INSTRUÇÕES DE USO
PALISAD® é um produto BIOQUÍMICO com ação inseticida e fungicida. É uma micro-emulsão, caracterizando-se por uma rápida ação inicial e curta persistência. É altamente eficaz contra diversas espécies de ácaros, insetos e fungos fitopatogênicos de desenvolvimento externo.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Alternaria brassicae (Mancha-de-alternária) em:
Agrião, Almeirão, Brócolis, Chicória, Couve, Couve-chinesa, Couve-de-bruxelas, Couve-flor, Estévia, Mostarda, Repolho e Rúcula: aplicar preventivamente e reaplicar a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.
Bemisia tabaci (Mosca-branca) em:
Amendoim, Ervilha, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha e Soja: aplicar imediatamente após o surgimento da praga e reaplicar a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.
Blumeria graminis f. sp. tritici (Oídio) em:
Trigo, Aveia, Centeio, Cevada, Milheto, Sorgo e Triticale: aplicar imediatamente após os primeiros sintomas da doença e reaplicar a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.
Brevicoryne brassicae (Pulgão) em:
Acelga, Agrião, Almeirão, Brócolis, Chicória, Couve, Couve-chinesa, Couve-de-bruxelas, Couve-flor, Espinafre, Estévia, Mostarda, Repolho e Rúcula: aplicar imediatamente após o surgimento da praga
e reaplicar a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.
Diaphorina citri (Psilídeo) em:
Citros: aplicar imediatamente após a constatação da praga no monitoramento. Intervalo de reaplicação de 15 a 21 dias. Não há número limite de aplicações.
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) em:
Melancia e Melão: aplicar preventivamente e reaplicar a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.
Thrips palmi (Tripes) em:
Alho, Batata, Cebola e Chalota: aplicar imediatamente após o surgimento da praga e reaplicar a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.
MODO DE APLICAÇÃO
PALISAD® deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as plantas obedecendo sempre a época e as doses recomendadas.
Equipamentos de aplicação: o equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura e forma de cultivo, podendo ser: tratorizado com barra ou autopropelido ou pulverizador costal manual.
Seleção de pontas de pulverização: a seleção correta das pontas é primordial para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura dos alvos em questão, conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Condições climáticas: Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 7 km/hora.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
“24 horas, ou até a secagem da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.”
LIMITAÇÕES DE USO
- O produto não é fitotóxico quando utilizado nas doses e condições de pulverização recomendadas para as culturas registradas.
- Executar a pulverização durante as horas mais frescas do dia, e EVITAR a execução da mesma em plantas presentes sob stress hídrico.
- Seguir sempre as recomendações de um Engenheiro Agronômico.
RESTRIÇÕES DE USO/RECOMENDAÇÕES/INCOMPATIBILIDADES
O produto diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia, a utilização da mesma calda preparada de um dia para o outro reduz a eficiência do produto. A água deve ser de boa qualidade, com pH entre 5.5 à 7.0.
Incompatibilidades: não há casos identificados de incompatibilidades, desde que sejam seguidas as recomendações de uso.
Precauções quanto a saúde humana
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
Precauções quanto ao meio ambiente
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Manejo integrado
Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos econômicos, ecológicos e sociológicos. Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas: utilizar sementes/material de propagação sadios, trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempre que possível, realizar adubação adequada, utilizar controle biológico, praticar sempre rotação de culturas e utilizar o tratamento fitossanitário, quando recomendado
através de diagnose correta do problema.
Manejo de resistência
O uso sucessivo de fungicidas/inseticidas com o mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento de populações resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas/inseticidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de manejo previstas no manejo integrado, tais como rotação de culturas, controle cultural, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, controle biológico e etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org) e pragas IRAC-BR (www.irac-br.org.br), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO BM01 FUNGICIDA
GRUPO UNE INSETICIDA
O produto fungicida/inseticida PALISAD® é composto por Ácido Tânico (poliflavonóides), que apresenta múltiplos mecanismos de ação, pertencente ao Grupo BM01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).