Bula Loopovir

CI
Baculovírus (Chrysodeixis includens Nucleopolyhedrovírus (ChinNPV))
13021
Andermatt do Brasil

Composição

Baculovírus Chrysodeixis includens Nucleopolyhedrovírus (ChinNPV) 1 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida microbiológico
Não Classificado
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Inseticida microbiológico

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico

Calda Terrestre Dosagem
Chrysodeixis includens (Falsa-Medideira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Garrafa
Material: Plástico- polietileno de alta densidade
Capacidade: 500 mL e 1 L

Tipo: Galão
Material: Plástico- polietileno de alta densidade
Capacidade: 5 L e 10 L

Tipo: Container
Material: Plástico/Metal
Capacidade: 500 L e 1000 L.

INSTRUÇÕES DE USO INSTRUÇÕES DE USO/CULTURAS/PRAGAS/DOSE

O produto é um inseticida microbiológico indicado para o controle da lagarta Chrysodeixis includens.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Época de aplicação

Deve ser aplicado sobre a cultura, quando for observada a presença de ovos do alvo biológico indicado, na eclosão das primeiras lagartas. Realizar a segunda aplicação 8 dias após a primeira, para prolongar o período de controle das lagartas. Caso necessário, realizar uma nova aplicação, respeitando-se o limite de no máximo 4 aplicações do produto, num mesmo ciclo da cultura.

Modo de aplicação

Deve ser aplicado na forma de pulverização foliar sobre a cultura. No preparo da calda de aplicação, o pH da água deve estar entre 5,0 e 8,5.

Preparo da calda

Antes de adicionar o produto ao tanque do pulverizador, misturar o produto com água em um volume menor, agitar vigorosamente até obter uma solução homogênea e então adicionar ao tanque, mantendo a agitação da calda.

Condições climáticas recomendadas durante a pulverização

- Umidade relativa do ar acima de 55%;
- Temperatura abaixo de 30°C;
- Velocidade do vento entre 3 a 10 km/h.

Aplicação terrestre

Através de pulverizador costal ou tratorizado, equipados com pontas que reduzem perdas por deriva e promovem uma cobertura homogênea sobre a cultura, conforme as recomendações do fabricante.

Volume de calda

- Algodão, batata, café, milho, milheto, sorgo e girassol: 200 a 400 L calda/ha;
- Amendoim, arroz, feijão e soja: 100 a 200 L calda/ha;
- Citros: 1000 a 2000 L calda/ha;
- Tomate: 600 a 1000 L calda/ha.

O volume de calda poderá ser alterado de acordo com os equipamentos de aplicação e a cultura tratada.

Aplicação aérea

Através de aeronaves agrícolas. As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação. Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas das asas para evitar perdas por influência dos vórtices. Evitar aplicações com velocidade do vento inferiores a 3 km/h devido ao fenômeno da inversão térmica.

Volume de calda: 30 e 50 L calda/ha.

OBS: assegurar que a pulverização ou sua deriva não atinjam culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir rigorosamente as instruções da legislação pertinente e vigente.

RECOMENDAÇÕES DE ARMAZENAMENTO E MANUSEIO

Em temperaturas até -18°C o produto se mantém líquido e pode ser imediatamente utilizado para aplicação, não necessitando descongelamento.
Armazenamento por 2 anos a 5°C mantém a integridade do produto.
Armazenamento por mais de 2 anos a -18°C mantém a integridade do produto.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendado para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto é utilizado nas doses recomendadas, não causa danos às culturas indicadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Pode ser usado com sucesso como parte do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), o qual também pode incluir outros métodos de controle de insetos (Ex. controle cultural, controle químico, etc.). Os princípios e práticas do Manejo Integrado de Pragas incluem avaliação do campo e sistemas de monitoramento (armadilhas com feromônio), correta identificação da praga-alvo, monitoramento populacional, rotação de inseticidas com diferentes modos de ação e tratamento quando as populações da praga-alvo atingirem limiares determinados localmente.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O uso repetido deste ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do LOOPOVIR ou outros produtos quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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