Bula Kyron 40 SC

acessos
Nicosulfuron
10013
CropChem

Composição

Nicosulfuron 40 g/L Sulfoniluréias

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 45 dias. Pós-emergência

Galão - Plástico - 1; 5; 10 e 20L
Galão - Metálico - 5; 10 e 20L
Garrafa - Plástico - 0,5 e 1L
Botijão - Plástico - 5 e 10L
Bombona - Plástico - 5; 20; 50 e 200L
Frasco - Plástico - 0,25; 0,5; 1 e 5L
Balde - Plástico - 10; 20 e 50L
Balde - Metal - 10; 20 e 50L
Tanque - Plástico - 100; 200 e 1000L
Tanque - Metal - 100; 200 e 1000L

MODO DE APLICAÇÃO:
Com pulverizador tratorizado ou costal manual, aplicando-se em área total. Bicos de jato em leque (jato plano) tipo 80.03; 110.02 ou 110.03
Volume de calda: 200 a 400 L/ha.
Pressão de serviço: 30 a 60 libras por polegada quadrada (psi) Tamanho de gotas: 200 a 400 micrômetros.
Densidade de gotas: 20 gotas/cm2.
Não aplicar o produto na presença de ventos fortes (acima de 10 km/h).
INTERVALO DE SEGURANÇA: Milho: 45 dias.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana — ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
• O produto não deverá ser aplicado quando a planta estiver passando por estado de estresse hídrico.
• Respeitar um período de sete dias entre a aplicação de KYRON 40 SC e a aplicação de produtos organofosforados.
• A ocorrência de chuvas até uma hora após a aplicação do produto poderá
diminuir sua eficiência. Não aplicar em culturas de sorgo, nem em locais onde possa haver deriva para este cultivo.
• Fitotoxicidade: KYRON 40 SC é seletivo para a maioria das cultivares de milho, mas existem alguns híbridos/variedades que não devem ser tratados com o produto; por isso, antes de aplicar, verificar junto as empresas produtoras de sementes a existência de cultivares sensíveis ao nicossulfurom.
• Para os híbridos/variedades que são recomendados, em alguns casos poderão
ser observados sintomas iniciais de fitotoxicidade, que desaparecem naturalmente sem interferir na produtividade.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para o uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI: hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e !uvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICACÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de. proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corrétamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI:
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR NICOSSULFUROM (Nicosulfuron) —
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico: Sulfoniluréia
Vias de exposição: Ocular, dérmica, oral e inalatória.
Toxicocinética: Nicossulfuron é pouco absorvido através do trato gastrintestinal de animais e do homem. A biotransformação desses compostos é mínima e ocorre por processo de hidroxilação no anel aromático, desalquilação e conjugação. A maior parte da substância é excretada inalterada na urina e nas fezes. Não há bioacumulação
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. Nas plantas age como herbicida por inibição da enzima acetolactato sintetase (ALS), o que leva ao bloqueio da produção de aminoácidos, valina e isoleucina, essenciais para produção de proteínas e de outros componentes na planta. A enzima ALS não é encontrada em animais ou no homem.
Sintomas e sinais clínicos: toxicidade sistêmica é improvável a menos que
grandes quantidades tenham sido ingeridas
Diagnostico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
• Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxica ão a uda, trate o aciente imediatamente.
Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação,
proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição Oral:
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário. . Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto
(até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e
decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos
e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode
diminuir a absorção bistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h)
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a
100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12)a e 1 g/kg em < 1 a;
• Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
• Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Contra indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e
de pneumonite química:
Efeitos sinérgicos: Nicossulfuron incrementa a toxicidade do Diazinon, um inseticida
organofosforado, mas o mecanismo não parece ser associado à
atividade acetilcolinesterase.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso
e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Mecanismo de A ao Absorção e Excreção sara Animais de Laboratório:
Estudos com animais de laboratório evidenciaram que o Nicossulfurom e rapidamente absorvido (taxa de absorção 38 a 42%) e eliminado pelo organismo, principalmente pelas fezes (> 62%), quando absorvido pelo trato gastrointestinal. Outras vias de excreção são a urina (> 14%) e bile (> 14%). Após absorção o produto é encontrado principalmente no sangue. Não há efeito acumulativo no organismo. Insignificantes quantidades do produto foram encontradas no ar expelido, trato intestinal, órgãos/tecidos e na carcaça dos animais analisados. A taxa de recuperação do produto e seus metabólitos variaram de 94,2 a 99,9%, sendo o Nicossulfurom o principal produto excretado. Os mecanismos de toxicidade não
são conhecidos em animais.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos (PF):
DL50 oral: > 2000 mg/Kg P.C.
DL50 dérmica: > 4000 mg/kg P.C.
CL50 inalatória (4 horas): > 3,799 mg/L
Irritação dérmica: o produto mostrou-se levemente irritante para a pele de coelhos. Irritação ocular: o produto mostrou-se pouco irritante para os olhos de coelhos.
Sensibilização cutânea: o produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias quando
utilizado na concentração original.
Efeitos crônicos (PT): a administração oral crônica do Nicossulfurom em animais causou distúrbios do metabolismo protéico, enfisema moderado, perda de peso e incremento no peso do fígado e rins (machos). Não há evidências de efeitos carcinogênicos, mutagênicos, ou endócrinos em modelos animais. Também não há indicações de efeitos neurotóxicos ou imonotóxicos. Em coelhos, em doses tóxicas maternas (abortos, sinais clínicos, diminuição no ganho de peso) foi observado diminuição do peso fetal e incremento nas perdas pós implantação. Em ratos, a doses tóxicas maternas (diminuição no ganho de peso) ta ocorreram efeitos nos filhotes da segunda geração (diminuição no tamanho ao nascer).

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
[ ] - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
[ ] - Muito Perigoso ao Meio Ambiente(CLASSE II).
[X] - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
- Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
--Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-.0 local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
-.A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-.0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-.Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-.Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-.Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-.Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
-.Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
-.Isole e sinalize a área contaminada.
-.Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CropChem Ltda. — telefone de Emergência: (51) 3342-1300
--Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:.
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse m
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 'Á do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, nnantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
m usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicarneptos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
m armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do. seu prazo de validade.
m usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA — NÃO CONTAMINADA ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.