Bula Login

acessos
Diflubenzuron
911
UPL

Composição

Diflubenzuron 250 g/kg Benzoiluréia

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Fisiológico inibidor da síntese de quitina
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
60 g.p.c./ha 150 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) No máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Em regiões onde o curuquerê ataca na fase inicial da cultura, efetuar duas aplicações sequenciais de 30 g também com intervalo de 10 dias. 28 dias. Início da infestação da praga, antes que o nível de desfolha ou a contagem de lagartas atinja os níveis preconizados nas tabelas tradicionais
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
100 a 150 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicando, se necessário, 15 dias após a primeira aplicação, sempre com lagartas no 1º ou 2º ínstar, de acordo com o manejo integrado de pragas. 21 dias. Início da infestação da praga
Lagarta do pescoço vermelho
(Stegasta bosquella)
150 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicando, se necessário, 15 dias após a primeira aplicação, sempre com lagartas no 1º ou 2º ínstar, de acordo com o manejo integrado de pragas. 21 dias. Início da infestação da praga
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
80 a 90 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura. 70 dias. Primeiros sinais de raspagem das folhas do arroz com as lagartas pequenas até o 2º ínstar
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
500 g.p.c./ha 2000 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) No máximo uma aplicação por ano. 30 dias. Início da infestação antes que a larva penetre no fruto
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 g.p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Repetir se necessário após 15 dias. No máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 60 dias. Selecionar 5 a 10 pontos de amostragem, considerando-se 100 plantas por cada ponto, contando-se o número de folhas raspadas. Quando ocorrer o início de sintomas de ataque, efetuar a aplicação com jato dirigido para o cartucho da planta. O tratamento deve ser sempre efetuado antes que as lagartas penetrem no cartucho
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Falsa-medideira
(Crysodeixis includens)
140 a 200 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicações de 30g/ha no início do ataque da praga, com lagartas no 1º e 2º ínstar, repetindo a aplicação 15 dias após a primeira. Caso a cultura encontre-se em estágios com alto grau de enfolhamento, utilizar 60 g/ha, reaplicando 15 a 20 dias após a primeira (caso necessário), sempre com lagartas no 1º e 2º instar, de acordo com o preconizado no manejo integrado de pragas. Aplicar em dose única quando constatado grande presença de lagartas pequenas até 3º ínstar na palhada. 21 dias. Início do ataque da praga
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
30 a 60 g.p.c./ha 150 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicações de 30g/ha no início do ataque da praga, com lagartas no 1º e 2º ínstar, repetindo a aplicação 15 dias após a primeira. Caso a cultura encontre-se em estágios com alto grau de enfolhamento, utilizar 60 g/ha, reaplicando 15 a 20 dias após a primeira (caso necessário), sempre com lagartas no 1º e 2º instar, de acordo com o preconizado no manejo integrado de pragas. 21 dias. Início do ataque da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
500 g.p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 7 a 14 dias, evitando reinfestação. 4 dias. Entre o começo do vôo dos adultos e a oviposição
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 g.p.c./ha 150 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) No máximo 1 aplicação durante o ciclo da cultura. 30 dias. Início da maturação fisiológica (grão leitoso) quando do início da infestação da praga

Saco Plástico (COEX)
capacidade: 0,25;0,3; 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 5,0; 10; 25; 50 Kg

Saco Plástico/Metalizado ( contendo ou não saco interno hidrossolúvel)
capacidade: 0,03; 0,05; 0,1; 0,25; 0,5 Kg

Saco Hidrossolúvel :
capacidade: 0,03; 0,05; 0,1; 0,25; 0,5 Kg

Cartucho Papelão/ Metálico
capacidade: 0,25; 0,5; 1,0; 2,0; 3,0 ; 5,0 Kg

INSTRUÇÕES DE USO:

Login é um inseticida fisiológico, cujo ingrediente ativo, DIFLUBENZUROM, atua interferindo na deposição de quitina dos principais componentes da cutícula dos insetos. Após a ingestão de Login, as larvas têm dificuldades na ecdise. A cutícula mal formada do novo ínstar não suporta a pressão interna durante a ecdise e/ou não consegue dar suficiente suporte aos músculos envolvidos. Isso resulta numa incapacidade em liberar a exúvia e finalmente conduz à morte das larvas. Login atua principalmente por ação de ingestão.
O composto não tem efeito sistêmico nas plantas e não penetra nos tecidos vegetais. Consequentemente, insetos sugadores não são afetados: essas características formam a base de uma seletividade adicional entre os insetos.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Login não tem ação de choque, e a morte das pragas ocorre poucos dias após um tratamento. Por isso não se deve esperar que a infestação atinja o nível de controle. Recomendamos o início dos tratamentos para as seguintes culturas:

ALGODÃO: Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Iniciar os tratamentos no início da infestação da praga, antes que o nível de desfolha ou a contagem de lagartas atinja os níveis preconizados nas tabelas tradicionais. Em regiões onde o curuquerê ataca na fase inicial da cultura, efetuar duas aplicações sequenciais de 30g também com intervalo de 10 dias.

CITROS: Realizar no máximo 1 aplicação por ano. Efetuar o tratamento no início da infestação antes que a larva penetre no fruto.

MILHO: Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Efetuar amostragens selecionando 5 a 10 pontos de amostragem, considerando-se 100 plantas por cada ponto, contando-se o número de folhas raspadas. Quando ocorrer o início de sintomas de ataque, efetuar a aplicação com jato dirigido para o cartucho da planta. O tratamento deve ser sempre efetuado antes que as lagartas penetrem no cartucho. Repetir se necessário após 15 dias.

SOJA: Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as aplicações de 30 g/ha de Login no início do ataque da praga, com lagartas de 1° e 2° ínstar (fase jovem), repetindo a aplicação 15 dias após a primeira. Caso a cultura encontre-se em estágio de alto grau de enfolhamento, utilizar 60 g/ha, reaplicando 15 a 20 dias após a primeira (caso necessário), sempre com lagartas de 1° e 2° ínstar, de acordo com o preconizado no manejo integrado de pragas.

TOMATE: Realizar no máximo duas aplicações. Efetuar o tratamento entre o começo do vôo dos adultos e a oviposição; repetir com intervalos de 7 a 14 dias, evitando reinfestação.

TRIGO: Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Efetuar o tratamento no início da maturação fisiológica (grão leitoso) quando do início da infestação da praga.

Adição de adjuvante:
A adição de adjuvante oleoso na dose de 0,5 L/ha nas aplicações aéreas tendem a melhorar a eficácia do produto. Nos demais adjuvantes, consultar a recomendação do fabricante.

MODO DE APLICAÇÃO/EQUIPAMENTOS:

Login deve ser preparado em mistura com água, e aplicado em pulverização, usando o volume de calda suficiente para dar cobertura uniforme.

Puverização via terrestre:

Costal: utilizar bicos conicos das series D, X ou equivalente com pressao de 40 a 60 lb./pol² (p.s.i.).
No caso especifico do tomate aplicar de 400 a 1000 litros de calda por hectare, de acordo com o estagio da cultura.

Tratorizado: quando aplicar corn barra, usar bico conico das series D, X ou equivalente, com pressao de 40 a 60 Ib./pol² (p.s.i.) nos bicos.
No caso especifico de citros, poderá ser usado equipamento do tipo pistola ou turbo atomizador.

Pulverizacao via aérea:

Nas culturas de algodão, milho e soja o avião deverá ser equipado com micronair AU 5000. Largura da faixa: a ser definida por teste, dependendo da altura do vôo.
Volume da calda: 15 a 20 litros por hectare.
Calcular a dose do produto de forma a manter a dose indicada por hectare.
Login não deve ser aplicado com Umidade Relativa (UR) abaixo de 70%.
Login não deve ser aplicado com equipamento de ultra-baixo-volume (UBV).

INTERVALO DE SEGURANÇA:

CULTURA DIAS
Algodão 28
Citros 30
Milho 60
Soja 21
Tomate 04
Trigo 30

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:
24 horas apps a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

LIMITAÇÕES DE USO:
Login não apresenta restrições de uso desde que seja utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula do produto.
Login nao deve ser apticado com Umidade Relativa (UR) abaixo de 60%.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola
Não coma, não beba e não fume durante o manuséio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro quimico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macaçcão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nirtila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula elou receifuário agronõmico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque võmito. Caso o võmito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermável, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR DIFLUBENZUROM (Diflubenzuron)
INFORMAÇÕES MÉDICAS.

Grupo químico:
Benzoiluréia

Classe toxicológica: I- EXTREMAMENTE TOXICO.

Vias de exposição:
Oral, dérmica, ocular e inalatória.

Toxicocinética:
Não ha informacões disponiveis em humanos.
Os estudos em animais corn Diflubenzuron mostrararn que:
• Absorção: pode ser absorvido atraves do trato digestivo e, em um grau menor, através da pele.
• Distribuição: parece ser amplamente distribuido nos tecidos, sem acumular.
• Metabolismo: as principais rotas de metabolismo em animais são via hidroxilação e hidrolise. Altas doses orais nao foram completamente absorvidas, mas o que foi absorvido pareceu ser rapida e completamente metabolizado. A meia vida de Diflubenzuron em ratos e ovelhas e de 12 horas, e de 18-20 horas em bovinos.
• Excreção: é realizada pelas fezes e urina. A maior rota de eliminação são as fezes, variando de 70-85% em gatos, porcos e bovinos. Em ratos e camundongos, a excreção urinaria diminuiu proporcionalmente ao aumento da dose. Uma parte e eliminada inalterada e outra em forma de metabolitos. Menos de 1% e eliminado pela expiragao. Foram encontrados tragos de residuos em ovos de galinha e no leite bovino.

Mecanismos de toxicidade:
Nos insetos atua inibindo a sintese de quitina, que o ser humano não possui. Os mecanismos de toxicidade em humanos não são completamente conhecidos. Ação oxidativa nos eritrócitos foi evidente pela presença de metahemoglobina, sulfahemoglobina e corpos de Heinz, resultantes da oxidação da hemoglobina. A ação é reversivel.

Sintomas e sinais clínicos:
Exposição aguda:
Os dados em humanos são muito limitados. Os dados provém de estudos com animais.
Hematológico: o efeito mais caracteristico e documentado da intoxicação por Diflubenzuron em mamiferos é a produção de metahemoglobinemia e sulfihemoglobinemia.
Ocular: estudos realizados demonstraram que o diflubenzurom foi irritante para os olhos de coelhos.
Respiratorio: dificuldades respiratorias foram observadas em experimentos com ratos Wistar. Alguns animais apresentaram dificuldades de locomoção 2 horas após a administração da substância. Em testes inalatórios não foram constatadas lesões macroscopicas nos pulmões, fígado, rins.
Gastrintestinal: podem ocorrer náuseas e vômitos após a ingestão.
Exposicao cronica:
Benzoiluréias podem causar alterações eritrocitárias, produção de metahemoglobina, alteração do metabolismo protéico, moderado enfisema e perda de peso. Diflubenzuron não parece ter efeito carcinogênico, neurotóxico, endócrino, na reprodução ou sobre o desenvolvimento.

Diagnóstico:
0 diagnostico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clinico compatível.
• Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
• Dosagem de metahemoglobina deve ser feito em todos os pacientes com cianose.

Tratamento:
Antidoto: não há antidoto específico.
Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte de exposição ao produto, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas. O tratamento é o de substâncias tóxicas em geral.

Exposição Oral:
Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto:
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo apos a ingestão. Em geral não atua com metais ou ácidos.
1. Dose: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a
12 anos) e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano. E mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico;
2. O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram acidos ou bases fortes. O beneficio do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que ingerirarn substancias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância especifica.
1. Considere após ingestão de uma quantidade de agrotóxico potencialmente perigosa a vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nivel de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nivel diminuido de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
• Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
• Metahemoglobinemia: Administre 1 a 2 mg/Kg de uma solução de Azul de Metileno a 1% lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser necessárias.
• Fluidos intravenosos e monitorização de eletrolitos.
• Irritação: Observe os pacientes que ingeriram a substância quanto a possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimadura esofágica, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano.

Exposição Inalatoria
Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com beta-2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.

Esposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de áqua ou salina a 0,9% a temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchago, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico.

Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta corn água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico se a irritação ou dor persistir.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimagao manual (Ambú) para realizar o procedimento.
• Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto durante o processo.

Contra-indicação:
A indução do vomito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Efeitos sinérgicos:
Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializa das sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informa ões e Assistência Toxicoló ica RENACIAT-ANVISAlMS Notifique ao sistema de informações de a ravos de notifica são SINAN/MS
Telefone de Emergência da empresa: 08007010450 - (019) 3794-5600

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
Vide item Toxicocinetica no quadro acima. Não é conhecido o mecanismo de ação em humanos. Nos insetos atua inibindo a síntese de quitina, que o ser humano não possui.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITO AGUDO:
• DL50 oral em ratos (fêmeas): no minimo 5000 mg/Kg
• DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/Kg
• Irritação dérmica em coelhos: edema na avaliação de 1 hora ate 48 h e eritema ate 7 dias após a aplicação. Descamação foi observada atá 4 dias após a aplicação.
• Irritação ocular em coelhos: Opacidade, secreção e hiperemia ate 48 horas. Nas subsequêntes avaliações, houve regressão das reações.
• A Concentração Letal Inalatoria (CL50mg/L) em ratos foi > 7,640 mg/L.
• Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante.

EFEITOS CRONICOS:
Benzoiluréias podem causar alterações eritrocitárias, produção de metahemoglobina, alteração do metabolismo protéico, moderado enfisema e perda de peso. Diflubenzuron não parece ter efeito carcinogênico, neurotóxico, endocrine na reprodução ou sobre o desenvolvimento.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DVA AGRO DO BRASIL - COMÉRCIO,
IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS LTDA., pelo telefone de Emergência (0800) 7010450 - (019) 3794-5600.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimento: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a emrpes registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quatindade de água.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posiçãovertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 14 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressao seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário de ver efetuado em loca coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLÉXIVEL

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuanos, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do Solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICO, COMPONENETES AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podêm ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS/MANEJO ECOLÓGICO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biologico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponiveis e apropriados.

INFORMAÇÕES SOBRE 0 MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.