Bula Matric

acessos
Cromafenozida
8006
Iharabras

Composição

Cromafenozida 50 g/L Diacilhidrazina

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Não Classificado
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
400 a 500 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. 2 lagartas (primeiros instares) por planta
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
1250 a 1500 mL de p.c. /2000 L água 10 L de calda / planta - - 7 dias. Presença dos primeiros adultos
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
1250 a 1500 mL de p.c. /2000 L água 10 L de calda / planta - - 7 dias. 20 ácaros / cm²
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
750 a 1000 mL de p.c. /2000 L água 0,5 a 2 L de calda / planta - - 7 dias. Surgirem os primeiros sintomas nas folhas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - - 7 dias. Lagartas nos primeiros instares
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
300 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. 15 a 20 lagartas pequenas por pano de batida
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Surgimento dos primeiros sintomas nas folhas

Conteúdo: 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 4; 5; 6; 8; 10; 15; 20; 25; 50; 100; 200; 250; 500; 1.000; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000; 23.000; 25.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

MATRIC é um inseticida regulador de crescimento para controle de pragas nas culturas de algodão, citros, milho, soja e tomate.

CULTURAS/DOSES/PRAGAS CONTROLADAS: Vide seção “Indicações de Uso/Doses”.

EQUIPAMENTOS/MODO DE APLICAÇÃO:

MATRIC deve ser aplicado em pulverização via terrestre utilizando-se pulverizador costal manual outratorizado, munido de bicos adequados.
Em caso de aplicação com pulverizador de barra, usar bicos cônicos tipo D2, D3 ou equivalentes, com pressão de 80-100lbs. A altura da barra deve estar de 30 a 50 cm do topo da planta e a distância entre bicos deve ser de 30 a 50 cm.
Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma aplicação com cobertura uniforme de toda a parte aérea das plantas.
Com relação às condições climáticas deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 Km/h, temperaturas superiores a 27°C e umidade relativa inferior a 70%, visando reduzir ao máximo de perdas por deriva e evaporação.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO:
Curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea) – A aplicação deverá ser realizada quando forem encontradas duas lagartas (nos primeiros instares) por planta. Repetir a aplicação, se necessário, a cada 14 dias, com um número máximo de 3 aplicações. Volume de calda de 100 a 200 L/ha.

CITROS:
Minadora-das-folhas (Phyllocnistis citrella) – Realizar a aplicação quando sugirem os primeiros sintomas nas folhas. Volume de calda: variável conforme o estágio de desenvolvimento da cultura. Para pomar em formação poderá gastar de 0,5 a 2,0 litros por planta.

Ácaro-da-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) – Realizar a aplicação quando no monitoramento forem, encontrados 20 ácaros por cm². Volume de calda: variável conforme o estágio de desenvolvimento da cultura, em média 10 L/planta.

Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) – Realizar a aplicação na presença dos primeiros adultos. Volume de calda: variável conforme o estágio de desenvolvimento da cultura, em média 10 L/planta.

MILHO:
Lagarta-do-cartucho (Spodptera frugiperda) – A aplicação deverá ser realizada quando forem detectadas, na lavoura, as primeiras lagartas nos primeiros instares (fase de raspagem das folhas). Volume de calda: 300 L/ha.
SOJA:
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemnatalis) – Iniciar as aplicações ao ser detectado de 15 a 20 lagartas pequenas por batida de pano (1,0 m x 0,45 m). Volume de calda: 200 L/ha.

TOMATE:
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) – Empregar o MATRIC quando surgirem os primeiros sintomas nas folhas do tomateiro e repetir a aplicação em intervalos de 7 dias, caso seja necessário, com um número máximo de 2 aplicações. Volume de calda: 1000 L/ha.

FREQÜÊNCIA DE APLICAÇÃO:
A aplicação de MATRIC deverá ser realizada sempre que note a presença das referidas pragas (estágios iniciais de desenvolvimento, no caso das lagartas) ou seus sintomas sobre as folhas ou nível de infestação adequado para a aplicação. O volume de calda poderá ser variável dependendo do alvo e da tecnologia do equipamento a ser empregado.

Obs.: Seguir as condições de aplicação acima indicadas e consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão, Citros, Milho, Soja e Tomate: 07 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
-24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade para reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.

LIMITAÇÕES DE USO:
-Fitotoxicidade: Não há.
-Outras restrições: Siga corretamente as recomendações de uso.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
-Durante a manipulação, preparação de calda ou aplicação, use máscara com filtro de carvão ativado, macacão e aventsl impermeáveis, luvas e botas de borracha e chapéu impermeável de aba larga.
-Após a utilização do produto, remova as roupas protetoras e tome banho.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Insetos: Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.