Envelope - Ihara - Zeus 24/04- Peça Esq

Limpa CI

Geral
Nome Técnico:
Atrazina
Registro MAPA:
2820
Empresa Registrante:
Agriconnection
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Atrazina 900 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Herbicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Granulado Dispersível (WG)
Modo de Ação:
Seletivo, Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Sólido 1 KG
Lavável Bombona Plástico Rígida Sólido 5 KG
Lavável Bombona Plástico Rígida Sólido 10 KG
Lavável Bombona Plástico Rígida Sólido 20 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 5 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 10 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 20 KG

INSTRUÇÕES DE USO

LIMPA é um herbicida seletivo, de ação sistêmica e residual para aplicação em:
• Pré-emergência da cultura e das ervas daninha, para: cana-de-açúcar, milho.
• Pós-emergência da cultura e das ervas daninha, para: cana-de-açúcar, milho e sorgo, observando as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendado.

Nas altas infestações, ou em solos com alto teor de matéria orgânica aplicar sempre as maiores doses indicadas.

Nota 1: Na presença de gramíneas Brachiaria plantaginea, Digitaria horizontalis, Eleusine indica, Triticum aestivum e Avena strigosa é indispensável a adição 1,0 L/ha de óleo vegetal. Para as demais espécies a adição de óleo vegetal, pode proporcionar a obtenção de melhores resultados na eficiência.


NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO

O produto LIMPA deverá ser aplicado nas seguintes condições
No sistema de plantio convencional, por ocasião, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação.

As doses indicadas de 2,0 a 3,0 kg/ha estão em função do tipo de solo, se arenoso, areno-argiloso ou argiloso; teor de matéria orgânica, da densidade das plantas daninhas, se baixa, em torno de 15 plantas/m², média e torno de 50 plantas/m² ou alta, superiores a 50 plantas/m², fatores esses que contribuem para o maior ou menor efeito residual do produto.

Pré-emergência e pós-emergência:
Para obtenção dos melhores resultados há mais fatores a serem considerados, tais como: os tipos de espécie, onde algumas são extremamente sensíveis e outras são mais tolerantes, da profundidade de germinação, onde algumas germinam em camadas superficiais e outras em camadas mais profundas, das épocas mais apropriadas para a germinação de cada espécie, das condições climáticas e da densidade populacional das espécies. As aplicações deverão
ser nos períodos em que a temperatura do ar esteja entre 18 a 30°C, umidade relativa do ar superior a 60% e a velocidade dos ventos em no máximo 6,0 km/h.


MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Aplicação Terrestre: O produto deve ser através de pulverizador tratorizado de barras equipados com pontas do tipo jato em leque plano das séries 110.2 a 110.4 e volumes de 100 a 400 L/ha, ou pulverizador costal manual, conforme tabela na bula.

Aplicação Aérea: O produto pode ser aplicado via aérea através de aeronaves, conforme tabela na bula.
Nota 2: Na aplicação aérea pré e pós-emergência, para o uso da aeronave Ipanema: Velocidade do vento: máximo de 10 km/h; umidade relativa do ar: mínimo de 55%; temperatura ambiente: até 25°C.


PREPARO DA CALDA

O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 3/4 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto previamente misturado com água em um balde, completando por fim o volume com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado à calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Nota 3: antes da aplicação do produto, o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO

• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não fitotóxico quando aplicado nas culturas, doses e modo de aplicação recomendados.
• Uso exclusivo para a cultura do milho e cana-de-açúcar em pré e pós-emergência das culturas e das plantas infestantes e somente em pós-emergência para a cultura do sorgo.
• Não aplicar em pós-emergência se as plantas infestantes estiverem em condições de estresse por longo período de estiagem ou outros fatores.
• Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 60%.
• Não aplicar com ventos superiores a 6,0 km/h para não promover deriva para regiões vizinhas.
• Verificar no momento da aplicação em pré ou pós-emergência, a velocidade dos ventos e a presença de cultivos sensíveis que não sejam o milho ou sorgo.
• Não aplicar em solos mal preparados com torrões, ou em solo seco.
• Não é recomendado para altas infestações de gramíneas como capim-colchão, capim-carrapicho, tanto na pré como na pós-emergência.
• No sistema de plantio direto não aplicar em áreas mal dessecadas (manejo inadequado). Aplicar somente após o plantio em pré ou pós-emergência em área total.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde). (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico). (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou provada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C1 HERBICIDA

O produto herbicida LIMPA é composto por atrazina, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores do fotossistema II, pertencente ao Grupo C1 segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

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