Bula Icarus 250 EC

acessos
Tebuconazole
2507
Rotam

Composição

Tebuconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
400 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias -
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
600 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias -
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia sorghi)
800 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias -
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
600 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 35 dias -

Frasco de polietileno de alta densidade: 1 L;
Bombona de polietileno de alta densidade: 5; 10 e 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

Icarus 250 EC é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis, indicado para o controle da Ferrugem-da-soja – Packopsora pachyrhizi na cultura da soja, com ação preventiva e curativa.

CULTURAS: Soja.

CULTURAS/DOENÇAS CONTROLADAS/DOSES: Vide seção "Indicações de Uso/Doses".

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

SOJA - Para o controle da Ferrugem-da-soja, realizar duas a três aplicações durante o ciclo da cultura. Normalmente, a primeira aplicação é feita na fase compreendida entre o início do florescimento à formação da vagem, entre os estádios de crescimento R5.1 a R5.3 e uma segunda aplicação com intervalo de 21 dias. Aplicar a dose indicada utilizando um volume de calda suficiente para uma cobertura total e uniforme da folhagem das plantas.
Nota: Em determinadas regiões, dependendo das condições climaticas que poderão favorecer o desenvolvimento da doença, podendo ocorrer antes do período indicado, portanto devera ser seguido um programa de vistorias constantes na lavoura, e assim que for notado a presença da doença, fazer a primeira aplicação, repetindo as demais a cada 21 dias.

MODO DE APLICAÇÂO:

O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização, através de equipamentos terrestres ou aeronaves agrícolas.

Aplicação Terrestre:
Usar pulverizadores tratorizados equipados com barra de pulverização e bicos cônicos (D2), com pressão de trabalho de 80 a 100 lb/pol2 e densidade de gotas em acima de 200 gotas/cm² . Recomenda-se uma vazão total de 200 a 300 L de calda/ha.

Aplicação Aérea:
Usar barra equipada com bicos de jato cônico vazio da série D6 a D12 ou similar, altura de vôo de 2 a 3 m acima do alvo, pressão da bomba 30 a 50 ib/pol². A vazão deve de ser de 10 a 20 L/ha pra micronair e de 20 a 40 L/ha quando se emprega barra com largura da faixa de disposição de 15 a 18 m, e com densidade mínima de 80 gotas/cm².
Na aplicação, verificar se as plantas estão recebendo a calda de pulverização de modo uniforme e se está ocorrendo uma cobertura total e uniforme da folhagem das plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Soja: 30 dias

LIMITAÇÕES DE USO:

Além dos intervalos de segurança e reentrada na cultura, uso exclusivamente agrícola. Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações. Aplicar somente as doses recomendadas.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura. Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não há casos de incompatibilidade