Bula Glizmax

acessos
Glifosato
13508
Dow AgroSciences

Composição

Glifosato - Sal de Isopropilamina 648 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Sistêmico

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,75 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
0,75 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão preto
(Bidens subalternans)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 a 3,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,75 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
0,75 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão preto
(Bidens subalternans)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 a 3,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,75 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
0,75 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão preto
(Bidens subalternans)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 a 3,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós emergência das plantas daninhas e da cultura

Latas ou frascos plásticos de 100; 200; 250 ml e 1 litro.
Bombonas plásticas ou baldes metálicos de 5; 10; 20; 25 e 50 litros.
Tambores de aço ou plástico de 100; 200 e 250 litros.
Farm pack de 420 litros.
Isocontainer de 10000; 15000 e 20000 litros.
Embalagem a granel ( caminhões tanque ou navios de carga).

Instruções de uso

Culturas indicadas: Glizmax* é um herbicida para aplicação em pós emergência para o controle das partes aéreas B radiculares das plantas daninhas anuais e perenes, sejam monocotiledôneas ou dicotiledôneas nas seguintes situações:
- Aplicações em dessecação das plantas daninhas para o plantio direto das
culturas de soja e milho.
- Aplicações em pós-emergência (das plantas daninhas e culturas nas de soja geneticamente modificada resistente a glifosato.
- Eliminação de soqueira de cana-de-açúcar na renovação do canavial.
Plantas infestantes controladas e doses: Vide "Indicações de uso/Doses".

Número, època e intervalo de aplicação:

Soja: Recomenda-se a aplicação de Glizmax* na dessecação das plantas daninhas para o plantio direto da soja geneticamente modificada resistente a glifosato ou convencional e entre a terceira e a quarta semana após a emergência da soja geneticamente modificada resistente a glifosato. Caso o fluxo de emergência de plantas daninhas seja grande e constante, pode-se fazer duas aplicações sequenciais, na terceira e na quinta semana após a emergência da soja geneticamente modificada resistente a glifosato. Havendo alta infestação ou estádio de florescimento ou mais avançado, deve-se usar as maiores doses da faixa de recomendação.
Milho: Recomendado uso de Glizmax* em dessecação das plantas daninhas para plantio direto um ou dois dias antes do plantio do milho. Havendo alta infestação de plantas daninhas em estádio de florescimento ou mais avançado, deve-se usar as maiores doses da faixa de recomendação, uma única aplicação.
Eliminação de soqueira de cana de açucar: Recomenda-se a aplicação de Glizmax* na renovação do canavial, para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar com 0,7 a 1,0 m de altura.

Modo de aplicação:

Pulverizador costal manual: O volume de calda a ser aplicado depende da pessoa que execulta a operação, uma vez que este equipamento não possui regulador de pressão; a calibração deve ser feita individualmente, a uma velocidade ao redor de 1 metro/segundo; a pressão de trabalho varia conforme o rítmo da bomba, combinado com a vazão do bico. Pode se usar por exemplo, bicos com pontas tipo leque 80.02, 110.02 ou similares. O volume de calda está em torno de 400 L/ha.

Equipamento tratorizado com barra: Recomenda-se utilizar de 100 a 200 L/ha de calda, com bicos de ponta leque, com tamanho médio de gotas entre 200 e 400 micras. A altura dos bicos deverá sm aquela que proporcione o cruzamento dos jatos, para que a superfície tratada receba uma quantidade uniforme de produto, evitando falhas ou acúmulo de produto nas faixas. A velocidade do trator deverá estar entre 6-8 km/h e a velocidade do vento não superior a 8 km/h.

Aplicação aérea:O Glizmax* poderá ser aplicado via aérea, seguindo-se os seguintes parâmetros:

- Fazer estudo do local e demarcar as áreas para aplicação.
- Deixar, entre as faixas efetivas de aplicação uma faixa de aproximadamente 2 metros, como margem de segurança, pois a deriva cobrirá esta área.
- Fechar 3 a 4 bicos em cada extremidade das asas do avião para evitar efeito de vórtice.
- Utilizar bicos que proporcionem gotas com D.M.V entre 250-400 u.m.
- Aplicar somente com condições climáticas favoráveis: temperatura máxima de 25°C; vento de 3-10Km/h e U.R. mínima do ar de 60%.
- Volume de aplicação: 30-40 L/ha
- Mantenha bordaduras, principalmente em áreas próximas de cana nova e outras culturas
- Deixar uma área sem aplicação do produto, como testemunha, para acompanhar os resultados.

Intervalo de seguraça:

•Cana-de-açúcar (1)
•Milho (1)
•Soja (2)

(1) Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
(2) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.

Intervalo de reentrada de pessoas nas culturas áreas tratadas.

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda
(no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.

Limitações de uso:

* Fitotoxidade para as culturas recomendadas:
Produto não seletivo. Observar o máximo cuidado na aplicação para não atingir as culturas econômicas.
Outras restrições a serem observadas:
•Se ocorrer chuvas até 6 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode ser prejudicada.
•Não armazenar a "calda" pronta em recipiente de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
•Não aplicar sobre plantas infestantes cobertas com poeira, pois a eficiência do produto pode ser reduzida devido à adsorção do produto às partículas de poeira.
•Não utilizar águas turvas ou com presença de argilas (barrentas) pois a eficiência do produto pode ser prejudicada.

Informações sobre os Equipamentos de Proteção Individual a serem utilizados:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

Informações sobre os Equipamentos de Aplicação a serem usados:

Vide Modo de Aplicação.

Descrição dos Processos de Tríplice Lavagem da Embalagem ou Tecnologia Equivalente:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

Informações sobre os Procedimentos para a Devolução, Destinação, Transporte, Reciclagem, Reutilização e Inutilização das Embalagens Vazias:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

Informações sobre os Procedimentos para a Devolução e Destinação de Produtos Impróprios ou em Desuso:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada (24 h).
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação
do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Intoxicações por glifosato
Informações médicas
Grupo químico: Glicina substituída
Classe toxicológica: Classe II
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Mecanismos de toxicidade: Primariamente inflamatório, causando irritação de pele, mucosas e olhos.
Toxicocinética: Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas.
Do glifosato absorvido, 14 - 29% é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3 % do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico
Sintomas e sinais clínicos: As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente clínicos proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do organismo ao glifosato.
Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarréia, e, ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações na pressão sangüínea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico; insuficiência renal por necrose tubular aguda; cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma; acidose metabólica.
Em casos de exposição CUT ÂNEA podem ocorrer dermatite de contato(eritema, queimação, prurido e vesículas), eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária.
Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral.
Em casos de exposição RESPIRATORIA pode ocorrer aumento da freqüência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar. É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos adversos do lifosato.

Efeitos dos adjuvantes: O quadro clínico pode variar, dependendo dos adjuvantes utilizados na formulação. Este produto contém:
• Isopropilamina: é extremamente lesivo à mucosa do trato respiratório superior, queimação e dor de garganta, laringite, sibilância; rubor; flictenas e queimaduras cutâneas; irritação ocular, conjuntivite e ceratite, com prejuízo da visão; cefaléia, cãibras e náusea. Estes sintomas não se manifestam imediatamente após a exposição.
Dianóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença da substância no material gástrico.
Tratamento: NÃO EXISTE ANllDOTO PARA GLlFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular. irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho. Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 19/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração (intubação).
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (02 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio (P02) não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com pressão positiva no final da expiração (PEEP). Monitorar alterações na pressão sangüínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em caso de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores.
Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica d ve ser corri ida com solu ão de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico ( tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton ( omeprazol, lansoprazol, pantoprazol).
Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniências de realizar realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter em observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Alertar o paciente para retomar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático.
Contra-indicações : O vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração.
A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato. A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar de ressão cardiorespiratória.
Efeitos sinérgicos: Com adjuvantes presentes nas formulaões que são irritantes para pele e podem aumetar a absorção do produto.
Atenção: Ligue para o DISQUE -Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (Oxx11) 4449-3222; 4449-1616; 4605-5111.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é: Perigoso ao Meio Ambiente Classe III
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distãncia inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL LTDA - Telefones de emergência: 0800-7710032.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser ufilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

ORIENTAÇÕES PARA A EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-
la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscaliza��ão, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTAÇÕES PARA A EMBALAGEM RíGIDA NÃO LAVÁVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTAÇÕES PARA A EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. ORIENTAÇÕES PARA A

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTAÇÕES PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGEM:

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte stlam
o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação.

Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.