Bula MegaBR

acessos
Ametryn
7714
Ouro Fino

Composição

Ametrina 500 g/kg Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 44 dias. Na arruação ou na esparramação, em pré ou em pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 4 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 44 dias. Na arruação ou na esparramação, em pré ou em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 4 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 44 dias. Na arruação ou na esparramação, em pré ou em pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3 a 4 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 44 dias. Na arruação ou na esparramação, em pré ou em pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3 a 4 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 44 dias. Na arruação ou na esparramação, em pré ou em pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 4 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 44 dias. Na arruação ou na esparramação, em pré ou em pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 44 dias. Na arruação ou na esparramação, em pré ou em pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 a 4 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 44 dias. Na arruação ou na esparramação, em pré ou em pós-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 380 L de calda/ha (aéreo) 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Cana-de-açúcar (soqueira) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. A aplicação deverá ser efetuada após os tratos culturais realizados pós-colheita da cana, que compreende o enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. A aplicação deverá ser efetuada após os tratos culturais realizados pós-colheita da cana, que compreende o enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. A aplicação deverá ser efetuada após os tratos culturais realizados pós-colheita da cana, que compreende o enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. A aplicação deverá ser efetuada após os tratos culturais realizados pós-colheita da cana, que compreende o enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 380 L de calda/ha (aéreo) 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. A aplicação deverá ser efetuada após os tratos culturais realizados pós-colheita da cana, que compreende o enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. A aplicação deverá ser efetuada após os tratos culturais realizados pós-colheita da cana, que compreende o enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. A aplicação deverá ser efetuada após os tratos culturais realizados pós-colheita da cana, que compreende o enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 8 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. A aplicação deverá ser efetuada após os tratos culturais realizados pós-colheita da cana, que compreende o enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira

Balde plástico - 5; 10 e 20 litros.
Bombona plástica - 5; 10 e 20 litros.
Frasco plástico - 0,1; 0,5 e 1 litro.
Tambor de plástico - 20; 100 e 200 litros.
Container de estrutura externa de maderite e interna de polietileno - 1000 litros.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO ENTRE APLICAÇÕES:
CAFÉ:
Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar na arruação ou na esparramação, em pré-emergência ou pós-emergência inicial das plantas infestantes.
Quando aplicado em pós-emergência inicial, respeitar os estádios de desenvolvimento das plantas infestantes para melhorar eficácia:
- Capim-colchão e Capim-carrapicho: aplicar até l perfilho;
- Demais gramíneas: aplicar até 5 perfilhos;
- Plantas infestantes de folhas largas: aplicar até 20 cm de altura.
CANA DE AÇÚCAR:
Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.
Em cana-planta, a aplicação pode ser efetuada desde a pré-emergência das plantas infestantes até a pós-emergência inicial das mesmas.
Em cana-soca, a aplicação deverá ser efetuada após os tratos culturais realizados pós-colheita da cana, que compreende o enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira.
Em cana-planta, o bom preparo do solo através de aração, gradagem e nivelamento superficial para eliminar torrões, são as mais apropriadas para o processo de plantio e aplicação do herbicida.
Quando aplicado em pós-emergência inicial, respeitar os estádios de desenvolvimento das plantas infestantes para maior eficácia: -
- Capim-colchão e Capim-carrapicho: aplicar até 1 perfilho;
- Demais gramíneas: aplicar até 5 perfilhos;
- Plantas infestantes de folhas largas: aplicar até 20 cm de altura.

MODO DE APLICAÇÃO:
O solo deve estar úmido durante a aplicação do SOBERANOBR, não é recomendado aplicar com o solo seco, principalmente, se antecedeu um período de estiagem prolongado que predispõe as plantas infestantes ao estado de "estresse" por deficiência hídrica, vindo a comprometer o seu controle. A ocorrência de chuvas normais após a aplicação ou a irrigação da área tratada com o SOBERANOBR, promove a incorporação do produto na camada superficial favorecendo sua pronta atividade.
Modo de preparo de calda:
Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. SOBER.ANOBR na quantidade pré-determinada pode ser despejado diretamente no tanque do pulverizador, com pelo menos 1% do volume cheio e o sistema de agitação ligado. Em seguida, completar o tanque de pulverização com água.
SOBERÀNOBR pode ser aplicado com pulverizadores costais, seja manual, mecanizado ou pressurizados ou através de pulverizadores tratorizados com barras e aeronaves agrícolas (somente para a cultura da cana-de-açúcar).
Aplicação terrestre:
Em aplicações em pré-emergência das plantas daninhas e condições de ventos até 14 Km/h utilizar pontas (bicos) tipo TTI (Turbo Tee.Jet Induction®) 11002 ou 110025 a uma pressão de 3,0 a 4,0 bar ou 45 a 60 psi ou ponta similar. O volume de calda gasto, normalmente varia entre 180 - 3601— de calda por hectare. Em aplicações em pós- emergência inicial das plantas daninhas utilizar pontas do modelo AIXR TeeJet® 11002, 11003 ou ponta similar.
Aplicação aérea (aviões e helicópteros):
Obedecer às normas técnicas previstas na instrução Normativa n°212008 e Decreto n° 86.76511981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas.

SOERANOBR é recomendado para aplicação aérea na cana-planta como para cana-soca com até 20 cm de altura.
Pontas: Usar bicos tipo 80,10, 80.15, 80.20, permitindo a geração e a deposição de diâmetro de gotas: Pré-emergência de plantas infestantes: >400pm. Pós-emergência das plantas infestantes: 200-400 um.
Número de pontas na barra de pulverização: para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar sempre a quantidade de pontas na barra, fixados até 65% do comprimento da mesma. Fechar adequadamente ou retirar as pontas nas extremidades próximas das asas.
Manter em operação as oito pontas originais existentes sob a "barriga" (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo das pontas das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, dispor as pontas de maneira a se obter uma deposição de gotas com a maior homogeneidade e uniformidade de distribuição na faixa de deposição. Utilizar somente as pontas que estiverem no máximo de 65% do comprimento das barras de pulverização.
Retirar ou fechar convenientemente as pontas inativas, não permitindo pingamentos ou vazamentos.
OBS.: O fechamento das palitas das extremidades das asas, não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas, ao contrário, evita o arraste do produto pelos vórtices de ponta das asas e sua dispersão inadequada.
Ângulo das barras de pulverização: Iniciar a aplicação com as barras de pulverização e as pontas em condições de umidade relativa do ar mínima de 55%, com o ângulo de 135 em relação à tinha de voo da aeronave (o bico pulverizando na direção aposta à linha de voo estará posicionado a 180). Variar o ângulo da barra à medida que a umidade relativa do ar decresça observada pelo equipamento medidor e, visualmente, pelas gotas que demoram mais tempo para sua deposição.
Altura de voo: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas na faixa de deposição, é obtida na altura mínima de voo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou à cultura. Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido. A altura de voo recomendada deverá ser mantida durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo das pontas, para manter o padrão de deposição e gotas recomendadas.
Não aplicar o produto com altura de voos inferiores a 3m.
Volume de aplicação: Utilizar sempre volumes de 40 a 50 litros/hectare.

Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição máxima de 15 metros.
Limpeza do equipamento de aplicação:
Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, 05 depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto;
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) ria proporção de 1% (1 litro por 100 Litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.

4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa a no mínimo 3 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura: máxima de 27°C.
Umidade relativa do ar: mínima de 55%. Velocidade do vento: 3 - 10 km/h.

OBS.: As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto, avaliando periodicamente a indicação da umidade relativa do ar, sendo este fator o responsável direto pela continuidade e interrupção do processo de pulverização.
Evitar as aplicações com velocidade de vento inferiores a 2 km/h, devido à possibilidade de ocorrência do fenômeno de inversões térmicas.
Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia com temperaturas muito altas, pois causarão perdas das gotas devido à ação das correntes térmicas ascendentes (correntes de convecção).
Monitorar durante todo o processo de aplicação do produto, as condições climáticas, dando sempre a maior importância à umidade relativa do ar.
Recomendações diferentes das acima são de responsabilidade do Técnico Responsável pela aeronave.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Café: 44 dias.
Cana-de-açúcar: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de aplicação.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Não aplicar na cultura do café com menos de 2 anos de idade. Evite o contato do produto com as folhas desta cultura, realizando uma aplicação protegida.
Nos tratamentos pós-emergentes em cana-de-açúcar, o contato do produto com a área foliar da cana poderá causar sintomas de fitotoxicídade em algumas variedades com manifestação de clorose, leve ou mais acentuada e, eventualmente, retenção no crescimento das plantas. Tais sintomas, porém desaparecem 3 a 4 semanas após, sem causar nenhuma interferência no seu desenvolvimento e na produtividade final.
Dentre as diversas variedades cultivadas, destacamos aquelas que, eventualmente, poderão sofrer algum tipo de clorose quando da aplicação do SOBERANOBR na pós-emergência da cultura: IAC 51-205, IAC 52-326, CB 45-3, CB 49-260, CP 5122, CO 997, SP 71-799, SP 70-1143.
SOBERANOBR não deve ser aplicado em solos mal preparados e secos.
Nos tratamentos pós-emergentes, não aplicar o produto nos dias chuvosos, pois para o pleno funcionamento é necessário um período aproximado de 6 horas sem chuvas ou irrigação após a pulverização.

AVISO AO USUÁRIO:
O produto deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula. OUROFINO não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não baba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individuai (EPIs) recomendados
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados
- Não utilizei equipamentos com vazamento ou defeitos
- Não desentupir bicos, orifícios e válvulas com a boca
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos rações animais e pessoas

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamentos de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Evite entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamentos de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidroerrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso na aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mácaras.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilize a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para comer ou beber.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso contrário, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
[X] - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto e ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. - Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3-INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Ouro Fino Química Ltda. - telefone de emergência: 0800 0111767.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de Incêndio use extintores de pó químico seco (PQS) CO2 ou neblina de água, ficando a favor do vento para evitar intoxicação
4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇAO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos:
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador
- Faça esta operação três vezes
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador: - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos:
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem cm até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RIGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pela usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado ria nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÕXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem corno determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.