Bula Manage 150

acessos
Imibenconazole
7299
Arysta Lifescience

Composição

Imibenconazole 150 g/kg Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Sistêmico
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
75 a 100 g p.c./100 L de água 1000 a 1500 L de calda/ha - 7 a 15 dias. U.N.A. Os tratamentos devem ser iniciados quando surgirem os primeiros sintomas da doença
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Erysiphe polygoni)
75 a 100 g p.c./100 L de água 1000 a 1500 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 7 dias. Os tratamentos devem ser iniciados quando surgirem os primeiros sintomas da doença
Oídio
(Erysiphe pisi)
75 a 100 g p.c./100 L de água 1000 a 1500 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 7 dias. Os tratamentos devem ser iniciados quando surgirem os primeiros sintomas da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1 kg p.c./ha - - 7 a 15 dias. 7 dias. Os tratamentos devem ser iniciados quando surgirem os primeiros sintomas da doença
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
100 g p.c./100 L de água 1 a 2 L de calda / planta - 7 a 15 dias. 3 dias. Os tratamentos devem ser iniciados quando surgirem os primeiros sintomas da doença
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
75 a 100 g p.c./100 L de água 800 a 1500 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 7 dias. Os tratamentos devem ser iniciados quando surgirem os primeiros sintomas da doença
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
75 a 100 g p.c./100 L de água 800 a 1500 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 7 dias. Os tratamentos devem ser iniciados quando surgirem os primeiros sintomas da doença
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
75 a 100 g p.c./100 L de água 800 a 1500 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 3 dias. Os tratamentos devem ser iniciados quando surgirem os primeiros sintomas da doença
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
75 a 100 g p.c./100 L de água 800 a 1500 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 7 dias. Os tratamentos devem ser iniciados quando surgirem os primeiros sintomas da doença
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
75 a 100 g p.c./100 L de água 1500 a 2000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 3 dias. Os tratamentos devem ser iniciados quando surgirem os primeiros sintomas da doença
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
75 a 100 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 7 dias. Os tratamentos devem ser iniciados quando surgirem os primeiros sintomas da doença
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
100 g p.c./100 L de água 200 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 14 dias. Os tratamentos devem ser iniciados quando surgirem os primeiros sintomas da doença

Saco de papel plástico polietileno ou metalizado 0,01; 0,025; 0,05; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; caixa ou frasco metálico ou plástico ou cartucho de papelão 1,5; 2,0; 2,5; 3; 4; 5; 8; 10; 15; 20 e 25kg; Tambor metálico (com revestimento anticorrosivo) ou plástico 50, 100, 200, 250, 500 e 1000 kg; Conteiner metálico ou em estrutura de maderite naval com bolha de polietileno 100, 200, 500, 1000, 1.100, 1.200, 1.300 e 1.500 e 20.000 kg; Big-bag em tecido com proteção impermeável 100, 200, 250, 500, 1000, 1.500, 2000, 5000, 10.000, 15.000, 20.000, 25.000 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Os tratamentos devem ser iniciados quando surgirem os primeiros sintomas da doença e repetir conforme a necessidade, em intervalos de 7 a 15 dias, respeitando o intervalo de segurança de cada cultura (período entre a aplicação e a colheita).

MODO DE APLICAÇÃO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Manage 150 deve ser aplicado em pulverização via terrestre, utilizando-se pulverizador costal normal ou motorizado ou pulverizador de barra tratorizado munido com bicos cônicos, com densidade de 50-70 gotas/cm2 e tamanho de partícula de 250 µ. O volume de calda gasto por hectare varia de acordo com o porte e densidade foliar das plantas Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter pulverização com cobertura uniforme da parte aérea das plantas. OBS: Em caso de dúvidas consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Melão e pepino: 3 dias;
Melancia, morango, maçã, quiabo, ervilha e feijão: 7 dias;
Uva: 14 dias;
Crisântemo: U.N.A. (Uso Não Alimentar)

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS: Mantenha afastadas das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas enquanto as plantas estiverem molhadas pela aplicação do produto ou aguardar 24 horas.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: Não há para as culturas e nas doses recomendadas.
Outras restrições: não há.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mão desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água em abundância e veja PRIMEIROS SOCORROS. Use luva de borracha. Ao contato com a pele lave-a imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave a suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Provoque vômito e procure imediatamente um médico. Olhos: Lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos e procure um médico. Pele: Lave imediatamente com água corrente durante 15 minutos e procure um médico. Inalação: Procure local arejado. Obs.: Ao procurar o médico, leve a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico. Sintoma de alarme: não são conhecido. Antídoto e tratamento (informações para uso médico): Não há antídoto específico e o tratamento é sintomático.

MECANISMO DE AÇÃO/ABSORÇÃO EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Não são conhecido os mecanismo de ação, absorção e excreção no homem. Estudos realizados com animais de laboratório mostraram que o produto é rapidamente metaboçlizado e eliminado na urina e nas fezes.

EFEITO COLATERAL: Não são conhecidos efeitos colaterais no homem, a não ser os sintomas de intoxicação ou sinais de exposição como redução de peso corpóreo, apresentados pelos animais em laboratório.

EFEITO AGUDOS CRÔNICOS: Estudos de toxicidade aguda com o produto formulado em animais de laboratório indicaram baixa toxicidade. DL50 oral para ratos machos > 5000 mg/kg. DL50 dérmica para ratos > 2000 mg/kg. Estudos a longo prazo com animais de laboratório não mostraram efeitos toxicológicos significativos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, siga as instruções: Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: Não reutilize embalagens. Observe as legislações estaduais e municipais especificas. Fica proibido enterrar embalagens. Consulte o órgão estadual de meio ambiente.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: Recomenda-se a incineração em forno destinados para este tipo de operação e aprovados pelos órgão estadual responsável, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes. Para desativação do produto, entre em contato com a Empresa, e consulte o órgão estadual de meio ambiente.

Incluir outros métodos de controle de doenças (Ex. controle cultural, biológico, etc. ) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID), quando disponível e apropriado.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC -BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas -Brasil). Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC -BR) recomenda as seguintes estratégias de Manejo de Resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças, da mesma classe ou de mesmo modo de ação, não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utillizar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
- Sempre consultar um profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência.