Bula Lord

acessos
Clethodim
6610
Arysta Lifescience

Composição

Clethodim 240 g/L Ciclohexenona

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico, Pós-emergência, Pré-emergência
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha até 50 - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha até 50 - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 50 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - UNA Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha até 50 - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 180 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 97 dias. três pulverizações na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim de rola
(Eragrostis ciliaris)
0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim massambará
(Sorghum halepense)
0,4 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
0,4 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milheto
(Pennisetum americanum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,35 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas
Trigo
(Triticum aestivum)
0,35 a 0,45 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - 20 dias. Uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas

Frasco plástico ou metálico:
0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,5; 2,0 e 3 L.

Bombona plástico ou metálico:
4, 5, 8, 10, 15, 20, 25 e 50 L.

Tambor plástico ou metálico:
100, 200, 250, 500 e 1.000 L.

Tanque container estruturado Aço inox com proteção anticorrosivo:
1.000; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000; 23.000 e 25.000 L.

INSTRUÇÓES DE uso:

LORD é um herbicida graminicida pós-emergente, sistêmico, altamente seletivo para as culturas de soja, feijão, algodão, tomate, batata, cebola, alho, cenoura, café, fumo, mandioca e melancia. É efetivo contra ampla faixa de gramíneas anuais e perenes, apresentando pouca ou nenhuma atividade sobre as plantas daninhas de folhas largas e ciperáceas.

*A adição de óleo mineral ou Lanzar é essencial nas aplicações com LORD.
Soja, feijão e algodão: adicionar óleo mineral (0,5 a 1,0% vlv) ou Lanzar (0,5% vlv).
Tomate, batata, cebola, alho, cenoura, café, fumo, mandioca e melancia: adicionar Lanza 0,5 % v/v.
Aplicação aérea: utilizar LORD na dosagem de 0,40-0,45 Uha.
** Para a cultura da soja de ciclo curto e médio fazer a aplicação após 21 a 28 dias da semeadura; e de ciclo longo após 21 a 40 dias.
*** Para cebola e alho aplicar até a dose maior de 0,40Uha.
OBS: Para o controle das plantas daninhas Capim-marmelada ou Capim-papuã (Brachiaria plantaginea), Capim-colchão ou milhã (Digitaria horizontalis); Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) no estádio de 1 a 4 pertilhos, Capim-arroz (Echinochloa crusgalll), Capim-mimoso (Eragrostis ciliaris), Milho voluntário (Zea mays) no estádio de 15-30 em e Trigo voluntário (Triticum aestivum) no estádio de 10-15 em, aplicar LORD nas doses de 0,25 L a 0,35 Uha com adição do adjuvante LANZAR na concentração de 0,5% v/v (1,0 Uha).
Para Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus), aplicar LORD na dose de 0,25 Uha até o estádio de 1-2 pertilhos e dose de O,35Uha, até estádio de 1-4 pertilhos, adicionado com LANZAR na mesma concentração descrita acima.
Para aplicação aérea utilizar Lanzar 1,0%v/v.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
LORD deve ser aplicado uma vez quando a maioria da sementeira das gramíneas tenha germinado. A aplicação pode ser feita em qualquer estádio de crescimento da cultura, porém, antes da competição das gramíneas com a cultura.
Condicões ideais de aplicacão: LORD deve ser aplicado em gramíneas em fase ativa de crescimento, no caso de gramíneas anuais no estádio de 4 folhas até 4 pertilhos, e no caso de gramineas perenes no estádio de 20 a 40cm. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas daninhas em estádio de crescimento maior. Para controle satisfatório é necessário observar as condições de umidade do solo, temperatura média entre 20 - 35°C e boa umidade do ar (acima de 60%). Em perlodos de seca prolongada recomenda-se não aplicar o produto.

MODO DE APLICAÇÃO:
LORD apresenta maior atividade sobre gramíneas anuais ou perenes que estejam em fase ativa de perfilhamento e/ou crescimento.
LORD deve ser emulsionado em água e aplicado em pulverização uniforme da parte aérea das plantas daninhas.

Aplicação terrestre:
a) Pulverizador de barra tratorizado:
- Utilizar bicos uniformes e em bom estado, sendo recomendados bicos tipo leque da série 80 ou 110, que produzam gotas entre 200 a SOO micras com densidade de gotas de 20 gotículas/cm². Pressão de 30 a 45lb/pol².
- Volume de calda de 100 a 200 L/ha.
- A altura da barra para bicos da série 80 deve ser de 50cm acima do topo das plantas e para a série 110, deve ser de 30 cm.

b) Pulverizador costal manual:
- Utilizar bicos uniformes e em bom estado, sendo recomendado bicos do tipo leque da série 80 ou 110. Recomenda-se manter o ritmo das bombadas em cadência com os passos do aplicador visando obter uma pulverização uniforme. Volume de calda de 200 a 300 Uha.

Aplicação aérea:
A aeronave agrícola deverá estar equipada com barra, bicos da série D, que produzam gotas maiores que 200 micras e calibrados para distribuir volume de calda de 30 a 50 L/ha.
A faixa de deposição do produto será pré-determinada pelo tipo de aeronave.
A altura do vôo deverá ser de 2 a 4 metros e a velocidade dos ventos não deverá ser superior a 8 km/hora.
Visando uma aplicação uniforme, deve-se utilizar recursos adequados para demarcar a largura exata da faixa de pulverização.

Intervalo de Segurança
Algodão 50 dias
Alho, Batata, Cebola, Cenoura e Feiião 40 dias
Café, Melancia e Tomate 20 dias
Fumo UNA (Uso não alimentar)
Mandioca 180 dias
Soja 60 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
Não fazer aplicações onde culturas de gramíneas possam ser atingidas.
Fitotoxicidade: Não há para as culturas indicadas e nas doses recomendadas. Em soja poderá ocorrer uma pequena redução do porte quando as condições ambientais forem adversas, mas a cultura se recupera durante a fase vegetativa.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES PRODUTO PERIGOSO

USE OS EQUIPAMNETOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para o uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕESNA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem faça-o de maneira a evitar respingos.
Utilize equipamentos de proteção individual -EPI: macacão da algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
Utilize equipamentos de proteção individual -EPI: macacão da algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA." E manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe; óculos; avental; botas; macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as roupas de proteção, separado das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas utilizadas / contaminadas, utilize luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilize a embalagem vazia.
No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha).

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para comer ou beber.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave com muita água corrente e sabão neutro

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR CLETODIM (CLETHODIM - CLETODIME)

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Ciclohexanodionas.

Classe toxicológicas do produto formulado:
I - Extremamente tóxico.

Vias de exposição:
Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Clethodim é moderadamente tóxico por via oral e praticamente não tóxico pela via dérmica ou inalatória (EXTOXNET, 1996).

Toxicocinética:
Cletodim:
O cletodim é um herbicida rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal. Aproximadamente 90% da dose administrada é absorvida. É rapidamente metabolizado e eliminado, principalmente como metabólitos sulfóxidos, aproximadamente 63%. Cerca de 87 - 93% é eliminado na urina, 9 -17% eliminado nas fezes e 0,5 - 1 % é expirado como dióxido de carbono. Menos de 1 % do c1ethodim é eliminado inalterado.
Mistura de Alquilbenzenos
Exercícios físicos aumentam a quantidade dos solventes absorvidos pelos pulmões. O produto passa ao sangue logo após a entrada no organismo. Em pessoas e animais de laboratório os soiventes são quebrados em outros produtos químicos especialmente no fígado. Estes metabólitos deixam rapidamente o organismo, principalmente através da urina e também pelo ar expirado.

Mecanismos de toxicidade:
Não é conhecido o mecanismo de toxicidade em humanos.
Os herbicidas do grupo das ciclohexanodionas são inibidores da enzíma Acetil Coenzima-A cCrboxilase (ACCase) nas plantas, ínibindo assim a síntese de ácidos graxos, que são constituintes dos lipídios das membranas de células e organelas. Esta enzima também é encontrada em prokariotes e mamíferos, entretanto, a ACCase em humanos não é sensível a ação das ciclohexanodionas (Shaner DL 2003). A ACCase encontrada em parasítas como o Toxoplasma gondii é sensível à ação das ciclohexanodionas.
Mistura de Alquilbenzenos
Resultados de estudos em animais indicam que estes produtos causam mudanças no fígado e efeitos deletérios nos rins, pulmões, coração e sistema nervoso.

Sintomas e sinais clínicos:
Cletodim
Não são relatados sintomas de alarme em humanos, sendo recomendada a suspensão da manipulação ou aplicação do produto, se surgirem quaisquer sintomas.
Sinais e sintomas agudos:
Olhos: o produto é moderadamente irritante em contato com os olhos e produzir visão borrada que podem durar por algumas semanas.
Pele: é levemente irritante em contato com a pele.
Inalação: inalação por spray pode causar irritação faríngeo e pulmonar produzindo tosse, dificuldade respiratória, rinorréia e dor.
Ingestão: pode acusar náusea, irritação gastrointestinal, vômitos e diarréia. Ingestão de 10 miou mais pode ser perigoso.
Efeitos retardados: c1ethodim em altas doses em animais levou ao aumento do tamanho do fígado, diminuição de peso corporal e anemia (EPA, 1997). Evidências de malformações esqueléticas em animais, mas parecem ser improváveis em humanos (EXTONET, 1996).
Não há evidências de carcinogenicidade, teratogenicidade ou mutagenicidade em humanos.
Mistura de Alquilbenzenos a intoxicação por ingestão maciça pode ser mortal, causando irritação gastrointestinal e diarréia, vâmitos e dores abdominais. Ulcerações severas da mucosa podem ser vistas em caso de ingestão mássica. Se a mistura for aspirada, pneumonite química com opacidades flocosas nas áreas dos lóbulos mediano e inferior do pulmão direito, tosse, dispnéia, febre, que regridem em 2 a 3 dias se não houver infecção secundária. Sintomas após inalação: irritação da árvore respiratória. Na pele, tem efeito desidratante e desengordurante, provocando descamação e dermite. É irritante para os olhos e o trato respiratório. O efeito depressor sobre o SNC é consecutivo tanto à ingestão, como à inalação e a contaminação cutânea, e causa euforia, ataxia, cefaléias, vertigens e náuseas, seguidas de fadiga, incoordenação motora, tremores e confusão. Em um estado mais avançado, encontra-se coma e risco de morte. A síndrome psico-orgânica, reversível ou não, é um efeito tóxico crânico de misturas de solventes, entre os quais os derivados de petróleo. Associa efeitos neurológicos centrais do tipo distúrbios do sono, da concentração, da memória, da personalidade, irritabilidade, e até diminuição do desempenho intelectual. Este quadro se vê em exposições prolongadas sem relação dose-efeito estabelecida e só são parcialmente reversíveis ao final da exposição. Anomalias do EEG e dos débitos sangüíneos cerebrais, podendo causar até atrofia cerebral. Mulheres expostas mostraram aumento dos distúrbios do ciclo menstrual, menometrorragias e abortos espontâneos. Estudos mostraram um aumento significativo da freqüência de câncer do pulmão e da próstata de sujeitos expostos a mais de 20 anos, assim como de linfomas de Hodgkin. A responsabilidade de cada solvente isoladamente não pode ser determinada a partir de um único estudo.

Diagnóstico:
O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível.
Para confirmação em casos de exposições crânicas ou ocupacionais com sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa dos metabólitos na urina.

Tratamento:
Antídoto: Não há antídoto específico.
Tratamento sintomático e de prevenção de absorção:
A descontaminação do paciente como em casos de derramamento com risco de contaminação do profissional da saúde deve ser realizada preferencialmente utilizando-se avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrílica. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica.
Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados. Carvão ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido a provável adsorção dos princípios ativos pelo carvão ativado.
O tratamento sintomático deverá compreender especialmente medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido.
Deverão ser controlados o estado de consciência, presença de anomalias do sistema nervoso periférico, ionograma sangüíneo, enzimas hepáticas, crase sangüínea e função renal. Verificar o histórico neurológico e estado nutricional (pricipalmente em relação a carência protéica e vitamínica) do paciente e investigar possibilidade de alcoolismo. Realizae eletrocardiograma por 4 a 6 horas após a exposição aguda. A remoção extra-corpórea (diálise, hemoperfusão e diurese forçada) não são eficazes
Oxigenação e ventilação mecânica, se necessárias; em caso de taquicardia, administrar propanolol.

Contra-indicações:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração pulmonar.

Efeitos sinérgicos:
Não se conhecem em humanos.

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISAlMS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa 0800-014-1149

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: estudos de metabolismo em ratos, plantas coletadas, cabras e galinhas demonstraram que cletodim é rapidamente metabolizado e excretado. Devido a que o c1etodim e seus metabolitos são rapidamente excretados, o potencial de toxicidade aguda é baixo. Os principais metabolitos foram testados para avaliação da toxicidade do c1etodim (imino sulfona e 5-hidroxi-sulfona). Em geral, esses metabolitos são menos tóxicos que o c1etodim em estudos de toxicidade oral aguda, de reprodução, de teratogenicidade e mutagênicos. Em um estudo em ratos para a avaliação do metabolismo, o ingrediente ativo foi administrado via oral em doses baixas, doses elevadas e doses repetidas. Após 7 dias foi encontrado nos tecidos menos de 1 % da dose administrada. Cerca de 87,2 - 93,2% da dose administrada foi excretada na urina, 9,3 - 17% da dose administrada foi excretada nas fezes e O,S - 1 % foi expirado como dióxido de carbono. A eliminação do produto foi rápida, cerca de 93,S - 98,2% da dose administrada foi eliminada em 48 horas. Os principais metabólitos excretados foram: sulfóxido de clethodim (48 - 63%), S-metil sulfóxido (6 - 12%), imine sulfóxido (7 - 10%) e S-OH sulfóxido (3-5%).

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado): informações DL50 oral em ratos 3600 mg/kg (intervalo de confiança 95%, 3214 - 4032 mg/kg);
DL50 dérmica em ratos> 5 000 mg/kg;
CL50 inalatória em ratos: > 5,4 mg/L.

Irritação dérmica: o produto foi considerado irritante para a pele de coelhos.
Irritação ocular: o produto foi considerado extremamente irritante para os olhos dos coelhos, tendo causado opacidade de córnea com reversão em 07 dias e irritação das conjuntivas com reversão em 14 dias.
Sensibilização dérmica: o produto foi considerado não sensibilizante em cobaias.

Efeitos crónicos: Cletodim tem sido testado em estudos crânicos em camundongos, ratos e cães. Em um estudo de um ano em cães, a doses de 75 mg/kg/dia, o c1ethodim produz hipertrofia e aumento do peso relativo e absoluto do fígado e anemia. Em um estudo realizado em dois anos em ratos, a altas doses de 100 mg/kg/dia, nenhum efeito foi observado na estrutura, peso e função hepática. Em outro estudo, a doses de 350 mg/kg/dia, mas não a dose de 100 mg/kg/dia, por período não especificado, foi observada redução do ganho de peso corporal em ratos.

Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento:em um estudo em ratos sobre toxicidade reprodutiva, a altas doses de 263 mg/kg/dia, não foram observados efeitos na fertilidade, duração da prenhêz ou no desenvolvimento dos filhotes. Quanto aos efeitos teratogênicos, reduções no peso corporal fetal e incremento em anormalidades esqueléticas foram observados em ratos a doses de 350 mg/kg/dia ou maiores. Em outro estudo em ratos, houve redução significativa no peso corporal e tamanho fetal e incremento das deformações nas costelas cervicais a doses de 700 mg/kg/dia, mas não em doses menores. Em coelhos, não foram vistos efeitos teratogênicos ou no desenvolvimento da prole a doses de até 300 mg/kg/dia. As evidências disponíveis até o momento sugerem que enquanto efeitos teratogênicos em modelos animais têm sido documentados, tais efeitos parecem improváveis em humanos sob condições normais de exposição (EXTONET, 1996).

Mutagenicidade. qenotoxicidade, carcinogenicidade:não existem evidências in vitro de mutagenicidade nem de genotoxicidade (ensaios Ames). Uma débil resposta no ensaio in vitro para aberrações não foi confirmada quando c1etodim foi testado para citogenese in vivo até a máxima dose tolerada. Ensaios em animais não demonstram efeitos de carcinogenicidade (ensaios em camundongos a doses de 24 mg/kg/dia por um período de 18 meses; estudo de 2 anos em ratos a doses de 100 mg/kg/dia). Com base nos dados disponíveis até o momento não há evidências de efeitos carcinogênicos pelo cletodim.

Efeitos endócrinos:
existe uma ampla base de dados sobre estudos subcrônicos e crônicos sobre o cletodim que não mostram efeitos de desregulação endócrina ou estrogênica.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d 'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 metros) de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ARYSTA LIFESCIENCE DO BRASIL LTDA • telefone de Emergência: (15) 3292-1161.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre embueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl's -Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1;4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RíGIDA NÃO LAVÁVEL:

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA:
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM V AZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita, por incineração em fornos rotativos/câmara de combustão a 1.200ºC, por um tempo de até 30 minutos até a sua completa combustão.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.

Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.