Bula Gran Protect

acessos
Terra diatomácea
11617
Mineração

Composição

Terra diatomácea 912 g/kg Inorgânico

Classificação

Inseticida
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó seco (DP)
Contato
Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Besouro
(Oryzaephilus surinamensis)
1 kg p.c. / tonelada de grãos - - Deve ser aplicado sempre na entrada dos grãos nos silos, depósitos e armazéns. Sem restrições. Deve ser pulverizado em toda massa dos grãos na esteira, antes da entrada no silos, depósitos e armazéns, após a limpeza do local
Besouro
(Cryptolestes ferrugineus)
1 kg p.c. / tonelada de grãos - - Deve ser aplicado sempre na entrada dos grãos nos silos, depósitos e armazéns. Sem restrições. Deve ser pulverizado em toda massa dos grãos na esteira, antes da entrada no silos, depósitos e armazéns, após a limpeza do local
Besouro castanho
(Tribolium castaneum)
1 kg p.c. / tonelada de grãos - - Deve ser aplicado sempre na entrada dos grãos nos silos, depósitos e armazéns. Sem restrições. Deve ser pulverizado em toda massa dos grãos na esteira, antes da entrada no silos, depósitos e armazéns, após a limpeza do local
Caruncho
(Acanthoscelides obtectus)
1 kg p.c. / tonelada de grãos - - Deve ser aplicado sempre na entrada dos grãos nos silos, depósitos e armazéns. Sem restrições. Deve ser pulverizado em toda massa dos grãos na esteira, antes da entrada no silos, depósitos e armazéns, após a limpeza do local
Gorgulho
(Sitophilus zeamais)
1 kg p.c. / tonelada de grãos - - Deve ser aplicado sempre na entrada dos grãos nos silos, depósitos e armazéns. Sem restrições. Deve ser pulverizado em toda massa dos grãos na esteira, antes da entrada no silos, depósitos e armazéns, após a limpeza do local
Gorgulho
(Sitophilus oryzae)
1 kg p.c. / tonelada de grãos - - Deve ser aplicado sempre na entrada dos grãos nos silos, depósitos e armazéns. Sem restrições. Deve ser pulverizado em toda massa dos grãos na esteira, antes da entrada no silos, depósitos e armazéns, após a limpeza do local
Gorgulho dos cereais
(Rhizopertha dominica)
1 kg p.c. / tonelada de grãos - - Deve ser aplicado sempre na entrada dos grãos nos silos, depósitos e armazéns. Sem restrições. Deve ser pulverizado em toda massa dos grãos na esteira, antes da entrada no silos, depósitos e armazéns, após a limpeza do local

Tipo: Saco
Material: Plástico de polietileno
Capacidade: 1; 2; 5; 10; 20; 25 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
O GRAN PROTECT é um inseticida de contato, deve ser aplicado pulverizando o produto nos grãos, na esteira, antes da entrada nos silos, depósitos e armazéns, após a limpeza do local.
Indicado para todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos: Caruncho-do-feijão; Gorgulho-do-feijão(Acanthoscelides obtectus), Besourinho;Besouro(Rhizopeertha dominica); Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-dos-grãos-armazenados; Caruncho; Gorgulho-de-arroz(Sitophilus oryzae); Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-do-milho(Sitophilus zeamais); Besouro; Escaravelho(Cryptolestes ferrugineus); Besouro-castanho(Tribolium castaneum); Besouro(Oryzaephilus surinamensis).
Recomenda-se a utilização da dose de 1 kg do produto comercial/ton. de grãos, durante o armazenamento dos grãos (esteira). Deve ser pulverizado em toda massa dos grãos na esteira, antes da entrada nos silos, depósitos e armazéns, após a limpeza do local. Não existe número, época e intervalo de aplicação, o produto deve ser aplicado sempre na entrada dos grãos nos silos, depósitos e armazéns.

MODO DE APLICAÇÃO:
- Após a operação de limpeza do interior da unidade, aplicar o produto GRAN PROTECT com polvilhadeira para graneleiro ou através do sistema de aeração, para silos que disponham de aeração, na dosagem de 1 kg/tonelada de grão.
- Encher a unidade até faltar cerca de 30 cm para o limite. Nos últimos 30 cm, durante o enchimento, polvilhar o produto GRAN PROTECT na massa de grãos, na dosagem de 1 kg/tonelada de grão.
- Após o enchimento total da unidade, polvilhar a superfície da massa de grãos com GRAN PROTECT, na dosagem de: 1 kg/tonelada de grão.
- Utilize os EPI(macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara de proteção com filtro para pós).

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada desde que se use máscara de proteção ao reentrar nas áreas tratadas.

LIMITAÇÕES DE USO:
Manter os armazéns secos e bem ventilados.
Usar o produto somente nas doses e condições recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
As medidas de controle coletivas são: quando aplicável utilizar ventiladores, circuladores de ar, exaustores; providenciar uma ventilação adequada ao local de trabalho. O operador deve sempre utilizar um equipamento de proteção respiratória mesmo quando providenciada uma boa ventilação.

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL:
Proteção respiratória: utilizar máscaras combinadas, com filtro químico e filtro mecânico(tipo ORGAN P2 - EPICON ou classe P2 - 5n11-3M), ou máscara de borracha ou silicone com filtro para pesticidas.

Proteção para as mãos: utilizar luvas de nitrila, PVC ou outro material impermeável.

Proteção para os olhos: utilizar óculos de segurança para produtos químicos.

Proteção para a pele e corpo: utilizar macacão de mangas compridas impermeáveis ou hidro repelentes e botas de PVC.

Precauções especiais: manter os EPIs devidamente limpos e em condições adequadas de uso, realizando periodicamente inspeções e possíveis manutenções e/ou substituições de equipamentos danificados.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P1 ou P2, cobrindo nariz e boca e óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P1 ou P2, cobrindo o nariz e a boca e óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilize a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Não há dados que indiquem a ocorrência de danos agudos ou crônicos causados por Terra Diatomácea, ingrediente ativo inorgânico, de origem mineral, predominante neste produto, portanto não oferece risco específico a seres humanos ou animais sendo os primeiros socorros indicados de forma geral: Em caso de acidentes procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque o vômito.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos.
Pele: Em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância.

Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado. Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o para assistência médica mais próxima.

INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Inorgânico
Classe toxicológica: Classe IV – Pouco Tóxico
Mecanismos de toxicidade: A Terra diatomácea não é tóxica, mas pode ser nociva. Na região traqueobronquial a presença da poeira estimula um aumento na produção de muco para auxiliar o trabalho dos cílios ali existentes na remoção das partículas. A estimulação prolongada das células e das glândulas da secreção do muco pode induzir a hipertrofia dessas estruturas. As observações de efeitos danosos à saúde provocados pela exposição à sílica geralmente estão associadas a indivíduos expostos ocupacionalmente a sílica cristalina.
As células do pulmão possuem uma alta taxa de reposição ou renovação, onde as células com a superfície parcialmente danificada são rapidamente trocadas por células novas. Devido à rápida regeneração das células do pulmão, há provavelmente maior vulnerabilidade às alterações carcinogênicas pela presença da poeira.
Os mecanismos que induzem a formação do câncer provocado pela sílica livre cristalizada ainda estão sendo estudados. Existe um número maior de evidências demostrando que o persistente processo de inflamação dos pulmões gera substâncias oxidantes que resultam nos efeitos genotóxicos no parênquima pulmonar.
A sílica livre cristalina é extremamente tóxica para o macrófago alveolar devido às suas propriedades de superfície que levam á lise celular.
O material predominante neste produto trata-se de sílica amorfa estando a presença de sílica cristalina limitada a menos de 1% da composição do Gran Protect. Assim, as informações deste quadro médico referem-se à exposição à sílica cristalina sendo pouco provável que a exposição ao produto de acordo com as especificações do Gran Protect provoque danos a saúde.
Vias de absorção: Oral e Inalatória.
Sintomas e sinais clínicos: Via Oral: As dados disponíveis parecem substanciar a inércia
biológica da sílica e silicatos quando absorvidos por essa via. Todo silicato absorvido é excretado pelos rins sem evidência de acumulação tóxica no corpo.
Pele/Olhos: Pode causar irritação e inflamação.
Inalação: Exposição prolongada à sílica cristalina pode causar fibrose pulmonar.
Esse material é considerado um pó nocivo, mas não-tóxico. Inalação prolongada de sílica cristalina pode resultar em silicose, uma fibrose pulmonar incapacitante caracterizada por alterações fibróticas e nódulos pulmonares, tosse seca, respiração curta, enfisema,
decréscimo da expansão peitoral e susceptibilidade à tuberculose aumentada. Em estágios avançados pode ocorrer perda de apetite, dor pleurítica e incapacidade total para trabalhar. A silicose avançada pode resultar em morte devido à falência cardíaca ou destruição do tecido pulmonar. A sílica cristalina é classificada como sendo do grupo 2A. “Provavelmente carcinogênico para humanos” pela IARC e “evidência suficiente” de carcinogenicidade pela NTP.
A silicose predispõe o organismo a uma série de co-morbidades, pulmonares e extra-pulmonares, como a tuberculose, o enfisema, a limitação crônica ao fluxo aéreo, as doenças auto-imunes e o câncer.
Toxicocinética: Administração de uma dose única de 2,5 g de dióxido de sílica polimérica a voluntários não aumentou significamente a excreção de SiO2 na urina sugerindo uma pobre absorção do composto. A excreção média de 24 h de SiO2 cinco machos submetidos a uma dieta regular foi de 16,2 mg. O valor variou bastante e foi relacionado à quantidade de SiO2 na dieta. A excreção urinária de sílica foi aumentada quando Mg2Si3O8 n H2O foi administrado via oral.
Em experimentos com dois voluntários, foi observado que após ingestão de 50 mg de ácido sílico monomérico, a excreção renal do SiO2 por unidade de tempo não foi relacionada à quantidade de urina excretada na mesma unidade de tempo. A máxima excreção ocorreu com uma ou duas horas. Mesmo em altas concentrações (acima de 700 µg SiO2 /cm3 na urina) o ácido silícico ainda estava presente na forma reativa de molibdato. O ácido silícico polimeriza acima de 100 – 150 gramas SiO2 /cm3 . A velocidade de polimerização é dependente do pH e da concentração. O experimento foi realizado para excluir danos ao trato urinário através da precipitação de proteínas pelo ácido silícico polimérico formado pela polimerização de ácido monomérico silícico em altas concentrações.
Diagnóstico: O diagnóstico da Silicose é baseado na radiografia de tórax, em conjunto com história clínica e ocupacional coerentes. Eventualmente, outros procedimentos são necessários (provas de função pulmonar, teste de exercício para estabelecimento da incapacidade funcional...)
Tratamento: Não se conhece qualquer tratamento médico capaz de inverter o processo da silicose, cabendo apenas o controle das complicações. Por conseguinte a prevenção assume uma importância extremamente crítica. O afastamento de situações de exposição poderá contribuir para diminuir o ritmo de progressão da doença. Os corticosteroides não têm mostrado eficácia na redução do progresso da doença. Caso sejam detectadas complicações, tais como insuficiência cardíaca ou tuberculose, deverá ser rapidamente iniciado um tratamento adequado. Todos os indivíduos deverão ser energicamente aconselhados a deixarem de fumar devendo ser-lhes prestado todo o apoio e informação referente à abstenção do fumo.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.
Atenção: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: (48) 3441-2811

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO.
O produto se ingerido é pouco absorvido, sendo principalmente excretado pela urina. A estimativa de quantidade de produto no organismo torna-se difícil em virtude da já existência de seus componentes na natureza e no próprio corpo. Não são conhecidos casos de intoxicação com terra diatomácea (dióxido de silício).

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO.
Efeitos agudos:
Não são conhecidos casos de intoxicação com terra diatomácea (dióxido de silício). A exposição à substância pode causar irritação de olhos e dificuldades respiratórias.
Efeitos crônicos:
Doenças pré-existentes como asma, bronquite, efisema, doenças do pulmão e respiratórias podem ser agravadas por exposição prolongada ao produto.
Com respeito aos efeitos crônicos e subcrônicos, o dióxido de silício cristalino tem sido associado há tempos com silicose, uma doença pulmonar progressiva que pode resultar em câncer de pulmão para humanos. Entretanto, dióxido de silício amorfo (utilizado em formulações inseticidas) não foi associado com a silicose. A Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC) conduziu uma avaliação profunda do potencial carcinogênico do dióxido de silício. Eles concluíram que não há evidência adequada para relacionar sílica amorfa com efeitos cancerígenos em humanos ou cobaias.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV)
- Evite a contaminação ambiental Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos. fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre recipientes disponíveis, para envolver embalagens rompidas.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe a legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES AMBIENTAIS:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize Equipamentos de Proteção Individual. -
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MINERAÇÃO E PESQUISA BRASILEIRA LTDA. Telefone de Emergência: (48) 3441-2811.
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

· Piso pavimentado: recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade de água.
· Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
· Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal. contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, ou de CO2 ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM FLEXIVEL:

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT) devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos. rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis)

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação e Resistência a Inseticidas - IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) visando prolongar a vida útil dos mesmos:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.