Bula Kaiso Sorbie BR - Nufarm

Bula Kaiso Sorbie BR

acessos
Lambda-Cialotrina
10616
Nufarm

Composição

Lambda-Cialotrina 240 g/kg Piretróide

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Grânulos Emulsionáveis (EG)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
60 a 100 g.p.c./ha 40 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 10 dias. Máximo 5 % de botões florais atacados
Curuquerê
(Alabama argillacea)
20 a 30 g.p.c./ha 40 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 10 dias. 2 lagartas / planta ou 25 % de desfolha
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
20 a 35 g.p.c./ha 40 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 21 dias. Pragas em estágio inicial de desenvolvimento
Percevejo
(Tibraca limbativentris)
30 a 40 g.p.c./ha 40 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 21 dias. 20 a 30 dias após a emergência ou população da praga atingir 1 / m²
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
20 a 30 g.p.c./ha 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Redução da população de insetos adultos
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
20 a 35 g.p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 45 dias. 1 dia. Início da infestação dos adultos na área
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
60 a 100 g.p.c./ha 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 10 dias. logo no início do aparecimento dos adultos
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
40 a 50 g.p.c./ha 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 15 dias. Logo após o aparecimento da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
30 a 50 g.p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 15 dias. Iniciar nos primeiros sintomas (folhas raspadas)
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
60 a 100 g.p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 15 dias. Logo após o aparecimento da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
15 a 25 g.p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 20 dias. 5 lagartas / pano de batida ou 30 % de desfolha ou 15 % de desfolha após o florescimento
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
160 g.p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar no início da frutificação
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
20 a 30 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 15 dias. No aparecimento da praga

Saco (hidrossolúvel e Papel) :0,01; 0,03; 0,05; 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5;1; 1,5; 2; 2,5; 4 e 5 Kg
Saco (Aluminizado e Plástico) :0,01; 0,03; 0,05; 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 4; 5 ; 10; 20; 25 e 50Kg
Tambor (Metálico):25; 30; 40; 50; 60; 70; 80; 100; 150; 200; 250 e 500 kg
Big-bag (Ráfia):100; 200; 250; 300; 500; 60; 650; 700; 750; 800; 850; 1000; 1100; 1200 e 1500kg
Cartucho (Papelão):0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 4 e 5Kg
Frasco(Metálico e Plástico) :0,1; 0,250; 1; 1,5; e 2 Kg
Bombona (Metálico e Plástico):2,5; 3; 4; 5; 8; 10; 15; 20; 25; e 50kg

INSTRUÇÕES DE USO:
KAISO SORBIE BR é um inseticida de contato e ingestão do grupo químico piretróide, recomendado para o controle das principais pragas das culturas de algodão, arroz irrigado, batata, café, citros, feijão, milho, soja, tomate e trigo.
ALGODÃO:
Para o controle do Curuquerê-do-algodoeiro(Alabama argilácea) recomenda-se a utilização da dose de 20 a 30 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 40 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 10 a 20 L/ha em aplicação aérea. Aplicar quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, considerando o intervalo de 7 dias entre as aplicações.
Para o controle do Bicudo(Anthonomus grandis) recomenda-se a utilização da dose de 60 a 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 40 a 200 L/ha em aplicação terrestre , e de 10 a 20 L/ha em aplicação aérea. Iniciar as aplicações quando o nível de botões florais atacados atingir no máximo 5%. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas, ou toda vez que o ataque atingir o limiar de 5% de botões danificados.
ARROZ IRRIGADO:
Para o controle do Curuquerê-dos-capinzais(Mocis latipes) recomenda-se a utilização da dose de 20 a 35 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 10 a 20 L/ha em aplicação aérea. Fazer a aplicação quando a praga alvo estiver nos estádios iniciais de desenvolvimento larval-lagartas menores que 1,5 cm e antes de se observar desfolha significativa na lavoura. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle do Percevejo-do-colmo(Tibraca limbativentris) recomenda-se a utilização da dose de 30 a 40 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 10 a 20 L/ha em aplicação aérea. Fazer a aplicação 20 a 30 dias após a emergência ou quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por m². Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 10 dias entre elas.
Para o controle da Larva-minadora(Lyriomyza huidobrensis) na cultura da Batata, recomenda-se a utilização da dose de 20 a 30 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 400 L/ha. em aplicação terrestre, e de 10 a 20 L/ha em aplicação aérea. As pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos. Realizar até 5 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle do Bicho-mineiro-do-café(Leucoptera coffeella) na cultura do Café, recomenda-se a utilização da dose de 20 a 35 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 400 a 600 L/ha em aplicação terrestre, e de 10 a 20 L/ha em aplicação aérea. Por se tratar de inseticida protetor e de longa persistência, o produto deve ser aplicado no início da infestação do adulto na área. Reaplicar após 45 dias se necessário.
Para o controle do Bicho-furão(Ecdytolopha aurantiana) na cultura dos Citros, recomenda-se a utilização da dose de 60 a 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 1.000 a 2.000 L/ha em aplicação terrestre, e de 10 a 20 L/ha em aplicação aérea. Fazer a aplicação ao entardecer antes da lagarta penetrar no fruto, logo no início do aparecimento dos adultos, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle(6 adultos por armadilha). Usar a dose maior em infestações mais altas. Reaplicar, se necessário, após 14 dias.
Para o controle da Vaquinha-verde-amarela(Diabrotica speciosa) na cultura do Feijão, recomenda-se a utilização da dose de 40 a 50 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 400 L/ha em aplicação terrestre, e de 10 a 20 L/ha em aplicação aérea. Aplicar o produto no aparecimento da praga, em alternância com outros produtos de outros grupos químicos. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 10 dias.
MILHO:
Para o controle do Percevejo-barriga-verde(Dichelops melacanthus) recomenda-se a utilização da dose de 60 a 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 250 a 300 L/ha em aplicação terrestre, e de 10 a 20 L/ha em aplicação aérea. Aplicar o produto de acordo com a necessidade, mediante a ocorrência da praga, em alternância com outros produtos. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle da Lagarta-do-cartucho(Spodoptera frugiperda) recomenda-se a utilização da dose de 30 a 50 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 250 a 300 L/ha em aplicação terrestre, e de 10 a 20 L/ha em aplicação aérea. Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas (folha raspada). Geralmente com 3 a 5 folhas definitivas do milho. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle da Lagarta-da-soja(Anticarsia gemmatalis) na cultura da Soja, recomenda-se a utilização da dose de 15 a 25 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 40 a 300 L/ha em aplicação terrestre, e de 10 a 20 L/ha em aplicação aérea. Aplicar o produto quando houver 5 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha(antes do florescimento) ou 15% de desfolha após o florescimento. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias.
Para o controle da Broca-pequena-do-fruto(Neoleucinodes elegantalis) na cultura do Tomate, recomenda-se a utilização da dose de 160 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 400 a 800 L/ha em aplicação terrestre, e de 10 a 20 L/ha em aplicação aérea. Iniciar as aplicações no início da frutificação assegurando que o produto atinja as sépalas. Aplicar o produto intercalando com outros produtos. Razer 2 a 3 aplicações com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle da Lagarta-do-trigo(Pseudaletia sequax) na cultura do Trigo, recomenda-se a utilização da dose de 20 a 30 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 10 a 20 L/ha em aplicação aérea. Aplicar o produto no aparecimento da praga, em alternância com outros produtos de outros grupos químicos. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 14 dias.

MODO DE APLICAÇÃO:

VIA TERRESTRE:
- Costal Manual: Utilizar bicos cônicos das series D; ou equivalentes, com pressão de 40 a 60 lbs/pol² (p.s.i.), aplicando 150 a 250 litros de calda por hectare. Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.

- Costal Motorizado: Utilizar bicos cônicos das series D ou equivalente, com pressão de 40 a 60 lbs/pol² (p.s.i.), aplicando 40 a 100 litros de calda por hectare.

- Tratorizado: Quando aplicar com barra, utilizar bico cônico das series D ou equivalentes com pressão de 80 a 150 lbs/pol² (p.s.i.), aplicando de 100 a 400 litros de calda por hectare. No caso especifico do tomate rasteiro, utilizar um volume de 400 a 800 litros de calda por hectare, dependendo do estágio da cultura.
Em aplicação em plantas perenes como café usar vazão de 400 a 600 L/ha, em citros de 1000 a 2000 L/ha. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura.

VIA AÉREA
- Pulverização aérea: com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros): Bicos: Utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR.

- Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem do avião).
Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a "barriga" (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas.
Nota: O fechamento dos bicos das pontas das asas não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas ao contrário, permite que o produto arrastado pelos vórtices de ponta das asas não seja perdido, mas distribuído adequadamente pelos bicos ativos.

- Altura de vôo: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura. Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.
A altura de vôo recomendada deverá ser mantida durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendados.

- Volume de aplicação: Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 20 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Volumes de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, passando a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados.

- Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição de 20 metros, independente dos bicos utilizados serem hidráulicos ou rotativos.

Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Condições climáticas:
Temperatura ambiente: abaixo de 32°C;
Umidade relativa do ar: mínima de 55%;
Velocidade de vento: acima de 2 km/h até o máximo de 10 Km/h.

PEPARO DE CALDA:
Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Para o abastecimento do tanque do pulverizador, deve-se encher 1/3 da capacidade do tanque com água. Acionar e manter o agitador em funcionamento e então adicionar o produto, completando por fim o volume do tanque de água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado á calda. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

INTERVALODE SEGURANÇA:
CULTURA INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS)
Algodão......10 dias
Arroz...........21 dias
Batata.........3 dias
Café............1 dia
Citros..........10 dias
Feijão.........15 dias
Milho...........15 dias
Soja............20 dias
Tomate.......3 dias
Trigo.........15 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas.
Outras restrições a serem observadas: As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto. Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km/h ou superiores a 10 km/h. Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito altas. Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização das plantas.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUCÕES:
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de protegido individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUCOES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual.— EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável; máscara com filtro' mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PERIGO. PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave os equipamentos de proteção após cada aplicação do produto, separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrórrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso ocorra vômito naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave corn muita agua corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele : Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto. for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

INTOXICAÇÃO POR LAMBDA-CIALOTRINA E POR NAFTA LEVE
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico: Piretróide
Classe toxicológica: Classe I - Extremamente Tóxico.
Vias de exposição:Oral, inalatória, ocular e dérmica.

TOXICOCINÉTICA
Estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção.
LAMBDA CIALOTRINA
Absorção: É bem absorvido após a administração oral; extensivamente metabolizado através de hidrólise da ligação éster, oxidação e conjugação e eliminado como conjugados polares na urina.
Distribuição: na maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo.
Biotrasformação: metabolizado extensivamente por clivagem do éster do acido ciclopropanocarboxílico e Acido 3-fenoxibenzoico e eliminado como conjugados.
Excreção: urina e fezes. Resíduos de gorduras foram eliminados com uma meia-vida de 23 dias. A eliminação é precedida pela eficiente clivagem da ligação éster. 0 lambda-cialotrina é rapidamente excretado pela urina pela urina em forma de conjugados polares (metabólitos da clivagem éster e seus conjugados), quase na sua totalidade após 48 horas.

NAFTA LEVE
Absorção: atravessam as membranas celulares e barreiras biológicas. Atravessam a membrana alveolar para a corrente sanguínea e são transportados dentro de poucos minutos para todo o organismo, incluindo SNC. Atravessam a superfície da pele ou folículos pilosos e caem na corrente sanguínea. São pobremente absorvidos pelo trato gastrintestinal, mas alguma absorção sistêmica ocorre.
Distribuição: altamente distribuídos por sua característica lipofílica. Foram encontrados no leite de todas as lactantes.
Eliminação: principalmente através do trato respiratório.

MECANISMO DE TOXICIDADE
LAMBDA CIALOTRINA
É um inseticida piretróide sintético alfa-ciano. Atuam no sistema nervoso central e periférico, prolongando a abertura dos canais de sódio, retardando a despolarização. Atuam como estimulantes nervosos, especialmente nos nervos sensoriais, modificando as características de passagem dos canais de sódio sensíveis a voltagem, em membranas neuronais de mamíferos e invertebrados.
Sintomas e sinais clínicos

LAMBDA CIALOTRINA — EFEITOS AGUDOS
- Ingestão aguda: pode causar irritação gastrintestinal, náusea, vômito, ataxia, marcha instável, hiperexcitabilidade, ativação simpática. As crianças jovens são mais suscetíveis ao envenenamento, porque não podem hidrolisar os ésteres piretro.
- Inalação: Principal via de exposição. As manifestações clínicas da exposição por inalação podem ser locais ou sistêmicas. Reações localizadas limitadas ao trato respiratório superior incluem rinite, espirros, garganta inflamada, edema da mucosa oral, laringe e até mesmo edema de mucosa. Reações localizadas do trato respiratório inferior incluem tosse, falta de ar, chiado e dor no peito. Uma reação como asma ocorre com exposições agudas em pacientes sensibilizados. Pneumonite de hipersensibilidade caracterizada por dor torácica, tosse, dipnéia, e broncoespasmo podem ocorrer em um indivíduo cronicamente exposto.
- Contato com a pele: irritante da pele suave e pode causar formigamento e dormência em áreas expostas (parestesias). Não é um sensibilizador da pele. Subjetivas sensações de pele facial, acreditados para ser provocada por disparo repetitivo de terminações nervosas sensoriais da pele. Elas podem ser consideradas como um sinal de alerta indicando que a exposição excessiva da pele ocorreu.
- Contato com os olhos: pode causar severa irritação nos olhos. Exposição dos olhos pode resultar em leve a graves lesões da córnea.

NAFTA LEVE — EFEITOS AGUDOS
- Ingestão aguda: náuseas, vômitos, diarréia e dor abdominal. Pode causar miocardite e discretas alterações degenerativas das miofibrilas do coração. Resultam em evidências eletrocardiográficas e vetorcardiográfica de infarto do miocárdio. São sensibilizantes do miocárdio às catecolaminas. Causam hemólise intravascular e dano renal, que geralmente consiste de discretas alterações degenerativas dos túbulos renais, mas raramente pode resultar em necrose tubular aguda. São comuns os riscos de aspiração, dano pulmonar, depressão do SNC transitória ou excitação, e os efeitos secundários de hipóxia, formação de infecção, pneumatocele, e crônica do pulmão. disfunção. Complicações cardíacas são raras. Estes hidrocarbonetos são mal absorvidos a partir do trato gastrintestinal e não causam sensível toxicidade sistêmica por esta via, a menos que a aspiração ocorra.
- Contato com a pele: é um irritante das membranas mucosas e do trato respiratório. Pode resultar em queimaduras cutâneas e, ocasionalmente, efeitos sistêmicos.
- Contato com os olhos: irritação ocular de leve a moderada e lesão ocular reversível pode ocorrer após o contato com a maioria dos hidrocarbonetos.
- Sintomas: subjetivos provenientes do sistema nervoso central, como dor de cabeça, fadiga, falta de concentração, instabilidade emocional, dificuldade de memória e outras funções intelectuais e desempenho psicomotor prejudicado. Alguns efeitos são de curto ou médio prazo, outros são potencialmente persistentes. Em alguns estudos, relações dose-resposta foram observadas entre os sintomas e duração da exposição (duração e intensidade) a solventes. Vapor de nafta é um depressor do SNC, bem como um irritante das membranas mucosas e trato respiratório. A aspiração resulta em pneumonite química. (Broncoespasmo, hiperemia, edema e atelectasia são) notados. Alveolite hemorrágica difusa com infiltrado granulocítica ocorre após a aspiração e picos de cerca de 3 dias. Necrose dos tecidos dos brônquios, bronquiolar e alveolar podem ocorrer, juntamente com trombose vascular e formação de micro abscessos. Um processo proliferativo tardio com espessamento alveolar pode ocorrer em 10 dias. As complicações tardias podem incluir a pneumonia bacteriana, anormalidades residuais de pequenas vias aéreas e pneumatoceles. Complicações cardíacas são raras.

ABUSO: inalação de alguns hidrocarbonetos pode resultar em morte súbita, encefalopatia, residual comprometimento neurológico, nefrotoxicidade, hepatotoxicidade, distúrbios ácido-base e rabdomiólise. Injeção de nafta resultou em reações febris, inflamado do tecido local, necrose e trombose com amputação necessária 60% a 80% dos casos e efeitos sistêmicos, incluindo edema pulmonar, pneumonia e leve depressão do SNC.
Os casos graves resultaram em síndrome de falência de múltiplos órgãos. Dérmica.

Diagnóstico
O diagnóstico de intoxicações agudas por piretróides deve ser efetuado com base na exposição comprovada, sintomas correspondentes e exclusão racional de outras eventuais doenças. Sintomas em casos leves a moderados podem incluir: parestesia anormal, pápulas ou dermatite de contato e sintomas como dor de cabeça, náusea, falta de apetite, fadiga. Casos de intoxicações severas podem ser caracterizados pelo agravo dos sintomas anteriores, distúrbios de consciência e contração muscular nos membros. Finalmente o diagnostico so pode ser confirmado pela mensuração de piretróides ou seus metabólitos nos fluidos corpóreos.

Tratamento
Não existe antídoto ou antagonista especifico para Lambda cialotrina. O tratamento médico é sintomático. Medidas terapêuticas imediatas devem ser tomadas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a algo do produto e intensificar sua eliminação. Analise os sinais vitais e as funções, monitorando o estado cardíaco; a temperatura corpórea e o estado mental. 0 tratamento deve ser baseado nos achados clínicos.
- TRATAMENTO BÁSICO: estabelecer uma via aérea patente. Sucção,se necessário. Ventilações atenção aos sinais de insuficiência respiratória e ajudar se necessário, administrar oxigênio por máscara nonrebreather de 10 a 15 L/min. Monitor para edema pulmonar. Para a contaminação dos olhos, 'lave imediatamente com água. Irrigar cada olho de forma contínua com soro fisiológico durante o transporte. Não use eméticos.
- PARESTASIA:uso de cremes contendo Vitamina E ou óleos.
Regressão espontânea, geralmente dentro de 24 horas.
- ASPIRAÇÃO GASTRICA: o esvaziamento gástrico. poderá aumentar o risco de aspiração. Alguns médicos preferem carvão ativado sozinho, em vez de lavagem gástrica em doentes que requerem descontaminação do TGI. O carvão ativado pode causar vômito, o que aumenta o risco de aspiração. Administrar carvão vegetal como uma pasta (240 ml de água/30g de carvão). Dose habitual: 25 a 100 g em adultos e adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade.
Administrar oxigênio e ajudar na ventilação. Tratar broncoespasmo com inalado agonista Beta 2 e corticosteróides orais ou parenteral.
- ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a descontam inação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança (luvas, avental e botas impermeáveis), de forma a não se contaminar-com o agente tóxico.
Remover roupas e acessórios, e proceder à descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente em abundância e sabão neutro. Remover a vítima para local ventilado.
Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água corrente, por no mínimo 15 minutos. Inalação: adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.
Administrar diazepam, se ocorrer convulsões.
Casos raros de hipersensibilidade severa e reação anafilática (rara), o tratamento deve ser imediato: assistência respiratória, adrenalina, anti-histamínico, corticóide, fluídos endovenosos, segundo a necessidade. Medidas sintomáticás e de manutenção.

Contra-indicações
A indução do vomito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Diluição - em razão do aumento da superfície de contato.
Morfina pode comprometer pressão arterial e deprimir função cardiorrespiratória.
Efeitos sinérgicos
-Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e /ou potencializadores relacionados ao produto.
ATENÇÃO
Ligue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.Serviço prestado pela Rede Nacional de Centros de informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN /MS).
Telefone de Emergência da empresa:
Toxiclin (Emergencia Toxicológica): 0800-014-1149
Nufarm Indústria Química e Farmacêutica S/A: (85) 4011 1000
SAC Nufarm Servigo de Atendimento ao Cliente: 0800-725-4011
Mecanismo de ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Absorção:é bem absorvido após a administração oral, extensivamente metabolizado através de hidrólise da ligação éster, oxidação e conjugação e eliminado como conjugados polares na urina.
Distribuição: na maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo.
Biotransformação: metabolizado extensivamente por clivagem do éster do acido ciclopropanocarboxilico e acid° 3-fenoxibenzoico e eliminado como conjugados.
Excreção: urina e fezes. Resíduos de gorduras foram eliminados com uma meia-vida de 23 dias. A eliminação é precedida pela eficiente clivagem da ligação éster. 0 lambda cialotrina é rapidamente excretado pela urina pela urina em forma de conjugados polares (metabólitos da clivagem éster e seus conjugados), quase na sua totalidade após 48 horas.

EFEITOS AGUDOS E CRONICOS PARA ANIMAIS DE LABORATORIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 Oral para ratos: 200mg/kg de pc.
DL50 Dérmica para ratos: >2000mg/kg de pc.
CI50 Inalatória: 0,295mg/L
Irritação dérmica: irritação leve para a pele de coelhos.
Irritação ocular: opacidade da córnea e irritação da mucosa ocular reversível em 7 dias para os olhos de coelhos.
Sensibilização dérmica: não sensibilizante.

EFEITOS CRONICOS:
LAMBDA CIALOTRINA: quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se detectou efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos nas avaliações crônicas. Foram notados aumento no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de carcinogenicidade.
Deram resultados negativos em uma serie de testes in vivo e in vitro, para detectar as mutações genéticas, danos cromossômicos e outros efeitos genotóxicos. Quando administrado oralmente para ratos e coelhos durante o período de organogênese, não foi nem embriotóxico ou teratogênico em níveis de dose que provocasse toxicidade materna.,
NAFTA LEVE: em longo prazo ou exposição repetida pode resultar em reações hematológicas, hepatotóxicas, renais, neuropsiquiátricas, neurológicas e cancerígenas

1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I)
-Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRAVEL em peixes.
-Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
-Este produto é ALTAMENTE TÓXICO pare abelhas, podendo atingir outros insetos benefícios. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios, e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contarninação de solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação o as mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe às disposições constantes na legislação estadual e municipais concernentes as atividades aero agrícolas.

2.INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- 0 local deve ser exclusivo pare produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outras matérias.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível,.
- 0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual a municipal.

3. INSTRUCOES EM CASO DE ACIDENTES:
- lsole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades responsáveis e a Empresa NUFARM INDUSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S/A — Telefone de emergência: (085) 4011.1000 ou SAC Nufarm Servico de Atendimento ao Cliente: 0800-725-4011.
- Utilize equipamentos de proteção individual — EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado — recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não dever e mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;
- Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;
- Corpos d'água - Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 , OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendamos para o preparo da calda do produto.
•Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; `
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcíone o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; -
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de ate urn ano da data da compra, obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses apos o término do seu prazo de validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto corn alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM RiGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALGEM VAZIA:
No prazo de ate urn ano da data da compra, obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. 0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM FLEXÍVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve se armazenada separadamente das lavadas, em sacos plásticos transparentes (embalagens padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plásticos transparentes (embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

PARA EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatório a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É proibido ao usuário a reutilização e reciclagem desta embalagem vazia ou fracionamento e reembalagem deste produto.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS,COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO,DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAL.
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. Incluir outros métodos de controle de pragas, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas.