Bula Kennox - Arysta Lifescience

Bula Kennox

acessos
Cletodim + Haloxifope-P-Metilico
24518
Arysta Lifescience

Composição

Cletodim 240 g/L Oxima ciclohexanodiona
Equivalente ácido de Haloxifope 120 g/L Ácido ariloxifenoxipropiônico
Haloxifope-P-metílico 240 g/L Ácido ariloxifenoxipropiônico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,25 a 0,35 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 80 dias. Aplicar em pós emergência seletiva da cultura para controle da planta daninha, com estádio de desenvolvimento de 1 a 3 perfilhos
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 80 dias. Aplicar em pós emergência seletiva da cultura para controle da planta daninha, com estádio de desenvolvimento de 1 a 4 perfilhos
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 80 dias. Aplicar em pós emergência seletiva da cultura para controle da planta daninha, com estádio de desenvolvimento de 1 a 4 perfilhos
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 80 dias. Aplicar em pós emergência seletiva da cultura para controle da planta daninha, com estádio de desenvolvimento de 1 a 4 perfilhos
Milho
(Zea mays)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 80 dias. Aplicar em pós emergência seletiva da cultura para controle da planta daninha, com estádio de desenvolvimento de 15 a 30 cm
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicação em pós transplante de mudas florestais e na pós emergência das plantas daninhas, com estádio de desenvolvimento de 1 a 3 perfilhos
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,47 a 0,67 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 21 dias. Uso não alimentar. Em manejo de pós-emergência de Capim-amargoso, no pré transplante de mudas florestais, em estádio vegetativo a plantas em florescimento / pré-transplante da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicação em pós transplante de mudas florestais e na pós emergência das plantas daninhas, com estádio de desenvolvimento de 1 a 3 perfilhos
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicação em pós transplante de mudas florestais e na pós emergência das plantas daninhas, com estádio de desenvolvimento de 1 a 3 perfilhos
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicação em pós transplante de mudas florestais e na pós emergência das plantas daninhas, com estádio de desenvolvimento de 1 a 3 perfilhos
Pinus Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,47 a 0,67 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 21 dias. Uso não alimentar. Em manejo de pós-emergência de Capim-amargoso, no pré transplante de mudas florestais, em estádio vegetativo a plantas em florescimento / pré-transplante da cultura
Pinus (Floresta implantada) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicação em pós transplante de mudas florestais e na pós emergência das plantas daninhas, com estádio de desenvolvimento de 1 a 3 perfilhos
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicação em pós transplante de mudas florestais e na pós emergência das plantas daninhas, com estádio de desenvolvimento de 1 a 3 perfilhos
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicação em pós transplante de mudas florestais e na pós emergência das plantas daninhas, com estádio de desenvolvimento de 1 a 3 perfilhos
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicação em pós transplante de mudas florestais e na pós emergência das plantas daninhas, com estádio de desenvolvimento de 1 a 3 perfilhos
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 21 dias. 60 dias. Aplicar em pós emergência sequencial antes e após a semeadura da Soja: a dose de 0,475 - 0,675 (Manejo Pré- semeadura da cultura) / 0,30 (Pós-emergência da cultura)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,25 a 0,35 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós emergência seletiva da cultura para controle da planta daninha, com estádio de desenvolvimento de 1 a 3 perfilhos
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós emergência seletiva da cultura para controle da planta daninha, com estádio de desenvolvimento de 1 a 4 perfilhos
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós emergência seletiva da cultura para controle da planta daninha, com estádio de desenvolvimento de 1 a 4 perfilhos
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós emergência seletiva da cultura para controle da planta daninha, com estádio de desenvolvimento de 1 a 4 perfilhos
Milho
(Zea mays)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pós emergência seletiva da cultura para controle da planta daninha, com estádio de desenvolvimento de 15 a 30 cm

NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA:

Algodão e Soja: KENNOX deve ser aplicado na pós-emergência das culturas e das plantas daninhas, realizando uma única pulverização, respeitando os estádios e doses para cada Planta Daninha conforme descrito no ‘Quadro I’ do item ‘Recomendações De Uso’. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas daninhas em estádio mais avançado.

Soja (Manejo pré-semeadura/pós-emergência): Conforme estádio e doses presentes no ‘Quadro II’ do item ‘Recomendações de uso’, em áreas com presença de Capim-amargoso (Digitaria insularis), realizar um programa de manejo com 2 aplicações sequenciais, com intervalos de 21 dias, na pré-semeadura da soja. A segunda aplicação deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura. Complementar com 1 (uma) aplicação na pós-emergência da cultura. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar a planta daninha em estádio mais avançado.

Pinus e Eucalipto: Quando KENNOX for usado no programa de manejo (dessecação) de Capim-amargoso (Digitaria insularis), realizar 2 aplicações sequenciais (máximo número de aplicações), com intervalo de 21 dias, no pré transplante do Pinus e Eucalipto.
Quando KENNOX for utilizado após o transplante de mudas das culturas de Eucalipto e Pinus, fazer uma única aplicação para o controle, na pós-emergência, das plantas daninhas Capim-colonião (Panicum maximum), Capim-braquiária (Brachiaria decumbens), Capim-colchão (Digitaria horizontalis) e Capim-braquiarão (Brachiaria brizantha). Nesta modalidade de uso, KENNOX deve
ser aplicado em gramíneas com no máximo 1-3 perfilhos. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas daninhas em estádio mais avançado.
Para controle satisfatório é necessário observar as condições de umidade do solo, gramíneas em crescimento ativo, temperatura média entre 20 - 30°C e boa umidade do ar (acima de 60%). Em períodos de seca prolongada recomenda-se não aplicar o produto.
Adotar um volume de calda de 200 L/ha.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS IDEAIS PARA APLICAÇÃO:
Temperatura do ar (máxima): 30º C
Umidade Relativa do Ar: mínima de 60%
Velocidade do vento (máxima): 8 Km/hora

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre:
a)Pulverizador de barra tratorizado:
-Adotar a classe de gota Média a Grossa.
-Volume de calda de 200 L/ha.

b)Pulverizador costal manual:

-Adotar a classe de gota Média a Grossa.
-Volume de calda de 200 L/ha.
- Recomenda-se manter o ritmo das bombadas em cadência com os passos do aplicador visandoobter uma pulverização uniforme.

Aplicação aérea (algodão, eucalipto, pinus e soja):

-Adotar a classe de gota Média a Grossa.
-Adotar um volume de calda de 30 a 50 L/ha.
-A faixa de deposição do produto será pré-determinada pelo tipo de aeronave.
-A altura do voo deverá ser de 3 a 5 metros acima da cultura.
-Visando uma aplicação uniforme, deve-se utilizar recursos adequados para demarcar alargura exata da faixa de pulverização.

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO:

-A ponta de pulverização e os parâmetros operacionais (velocidade e espaçamento entre bicos)deverão ser escolhidos de acordo com a classe de gota recomendada acima. Evitar o excessode velocidade, excesso da altura do voo, alta pressão e elevada altura da barra de aplicação;
-Não aplicar na presença de ventos fortes ou condição sem vento, sob baixa umidade relativado ar e altas temperaturas. A critério do Eng. Agr. Responsável esses limites podem serflexibilizados, mediante uso de tecnologia adequada;
-Promover sempre boa cobertura das gramíneas e evitar aplicação sob condição de seca.
-O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamentode pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho dasgotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento,umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão deaplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
-A critério do Engenheiro Agrônomo as condições de aplicação podem ser alteradas.

MODO PREPARO DE CALDA:
-Adicionar água ao tanque de pulverização até a metade de sua capacidade;
-Adicionar KENNOX e o adjuvante Alquil ester etoxilado do ácido fosfórico;
-Completar o volume de água;
-Antes e durante a aplicação, manter constante agitação da calda de pulverização.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão .................................................................................................................80 dias
Eucalipto ................................................................................................................U.N.A.
Pinus...................................................................................................................... U.N.A.
Soja.......................................................................................................................60 dias
U.N.A – Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Manter afastados das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por 24 horas após a aplicação do produto.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não fazer aplicações onde culturas de gramíneas possam ser atingidas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA
O uso contínuo de herbicidas, com o mesmo mecanismo de ação, pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes a eles resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.