Bula Meta-Turbo

acessos
Metarhizium anisopliae
12816
Biovalens

Composição

Metarhizium anisopliae 300 g/kg Inseticida biológico

Classificação

Inseticida microbiológico
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Agente biológico de controle
Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
3200 g.p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 60 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este produto. Aplicar após a detecção da presença da praga
Cigarrinha das pastagens
(Zulia entreriana)
200 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 60 L de calda/ha (aéreo) Realizar apenas duas aplicações. Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este produto. Aplicar após a detecção da presença da praga
Cigarrinha das raízes
(Mahanarva fimbriolata)
200 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 60 L de calda/ha (aéreo) Realizar apenas duas aplicações. Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este produto. Aplicar após a detecção da presença da praga

Saco plástico de polietileno: 500g; 1; 5; 10 e 20 Kg.

INSTRUCOES
META-TURBO (Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425) é um agente microbiológico de controle utilizado no controle da cigarrinha-da-raiz (Mahanarva fimbriolata), no controle da cigarrinha-das-pastagens (Zulia entreriana) e no controle da cigarrinha-das-pastagens; cigarrinha-dos-capinzais (Deois flavopicta), em todas as culturas nas quais ocorram.

MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICACAO:
As aplicações podem ser terrestres (pulverizador costal, tratorizado de arrasto e/ou autopropelido ) e/ou áreas (aeronaves agrícolas).
Aplicação terrestre: Aplicar volume de calda de 200 a 300 L/ha com jatos dirigidos para a base das touceiras com bicos tipo leque.
Aplicação aérea: Aplicar volume de calda de 30 a 60 L/ha e altura de velo de 3 a 4m sobre a cultura.

PREPARO DA CALDA:
Primeiro passo: Limpeza do tanque e bicos de pulverização
A limpeza deve ser realizada antes do prepare da calda de pulverização. Possui objetivo de eliminar resíduos de herbicidas, inseticidas e/ou fungicidas químicos. Deve ser realizada com sabão neutro, longe de lagos e rios. Os resíduos devem ser descartados em local apropriado de acordo com a legislação.
Segundo passo: Preparo da calda de pulverização
1. Transferir água para o tanque de pulverização até 50% de sua capacidade.
2. Em outro recipiente, suspender META-TURBO em água sob agitação. Utilizar 2 L de água para cada 1 Kg do produto.
3. Transferir a suspensão concentrada para o tanque de pulverização, utilizando filtros na linha de transferência.
4. Manter tanque de pulverização sob agitação.
5. Transferir água para o tanque de pulverização até 100% de sua capacidade.
Observação: A aplicação deve ser realizada logo após o preparo da calda de pulverização e o equipamento utilizado deve realizar a agitação constante da calda.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Intervalo de reentrada: 4 horas, até a secagem da calda. Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO: Recomenda-se aplicar META -TURBO sob condições climáticas favoráveis à infecção da praga pelo fungo entomopatogénico Metarhizium anlsopliae IBCB 425, ou seja, em dias nublados ou à noite com temperaturas amenas (máximo 28°C) e umidade relativa do ar superior a 70%. Nestas condições, a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor. A radiação UV é um dos fatores responsáveis pela redução da viabilidade dos conídios, portanto, deve ser sempre evitada.
Armazenar o produto preferencialmente em câmara fria/geladeira ou em locais frescos e arejados.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fitopatógenos a cepa IBCB 425. Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
• Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS
INDIVIDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTORICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO, CONSIDERANDO QUE HÁ RELATOS DE CASOS CLINICOS DE INFECÇAO FUNGICA POR M. anisopliae DE PESSOAS NESTA CONDIÇÃO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara cobrindo nariz e boca com filtro mecânico, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes. da legislação estadual e municipal.
- O produto META-TURBO pode ser armazenado sob refrigeração a 8°C ou -15°C ou a 22°C por até 90 dias.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima, das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Nao aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal. Se utilizar trator (ou aviao), aplique o produto contra o vento.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calgas por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro mecânico classe P2 ou P3; Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUCOES APOS A APLICACAO:
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: Óculos, botas, macacão e mascara.
Tome banho imediatamente ap6s a aplicação do produto.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção ap6s cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de use dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize luvas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE LOGO UM SERVICO MEDICO DE EMERGENCIA LEVANDO A EMBALAGEM, ROTULO, BULA E/OU RECEITUARIO AGRONOMICO DO PRODUTO.
INGESTAO: SE ENGOLIR O PRODUTO, NAO PROVOQUE VOMIT°. CASO O VOMITO OCORRA NATURALMENTE, DEITE A PESSOA DE LADO. NAO DE NADA PARA BEBER OU COMER.
OLHOS: EM CASO DE CONTATO, LAVE COM MUITA AGUA CORRENTE DURANTE PELO MENOS 15 MINUTOS. EVITE QUE A AGUA DE LAVAGEM ENTRE NO OUTRO OLHO. CASO HAJA IRRITACAO, PROCURE UM SERVICO MEDICO.
PELE: LAVE COM AGUA E SABAO EM ABUNDANCIA E, SE HOUVER IRRITACAO, PROCURE UM MEDICO.
INALACAO: SE O PRODUTO FOR INALADO ("RESPIRADO"), LEVE A PESSOA PARA UM LOCAL ABERTO E VENTILADO.
A PESSOA QUE AJUDAR DEVERIA PROTEGER-SE DA CONTAMINACAO USANDO LUVAS.
- RISCOS ASSOCIADOS A Metarhizium anisopliae -
FORMAÇOES Medicas
Nome técnico: META-TURBO
Nome cientifico: Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425
Classe toxicológica: IV POUCO TOXICO
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Mecanismos de toxicidade: Não a esperado, em mamíferos, efeito toxigênico causado pela exposição ao Metarhizium anisopliae, contudo ha registros de infecção em pessoas imunossuprimidas e quadros de ceratites.
A infecção de Metarhizium anisopliae ocorre normalmente via tegumento do inseto, onde o fungo germina em 12 a 18 horas, dependendo da presença de nutrientes, representados por glucose, quitina, nitrogênio, etc. A infecção oral pode ocorrer para alguns insetos, sendo também possível, a penetração via sistema respiratório pelo espiráculo. A penetração tegumentar ocorre devido a uma ação mecânica e química (enzimática), o que leva cerca de 12 horas. Decorridas 72 horas da inoculação o inseto apresenta-se totalmente colonizado,
sendo o tecido gorduroso bastante atacado, seguido pelo tecido intestinal, tubos de Malpighi, etc., advindo a morte em função da falta de nutrientes e do acúmulo de substâncias tóxicas. Os insetos atacados tornam-se duros e cobertos por uma camada de micélio branco que posteriormente se transforma em conidióforos,
que dão origem a massas pulverulentas de conídios esverdeados. No final da conidiogênese, o cadáver pode mostrar tons de verde que variam de claro a escuro, acinzentados ou ainda esbranquiçados com pontos verdes. A infecção oral pode acontecer para alguns insetos, como no caso de Solenopsis spp., sendo também possível a penetração via sistema respiratório pelo espiráculo.
A penetração tegumentar ocorre devido a uma atuação mecânica e química (enzimática), que leva cerca de 12 horas. Decorridas 72 horas da inoculação, o inseto apresenta-se totalmente colonizado, advindo a morte por falta de nutrientes e acúmulo de toxinas, conforme explicado anteriormente.
Sintomas e sinais clínicos: Até o presente momento não foram observados problemas em função da
aplicação deste patógeno nas unidades de proteção ou em campo. Foram observadas reações alérgicas em pessoas que trabalham em laboratórios, como febre e problemas pulmonares. Um pesquisador apresentou sensibilidade alguns meses após realizar pesquisas com esse fungo sem proteção (luvas ou máscara). Apesar destes problemas, testes de segurança com. exposição oral e intraocular não resultaram em efeitos adversos e não houve evidência de multiplicação em tecidos de mamíferos.
Diagnóstico: Existem relatos em literatura medica de Metarhizium anisopliae como causador
de infecção oportunista em indivíduos imunossuprimidos. O diagnostico pode ser feito com a confirmação da exposição e com o isolamento e identificação macroscópica ou molecular a partir de cultura microbiana. Os estudos de patogenicicidade desenvolvidos com o microrganismo não demonstraram capacidade patogênica.
Tratamento: O tratamento é de suporte e a maioria das exposições casuais requer apenas
descontam inação. O tratamento para o caso de irritação ocular deve ser sintomático e de suporte. O tratamento para o caso de infecção fúngica deve ser feito com antimicoticos sistêmicos conforme definido em protocolos específicos para infecção fúngica.
Exposição Oral
Não há antídoto específico para envenenamento por Metarhizium anisopliae. O tratamento é sintomático e de suporte e inclui o monitoramento para o desenvolvimento de possíveis reações de hipersensibilidade.
Exposição Inalatória
A) Remova o intoxicado para um local arejado.
B) Monitore para alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia.
Administre oxênio e auxilie na ventilação, conforme necessário.
Exposiçao Ocular
A)lrrigue com água corrente ou salina a 0,9% por pelo menos 10 minutos.
B) Um anestésico tópico pode ser necessário para alivio da dor ou no caso de blefaroespasmos.
C) Assegure que não haja partículas remanescentes na conjuntiva.
D) Se os sintomas não forem solucionados ap6s a descontaminação ou se for detectada uma anormalidade significante durante o exame, encaminhe para um oftalmologista.
Exposição Dérmica
1) Remova as roupas contaminadas e lave a pele exposta com água e sabão.
2 Institua tratamento sintomático e medidas de suporte conforme necessário.
Contra-indicaçoes: A indução do vomito a contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.
ATEÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnostico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (64)8404-0186

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇAO E EXCRECAO PARA ANIMAIS DE LABORATORIO:
Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos e não são esperados por se tratar de produto composto por conídios fúngicos e arroz.
EFEITOS AGUDOS (RESULTANTES DE ENSAIOS COM ANIMAIS - Produto formulado com Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425 e arroz:
• DL50 dermal aguda: > 4.000 mg/kg de peso corpóreo.
• Irritação dérmica: em coelhos albinos, não causou irritação e/ou lesão dérmica.
• Irritação ocular: em coelhos albinos, mostrou-se extremamente irritante para os olhos causando opacidade de córnea, irite, hiperemia e quemose em todos os animais, havendo reversão total das reações oculares em ate 14 dias. A irritação ocular verificada foi atribuída ao arroz presente na formulação e não especificamente ao AMC.
• Sensibilização cutâneo: em cobaias, o AMC não foi considerado sensibilizante.
• Toxicidade/Patogenicidade Oral Aguda: neste teste, nenhuma evidencia de patogenicidade e toxicidade foram encontradas durante a necropsia dos animais tratados. Entretanto, foi realizado o isolamento de UFC em fezes, Orgãos e fluidos, o que demonstra capacidade de transposição de barreira intestinal e outras barreiras biológicas. Embora os sinais clínicos e a necropsia não tenham evidenciado potencial patogenico, a presença de colônias encontradas nas placas de cultura semeadas com amostras de tecidos dos animais demonstra que os conídios do fungo podem permanecer viáveis em tecidos de ratos, podendo sinalizar potencial de infectividade.
• Toxicidade/Patogenicidade Pulmonar Aguda: neste teste, nenhuma evidencia de patogenicidade e toxicidade foram encontradas durante a necropsia dos animais tratados. Entretanto, o fungo foi isolado de amostras de Órgãos tais como fígado e bago de animais tratados com o fungo. A presença de colônias encontradas nas placas semeadas com amostras de tecidos dos animais demonstra que os conídios do fungo podem permanecer viaveis em tecidos de ratos, podendo sinalizar potencial de infectividade.
• Toxicidade/Patogenicidade Intravenosa Aguda: neste teste, foram observadas na necropsia dos animais tratados, alterações macroscópicas no fígado, bago e est6mago (congestão, aumento de tamanho, aderência e microabcesso moderados), esplenomegalia e aderência do bago, intestinos (aderência ou com conteúdo sanguinolento) nos pulmões (congestão) e fígado (congestão e áreas pandas). Nenhum dos achados confirma a, capacidade de toxicidade ou patogenicidade, mas novamente a presença de colônias encontradas nas placas semeadas com amostras de diversos tecidos dos animais tratados demonstra que os conídios do fungo podem permanecer viáveis em tecidos de ratos, podendo sinalizar potencial de infectividade.
Existem diversos relatos em literatura médica de Metarhiziurn anisopliae (Metsch) como causador de infecção oportunista em indivíduos imunossuprimidos. Sendo assim, orienta-se a afastar pessoas com imunodeficiência ou imunossuprimidos da manipulação direta desses produtos.
Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em humanos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa publica ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Não existem informações sobre o manejo de resistência de fitopatógenos a cepa IBCB 425. Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência.O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a inseticidas - IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI):
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI;
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex: controle cultural, biológico, etc...) dentro do controle de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.