Envelope - Ihara - Zeus 24/04- Peça Esq

Matrine/Biophora/Oxymatrine CI

Geral
Nome Técnico:
Sophora flavescens (Oxamatrine)
Registro MAPA:
8613
Empresa Registrante:
Dinagro
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Sophora flavescens (Oximatrine) 190,5 g/L
Equivalente em Oximatrine 2 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Acaricida, Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Solúvel (SL)
Modo de Ação:
Contato, Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Abóbora Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tuta absoluta (Traça do tomateiro) veja aqui
Abobrinha Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tuta absoluta (Traça do tomateiro) veja aqui
Acelga Recomendação Dosagem Produtos Similares
Frankliniella schultzei (Tripes) veja aqui
Acerola Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) veja aqui
Agrião Recomendação Dosagem Produtos Similares
Frankliniella schultzei (Tripes) veja aqui
Alface Recomendação Dosagem Produtos Similares
Frankliniella schultzei (Tripes) veja aqui
Almeirão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Frankliniella schultzei (Tripes) veja aqui
Ameixa Recomendação Dosagem Produtos Similares
Grapholita molesta (Mariposa oriental) veja aqui
Amora Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) veja aqui
Batata Recomendação Dosagem Produtos Similares
Myzus persicae (Pulgão verde) veja aqui
Berinjela Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tuta absoluta (Traça do tomateiro) veja aqui
Canola Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Caqui Recomendação Dosagem Produtos Similares
Anastrepha fraterculus (Mosca sul americana) veja aqui
Carambola Recomendação Dosagem Produtos Similares
Anastrepha fraterculus (Mosca sul americana) veja aqui
Castanha-do-Pará Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Chicória Recomendação Dosagem Produtos Similares
Frankliniella schultzei (Tripes) veja aqui
Chuchu Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tuta absoluta (Traça do tomateiro) veja aqui
Coco Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Espinafre Recomendação Dosagem Produtos Similares
Frankliniella schultzei (Tripes) veja aqui
Eucalipto Recomendação Dosagem Produtos Similares
Glena bipennaria bipennaria (Lagarta desfolhadora) veja aqui
Framboesa Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) veja aqui
Fumo / Tabaco Recomendação Dosagem Produtos Similares
Epitrix fasciata (Pulga do fumo) veja aqui
Gergelim Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Goiaba Recomendação Dosagem Produtos Similares
Anastrepha fraterculus (Mosca sul americana) veja aqui
Jiló Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tuta absoluta (Traça do tomateiro) veja aqui
Lichia Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Maçã Recomendação Dosagem Produtos Similares
Grapholita molesta (Mariposa oriental) veja aqui
Macadâmia Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Macaúba Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Marmelo Recomendação Dosagem Produtos Similares
Grapholita molesta (Mariposa oriental) veja aqui
Melancia Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Melão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Mirtilo Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) veja aqui
Morango Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) veja aqui
Nectarina Recomendação Dosagem Produtos Similares
Grapholita molesta (Mariposa oriental) veja aqui
Nêspera Recomendação Dosagem Produtos Similares
Grapholita molesta (Mariposa oriental) veja aqui
Noz-pecã Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Pera Recomendação Dosagem Produtos Similares
Grapholita molesta (Mariposa oriental) veja aqui
Pêssego Recomendação Dosagem Produtos Similares
Grapholita molesta (Mariposa oriental) veja aqui
Pimenta Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tuta absoluta (Traça do tomateiro) veja aqui
Pimentão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tuta absoluta (Traça do tomateiro) veja aqui
Pinhão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Pitaia Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Pitanga Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) veja aqui
Quiabo Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tuta absoluta (Traça do tomateiro) veja aqui
Rúcula Recomendação Dosagem Produtos Similares
Frankliniella schultzei (Tripes) veja aqui
Seriguela Recomendação Dosagem Produtos Similares
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) veja aqui
Uva Recomendação Dosagem Produtos Similares
Anastrepha fraterculus (Mosca sul americana) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 5 L

INSTRUÇÕES DE USO

MATRINE é um acaricida e inseticida de contato e sistêmico, indicado para aplicação em abacate, abacaxi, abóbora, abobrinha, açaí, acelga, acerola, agrião, alface, algodão, almeirão, amora, ameixa, amendoim, anonáceas, azeitona, batata, berinjela, cacau, caqui, castanha-dopará, café, canola, carambola, chicória, chuchu, citros, coco, cupuaçu, dendê, ervilha, espinafre, eucalipto, feijões, framboesa, fumo, gergelim, girassol, guaraná, goiaba, guaraná,
jiló, lentilha, lichia, macadâmia, macaúba, maçã, mamão, manga, maracujá, marmelo, melancia, melão, mirtilo, morango, nectarina, nêspera, noz-pecã, pêra, pêssego, pimenta, pimentão, pinhão, pitanga, pitaya, pupunha, quiabo, romã, rúcula, seriguela, soja, tomate e uva para o controle de ácaros, lagartas e mosca-branca.


Observações

Usar doses mais altas em caso de alta infestação ou condições ambientais favoráveis ao desenvolvimento da praga.
Algodão: O ataque de Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus), é facilmente observado pela visualização da face inferior das folhas mais novas, que sob ataque do apresentarão uma leve coloração cinza brilhante. Os ataques mais severos são de janeiro a março, favorecido por temperatura elevadas e tempo chuvoso.
Citros: Os sintomas do ataque do Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) são caracterizados por manchas marrons deprimidas circundadas por um halo amarelo. A amostragem deve ser feita em 20 plantas ao acaso, analisando-se 3 frutos por planta (dê preferência aos frutos no interior das copas, com pelo menos 20 cm de comprimento. Para o controle do Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora), a amostragem deve ser feita em 20 plantas ao acaso, analisando-se 3 frutos por planta (dê preferência aos frutos no interior das copas, visando apenas 1 cm2 dos frutos verdes). O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga, com intervalo de 30 dias entre as aplicações, e não devem ser efetuadas mais do que 4 aplicações por safra da cultura.


PREPARO DE CALDA

Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica) para não prejudicar a eficiência do produto. O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do MATRINE deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do MATRINE e completar a capacidade do
reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.


EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Equipamento estacionário manual (pistola): Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes
com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.

Pulverizadores de Barra: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura
das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.

Hidropneumáticos (Turbo-atomizadores): Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de
gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.


Aplicação Aérea: para as culturas de algodão, amendoim, eucalipto, feijão, fumo e soja.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas
que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada). - Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa; - Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação. - Não
aplicar este produto utilizando sistema eletrostático - Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Após a secagem completa da calda (no mínimo 24 horas).


LIMITAÇÕES DE USO

- Recomendações especiais: agite a embalagem com o produto antes do preparo da calda.
Use água limpa e com pH 6 - 7 para o preparo da calda. Use a calda no mesmo dia do seu preparo. Não aplique a calda logo após a irrigação e não irrigue a cultura no prazo mínimo de dois dias após a aplicação do produto.
- Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
A calda deve permanecer em agitação para homogeneidade do ingrediente ativo. A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O uso repetido do Matrine ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Matrine como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Aplicações sucessivas de Matrine podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da pragaalvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Matrine ou outros produtos quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (WWW.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (WWW.agricultura.gov.br).

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