no material gastric°. o tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente as medidas de descontaminação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais. 0 antídoto e o carvão ativado, cuja ação e efetiva durante as primeiras horas ap6s a intoxicação: a atropina não tem indicação. ADVERTNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, devera estar protegida por avental e botas impermeáveis, mascara, Óculos/viseira e luvas para produtos químicos, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente abundante e sabão neutro. Remover a vitima para local ventilado.
Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com o outro olho, a pele e as mucosas.
Em caso de ingestão, avaliar o volume e a concentração da solução ingerida, assim como o tempo transcorrido ate o atendimento. Ingestão recente (menos de 1 hora): a lavagem gástrica e indicada nas concentrações importantes; administrar carvão ativado diluído em água, na proporção de 30 g para 240 ml de água, na dose de 50- 100 g para adultos, de 25-50 g para crianças de 1-12 anos e de 1g/kg para menores de 01 ano. Proteger as vias aéreas do risco de aspiração.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar, se necessário. Atentar para o nível de consciência e as funcoes vitais. Monitorar e tratar flutuações tensionais e arritmias cardiac' (ECG).
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas 1
ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidiina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol).
Acompanhar enzimas hepaticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no minimo 24 horas após o desa arecimento dos sintomas

Contra indicações

Vômito induzido — em razão do risco potencial de aspiração.
Diluição — em razão do aumento da superfície de contato.
Morfina pode comprometer reação arterial e dirimir função cardio-reseiratória.

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: Vide itens Toxicocinetica e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
Efeitos Agudos:
Estudos realizados com animais de laboratório mostraram que o produto GLIFOSATO CCAB 480 SL apresentou:
DL 50 oral para ratos: > 2000 mg/kg.
DL 50 dérmica para ratos: >4000 mg/kg.
CL 50 inalatória: > 0,489 mg/L
Irritação ocular: Pouco irritante.
Irritação dérmica: Levemente irritante.
Sensibilização cutânea: o produto não causou sensibilização dérmica.

ATENÇÃO
DISQUE-INTOXICAÇÂO 0800-722-6001 e comunique o caso ao Centro de Informação e Assistência Toxicológica.

Telefone de emergência da empresa: 0800-70-10-450

1. DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO

AO MEIO-AMBIENTE
Este produto é:
• Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)

Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
Não utilize equipamentos com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível!.
0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CCAB AGRO LTDA. - telefone de Emergência: (0800) 70 10 450 ou (11) 3887-0090.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e mascara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com o auxilio de uma pa e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não devera ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registraste através do telefone indicado no rotulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal.
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico e questa° e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALA GEM RÍGIDA LAVÁ VEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPI's Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente apos o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o contendo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa A embalagem ate 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente Dara lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do contendo original da embalagem, mante-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens rido lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido total mente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses apos o termino do prazo de
validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano apos a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALA GEM RIGÍDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
0 armazenamento da embalagem vazia, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUCAO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido total mente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses apos o termino do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, apos a devolução pelos usuários, somente pode realizada pela Empresa Registraste ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESSA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DES PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registraste através do telefone indicado no rotulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por ÓRGÃO ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito As regas e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biótipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.