Bula Labrador

acessos
Picloran
4411
Helm

Composição

Picloran 64 g/L Ácido piridinocarboxílico
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D) 240 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico
Gramíneas forrageiras Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arranha gato
(Acacia plumosa)
4 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem combatidas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem combatidas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem combatidas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem combatidas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem combatidas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Leiteiro
(Peschiera fuchsiaefolia)
4 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem combatidas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Lobeira
(Solanum lycocarpum)
4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem combatidas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Lobeira
(Solanum lycocarpum)
6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem combatidas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Lobeira
(Solanum lycocarpum)
3 a 4 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem combatidas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem combatidas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo

INSTRUÇÕES DE USO:
LABRADOR é um herbicida seletivo, sistêmico, de pós-emergência, recomendado para o controle de plantas infestantes dicotiledôneas em pastagens de gramíneas forrageiras, áreas industriais, estradas de ferro e linhas de alta tensão.

PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS E DOSES RECOMENDADAS:
Vide Indicações de Uso/Doses.

NÚMERO DE APLICAÇÕES:
Deve-se fazer uma única aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Para pulverização foliar de qualquer tipo (Pastagens, áreas industriais, estradas de ferro e linhas de alta tensão): Época quente, com boa pluviosidade, quando as plantas daninhas a serem combatidas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro a março. No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas.

Reforma de pastagem: Aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas e após a pastagem estar totalmente germinada e seu perfilhamento ter iniciado. Nessa fase as plantas daninhas encontram-se menos resistentes. Isso corre normalmente entre os 35 e 45 dias após o plantio do capim.

Manutenção (Limpeza) de Pastagem: Aplicar o produto quando as plantas daninhas estiverem crescendo ativamente, bem enfolhadas e antes do florescimento. Se as plantas estiverem adultas, de grande porte ou florescidas, roçá-las e aplicar o produto quando estiverem novamente bem enfolhadas. Utilize a dose maior para as plantas daninhas mais desenvolvidas (plantas adultas ou espécies lenhosas), quando houver intervalo de doses recomendado.
Caso a aplicação do produto tenha sido prejudicada por fatores externos e seja necessário repetir o tratamento (repasse), aguardar a rebrota formar uma superfície foliar adequada para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o seu sistema radicular.

MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
LABRADOR deve ser diluído em água limpa e aplicado em volume suficiente para uma distribuição uniforme por pulverização foliar em área total ou dirigida sobre as reboleiras.
Para melhor molhabilidade e cobertura das plantas daninhas, adicione um espalhante adesivo não-iônico ou óleo emulsionável, nas doses registradas.

APLICAÇÃO TRATORIZADA:
Para aplicação foliar tratorizada em área total utilizar pulverizadores de barra dotados de pontas em leque (80.05, 80.06, 80.08 ou similares) adotando-se uma pressão entre 20 e 45 lb/pol2, e um volume de calda de 400 a 700 L/ha ou pulverizadores de turbina de fluxo de ar (Jatão), regulando a faixa de aplicação e vazão do equipamento para volumes de pulverização de 100 a 160 L/ha, aplicando a calda sobre a folhagem das plantas daninhas de maneira uniforme em toda a área.
Para outros equipamentos, assegurar uma boa cobertura de pulverização nas plantas. A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico Responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.
Produto corrosivo ao ferro, cobre, latão e alumínio. Lave adequadamente os equipamentos de aplicação após sua utilização.

APLICAÇÃO AÉREA:
1)Bicos: utilizar bicos de jato cônico vazio ou cheio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta, e difusor (core) 46 ou 56, com uma densidade mínima de gotas depositadas de 50 a 60 gotas/cm² e um DMV (VMD) entre 240 a 420 µ (micrômetros). Não utilizar bicos rotativos do tipo MICRONAIR ou similares.
2)Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões do tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar entre 38 a 40 bicos, fechando sempre os bicos situados próximos as pontas das asas e três intermediários junto ao corpo (fuselagem) do avião, nas extremidades internas das asas. Manter em funcionamento os oito bicos originais existentes sob a "barriga" (fuselagem) do avião e deverão ser posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
NOTA: O fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a largura da faixa de deposição recomendada para a aeronave em uso, ao contrário reduz o arraste das gotas pelos vórtices de ponta das asas (que pode causar uma perda de cerca de 30% da pulverização) e danos ao ambiente e áreas vizinhas.

3)Altura de vôo: Sendo o vôo da aeronave definido e efetuado em função da altura das árvores, é recomendável para a segurança do vôo, melhor uniformidade e geração das gotas e distribuição das gotas sobre o alvo desejado que a aeronave mantenha um nível de vôo entre 8 a 10 metros acima do topo das plantas mais altas, qualquer que seja o tipo ou modelo de aeronaves utilizadas. A altura de vôo recomendada deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independe das variações climáticas locais que ocorram. O controle da deriva deverá ser efetuado sempre pela alteração do ângulo dos bicos de pulverização e do diâmetro das gotas e nunca pela variação da altura de vôo.

4)Volume de aplicação: Utilizar sempre vazões de 30 a 50 litros/ha.
5)Faixa de deposição: Para aviões do tipo IPANEMA ou similares utilizar a faixa de deposição máxima de 15 metros. Para aviões de porte maior, a faixa de deposição será sempre limitada às características técnicas operacionais comprovadas do modelo/tipo do avião, e pela densidade e diâmetro de gotas requeridas e recomendadas sobre o alvo desejado.
NOTA: Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical mito rápida das gotas, redução ou perdas de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente. Considerar sempre a umidade relativa do ar como um dos fatores mais importantes e de maior atenção e monitoramento durante todo o processo de aplicação dos produtos, pois determinará a maior ou menor velocidade de evaporação e perda das gotas, com uma maior ou menor deriva ou arraste pelos ventos.

Condições climáticas durante as aplicações: para uma maior eficiência do produto, recomenda-se adotar os seguintes parâmetros para a aplicação (medidos através de um termohigrômetro): Temperatura máxima de 32ºC, umidade relativa do ar maior que 60% e velocidade do vento entre 2 e 10 km/h (0,5 a 2,8 m/s), normalmente encontradas no período de 6:00 às 10:00 horas da manhã após as 4:00 horas da tarde.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Pastagens: Intervalo de segurança não determinado.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA:
Nas condições de aplicação recomendada, não há restrições de reentrada de pessoas nas áreas tratadas, desde que devidamente protegidas. Recomenda-se aguardar a secagem do produto.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade: Utilizado conforme as instruções de uso e nas doses recomendadas, LABRADOR não causa danos às pastagens de gramíneas forrageiras estabelecidas.

OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS:
- LABRADOR deverá ser aplicado somente quando não houver risco de atingir espécies úteis a ele sensíveis, tais como dicotiledôneas em geral.
- Caso LABRADOR seja utilizado para o controle de plantas daninhas em área total, o plantio de espécies susceptíveis ao produto só deverá ser feito de 2 a 3 anos após a última aplicação do produto.
- No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere antes do pasto ser aberto ao gado, vedando-se o acesso do animal pelo tempo necessário à recuperação do pasto, a partir do início da aplicação do produto. Essa medida evita que os animais fiquem expostos a plantas tóxicas que eventualmente estejam nas pastagens e que se tornam mais atrativas após a aplicação do produto.
- Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas susceptíveis, o equipamento que foi utilizado com LABRADOR.
- Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima d s botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada/ utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos/ avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR PICLORAM E 2,4-D

INFORMAÇÕES MÉDICAS

GRUPOS QUÍMICOS:
Ácido piridinocarboxílico e Ácido ariloxialcanóico.

CLASSE TOXICOLÓGICA:
I - EXTREMAMENTE TÓXICO

VIAS DE EXPOSIÇÃO:
Oral inalatória ocular e dérmica.

TOXICOCINÉTICA:
Picloram: Picloram foi rapidamente absorvido do trato gastrintestinal (meia-vida de 0,5 horas) e rapidamente excretado não modificado pela urina; mais que 76% do produto aplicado oralmente foram excretados na urina durante as primeiras 6 horas e mais que 87% foi excretado na urina em 72 horas. Por comparação, Picloram foi levemente absorvido através da pele (meia-vida de 12 horas) e, baseando-se na quantidade de Picloram excretado na urina, somente uma pequena fração (0,18%) do Picloram aplicado à pele foi absorvida. Em resumo, estes dados demonstram que Picloram é rapidamente excretado tendo um baixo potencial para acumular no homem durante exposições repetidas ou prolongadas
2,4-D: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do 2,4-D administrado) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0 %) após 48 horas.

MECANISMOS DE TOXICIDADE:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
O produto apresentou-se levemente irritante a pele, extremamente irritante aos olhos e sensibilizante. Efeito adverso não é esperado pela exposição inalatória. A exposição" ocular pode causar irritação severa com injúria da córnea. A ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos mínimos no trato gastrintestinal e no fígado.

Picloram
Exposição Aguda
Dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados. Pode ocorrer náusea após exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor torna a toxicidade por via inalatória improvável. O picloram não é descrito como sendo um sensibilizante. O seu pó pode ser irritante aos olhos, pele, nariz, garganta e trato respiratório. É improvável que ocorra dano à córnea.
Respiratório
O pó do picloram é irritante para o trato respiratório.
Neurológico
Embora não tenham sido relatados ataques epilépticos em humanos, eles ocorreram em animais expostos a doses fatais.
Gastrintestinal
Pode ocorrer náusea após ingestão de grande quantidade de pic\oram. O picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal.
Hematológico
Os níveis de leucócitos podem diminuir.
Dermatológico
O picloram é moderadamente irritante para a pele.
O picloram é absorvido lentamente através da pele.

2,4-D
Exposição Aguda
Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto.
Ingestão
Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito, taquicardia, bradicardia" anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficiência respiratória, edema i: pulmonar e rabdomiólise. .. Patofisiologia
Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso central.
Cardiovascular
Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão.
Respiratório
Ingestão de grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar.
Neurológico

A) Exposição a baixas doses: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.

B) Exposição a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, contrações musculares, espasmos, fraqueza profunda, polineurite de consciência.

C) Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas.
Gastrintestinal
Foram relatados náusea! vômito, diarréia e necrose da mucosa gastrintestinal.
Hepático
Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase, ASAT e ALAT.
Genitourinário
Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida à rabdomiólise também é possível.
Hidro-eletrolítico
A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.
Hematológico
A trombocitopenia é o efeito hematológico primário. A leucopenia também já foi relatada.
Dermatológico
O contato direto pode causar irritação na pele.
Musculoesquelético
Podem ocorrer espasmos musculares, rigidez muscular, elevação da creatina quinase e rabdomiólise.
Endócrino
Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-D. Estudos com animais mostraram decréscimo nos níveis de T3 e T4, mas esse efeito não foi relatado
em humanos .

DIAGNÓSTICO:
Não existe método diagnóstico para exposição.

TRATAMENTO:
Sintomático, a critério médico, em resposta às reações do paciente.

CONTRA-INDICAÇÕES:
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.

EFEITOS SINÉRGICOS:
Nenhum efeito sinérgico é conhecido.

ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica.
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação SINAN/MS
Telefone de Emergência da empresa: 08007010450 (24 horas) HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA: (11) 5185.4099

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que Picloram e 2,4-D são excretados principalmente através da urina (69 a 86% do administrado de Picloram e 84 a 94% do administrado de 2,4-D) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (5 a 25% para Picloram e 2 a 11% para 2,4-D). Não foram encontrados níveis de Picloram nos tecidos e carcaça após 72 horas. Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrada foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral: >300mg/Kg, DL50 dérmica: >2000mg/Kg, CL50 inalatório: > 7,04mg/L, Irritação ocular: opacidade irreversível na córnea e irritação persistente por mais de 7 dias na conjuntiva, não irritante dérmico, não sensibilizante e não genotóxico.

EFEITOS CRÔNICOS:
Picloram: Um estudo crônico realizado em ratos durante 2 anos apresentou NOEL de 20 mg/kg/dia. O principal efeito relacionado ao tratamento foi o aumento dos pesos absoluto e relativo do fígado e propriedades tintoriais dos hepatócitos centrolobulares. Não houve mortalidade ou incidência de tumores durante o estudo (EPA RED, 1995). Em estudos reprodutivos em ratos e em camundongos o picloram não apresentou efeitos na gestação e na fertilidade dos animais. Em estudos em animais o picloram também não apresentou efeitos teratogênicos (EXTOXNET, 1996). Estudos de 12 meses em cães, os efeitos observados foram aumento no tamanho e peso do fígado, O NOEL foi de 35 mg/kg/dia. Em um estudo em ratos de 2 gerações, os efeitos observados foram toxicidade renal nos machos e fêmeas F0 e F1 da maior dose administrada; nenhum efeito foi observado sobre a fertilidade ou desenvolvimento neonatal. O NOEL foi de 200 mg/kg/dia e o NOEL para fertilidade e desenvolvimento neonatal foi de 1000 mg/kg/dia.
2,4-D: Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia. Em doses de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo, tiveram aumento de peso. Os resultados de alguns estudos epidemiológicos sugeriram uma associação entre a exposição aos fenoxi herbicidas, aumento na incidência de tumores malignos e aumento da mortalidade, porém esta associação ainda não está confirmada (WHO, 1984).

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Estudos de metabolismo e excreção realizados com em animais de laboratório, após a ingestão oral do produto, demonstraram que o mesmo é rapidamente absorvido e eliminado principalmente pela urina, com 90% sendo
eliminado em 24 horas.

Este produto é Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamentos com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA - telefone de emergência: (11) 5185-4099.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, dreno e corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LA VAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1,14 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferi da para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamentos independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas ¬modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adqu'~~o o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O••MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

Adote práticas de manejo cultural de plantas daninhas, tais como: utilize manejo animal adequado (mantenha o gado fora da pastagem, por 48 horas, quando ele for procedente de uma área altamente infestada de invasoras sementeando e descanse a pastagem após o pastejo); evite a degradação da pastagem, mantendo a fertilidade do solo por meio da adubação; na formação de pastagens, utilize a quantidade recomendada de sementes de forrageiras de boa qualidade, sem a presença de sementes de invasoras.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, favorece o aparecimento de biótipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, que podem se propagar e dominar a área, passando a não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que venham a sementear, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas. Não havendo herbicidas alternativos registrados para a cultura, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de produtos com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.