Bula Mimic 240 SC

acessos
Tebufenozide
7796
Iharabras

Composição

Tebufenozida 240 g/L Diacilhidrazina

Classificação

Inseticida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Acelerador de ecdise

(Usuários cadastrados podem consultar as 0 indicações de uso para 0 culturas registradas para este produto)

Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
125 mL p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 7 dias 3 dias Deve ser aplicado preventivamente, iniciando-se as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
125 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 10 a 12 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações 14 dias Deve ser aplicado para o controle do curuquerê quando o nível de infestação atingir de 1 a 2 lagartas por planta ou o nível de desfolha for no máximo 10%
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
62,5 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações 3 dias Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento logo após o início da infestação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
200 a 400 mL p.c./ha 50 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo entre as aplicações será determinado em função da reinfestação 28 dias Monitorar o cultivo/praga e aplicar quando o Nível de Dano Econômico for atingido (lagartas pequenas com até 3% de incidência da praga). A menor dose é recomendada para o controle em baixas infestações e a maior dose em altas infestações
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
40 a 50 mL p.c./100L água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura 7 dias Deve ser aplicado no início da infestação. Recomenda-se a retirada dos frutos atacados pela praga antes da aplicação. As pulverizações devem atingir toda a superfície dos frutos
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
50 mL p.c./100L água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura 7 dias Deve ser aplicado nas plantas com brotações
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
62,5 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações 3 dias Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento logo após o início da infestação
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
62,5 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações 3 dias Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento logo após o início da infestação
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
62,5 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações 3 dias Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento logo após o início da infestação
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta dos eucalipotos
(Thyrinteina arnobia)
125 mL p.c./ha 250 a 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário Uso não alimentar Deve ser aplicado em estágios larvais de máxima atividade, porém antes de se atingir o nível de dano econômico, para um eficiente controle de praga. Pulverização com volume de calda de 500-1000 L/hectare quando usando equipamento Costal e 250 a 500 L/ha quando usando equipamento Tratorizado
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta enroladeira
(Bonagota cranaodes)
90 mL p.c./100L água 600 a 1200 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 10 a 15 dias, dependendo do nível de infestação 14 dias Iniciar o tratamento logo após o início da infestação
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
70 a 90 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar 3 aplicações, com intervalo de 14 dias 14 dias Realizar monitoramento através de armadilhas com feromônios. Iniciar as aplicações quando forem capturados no mínimo 5 adultos em armadilha de feromônio instaladas no pomar
Milheto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
300 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura 60 dias Iniciar o tratamento logo após o início da infestação, com lagartas até o 3º instar (até 1,5 cm), já que após este tamanho, os danos causados serão maiores
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
300 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura 60 dias Iniciar o tratamento logo após o início da infestação, com lagartas até o 3º instar (até 1,5 cm), já que após este tamanho, os danos causados serão maiores
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
62,5 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações 3 dias Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento logo após o início da infestação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura 14 dias Deve ser aplicado quando na amostragem (pano-de-batida) forem constatadas 30-40 lagartas pequenas (até 1,5 cm) ou até 10 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm). Repetir a aplicação, se necessário, até o início do florescimento
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
300 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura 60 dias Iniciar o tratamento logo após o início da infestação, com lagartas até o 3º instar (até 1,5 cm), já que após este tamanho, os danos causados serão maiores
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
125 mL p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias 3 dias Aplicar preventivamente, iniciando-se no florescimento da cultura, aplicando-se sobre toda a parte aérea da cultura, principalmente flores e frutos
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
500 mL p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias 3 dias Aplicar no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (nos primeiros instares larvais), procurando atingir toda a parte aérea da cultura

Frascos plásticos de 1; 1,9; 2; 2,5; 3,8; 5; 7,6 e 10 L.
Baldes plásticos de 7,6; 10; 15,2; 20 e 25 L.

MIMIC 240 SC é indicado para aplicações terrestres e aéreas. As aplicações terrestres podem ser costais ou acopladas a tratores, atomizadores. O volume de calda varia de acordo com a cultura, devendo ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas.
Em todas as aplicações, excetuando-se na cultura de cana-de-açúcar, adicionar óleo vegetal ou mineral emulsionável ou um adjuvante de boa qualidade na dosagem de 0,125% - 0,250% (125 mL250 mL/100L).

ABOBRINHA

Pulverizadores costais
Velocidade: 1 m/s Volume de aplicação: 500 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi Tipos de bico: jato cônico vazio ou D4 a D6 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.

Pulverizadores tratorizados de barra
Velocidade do trator: 6-8 km/h Volume de aplicação: 500 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.

ALGODÃO

Pulverizadores costais
Velocidade: 1 m/s Volume de aplicação: 200 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi Tipos de bico: jato cônico ou D2 a D4 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.

Pulverizadores tratorizados de barra
Velocidade do trator: 6-8 km/h Volume de aplicação: 500 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor c(core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ. Altura da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição.

Aérea
Uso de barra com 40-42 bicos de jato cônico vazio. Volume de aplicação: 10-12 litros/ha Pressão de trabalho: 15-30 psi Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm2 . Altura de voo: 4-5 metros em relação ao alvo de deposição.

CANA-DE-AÇÚCAR

Pulverizadores tratorizados de barra
Velocidade do trator: 6-8 km/h Volume de aplicação: 50-200 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi Tipos de bico: leque 110.01 - 110.02 Altura da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição.

Aérea
Uso de barra com 40-42 bicos Volume de aplicação: 20-40 litros/ha Pressão de trabalho: 30-50 psi Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm². Altura de voo: 4-5 metros em relação ao alvo de deposição.

CITROS

Atomizadores
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
Velocidade do trator: 2-3 km/hora Rpm na tomada de força: 540 rpm Pressão: 300 a 350 libras/pol2 Vazão: 145 litros/minuto Tipo de bico: Disco ou chapinha número 6, os dois lados do atomizador devem estar abertos, ou seja, 7 bicos de cada lado, num total de 14 bicos; considerando-se que todos estejam abertos, recomendase alternar bicos com difusor de 2 furos (menor vazão) com bicos de difusão de 3 furos (maior vazão). Volume de calda: Usar 5-15 litros de calda por planta, dependendo do porte da árvore.

Pistolas
Devem-se observar os seguintes parâmetros: Velocidade do trator: 1,8 km/hora Rpm do trator: 1.400 rpm Marcha do trator: 1ª reduzida Pressão: 200-350 libras/pol2 Vazão: 130 litros/minuto Tipo de bico: Disco ou chapinha nos 6 a 8 Volume de aplicação: Usar 5-15 litros de calda por planta, dependendo do porte da árvore.

Pulverizadores costais
Como os pulverizadores costais manuais não possuem regulador de pressão, o volume a ser aplicado depende muito do operário que executa a operação. A calibração deve ser feita individualmente, sendo considerada uma velocidade usual aquela ao redor de 1 m/segundo. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo de movimento que o operador imprime à alavanca de acionamento da bomba, combinado com a vazão do bico. Bicos de alta vazão geralmente são trabalhados a baixa pressão, uma vez que no ritmo normal de bombeamento não se consegue atingir altas pressões. Em oposição, bicos de baixa vazão são operados em pressões maiores, pois o operador consegue manter o circuito pressurizado acionando poucas vezes a alavanca da bomba. Recomenda-se utilizar bicos de média a baixa vazão para melhor cobertura da área foliar.

COUVE, BRÓCOLIS, COUVE-FLOR, COUVE-CHINESA, REPOLHO

Pulverizadores costais
Velocidade: 1 m/s Volume de aplicação: 400 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi Tipos de bico: jato cônico vazio ou D4 a D6 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.

Pulverizadores tratorizados de barra
Velocidade do trator: 6-8 km/h Volume de aplicação: 400 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.

MAÇÃ

Pulverizadores tratorizados turbinados
Velocidade de aplicação: 4-6 km/ha Volume de aplicação: 600 a 1200 litros/ha. Pressão de trabalho: 120-150 psi Tipos de bicos: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.

MILHO, MILHETO, SORGO

Pulverizadores tratorizados de barra Velocidade de aplicação: 4 a 6 km/h Volume de aplicação: 200 a 400 litros/ha. Pressão de trabalho: 40-60 psi Tipos de bicos: Leque - 8002 a 8003 - direcionado para a linha de milho. Altura da barra: 50 cm acima do alvo a ser depositado.

SOJA

Pulverizadores costais
Velocidade: 1 m/s Volume de aplicação: 200 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi Tipos de bico: jato cônico ou D2 a D4 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.

Pulverizadores tratorizados de barra
Velocidade do trator: 6-8 km/h Volume de aplicação: 200-400 litros/ha Pressão do manômetro: 80-160 psi Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ. Altura da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição.

Aérea
Uso de barra com 40-42 bicos de jato cônico vazio. Volume de aplicação: 10-20 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm². Altura de voo: 4-5 metros em relação ao alvo de deposição.

TOMATE

Pulverizadores costais (tomate envarado)
Velocidade: 1 m/s Volume de aplicação: 500-1000 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi Tipos de bico: jato cônico vazio ou D4 a D6 compatível com a vazão de 500-1000 litros/ha.

Pulverizadores tratorizados de barra (tomate rasteiro)
Velocidade do trator: 6-8 km/h Volume de aplicação: 500-1000 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ. Altura da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição.

EUCALIPTO

Atomizador costal (motorizado): Volume de aplicação: 500 a 1000 L/ha.
Pulverizador tratorizado tipo canhão Volume de aplicação: 250 a 500 L/ha Rotação do trator: 540 rpm Rotação da turbina centrífuga: 3400 rpm Faixa de aplicação: 1 a 3 linhas, dependendo da altura da árvore. 10.3 Aérea: Uso do MICRONAIR AU 5000 ou bicos hidráulicos Volume de aplicação: 10 a 20 litros/ha Altura do voo: 3 a 4 metros do topo da árvore Ângulo das pás (MICRONAIR): 35 a 45º Inclinação dos bicos hidráulicos: 45 a 90º.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO DE MIMIC 240 SC:
Temperatura máxima: 30ºC Umidade relativa do ar: 55% (mínima) Velocidade do vento: máximo de 10 km/h

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abobrinha, Brócolis, Couve, Couve-flor, Couve-chinesa, Repolho e Tomate: 3 dias
Citros: 7 dias Algodão, Maçã e Soja: 14 dias
Cana-de-açúcar: 28 dias
Milho, Milheto e Sorgo: 60 dias
Eucalipto: UNA (uso não alimentar)

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar na área tratada sem utilizar o equipamento de proteção individual, até o completo secamento da calda sobre a cultura, um dia (24 horas) após a aplicação. Caso haja necessidade de entrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas. Evitar, sempre que possível, que pessoas alheias ao trato com a cultura e animais circulem pela área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: MIMIC 240 SC não é fitotóxico às culturas indicadas quando utilizado de acordo com os usos e doses recomendados.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca: Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha: Ao contato com o produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem faça de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, óculos ou viseira facial, luvas, avental impermeável e máscara cobrindo o nariz e a boca.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO: Evite o máximo possível contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, óculos ou viseira facial, luvas, avental impermeável e máscara cobrindo o nariz e a boca.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho troque e lave suas roupas (não misture com roupas de uso diário).

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito, beba 2 copos de água e procure o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água em abundância por no mínimo 15 minutos e, se a irritação persistir, procure o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e se houver irritação procure o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Inalação: Procure lugar arejado.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA E ANTÍDOTO: A resposta humana para uma dose oral não-letal não é conhecida, mas deve-se esperar que ocorra náuseas e vômitos. Se for ingerido, o produto deve ser diluído com dois copos de água e deve ser consultado um médico. Embora o TEBUFENOZIDE seja classificado como praticamente não irritante em estudos com animais, a exposição humana, dérmica ou ocular, pode resultar em irritação leve e transiente, particularmente quando em membranas mucosas. Os olhos devem ser lavados com bastante água.

A pele afetada deve ser lavada intensamente com sabão e água. TEBUFENOZIDE não é um sensibilizante e portanto, não devem ser esperadas reações alérgicas. Como não houveram estudos de toxicidade conduzidos em seres humanos, toda a informação aqui contida é baseada em estudos com animais e todas as recomendações para tratamento são para alívio dos sintomas e terapia de suporte.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Foram conduzidos estudos com animais de laboratório para determinar a farmacocinética do TEBUFENOZIDE. Os mesmos indicaram que o composto é apenas parcial, porém rapidamente absorvido após exposição oral. As maiores concentrações foram encontradas no fígado, gordura, rins e intestino. No entanto, o composto foi rapidamente depurado e não houve evidências de bioacumulação em nenhum tecido. O produto é pouco metabolizado e é excretado principalmente pelas fezes.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: MIMIC 240 SC possui as seguintes doses letais 50% (DL 50): DOSE LETAL 50 (DL 50) ORAL: > 5.000 mg/kg em ratos machos e fêmeas. DOSE LETAL 50 (DL 50) DÉRMICA: > 5.000 mg/kg para ratos machos e fêmeas. Estudos de laboratório demonstraram que MIMIC 240 SC é considerado levemente irritante para a pele de coelhos. Quando aplicado via ocular em coelhos o produto foi considerado não irritante para os olhos. Estudos de longo prazo realizados com o ingrediente ativo do MIMIC 240 SC demonstraram que o mesmo não apresenta características teratogênicas ou carcinogênicas, nem tampouco efeitos sobre a reprodução. O composto também não apresenta qualquer atividade mutagênica.

EFEITOS COLATERAIS: Uma vez que nenhum efeito terapêutico do produto é esperado para o homem, qualquer um dos efeitos acima descritos são considerados colaterais.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é

( X ) Perigoso ao meio ambiente (Classe III).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental
- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS, telefone 0800-770-1760.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina ou CO2 ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL - LAVAGEM DA EMBALAGEM:
• Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamento de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
– TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
- RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida MIMIC 240 SC pertence ao grupo 18 (agonistas de receptores de ecdisteróides) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do MIMIC 240 SC como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 18. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar MIMIC 240 SC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de MIMIC 240 SC podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do (nome do produto – marca comercial) ou outros produtos do Grupo 18 quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org) ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ( www.agricultura.gov.br).

Compatibilidade

Deve-se evitar mistura com subst. fortemente ácidas.