Bula Kadma

CI
Metomil
6814
UPL

Composição

Metomil 215 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico, Contato

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Alabama argillacea (Curuquerê) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Caliothrips brasiliensis (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Frankliniella schultzei (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heliothis virescens (Lagarta da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Dosagem Calda Terrestre
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Dosagem Calda Terrestre
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Dosagem Calda Terrestre
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Epinotia aporema (Broca das axilas ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Frankliniella schultzei (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Pseudaletia adultera (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Schizaphis graminum (Pulgão verde dos cereais) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Balde - Plástico (Coex ou PEAD) - 5L; 10L; 20L e 50 L

Bombona - Plástico (Coex ou PEAD) - 5L; 10L; 20L e 50 L

Bombona - Metálico (Aço) - 5L; 10L; 20L e 50 L

Container - Aço Inox - 500L; 1000L e 1500L

Frasco - Plástico (Coex ou PEAD) ou PET - 50 mL; 70 mL; 100 mL; 250 mL; 350 mL; 500 mL; 1,0 L; 1,5 L; 2,0 L; 4,0 L e 5,0 L

Galão - Plástico (Coex ou PEAD) - 5,0L

Saco - Plástico (Polietileno) inserido em contentores de polietileno/aço inox - 500; 750 e 1000 L

Tambor - Metálico (Ferro ou Aço) - 100 e 200 L

Tambor - Plástico (PEAD) - 100 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicação terrestre

Equipamento costal

- Tipo de bico: leque (modelos “XR” e “DG”), cônico (modelos “D” e “TX”)
- Diâmetro da gota: 110 a 150 micra
- Densidade mínima de gota: 40 gotas/cm²
- Pressão: 30 a 60 Ib/pol²

Equipamentos tratorizado de barra

- A altura da barra depende do ângulo de pulverização do bico para que o produto possa cobrir toda área da planta. Normalmente para um bico de ângulo de 80°, a barra deverá estar a 50 cm acima da cultura. Observar que a barra em toda a sua extensão esteja na mesma altura.
- Tipo de bico: leque (modelos “XR” e “DG”), cônico (modelos “D” e “TX”), espaçados de 50 cm.
- Diâmetro da gota: 110 a 150 micra
- Densidade mínima de gota: 40 gotas/cm²
- Pressão: 80-100 Ib/pol²
Observação: No caso de se utilizar outros equipamentos, estes devem sempre proporcionar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.

Aplicação aérea

As aplicações aéreas devem ser feitas apenas nas culturas da soja.
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com bicos rotativos ou com barras dotadas de bicos, obedecendo aos seguintes parâmetros:
- Volume da aplicação: Mínimo de 20-30 L/ha de calda para barra dotada de bicos, e mínimo de 10 a 20 L/ha para micronair.
- Altura do voo: As rodas da aeronave devem estar a 3-4 m acima do topo da cultura.
- Largura da faixa de deposição efetiva: Deve ser considerada de 15 a 20 m.
- Diâmetro de gota: 110 a 150 micra
- Densidade mínima de gota: 40 gotas/cm²
- Condições climáticas: Devem ser respeitadas condições de vento abaixo de 10 km/hora, temperaturas inferiores a 27°C e umidade relativa superior a 70%, visando evitar ao máximo perdas por deriva e evaporação.
- Equipamentos: Bicos rotativos tipo micronair (4-8 unidades). A pá da hélice do atomizador deverá estar regulada para 30 ou 35 graus para se ter gotas menores. Barra com bicos (20-60 bicos). Usar preferencialmente bicos cônicos D-4, D-5 ou D-6. Para se obter gotas pequenas o ângulo dos bicos em relação à direção de voo deve ser de 135°.
- Pressão da barra: 30 a 50 Ib/pol²

LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.

2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.

3. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.

4. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barras, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes.

Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fonte de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

INFORMAÇÕES GERAIS

Para controle adequado dos insetos, é essencial observar a época de aplicação e assegurar boa cobertura das plantas. Os melhores resultados serão obtidos quando o programa de pulverização for feito no início de vida dos insetos. No geral, aplicar as doses menores, quando o intervalo de aplicação for curto ou houver baixa infestação da praga, e as doses maiores quando as aplicações forem mais espaçadas ou houver alta infestação.

PREPARO DA CALDA

Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade. Iniciar a agitação (sistema hidráulico ou mecânico), adicionar a quantidade adequada de KADMA, completar o volume do tanque. Adicionar um espalhante adesivo ou surfactante durante o preparo da calda inseticida, na dose recomendada pelo fabricante, para aplicação nas culturas de Algodão e Batata.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de 48 horas após a aplicação, certificando-se que a calda inseticida pulverizada nas plantas esteja seca.

LIMITAÇÕES DE USO

- Não aplicar ou permitir a deriva do produto sobre corpos d’água.
- Não aplicar através de sistemas de irrigação.
- Não aplicar ou permitir a deriva do produto sobre áreas onde haja atividade de abelhas.
- Não utilizar equipamentos do tipo nebulização (fog.).
- É incompatível com produtos de reação alcalina, tais como calda bordalesa e calda sulfocálcica. Uma vez que as formulações podem ser alteradas e novas formulações podem ser introduzidas, recomenda-se que seja testada compatibilidade previamente.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

GRUPO 1A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida pertence ao grupo 1A (Inibidores de Acetilcolinesterase - Carbamatos) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do produto como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
- Usar este ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do produto, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico Carbamatos não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos do Grupo 1A quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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