Bula Platinum Neo

acessos
Thiamethoxam
5110
Syngenta

Composição

Lambda-Cialotrina 106 g/L Piretróide
Tiametoxam 141 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão, Sistêmico
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do pescoço vermelho
(Stegasta bosquella)
100 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. 42 dias. Aplicar no início da infestação
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
100 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. 42 dias. Aplicar no início da infestação
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo do arroz
(Oebalus poecilus)
150 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 21 dias. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
75 a 100 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 6 a 7 dias, se ocorrer reinfestação. 10 dias. Aplicar no início da infestação
Vaquinha das solanáceas
(Epicauta atomaria)
75 a 100 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 6 a 7 dias, se ocorrer reinfestação. 10 dias. Aplicar no início da infestação
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
75 a 100 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 6 a 7 dias, se ocorrer reinfestação. 10 dias. Aplicar no início da infestação
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
250 a 300 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação, presença de tripes na bainha das folhas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
100 a 125 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Aplicar no início da infestação. 15 dias. Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 a 250 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 40 dias. Pulverizar quando houver 20% de plantas com sintomas de ataque, isto é, folhas raspadas pelo inseto
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
200 a 250 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 40 dias. Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo
Tripes
(Frankliniella williamsi)
200 a 250 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 40 dias. Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
200 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 3 dias. Pulverizar na detecção da praga na área, através da observação da presença de adultos ou da formação de espuma na base das plantas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
10 a 20 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. 1 dias. Aplicar no início da infestação
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
10 a 20 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. 1 dias. Aplicar no início da infestação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
150 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Inspecionar periodicamente a cultura com batidas de pano e pulverizar quando constatadas as primeiras lagartas
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
250 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar com 10 dias de intervalo visando quebrar o ciclo da praga. 30 dias. Aplicar no início da infestação da praga
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano após o florescimento e pulverizar quando forem encontrados de 2 a 4 percevejos por batida
Percevejo verde
(Nezara viridula)
150 a 180 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano após o florescimento e pulverizar quando forem encontrados de 2 a 4 percevejos por batida
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
150 a 180 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano após o florescimento e pulverizar quando forem encontrados de 2 a 4 percevejos por batida
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
75 a 100 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar no início da infestação da praga
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. 7 dias. Pulverizar no início da infestação
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
50 a 100 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar, se necessário, a cada 5 a 7 dias. 5 dias. Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo e a suscetibilidade da cultura é maior
Pulgão verde
(Myzus persicae)
50 a 75 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. 5 dias. Aplicar no início da infestação
Tripes
(Frankliniella schultzei)
50 a 75 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar, se necessário, a cada 5 a 7 dias. 5 dias. Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo e a suscetibilidade da cultura é maior
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
50 a 75 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. 5 dias. Aplicar no início da infestação
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 42 dias. Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
40 a 50 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 42 dias. Iniciar as pulverizações a partir do perfilhamento da cultura

Bombona de plástico:
10, 20, 25, 50, 100, 150, 200, 250, 500, 550 e 1000L.

Frasco plástico:
250 e 500 mL; 1, 2, 3, 4 e 5 L.

MODO E EQUIPAMENTO DE PALICAÇÃO:
Pulverização terrestre: Seguir os seguintes parâmetros de aplicação
Amendoim, Arroz, Feijão, Milho, Soja, Sorgo e Trigo: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação ao redor de 20 LIha.
Batata: Pulverização toliar. Utilizar pulverizador costaI ou tratorizado com volume de aplicação entre 200 e 500 L/ha, dependendo do tamanho da cultura, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.

Tomate e Pepino: Pulverização toliar. Utilizar pulverizador costa I ou tratorizado com volumes de aplicação entre 500 e 800 L/ha, dependendo do tamanho da cultura, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.

Cebola e Pastagens: Pulverização to lia r. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação entre 300 e 400 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação.

Utilizar pulverizador costal ou tratorizado provido de pontas de jato leque com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada.

Pulverização aérea: Seguir os seguintes parâmetros de aplicação:
Feijão, Pastagem, Soja e Trigo:

Equipamento de pulverização
Bicos h dráulicos do tipo "CÔNICO VAZIO" da série "O" com difusor "45" Ângulo do jato à 135° ou 45° para trás
Atomizador rotativo "MICRONAIR (AU-5000)" com ângulo das pás de hélice ajustados em 65°,
Diâmetro mediano de gotas (OMV) - Gotas médias - (200 a 400 f.lm). Cobertura no alvo, com densidade de gotas: 30 a 40 gotas/cm2. Volume ou taxa de aplicação: ao redor de 10 - 30 L/ha
Largura da faixa de aplicação:
Aeronaves do tipo Ipanema, Cessna Agwagon ou Pawnee: 15 m Aeronaves do tipo Trush ou Airtractor: 20 m
Aeronaves do tipo Oromader: 25 m
Altura do vôo: 2 a 4 m acima do alvo, ajustado em função da velocidade do vento: Se o vento tender para velocidades maiores, reduzir a altura de vôo, se o vento tender para velocidades menores, aumentar a altura de vôo.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30° C Umidade relativa do ar: Acima de 55%
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 18 km/h
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Amendoim 42 dias.
Arroz 21 dias.
Batata 10 dias.
Feijão 15 dias.
Milho 40 dias.
Pastagem 3 dias.
Pepino 1 dia.
Soja 30 dias.
Sorgo 7 dias.
Tomate 5 dias.
Trigo 42 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá acorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Nas culturas e doses recomendadas não houve qualquer efeito fitotóxico. Outras restrições a serem observadas:
Não foi observado até o momento restrições de uso para as culturas recomendadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com CA do Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com CA do Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro qufmico contra vapores orgânicos e filtro mecânico); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do perfodo de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receítuário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"). leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

INTOXICAÇÕES POR PLATINUM NEO

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Neonicotinoide (Tiametoxam) e Piretróide (Lambda-cialotrina)

Classe toxicológica:
III - Mediamente tóxico

Vias de exposição:
Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética:
Tiametoxam
Absorção, distribuição, excreção e metabolismo ,foram estudados em ratos, camundongos, cabras e galinhas. Tlametoxam e rapidamente drstrlbUldo e: rapidamente eliminado. No rato, aproximadamente 90% é excretados na urina é 4% nas fezes dentro de 24 horas. A principal reação metabólica é a clivagem do anel oxadiazine para o composto correspondente nitroguanidine. Em adição, o' I composto parental, os metabólitos CGA 322,704 (10%) e CGA 265,307 (1%) são, i de significância toxicológica. Toxicocinética e metabolismo não foram afetados' i pela via de administração, nível de dose (na faixa de 0,5 a 100 mg/kg/dia), pré-: i tratamento, local de administração ou sexo dos animais. Em ratos, a degradação, I de Tiametoxam contabilizou por cerca de 20 a 30% da dose aplicada. Como
• Tiametoxam. é rapidamente. absorvido e excretado a maioria do, composto é excretado Inalterado devido a sua exposlçao limitada as enzimas biotransformadoras. Em camundongos, cerca de 30 e 60% da dose é degradada. O maior caminho metabolico (CGA 322,704 e CGA 265,307) sao essencialmente os mesmos em ambos ratos e camundongos
Lambda-cialotrina: Estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintesi informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção: Absorção: A principal rota de absorção é pela via oral, sendo as demais vias! secundárias. Após a administração oral do produto, a sua absorção é da ordem de 50% da dose inicial.
Distribuição: Os produtos do metabolismo da administração oral foram; distribuídos pela maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os; maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. Ação: A maior parte do produto absorvido é rapidamente metabolizado em mamíferos através de hidrólise da ligação éster, oxidação e conjugação, e excretado pela urina, quase na sua totalidade após 48 horas. A principal rota de metabolismo é a hidrólise. Excreção: A lambda-cialotrina é rapidamente excretado pela urina em forma de conjugados polares (metabólitos da clivagem éster e seus conjugados). A eliminação é precedida pela eficiente clivagem da ligação éster. Quando o produto foi aplicado sobre a pele de coelhos, não foram observados! achados hematológicos, química clínica e histopatológicos que pudessem ser atribuídos à administração em doses repetidas do produto.

Sintomas e sinais clínicos:
Lambda-cialotrina:l
Não há sintomas específicos indicativos de intoxicação por piretróides.
Ingestão:
Pode causar irritação gastrintestinal, náusea e vômito; Ingestão do líquido podei resultar em asplraçao do solvente nos pulmoes, resultando em pneumontel química;
Inalação: Pode causar irritação do trato respiratório; Contato com ai pele: Pode causar formigamento e dormência em áreas expostas (parestesia); Contato com os olhos. Pode irritar os olhos.

Diagnóstico:
O diagnóstico deve ser efetuado com base na exposição comprovada, sintomas, correspondentes e exclusão racional de outras eventuais doenças.
Sintomas em casos de intoxicações leves a moderados por piretróides podem: podem incluir: parestesia. anormal, pápulas ou dermetite de contato: e sintomas como dor de cabeça, nausea, falta de apetite, fadiga. Casos de mtoxlcaçoes, sevçras podem ser. caracterizados. pelo agravo dos sintomas anteriores, e contraçao muscular nos membros. Finalmente ai diagnóstico só pode ser confirmado pela mensuração de piretróides ou seus metabólitos nos fluidos corpóreos.

Tratamento:
Cessar a exposição, remover a pessoa do local de derrame ou outra forma dei contaminação.
Ver item primeiros socorros acima.
Antídotos ou tratamento médico: Não há antídoto específico. O tratamento deve! ser sintomático em função do quadro clínico.
No caso de contato com a pele/olhos: descontaminação
No caso de ingestão acidental: caso se considere que a quantidade de produto éi menor que a dose potencialmente tóxica, empregar medidas terapêuticas dei suporte. Usar carvão ativado para descontamiinação gastro-intestinal. Se ai lavagem gástrica for considerada necessária, previnir aspiração Tratamento de parestesia: tendo sido defendido que o uso de cremes contendo Vitamina E ou óleos aliviam os sintomas de parestesia. No entanto não há evidências conclusivas de que estes tratamentos sejam efetivos. Na maioria das pessoas, os sintomas serão leves em casos e irão regredir espontaneamente geralmente dentro de 24 horas.

Contra - indicações:
Não se conhece interações medicamentosas ou contra-indicações no tratamento dos intoxicados com este produto.
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Atenção:
Ligue para disque-intoxicação:
0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sonre op diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de informação e assistência Toxicológica
RENACIAT - ANCISA/MS
Notifique ao sistema de informações de agravos de notificação (ISNAN/MS)
Telefone de emergência da empresa:08007044304

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide acima no item Toxicocinética
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
AGUDOS:
DL50 aguda oral para ratos: 310,2 mg/kg (intervalo de 175 a 550 mg/kg). DL5ü aguda dérmica para ratos: maior que 2000 mg/kg.
Irritação dérmica: não irritante.
Irritação ocular: irritante.
Toxicidade aguda inalatária: maior que 2,15 mg/L. Sensibilização dérmica (cobaias): não sensibilizante.
CRÔNICOS:
Tiametoxam:Em estudos realizados com animais de laboratório não foram registradas evidências de efeitos crônicos que representem risco significativo ao homem. A administração do ingrediente ativo na dieta de ratos por período de 2 anos não revelou alterações relevantes quanto a sinais clínicos, toxicidade ocular, hematologia e parâmetros de urina e peso de órgãos. Exames macroscópicos não revelaram alterações relacionadas ao tratamento. Não houve efeitos no nível de 500 ppm para ratos machos e 1000 ppm para fêmeas. O produto foi também testado em camundongos em várias doses, sendo que, não houve alteração na taxa de mortalidade e sobrevivência nos anímais tratados, comparado ao controle. Os sinais clínicos observados nos animais foi "abdomen estendido" em machos em dose de 2500 ppm e em fêmeas na dose de 1250 ppm. A maior dose tolerada foi de 500 ppm na dieta. O Nível sem efeito observado para estudo crônico neste animal foi de 20 ppm, equivalente a 2,63 a 3,6 mg/kg de peso corpóreo para machos e fêmeas, respectivamente. Portanto nestas doses e abaixo delas não houve efeito nos animais testados.
Lambdacialotrina: estudos realizados com camundongos resultou em um nível sem efeito de 20 ppm, para camundongos mantidos durante 104 semanas em dietas contendo várias concentrações do produto.
Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTECÃO AO MEIO AMBIENTE:

• Este produto é:
- ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I).

Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁ VEL em peixes.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo afetar outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetíveis a danos.
Observe as disposições constantes na legislação Estadual e Municipal concernentes a atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Oberve as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA - PLANTÃO SYNGENTA 24 HORAS - TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800-704-4304.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água.

Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de C02 ou PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto .

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo- a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até X do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RIGIDA NAO LAVAVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuano, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuano, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuanos, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MAIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.

Alguns insetos-praga podem desenvolver resistência a produtos de um determinado grupo químico após seu uso repetido de forma indiscriminada. Como o grau de desenvolvimento da resistência não pode ser previsto, o uso deste produto deve estar em conformidade com estratégias de manejo da resistência estabelecida para a cultura e sua área de uso.
A Syngenta apoia as ações para o uso correto de produtos para garantir que estes tenham vida longa no controle das pragas descritas na bula.
As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br). ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).