Bula Kadma

acessos
metomil
6814
UPL

Composição

Metomil 215 g/L Diversos

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Obedecendo intervalos superiores a 10 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 5 aplicações. Não aplicar mais que 7,5 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 14 dias. Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados. Aplicar no programa normal de pulverização
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
0,6 a 1,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Obedecendo intervalos superiores a 10 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 5 aplicações. Não aplicar mais que 7,5 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 14 dias. Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados. Aplicar no programa normal de pulverização
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Obedecendo intervalos superiores a 10 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 5 aplicações. Não aplicar mais que 7,5 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 14 dias. Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados. Aplicar no programa normal de pulverização
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Obedecendo intervalos superiores a 10 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 5 aplicações. Não aplicar mais que 7,5 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 14 dias. Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados. Aplicar no programa normal de pulverização
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Obedecendo intervalos superiores a 10 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 5 aplicações. Não aplicar mais que 7,5 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 14 dias. Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados. Aplicar no programa normal de pulverização
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações; não aplicar mais que 3,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 9 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações; não aplicar mais que 3,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 9 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações; não aplicar mais que 5,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações; não aplicar mais que 5,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações; não aplicar mais que 5,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações; não aplicar mais que 5,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações; não aplicar mais que 5,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações; não aplicar mais que 5,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 4 aplicações; não aplicar mais que 3,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. Utilizar bico leque (110,03 ou 110,04). 14 dias. Quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações; não aplicar mais que 5,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações; não aplicar mais que 5,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações; não aplicar mais que 5,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das axilas
(Epinotia aporema)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações; não aplicar mais que 6,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 14 dias. Efetuar a primeira aplicação quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Antes da floração: quando forem verificadas 40 lagartas por metro linear ou se verificar 30 % de desfolha. Após floração: quando forem verificadas 40 lagartas por metro linear ou 15% de desfolha
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações; não aplicar mais que 6,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 14 dias. Efetuar a primeira aplicação quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Antes da floração: quando forem verificadas 40 lagartas por metro linear ou se verificar 30 % de desfolha. Após floração: quando forem verificadas 40 lagartas por metro linear ou 15% de desfolha
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,5 a 1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações; não aplicar mais que 6,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 14 dias. Efetuar a primeira aplicação quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Antes da floração: quando forem verificadas 40 lagartas por metro linear ou se verificar 30 % de desfolha. Após floração: quando forem verificadas 40 lagartas por metro linear ou 15% de desfolha
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
0,5 a 1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações; não aplicar mais que 6,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 14 dias. Efetuar a primeira aplicação quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Antes da floração: quando forem verificadas 40 lagartas por metro linear ou se verificar 30 % de desfolha. Após floração: quando forem verificadas 40 lagartas por metro linear ou 15% de desfolha
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar, no máximo 8 aplicações; não aplicar mais que 8,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar, no máximo 8 aplicações; não aplicar mais que 8,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Tripes
(Frankliniella schultzei)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar, no máximo 8 aplicações; não aplicar mais que 8,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,5 a 1,3 L p.c./ha 100 L de calda/ha - Repetir se necessário. Realizar no máximo 4 aplicações; não aplicar mais que 6,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. Realizar no máximo 3 aplicações; não aplicar mais que 3,9 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 14 dias. Para o controle de lagartas iniciar a aplicação assim que forem observados os primeiros focos de infestação na lavoura
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
0,5 a 1,3 L p.c./ha 100 L de calda/ha - Repetir se necessário. Realizar no máximo 4 aplicações; não aplicar mais que 6,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. Realizar no máximo 3 aplicações; não aplicar mais que 3,9 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 14 dias. Para o controle de lagartas iniciar a aplicação assim que forem observados os primeiros focos de infestação na lavoura
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Repetir se necessário. Realizar no máximo 4 aplicações; não aplicar mais que 6,0 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. Realizar no máximo 3 aplicações; não aplicar mais que 3,9 L/ha de Methomyl DVA 215 SL por ciclo de cultura. 14 dias. Para o controle de lagartas iniciar a aplicação assim que forem observados os primeiros focos de infestação na lavoura

Balde - Plástico (Coex ou PEAD) - 5L; 10L; 20L e 50 L
Bombona - Plástico (Coex ou PEAD) - 5L; 10L; 20L e 50 L
Bombona - Metálico (Aço) - 5L; 10L; 20L e 50 L
Container - Aço Inox - 500L; 1000L e 1500L
Frasco - Plástico (Coex ou PEAD) ou PET - 50 mL; 70 mL; 100 mL; 250 mL; 350 mL; 500 mL; 1,0 L; 1,5 L; 2,0 L; 4,0 L e 5,0 L
Galão - Plástico (Coex ou PEAD) - 5,0L
Saco - Plástico (Polietileno) inserido em contentores de polietileno/aço inox - 500; 750 e 1000 L
Tambor - Metálico (Ferro ou Aço) - 100 e 200 L
Tambor - Plástico (PEAD) - 100 e 200 L

MODO DE APLICAÇÃO:
• Aplicação terrestre:
a) Equipamento costal:
Tipo de bico: leque (modelos "XR" e "DG"), cônico (modelos "D" e "TX")
• Diâmetro da gota: 110 a 150 micra
• Densidade mínima de gota: 40 gotas/cm2
• Pressão: 30 a 60 Ib/pol2
b) Equipamentos tratorizado de barra:
• A altura da barra depende do ângulo de pulverização do bico para que o produto possa cobrir toda área da planta. Normalmente para um bico de ângulo de 80°, a barra deverá estar a 50 cm acima da cultura. Observar que a barra em toda a sua extensão esteja na mesma altura.
• Tipo de bico: leque (modelos "XR" e "DG"), cônico (modelos "D" e "TX"), espaçados de 50 cm.
• Diâmetro da gota: 110 a 150 micra
• Densidade mínima de gota: 40 gotas/crn2
• Pressão: 80-100 Ib/pol2
Observação: No caso de se utilizar outros equipamentos, estes devem sempre proporcionar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
• Aplicação aérea:
As aplicações aéreas devem ser feitas apenas nas culturas da soja.
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com bicos rotativos ou com barras dotadas de bicos, obedecendo aos seguintes parâmetros:
• Volume da aplicação: Mínimo de 20-30 L/ha de calda para barra dotada de bicos, e mínimo de 10 a 20 L/ha para micronair.
• Altura do vôo: As rodas da aeronave devem estar a 3-4 m acima do topo da cultura.
• Largura da faixa de deposição efetiva: Deve ser considerada de 15 a 20 m.
• Diâmetro de gota: 110 a 150 micra
• Densidade mínima de gota: 40 gotas/cm2
• Condições climáticas: Devem ser respeitadas condições de vento abaixo de 10km/hora, temperaturas inferiores a 27°C e umidade relativa superior a 70%, visando evitar ao máximo perdas por deriva e evaporação.
Equipamentos: Bicos rotativos tipo micronair (4-8 unidades). A pá da hélice do atomizador deverá estar regulada para 30 ou 35 graus para se ter gotas menores. Barra com bicos (20-60 bicos). Usar preferencialmente bicos cônicos D-4, D-5 ou D-6. Para se obter gotas pequenas o ângulo dos bicos em relação à direção de vôo deve ser de 135°.
Pressão da barra: 30 a 50 Ib/pol2
• Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde coma solução de limpeza.
4. Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barras, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fonte de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
• Informações Gerais:
• Para controle adequado dos insetos, é essencial observar a época de aplicação e assegurar boa cobertura das plantas. Os melhores resultados serão obtidos quando o programa de pulverização for feito no início de vida dos insetos. No geral, aplicar as doses menores, quando o intervalo de aplicação for curto ou houver baixa infestação da praga, e as doses maiores quando as aplicações forem mais espaçadas ou houver alta infestação.
Preparo da calda: Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade. Iniciar a agitação (sistema hidráulico ou mecânico), adicionar a quantidade adequada de METHOMYL DVA 215 SL, completar o volume do tanque. Adicionar um espalhante adesivo ou sufactante durante o preparo da calda inseticida, na dose recomendada pelo fabricante, para aplicação nas culturas de Algodão, Batata, Couve, Repolho, Brócolis, Soja, Tomate e Trigo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Dias
Algodão 14
Batata 9
Couve 3
Brócolis 3
Repolho 3
Milho 14
Soja 14
Tomate 3
Trigo 14
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana - ANVISAMS).
LIMITAÇÕES DE USO:
• Não aplicar ou permitir a deriva do produto sobre corpos d'água.
• Fitotoxicidade: nas doses recomendadas, METHOMYL DVA 215 SL é seletivo às culturas indicadas.
• Não aplicar METHOMYL DVA 215 SL através de sistemas de irrigação.
• Não aplicar ou permitir a deriva do produto sobre áreas onde haja atividade de abelhas.
• Não utilizar equipamentos do tipo nebulização (fog.).
• METHOMYL DVA 215 SL é incompatível com produtos de reação alcalina, tais como calda bordalesa e calda sulfocálcica. Uma vez que as formulações podem ser alteradas e novas formulações podem ser introduzidas, recomenda-se que seja testada compatibilidade previamente.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Produto extremamente irritante aos olhos
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto
• Troque e lave suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: EM caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo
Grupo químico: . Carbannato
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética: Inibem reversivelmente a enzima
acetilcolinesterase resultando no acúmulo de
acetilcolina nos receptores muscarínicos (efeito
em células colinérgicas), nicotínicos (junções
neuromusculares esqueléticas) e no sistema nervoso central (SNC). A inibição tem reversão espontânea (ao controle dos organofosforados), com ação breve e auto-limitada. Usualmente a severidade é leve a moderada.
A absorção é rápida por todas as vias: oral, respiratória, dérmica e pelas mucosas. Fatores como altas temperaturas e dermatites pré-existentes aumentam a absorção.
Possuem rápida distribuição em tecidos e órgãos e não se acumulam no organismo. A metabolização é hepática e rápida, através de três mecanismos básicos: hidrólise, oxidação e conjunção. 90% é excretado pelos rins em até 3 dias, mas também são eliminados pelas fezes. Não atravessam a barreira hematoencefálisa, sendo os sintomas do SNC decorrentes de hipóxia.
Mecanismos de Toxicidade: Inibem reversivelmente a enzima
acetilcolinesterase resultando no acúmulo de acetilcolina nos receptores muscarinicos (efeito em células colinérgicas), nicotinicos (junções neuromusculares esqueléticas) e no sistema nervoso central (SNC). A inibição tem reversão espontânea (ao controle dos organofosforados), com ação breve e auto-limitada. Usualmente a severidade é leve a moderada.
Sintomas e sinais clínicos: Os efeitos são imediatos, geralmente em 30 minutos a 1-2 horas após a exposição, e cessam logo após o término da exposição. As manifestações clínicas ocorrem usualmente em menor grau que no caso dos produtos organofosforados e as manifestações neurológicas são também de menos intensidade, devido à menor penetração no SNC.
As manifestações agudas são classificadas como: Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica): são predominantes na intoxicação por carbamatos.
Vômito, diarréia, cólicas abdominais, anorexia,
náuseas, incontinência urinária, incontinência
fecal, tenesmo, broncoconstrição, dispnéia,
cianose, edema pulmonar, hipersecreção
(sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e
sudorse), bradicardia, hipotensão, bloqueio
atrioventricular, miose e visão borrada.
Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial, fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão arterial podem manifestar-se, e. serem alteradas pelo efeito muscarinico.
Efeitos em SNC (síndrome neurológica): cefaléia, ansiedade, agitação, confusão mental, ataxia, depressão de centros cardiorespiratórios, convulsões e coma. Também podem ocorrer manifestações tardias. Exposição dérmica: pode causar irritação ocular e dérmica, dermatite de contato, hiperpigmentação.
Manifestações tardias: Não há evidências da síndrome de neuropatia retardada, como ocorre com os orqanofosforados.
Diagnóstico:O diagnóstico pré estabelecidos pela confirmação
da exposição, de quadro clínico compatível,
associados ou não à queda -na atividade das
colinesterases. O decréscimo de 25% ou mais da
atividade da colinesterase plasmática indica
exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada com exposição intensa. O decréscimo da atividade da pseudocolinesterase é um indicador sensível, mais não específico.
Ambas podem demorar de 3-4 meses para se normalizar, mas este teste não é de grande utilidade porque a inibição da acetilcolinesterase é rapidamente reversível. A identificação da substância e seus metabólitos no sangue e na urina podem evidenciar a exposição, mas não são largamente utilizados. Outros controles incluem:
eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase
pancreática, enzimas hepáticas, gasometria, ECG
(prolongamento de QT), radiografia de tórax
(edema pulmonar e aspiração).
Convém considerar a possibilidade de associação do organofosforado a outros tóxicos, o que pode alterar ou potencializar o perfil clínico esperado.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento.
Tratamento: As medidas abaixo relacionadas, especialmente
aquelas voltadas para a adequada oxigenação do
intoxicado, devem ser implementadas
concomitantemente ao tratamento
medicamentoso e a descontaminação. Utilizar
luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com solução de bicarbonato (os carbamatos são instáveis em meio alcalino).
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água,
por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Pode-se usar algumas gotas de anestésico, previamente, para facilitar o procedimento.
3. Em caso de ingestão recente, fazer lavagem gástrica. No caso de pequenas doses de produto tóxico, se o intervalo entre a ingestão e a medição for curto, administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e lg/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água.
Emergência, suporte e tratamento
sintomático:
1. Monitorização respiratória e aspiração de secreções. Nos casos de edema pulmonar, broncoespasmo ou pneumonia de aspiração, usar atropina, entubar e ventilar o paciente
compressão positiva e realizar RX de tórax para avaliar o nível de exsudação.
2. Monitorização cardíaca.
3. Administração de Diazepam: indicado nos casos de gravidade moderado ou alta, reduzida a ansiedade e algumas manifestações ao nível do SNC.
4. Controle hidroeletrolítico: repor perdas para evitar o risco de edema pulmonar.
Nos casos de Aldicarb ou Carbaril pode ser usado CARVÃO ATIVADO em doses repetidas, após esvaziamento gástrico, para reduzir o ciclo entero-hepático.
5. Manter medidas sintomáticas e de
manutenção.
Obs: todo paciente assintomático, mas com história de exposição (dérmica, inalatória ou ingestão) deve ser observado por 6-8 h.
A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático.
Atropina - agente antimuscarínico - é usada para reverter os sintomas muscarínicos, não os nicotínicos, na dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e de 0,01 a 0,05 mg/kg em crianças, EV. Repetir se necessário a cada 5 a 10 minutos. As preparações de Atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 a 0,50 mg/ml. O parâmetro para a
manutenção ou suspensão do tratamento é
clinico, e se baseia na reversão da ausculta
pulmonar indicativa de broncorréia e na
constatação do desaparecimento da fase
hipersecretora, ou sintomas de intoxicação
atropínica (hiperennia de pele, boca seca, pulpilas
dilatadas e taquicQrdia). Alcançados sinais de
atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taquicardia e hipertensão não contra-indica a atropinização. Manter em observação por 72 horas, com monitorização cardio-respiratória e oximatria de pulso. A ação letal dos carbamatos pode ser comumente atribuída à insuficiência respiratória, pelos mecanismos de: broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e conseqüente depressão do centro respiratório por hipóxia. Devido a esta complicação, manter a nnonitoração e tratamento sintomático.
Contra-indicações:A diálise e a hemoperfusão são contra-indicadas. O vômito é contra-indicado em razão de risco potencial de aspiração.
Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas, devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca (morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina).
Efeitos sinérgicos: Com outros carbamatos ou omanofosforados.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722- 6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicolóqica RENACIAT-ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informações de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450 - (019) 3794-5600
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Vide quadro
EFEITOS AGUDOS E CRÓNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: EFEITO AGUDO:
• DL50oral em ratos (fêmeas): cu off 200 mg/Kg
• DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/Kg
• Irritação dérmica: O produto pode causar eritema e escamação.
• Irritação ocular: Produto extremamente irritante.
• Sensibilização dérmica: Não sensibilizante.
EFEITOS CRÔNICOS:
Estudos crônicos/oncogenicidade em ratos não mostraram efeitos de oncogenicidade em dose altas testadas (HDT-400 ppm). Estudos de oncogenicidade em camundongos não mostraram efeitos oncogênico a HDT 200 ppm.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
X MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE(CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente á9uas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para microcrustáceos
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
• Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite contaminação da égua.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
E Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do Brasil Industria e Comércio de Insurnos Agropecuários S.A., pelo telefone de Emergência (0800) 70 10 450 - (019) 3794-5600.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pá químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendamos para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de égua para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,_ medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA — NÃO CONTAMINADA
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Além dos métodos recomendados para o manejo de resistência à inseticidas, incluir outros métodos de controle de insetos (ex.: controle cultural, biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se
um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).