Bula Memory

acessos
Thiamethoxam
7713
Syngenta

Composição

Thiamethoxam 750 g/kg Neonicotinoide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Solúvel (SG)
Contato, Sistêmico
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das raízes
(Mahanarva fimbriolata)
330 g p.c./ha 150 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo uma aplicação. 30 dias. Realizar a aplicação em linha, dirigida à base das touceiras em ambos os lados das ruas, atingindo as ninfas identificadas pela presença de espuma
Cupim
(Heterotermes tenuis)
130 a 265 g p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar no máximo uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. A aplicação deve ser efetuada no sulco, durante o plantio
Palma forrageira Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha-do-carmim
(Dactylopius opuntiae)
70 a 100 g p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 - 14 dias. 7 dias. Inspecionar as plantas freqüentemente. O nível de controle da cochonilha-do-carmim é menos de 10 colônias/planta e o combate deve ser iniciado logo após a detecção das primeiras colônias da praga no cultivo. Na primeira aplicação, tratar em área total. Voltar à área num intervalo de 10 a 14 dias e tratar somente cada planta atacada e as plantas imediatamente ao redor desta

Tipo: Barrica; Material: Fibra; Capacidade de Acondicionamento: 55 kg
Tipo: Big bag (tipo industrial); Material: Nylon/rafia; Capacidade de Acondicionamento: 500; 600; 750 kg
Tipo: Bombona/Balde; Material: Plástico ou metal; Capacidade de Acondicionamento: 3; 5; 10 kg
Tipo: Frasco; Material: Plástico; Capacidade de Acondicionamento: 100; 250; 500 g; 1; 1,5; kg
Tipo: Saco; Material: Solúvel; Capacidade de Acondicionamento: 10; 20; 50; 60; 67; 70; 100 g
Tipo: Saco; Material: Fibra de papel; Capacidade de Acondicionamento: 1; 2; 3; 4; 5; 10; 20; 25; kg
Tipo: Saco; Material: Aluminizado; Capacidade de Acondicionamento: 1 kg
Tipo: Saco; Material: Plástico; Capacidade de Acondicionamento: 10; 20; 30; 40; 50; 67; 100; 200; 250; 500 g; 1; 1,5; 2; 3 kg
Tipo: Saco; Material: Plástico ou Ráfia; Tipo: Saco; Material: Solúvel; Capacidade de Acondicionamento: 10; 20; 50; 60; 67; 70; 100 g : 5; 10; 15; 20; 25 kg
Tipo: Saco (com ou sem saco solúvel interno); Material: Papel ou alumínio; Capacidade de Acondicionamento: 10; 20; 30; 40; 50; 67; 100; 250; 500 g; 1; 1,5; 2; 3; 5; 10; 15; 20; 25 kg
Tipo: Tambor; Material: Fibra; Capacidade de Acondicionamento: 55kg
Tipo: Tambor; Material: Metal ou Plástico; Capacidade de Acondicionamento: 100kg
Tipo: Tambor ( com ou sem saco solúvel interno); Material: Fibra de papel; Capacidade de Acondicionamento: 5; 10; 15; 20; 25; 100 kg
Caixa de papelão: 20

MODO DE APLICAÇÃO:
Algodão:
Pulverização terrestre: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação ao redor de 100 l/ha.

Aplicação aérea / parâmetros a serem observados:
Largura da faixa de aplicação – 15 m (Aeronave tipo Ipanema)
Volume de aplicação – 30 a 50 l/ha.
Densidade de gotas – 20 a 30 gotas / cm².
Tamanho das gotas (DMV) – 200 a 400 µm
Altura de vôo – 2 a 4 m acima do alvo.

Condições meteorológicas:
- Temperatura do ar abaixo de 30° C.
- Umidade relativa do ar acima de 55%
- Velocidade do vento entre 5 e 18 Km/h

Observações:
- Evitar sempre os horários que estiverem com turbulência forte, inversões térmicas e correntes de convecção.
- Obedecer ao regulamento previsto na Portaria 009 do Decreto Lei 76865 do Ministério da Agricultura.

Cana:
Pulverização terrestre
Cigarrinha: Jato dirigido em ambos os lados da linha de plantio, de modo a atingir as ninfas, protegidas pela espuma, alojadas na base das plantas. Cupim: Aplicação sobre os colmos (mudas) no sulco de plantio, com um volume de 200 – 300 L /ha, cobrindo-os logo após o tratamento.

Aplicação aérea: somente em condição de cana fechada, quando não mais permitir aplicação tratorizada.

Aplicação aérea / parâmetros a serem observados:
Largura da faixa de aplicação – 15 m (Aeronave tipo Ipanema)
Volume de aplicação – 30 a 50 l/ha.
Densidade de gotas – 20 a 30 gotas / cm².
Tamanho das gotas (DMV) – 200 a 400 µm
Altura de vôo – 2 a 4 m acima do alvo.

Condições meteorológicas:
- Temperatura do ar abaixo de 30° C.
- Umidade relativa do ar acima de 55%
- Velocidade do vento entre 5 e 18 Km/h

Observações:
- Evitar sempre os horários que estiverem com turbulência forte, inversões térmicas e correntes de convecção.
- Obedecer ao regulamento previsto na Portaria 009 do Decreto Lei 76865 do Ministério da Agricultura.

Café:
Fazer a aplicação no período de novembro a março dependendo do histórico de ataque da praga na área. Usar a menor dose em períodos de baixa infestação (outubro a janeiro) ou, em aplicações seqüenciais fazendo a 1ª aplicação em outubro/novembro e a complementação em fevereiro/março.

Aplicação em esguicho: Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 50 ml/planta (metade em cada lado da planta). Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo, sob a copa do cafeeiro.

Aplicação via água de irrigação por gotejo: Considerar a área abrangida por turno de rega, calcular e administrar a quantidade de produto necessária para a aplicação da dose recomendada por ha; seguir as instruções do fabricante para a regulagem do equipamento dosador.

Citros:
Para controle de Cigarrinha-da-CVC: Fazer o tratamento no início do aparecimento da praga, através de:
- Aplicação dirigida ao tronco da planta, com 50 ml de calda por planta, a 20 cm do solo.
- Aplicação em sulcos (de 5 cm de profundidade) sob a copa, em ambos os lados da planta, fechando-os logo após o tratamento.

Para controle de Cochonilha-Orthezia: aplicação via pulverização, procurando atingir toda a copa das plantas com um volume de 15 litros / planta. Melhor efeito de controle é obtido com a adição de 0,5% de óleo mineral.

Para controle de Cochonilha-parlatoria, Cochonilha-pardinha e Psilídeo: Aplicação no tronco e ramos com um gasto em torno de 0,5 litro / planta, volume de calda suficiente para uma boa cobertura; ou em pulverização no solo na projeção da copa das plantas com volume em torno de 200 L / ha.

Fumo:
Aplicação em bandeja: Considerar o número de mudas por bandeja e a área que ocuparão no campo (ha) e administrar a quantidade de produto necessária para a aplicação da dose recomendada; Fazer o tratamento 2 dias antes do transplante através de rega com o produto diluído em água e gastando-se 400 ml de calda para cada bandeja de 200 mudas.

Palma Forrageira:
Aplicação foliar: Inspecionar as plantas freqüentemente. O nível de controle da conchonilha-do-carmim é menos de 10 colônias/plantas e o combate de ser iniciado logo após a detecção das primeiras colônias da praga no cultivo. Na primiera aplicação, tratar em área total. Voltar à área num intervalo de 10 a 14 dias e tratar somete cada planta atacada e as plantas imediatamente ao redor desta.
Efetuar no máximo duas aplicações.
Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 1000 litros/hectare. Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para a pulverização foliar objetivando atingir toda a planta, distribuindo uniformemente o produto até o ponto de molha, antes que comece a escorrer da planta.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.


PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e uvas. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA :
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emerg6ncia.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na nevoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente.com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P2); Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA" e manter os avisos até o final do period° de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (‘respirado’). Leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


- INTOXICAÇÕES POR TIAMETOXAM (Thiamethoxam) -
Informações Médicas

Grupo Químico - Neonicotinóide
Vias de exposição - Oral, dérmica, ocular e inalatória
Toxicocinética - Após a administração oral de thiamethoxam em ratos e camundongos a absorção foi rápida assim como a sua excreção através da urina. Ocorreu ampla distribuição e não houve evidencias de bioacumulação. Após exposição dérmica em ratos, a absorção foi baixa (< 3 % em 48 h). Estudos de toxicocinética e metabolismo com o thiametoxam demonstraram diferenças entre espécies quanto ao seu metabolismo e excreção. Os principais processos de metabolização - desmetilação e quebra do anel oxadiazina - foram similares, porém taxas relativas destes processos resultaram nas principais diferenças quantitativas dos metabólitos. Após administração oral, a excreção de thiametoxam inalterado na urina de ratos foi de 73 %, e nos camundongos 39 %, indicando uma maior metabolização da substância nos camundongos em comparação com os ratos. A excreção através das fezes em camundongos representou 19 % da dose administrada, e em ratos somente 5 % foi eliminado por esta via. Os tempos de meia-vida foram de 6 - 7 h em ratos e de 4 - 5 h.

Mecanismos de toxicidade - Em camundongos, o thiametoxam resultou na diminuição significativa da redução de colesterol seguido por morte celular, como necrose e apoptose, e aumentou a replicação celular após o período de 30 dias. 0 principal metabólito causador destas alterações foi identificado como o CGA330050 (3-(2-chloro-thiazol-5-ylmethy1)[1,3,5] oxadiazian-4-ylidene-N-nitroamine), um metabólito plasmático significante em camundongos, mas não em ratos.

Sintomas e sinais clínicos - Exposição aguda: Inseticidas neonicotinóides são relativamente pouco tóxicos a pessoas devido a sua menor afinidade aos receptores nicotínicos humanos quando comparados aos dos insetos. Estes inseticidas não penetram com facilidade a barreira hematoencefálica. Desta forma, efeitos relacionados, ao Sistema Nervoso Central (SNC) não são esperados quando houver exposição a baixas doses. Em um número limitado de exposições humanas já foram relatados casos de gravidade moderada a severa de depressão do SNC. Agitação severa e delírio foram reportados
após a exposição par via inalatória em um adulto. Náusea e vômitos podem ser esperados após exposição massiva a neonicotinóides.
Em animais observou-se : Quando da ingestão de doses moderadas a altas houve estimulação do Sistema Nervoso Central, similar ao que ocorre quando da exposição a nicotina, incluindo: tremores, baixa reação pupilar e hipotermia.

Diagnóstico - O diagnóstico e estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clinico compatível.
• Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

Tratamento - Antídoto: não ha antídoto especifico.
Tratamento: as medidas gerais são orientadas A remoção da fonte de exposição, descontaminação do paciente, proteção das vias respirat6rias, prevenção de aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Evitar o contato com os olhos, pele e roupas contaminadas.
O tratamento é o de substâncias tóxicas em geral.
Exposição Oral:
Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto potencialmente perigosa a vida (ate 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes näo-intubados; após ingestão de produtos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencie• de aspiração); risco de hemorragia/perfuração gastrointestinal e ingestão de quantidade nä° significativa.
Carvão ativado: se liga a malaria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo ap6s a ingestão (1 hora)
1. Dose: suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g de carv5o). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças de (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças < 1 ano;
• Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
• Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial.
Exposição Inalatória: Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado. Se ocorrer tosse ou dispnéia, avalie quanto a irritações, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário Trate broncoespasmos com [ß2-agonistas via inalatória e corticosteróides via
oral ou parenteral.
Exposição Ocular: Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina ao 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição Dérmica: Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• Evitar aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular
e inalatório com o produto.

Contra-indicações - A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Efeitos sinérgicos - Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.

ATENÇÃO - Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Mecanismo de ação, absorção e excreção: Vide item Toxicocinética no quadro acima.

Efeitos agúdos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos: (PF)
DL50 oral em ratos > 5.000 mg/kg P.C.
DL50 dérmica em ratos > 5.000 mg/kg P.C.
CL50 inalatória em ratos > 2,57 mg/L ar.
Irritação ocular em coelhos: altamente irritante.
Irritação dérmica em coelhos: levemente irritante.
Sensibilização cutânea: não causou sensibilização.

Efeitos crônicos:
No estudo crônico em cães (52 semanas) foi observada aumento nos níveis plasmáticos de uréia, creatinina em animais de ambos as sexos nas doses de 750ppm e 1500ppm. Foram também observados redução da atividade da alanina aminotransferase em machos tratados com 750 e 1500ppm e redução nos níveis de albumina sérica em fêmeas tratadas com 1500ppm. Em cães machos foi observadas diminuição do peso absoluto e relativo dos testículos em machos tratados com 750 ppm e 1500ppm, esta alteração esteve associada com um ligeiro aumento na incidência e severidade de atrofia tubular.Os níveis de dose
onde não foram observados efeitos adversos foram de 150ppm (machos: 4,05 mg/Kg/dia p.c. e fêmeas: 4,49 mg/kg/dia p.c.).
No estudo cr6nicos e de carcinogenicidade em camundongos machos e fêmeas, as principais alterações relatadas nos estudos crônicos foram: hipertrofia, inflamação e necrose do fígado e nefropatia. Houve aumento de incidência de adenomas e adenocarcinomas nos fígados, sendo considerado relativo a indução de enzimas microssomais hepáticas, do tipo especie-especifica (semelhante e causada pela administração de fenobarbital a roedores).
Os níveis de dose onde não foram observados efeitos adversos foram de 20ppm (machos: 2,63 mg/Kg/dia p.c. e fêmeas: 3,68 mg/kg/dia p.c.).
No estudo crônico e de carcinogenicidade foi observado em machos um aumento na incidência e severidade de nefropatia crônica, com observação de lesões tubulares, proliferação de basófilos e infiltração linfociteria nos rins, possivelmente devido a acumulação de a-2-microglobulia. As fêmeas apresentaram focos de alteração celular no fígado. Não houve observação de desenvolvimento de neoplasias. Os níveis de dose onde não foram observados efeitos adversos foram de 500ppm (21 mg/Kg/dia p.c. ) para as machos e 1000ppm e (50,3 mg/kg/dia p.c.) para as fêmeas.
Nos estudos de reprodução e prole em ratos foram observadas desorganização/perda de células germinativas e vacuolizacão nas células de Sertoli (grau mínima) em machos da geração F1, sem alteração dos parâmetros de fecundidade. O nível de dose onde não foi
observado efeito reprodutivo foi de 75 mg/Kg/dia p.c..
Nos estudos de teratogênese foram observados: redução do peso fetal, atraso na
ossificação e aumento nas taxas de perdas pós-implantação (apenas em coelhos) em doses
materno-tóxicas.
Estudos de neurotoxicidade aguda em ratos revelaram o aparecimento de depressão do
Sistema Nervoso Central quando da administração de doses altas (500mg/Kg p.c.).
Não houve quaisquer evidências de mutagenicidade ou clatrogenicidade em estudos
realizados "in vitro" e "in vivo".

DADOS RELATIVOS À PROTECAO DO MEIO AMBIENTE:
1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTECAO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distal-Ida inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível'.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sem pré embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTECAO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de Emergência: (0800-704-4304).
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, Óculos protetor e mascara com filtro)
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não devera mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para consumo humano ou animal, contate órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questa° e da quantidade do produto envolvido.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA

UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos
- Adicione água limpa a embalagem ate 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- lnutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- lmediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, ate sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, ate sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual devera ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUCÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias neo podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual devera ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos orgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impr6prio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto e feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte este sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedade resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos o qualquer outro agente de controlde pode tornar-se um problema econômico. ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem previnir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
- Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
- Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agronômo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).