Bula PingBR

acessos
Permetrina
4415
Ouro Fino

Composição

permetrina 384 g/L ectoparasiticidas

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
160 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 5 a 20 L de calda/ha (aéreo) Repetir se necessário com intervalo de 7 a 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações com 10% de infestação, ou seja, 10 lagartas/100 plantas
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
325 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 5 a 20 L de calda/ha (aéreo) Repetir se necessário com intervalo de 7 a 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações com 10% de infestação, ou seja, 10 lagartas/100 plantas
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
260 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 5 a 20 L de calda/ha (aéreo) Repetir se necessário com intervalo de 7 a 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações com 10% de infestação, ou seja, 10 lagartas/100 plantas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
260 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 5 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 7 dias. Aplicar no início da infestação
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
260 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 5 a 20 L de calda/ha (aéreo) Repetir se necessário com intervalo de 7 a 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações com 10% de infestação, ou seja, 10 lagartas/100 plantas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Spodoptera eridania)
65 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 5 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 20 dias. Aplicar no início da infestação
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
45 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 5 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 45 dias. Fazer a pulverização no início da raspagem das folhas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
40 a 65 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 5 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. Aplicar no início do aparecimento da praga
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
65 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 5 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. Aplicar quando forem observadas lagartas pequenas (menores que 1,5 cm)
Percevejo verde
(Nezara viridula)
130 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 5 a 100 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. Iniciar as aplicações quando forem constatados 2 ou mais percevejos por metro linear
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
130 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 5 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. Iniciar as aplicações quando forem constatados 2 ou mais percevejos por metro linear

Balde metálico/plástico - 5,0; 10; 20 L
Bombona metálica/plástica - 5,0; 10; 20 L
Frasco metálica/plástico - 0,5; 1,0 L
Tambor metálica/plástic0 - 20; 100 L

INSTRUÇÕES DE USO:
PINGBR é um inseticida de contato e ingestão, do grupo químico dos piretróides, usado em pulverização para controle de pragas da parte aérea das culturas de algodão, arroz, milho e soja.

ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO: ALGODÃO:
Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
Lagartas: Iniciar as aplicações com 10% de infestação, ou seja, 10 Lagartas/100 plantas. Repetir se necessário com intervalo de 7 a 15 dias.
Pulgões: Aplicar no início da infestação.
ARROZ:
Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Aplicar no início da infestação.
MILHO:
Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Fazer a pulverização no início da raspagem das folhas.
SOJA:
Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
Anticarsia gemmatalis: Aplicar no inicio do aparecimento da praga.
Pseudoplusia includens: Aplicar quando forem observadas Lagartas pequenas (menores que 1,5 cm)
Percevejos: iniciar as aplicações quando forem constatados 2 ou mais percevejos por metro Linear.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Para equipamentos costais e tratorizados de barra.
Bico: tipo cone;
Pressão: 60 a 70 psi (costais) e 80 a 100 psi (equipamentos tratorizados);
Volume de calda: 100 a 500 L/ha; Tamanho da gota: 250 micra; Densidade da gota: 60 gotas/cm2;
Normalmente para um bico de ângulo de 80 graus, a barra deverá estar a 30 cm de altura. Observar que
a barra em toda a sua extensão esteja na mesma altura.
Para aplicações aéreas;
Altura do vôo: 3-5 m das rodas do avião até o topo da cultura;
Pressão: 40-60 lbs/pol2;
Largura da faixa de deposição: 20 a 23 m; Tamanho da gota: 100 a 120 micras; Densidade da gota: 60 gotas/cm2;
Volume de aplicação: 5 a 20 L/ha (baixo volume).
O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
Condições climáticas:
• temperatura ambiente: máximo 28°C
• umidade relativa do ar: mínimo de 70%
• velocidade de vento: 2 - 10 km /hora
INTERVALO DE SEGURANÇA:
- Algodão: 7 dias
- Arroz: 20 dias
- Milho aplicação foliar: 45 dias
- Soja: 30 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
- Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

MINISTERIO DA SAÚDE - ANVISA
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem Ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte ,o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emergência
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato coma área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia
- Evite entrar na névoa de produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente Com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada .com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EM), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave corá muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR PERMETRINA
INFORMAÇÕES MÉDICAS

- Grupo químico: Piretróide/permetrina
- Classe toxicológica: Classe III - Medianamente tóxico
- Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
- Toxicocinética: Após absorção, por ser lipofílico, é rapidamente distribuído no sítio, de ação
(SNC). Rapidamente metabolizado no fígado. Não se acumula nos tecidos. Não é estocado ou bioacumulado, o que limita sua toxicidade crônica. E excretado por via urinária.
- Mecanismos de toxicidade: Pode produzir bloqueio da condução nervosa, com despolarização persistente e redução da amplitude do potencial de ação e colapso na condução axonal: Interfere também com o receptor GABA, com supressão dos canais de cloro.
Atua no sistema nervoso central e periférico, prolongando moderadamente a abertura dos canais de sódio da membrana celular, o que resulta em maior influxo de sódio, retarda a repolarização e leva a urna hiperexcitabilidade do sistema nervoso central (SNC). A morte de insetos e ectoparasitas é rápida, decorrente de paralisia nervosa. Associação com butóxido de piperonila potencializa a ação. Em doses muito altas, despolariza completamente a membrana da célula nervosa e bloqueia a excitabilidade. Pode causar danos permanentes ou por longo tempo em nervos periféricos.
- Sintomas e sinais clínicos: INTOXICAÇÃO AGUDA
Pele: eritema, edema, queimação, fisgadas, paretesias.
Olhos: irritação da conjuntiva.
Inalação: irritação de vias aéreas, rinite, asma, pneumonite, asma, reações de hipersensibilidade.
Ingestão, exposição cutânea e exposição respiratória: causam efeitos no
sistema nervoso central (SNC), com convulsões, coma, parada respiratória.
Na ingestão de produto associado ao butóxido de piperonila ocorre epigastralgia, náuseas, vômitos, diarreia, depressão leve do SNC. Pode haver aspiração pulmonar em caso de vômito, com aparecimento de pneumonite química. Com solvente derivado de petróleo, o risco de pneumonite química aumenta significativamente.
Reação anafilática: bronco espasmo, edema de orofaringe, hipotensão arterial e choque.
Mesmo em baixas concentrações, os piretróides modificam a função sensorial dos neurônios.
A principal via de exposição ocupacional é a cutânea, mas a respiratória torna-se importante, principalmente nas aplicações em estufas. A estimulação sensorial causada pelo calor, exposição ao sol, lesões de pele sudação e lavagem com água, aumentam a exposição.

INTOXICAÇÃO CRÔNICA:
Trabalhadores expostos apresentaram sinais cutâneos com sensação de formigamento da face, coceiras, queimação e fisgadas, com início em 30 minutos após a exposição, efeito máximo em 8 horas, desaparecendo em 12 a 24 horas. Exposições ocupacionais repetidas causam, além disso, cefaleia severa, tontura vertigem, fadiga, náuseas, perda de apetite, alterações transitórias no eletroencefalograma.
Casos severos são vistos, sobretudo com ciano-piretroides, revelando tremores, convulsões e risco de morte. Eles são agravados pela associação com o butóxido de piperonila ou com inseticidas organofosforados, que inibem a degradação metabólica dos piretroides.
Trabalhos têm demonstrado que certos piretroides podem apresentar atividade estrogênica e atuar como desreguladores endócrinos, acarretando disfunções reprodutivas importantes no sexo masculino; com redução dos níveis plasmáticos de testosterona e o peso da vesícula seminal e do ducto deferente de ratos machos adultos, além de alterações no comportamento
sexual desses animais.
- Diagnóstico Clínico: história de exposição e presença de sintomas característicos. Laboratorial. - não há testes laboratoriais específicos. Outros testes incluem eletrólitos, glicemia e gasometria.
- Tratamento - Antídoto: não há antídoto específico conhecido.
As medidas abaixo relacionadas, especialmente a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas ao mesmo tempo em que o tratamento medicamentoso e a descontam inação.
- Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança (luvas, avental e botas impermeáveis), de forma a não se contaminar com o agente tóxico.

1. Remover roupas e acessórios e proceder à descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) cabelos, com água corrente em abundância e sabão neutro. Remover a vítima para local ventilado;
2. Se houver exposição ocular irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água corrente por no mínimo 15 minutos.
3. Em caso de ingestão administrar carvão ativado na proporção de 50 100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água e catártico salino No caso de
superdosagem, proceder, à lavagem gástrica e até 1-2 horas após a ingestão. Se tratar-se do produto líquido com solvente derivado de petróleo, a lavagem deve ser feita com intubação prévia, devido ao risco de aspiração. Não provocar-vômito. Nos pacientes com risco
devido à ingestão, atentar para os sinais de depressão do SNC ou de convulsões durante
4-6 h.
1. Inalação: adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.
Administrar diazepam, se ocorrer convulsões. Casos de hipersensibilidade severa e reação anafilática (rara), o tratamento deve ser imediato: assistência respiratória, adrenalina, anti-histamínico, corticoide, fluídos endovenosos, segundo a necessidade. Medidas -sintomáticas e de manutenção.
Contraindicações: Vômito induzido — em razão do risco potencial de aspiração.
Diluição — em razão do aumento da superfície de contato e da absorção.
Morfina pode comprometer pressão arterial e deprimir função cardiorrespiratória.
Outros produtos com ação sobre o sistema nervoso central e periférico, tomo os organofosforados e carbamatos, pôr ex.
- Efeitos sinérgicos: Não se conhece os efeitos aditivos, sinergéticos e/ou potencializadas relacionados aos diferentes ingredientes.
Precauções: Pessoas com hipersensibilidade a flores de crisântemo ou qualquer tipo de piretróide, e pessoas asmáticas ou com problemas respiratórios, não devem entrar em contato com esses produtos.
• Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar, o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
ATENÇÃO Rede Nacional de Centros de Informação, e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVIS/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN /MS)
Telefone de Emergência da empresa: 08000111767

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Permetrina e completa e rapidamente absorvido do trato gastrointestinal, minimamente absorvido pela pele, rapidamente metabolizada e completamente eliminada pelo organismo principalmente em curto espaço de tempo. O equivalente a 50% é eliminado em 48 horas e é completamente eliminada em 8 a 12 dias após administração.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
O valor da DL50 oral foi estimado ser maior que 5000 mg kg1 de peso corpóreo.
A DL50 dermal foi maior que 2000 mg/kg de peso corpóreo.
A CL-50 inalatória foi maior que 9,081 mg/L, a máxima concentração 1 atingível na atmosfera da câmara. O produto foi levemente irritante quando aplicado na pele e olhos em coelhos, com regressão das reações observadas.
O produto foi considerado não sensibilizante dérmico quando aplicado em cobaias.

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(x) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação de abelhas
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa OURO FINO QUÍMICA LTDA., telefone de emergência 800 0111767.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante as telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até '/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens no lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇAO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Manejo Integrado de Pragas:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc..) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir retardar ou reverter a evolução da resistência:
- Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
- Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, produto biológico, controle por comportamento, etc., sempre que disponível e apropriado; -Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência a insetos e ácaros devem ser encaminhadas para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).