Bula Primestra Gold

acessos
Atrazine + S-Metolacloro
8399
Syngenta

Composição

Atrazina 370 g/L Triazina
S-Metolacloro 290 g/L Cloroacetanilida

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Não sistêmico
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3,85 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3,85 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3,25 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
3,85 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3,25 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
3,85 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3,25 a 3,85 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3,25 a 3,85 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação e caso ocorra altas infestações, aplicar em pós-emergência. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré e pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Erva palha
(Blainvillea latifolia)
3,25 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
3,85 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Flor amarela
(Melampodium perfoliatum)
3,85 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,25 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, caso ocorra altas infestações, aplicar em pós-emergência. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré e pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
3,85 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
3,85 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3,25 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,85 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Deve ser aplicado logo após a semeadura, na pré-emergência do milho e das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,25 a 3,85 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,25 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3,25 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, caso ocorra altas infestações, aplicar em pós-emergência. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré e pós-emergência das plantas daninhas e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3,25 a 4,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, caso ocorra altas infestações aplicar em pós-emergênca Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. Pré e pós-emergência das plantas daninhas e da cultura

Bombonas: 5 e 20 L. Bulk: 5000, 7000, 10000, 12500, 15000, 20000 e 25000 L. Farm-pak: 200, 420, 500, 530, 1000, 2000, 3000, 5000, 10000, 15000, 20000 e 25000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

Primestra Gold é um herbicida seletivo, indicado para o controle pré-emergente e pós-emergente-precoce de plantas infestantes, na cultura de milho.

É indicado nos cultivos de híbridos duplos comerciais e variedades, nos sistemas de plantio convencional e plantio direto, na cultura de verão e no cultivo da entre-safra conhecido como cultura de safrinha.

Contendo dois ingredientes ativos em sua formulação, o S-Metolacloro e a atrazina, caracteriza-se pelo seu amplo espectro de controle das plantas infestantes, as espécies anuais, gramíneas e folhas largas, e com forte ação sobre a trapoeraba.

MODO DE APLICAÇÃO:

O ingrediente ativo S-Metolacloro é absorvido através do coleóptilo das gramíneas e hipocótilo das folhas largas, e atua na gema terminal no processo de divisão celular, inibindo o crescimento das plantas.

O sintoma do efeito herbicida deste produto sobre as plantas sensíveis caracteriza-se pelo intumescimento dos tecidos e o enrolamento do caulículo nas monocotiledôneas e, nas folhas largas, observa-se a clorose, necrose e a morte. A maioria das plantas, porém, morre antes de emergir à superfície do solo.

O Atrazina, outro componente do Primestra Gold, é absorvido pelas plantas através das raízes após a germinação, e se desloca até o cloroplasto das folhas onde atua sobre as plantas infestantes sensíveis, inibindo a fotossíntese. Quando aplicado na pós-emergência das invasoras, é absorvido pelas folhas e atua no próprio local de absorção.

Primestra Gold é recomendado para aplicação, no controle pré-emergente das invasoras nas seguintes situações: Nas infestações mistas de plantas infestantes: gramíneas (Capim marmelada, capim colchão, etc.) e ou trapoeraba mais folhas largas. No cerrado (região centro-oeste), nas infestações de Capim Braquiária, Capim Carrapicho, Capim Colonião, Trapoeraba associados com folhas largas, onde a atividade do produto é favorecida pelas condições climáticas de altas temperaturas e chuvas freqüentes e tipos de solo de textura média, com baixo a médio teor de matéria orgânica.

Devido a atividade do produto sobre as folhas largas e capim marmelada após a germinação, Primestra Gold é indicado também no controle pós-emergente destas espécies, devendo-se observar, rigorosamente, o estádio recomendado.


Informações sobre os equipamentos de aplicação:
Primestra Gold deve ser aplicado com auxílio de equipamentos convencionais terrestres -
pulverizadores costais, manual ou pressurizado, e pulverizadores tratorizados adaptados de
barras e, nas áreas extensivas, poderá ser aplicado também via aérea com a utilização de
aviões agrícolas ou helicópteros.

-Pulverizadores terrestres - Parâmetros de aplicação:
Bicos recomendados: Utilizar bicos de Jato plano leque ou jato cônico cheio para tratamentos
pré-emergentes e jato plano leque ou cônico vazio para tratamentos pós-emergentes.
Pressão da bomba: 15 a 30 libras por polegada quadrada.
Vazão: 100 a 200 litros de calda por hectare.
Nas regiões sujeitas a ventos acentuados as aplicações na pré-emergência poderão ser feitas
com uso de bicos anti-deriva operados à baixa pressão.

-Aplicação aérea - Parâmetros para o avião Ipanema:
Bicos -80.10, 80.15, 80.20 ou D8-56
Volume da calda - 40 a 50 litros/ha
Altura do vôo - 3 a 4 m
Temperatura ambiente: até 27° C
Umidade Relativa do Ar - mínimo de 55%
Velocidade do vento - máxima de 10 km/hora
Faixa de aplicação: 15 m
Diâmetro das gotas: maiores que 400 micrômetros (aplicação na pré-e rgência) e gotas de
200 a 400 micrômetros para aplicação na pós-emergência.

Nota: Nas operações com aeronaves, atender às Normas da Portaria 00 de 23 de março de
1983, da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura do
abastecimento e da Reforma Agrária.
Em casos de dúvidas ou na necessidade de esclarecimentos adicionais ou específicos quanto
à utilização do produto, contatar o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.

Obs.: Limpeza dos Pulverizadores: A lavagem diária dos pulverizadores deve ser feita no
local da pulverização e a água resultante da limpeza deve ser aspergida na área tratada.

O tratamento com Primestra Gold poderá ser feito também em faixas de aproximadamente de
50 cm, ao longo do sulco de plantio, utilizando-se o pulverizador costal nas pequenas
propriedades ou com equipamento tratorizado (com a adaptação do bico de pulverização na
plantadeira e orientado para o sulco de plantio) nas áreas maiores, com o sistema 3 em 1, no
qual numa única operação se aduba, planta e aplica o herbicida. Neste caso o controle das
plantas infestantes nas entrelinhas da cultura deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com
herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida.

No tratamento pós-emergente Primestra Gold é aplicado através da pulverização em área
total, sem problemas sobre a planta do milho.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO:

Aplicação na pré-emergência:
Primestra Gold deve ser aplicado logo após a semeadura, na pré-emergência do milho e das
plantas infestantes.
Na prática quando da impossibilidade de aplicar o herbicida logo após a semeadura devido
fatores climáticos ou outros imprevistos, sua aplicação poderá ser feita, também com o milho
germinado no estádio de charuto estando as plantas infestantes ainda na pré-emergência ou
em inicio de germinação, sem problemas para a cultura.









RECOMENDAÇÕES DE USO: Na aplicação em pós-emergência, seguir as recomendações, (doses e época de aplicação) para as plantas daninhas a seguir: Brachiaria plantaginea (Capim marmelada) com 2-3 folhas a dose de 3,25-4,5 l/ha; Commelina benghalensis (trapoeraba) com 2-4 folhas a dose de 3,25-4,5 l/ha; Amaranthus hybridus (caruru) com 2-4 folhas a dose de 3,25-4,5 l/ha; Richardia brasiliensis (poaia) com 2-4 folhas a dose de 3,25-4,5 l/ha; Sida rhombifolia (guanxuma) com 2-4 folhas a dose de 3,25-4,5 l/ha.

MODO DE APLICAÇÃO: Primestra Gold deve ser aplicado na forma de pulverização, através de tratamento em área total, com a utilização de pulverizadores terrestres convencionais (costal ou tratorizado), aviões ou helicópteros. O tratamento com Primestra Gold poderá ser feito também em faixas de aproximadamente de 50 cm, ao longo do sulco de plantio, utilizando-se o pulverizador costal nas pequenas propriedades ou com equipamento tratorizado (com a adaptação do bico de pulverização na plantadeira e orientado para o sulco de plantio) nas áreas maiores, com o sistema 3 em 1, no qual numa única operação se aduba, planta e aplica o herbicida. Neste caso o controle das invasoras nas entre-linhas da cultura deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida. No tratamento pós-emergente Primestra Gold é aplicado através da pulverização em área total, sem problemas sobre a planta do milho.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO: PRÉ-EMERGÊNCIA: Primestra Gold deve ser aplicado logo após a semeadura, na pré-emergência do milho e das invasoras. Na prática quando da impossibilidade de aplicar o herbicida logo após a semeadura devidos fatores climáticos ou outros imprevistos, sua aplicação poderá ser feita, também com o milho germinado no estádio de charuto estando as invasoras ainda na pré-emergência ou em início de germinação, sem problemas para a cultura.

PÓS-EMERGÊNCIA: Primestra Gold pode ser aplicado também na pós-emergência, após aproximadamente 3 semanas do plantio do milho com a cultura germinada e ervas daninhas na pós-emergência, estando o capim marmelada com 2 a 3 folhas e folhas largas até 4 folhas. Deve-se observar, porém, o estádio de milho para o início da aplicação, com 3 a 4 folhas ou mais, para assegurar maior tolerância ao produto nesta modalidade de tratamento. Este tratamento é indicado, sobretudo nas áreas com alta infestação de capim marmelada, pois controlando o primeiro fluxo germinado a ação residual do herbicida vai agir sobre a germinação dos fluxos subsequentes até o fechamento sem necessidades de tratamento complementar.

INÍCIO DA APLICAÇÃO: Recomenda-se iniciar a aplicação do Primestra Gold após a normalização do regime de chuvas quando a umidade do solo estiver regularizada. Não efetuar aplicações do Primestra Gold nos plantios precoces quando o solo estiver ainda na fase de reposição hídrica, pois o seu funcionamento poderá a vir a ser comprometido.

NÚMERO DE APLICAÇÕES: Desde que aplicado nas condições adequadas com a observância dos parâmetros recomendados para aplicação e aliado ao período de controle do produto aproximado de 5 a 6 semanas, normalmente, uma aplicação do Primestra Gold, é suficiente para atender as necessidades da cultura. Porém, nas altas infestações de Capim marmelada, Capim carrapicho, Capim braquiária e Trapoeraba cujas espécies germinam em diferentes camadas e na ocorrência de fatores climáticos adversos de chuvas intensas, o tratamento pré-emergente com o Primestra Gold, necessita de ser complementado, por vêzes, com um herbicida pós-emergente visando o controle das invasoras nos seus diferentes fluxos de germinação.

FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PRÉ-EMERGÊNCIA: Para assegurar o pleno funcionamento e eficiente controle das invasoras com o Primestra Gold, é importante a observância de alguns aspectos durante a sua aplicação conforme ressaltamos a seguir:
PREPARO DO SOLO: Sistema de plantio convencional: O solo deve estar bem preparado com as operações usuais de aração, gradeação, nivelamento superficial, de modo a obter a camada superficial do solo livre de torrões, cujas condições são as mais apropriadas para a semeadura e aplicação do herbicida. Nas áreas com altas infestações de espécies que germinam nas camadas mais profundas como o capim marmelada, capim carrapicho, capim braquiária e trapoeraba, visando o pleno controle pré-emergente com o produto, a última gradeação deverá ser feita no máximo 3 dias antes da semeadura e da aplicação do herbicida.

SISTEMA DE PLANTIO DIRETO: A operação de preparo de solo consiste no manejo e dessecação das plantas daninhas ou das culturas de inverno. O ideal é observar a condição de pré-emergência das invasoras da área de cultivo no momento da semeadura e da aplicação do herbicida.

SISTEMA DE CULTIVO MÍNIMO: Sistema de cultivo recomendado nas altas infestações de Gramíneas: Consiste em preparar o solo com a operação normal de gradeação e aguardar a germinação plena do primeiro fluxo de invasoras até que atinja o estádio de pós-emergência inicial (4-fls a início de perfilhamento). Em seguida efetuar o plantio e aplicar o Primestra Gold associado a um dessecante, p.ex. o Gramoxone.A outra alternativa consiste em dessecar as invasoras germinadas antes, aguardar 3 a 4 dias para plantar e aplicar o herbicida. Umidade do solo: O solo deve estar úmido durante a aplicação do Primestra Gold, que não deve ser aplicado com o solo seco. A ação da umidade é fundamental para ativar o herbicida através da sua incorporação e distribuição no perfil do solo, nas diferentes camadas, de modo a assegurar pleno funcionamento.

HÁBITO DE GERMINAÇÃO DAS ERVAS DANINHAS EM DIFERENTES PROFUNDIDADES: Algumas espécies têm o hábito de germinar nas diferentes profundidades no solo, tanto superficialmente como a uma profundidade variável de 8 -12 cm. Neste caso, o pleno controle com herbicida pré-emergente como o Primestra Gold, depende da boa condição de umidade do solo que é assegurada através de chuvas ou irrigação que promove a boa redistribuição do produto no perfil do solo.

DENSIDADE DE INFESTAÇÃO DAS INVASORAS: Nas altas infestações de plantas daninhas, como Capim marmelada, o pleno controle com herbicida pré-emergente está afeto a fatores como a dose, condições climáticas após aplicação, fechamento da cultura, etc. Por vezes poderá necessitar de tratamento complementar.

OCORRÊNCIA DE CHUVAS: Chuvas normais após a aplicação ou a irrigação da área tratada com o Primestra Gold, não interferem na atividade do produto e são benéficas por promover a incorporação do produto na camada superficial, favorecendo sua pronta ação. São positivas, sobretudo no sistema de plantio direto, no qual a semeadura e a aplicação do herbicida são efetuadas na presença de palhas do cultivo anterior ou restos de plantas daninhas ou ainda sobre culturas de inverno dessecadas. As palhas retêm parte do herbicida aplicado, e a ocorrência de chuva ou a irrigação vêm a promover o carreamento do produto para o solo, favorecendo no controle das invasoras. A ocorrência de chuvas excessivas e contínuas após a aplicação, entretanto, pode causar rápida percolação do herbicida no perfil do solo, para a camada mais profunda, com redução no período de controle e como consequência, reinfestação precoce da área tratada.

OCORRÊNCIA DE VERANICO: A ocorrência de veranico poderá influenciar na atividade do herbicida no solo induzindo-o a situações negativas, cujas conseqüências são: al resultado no controle e reinfestação de espécies que germinam nas camadas mais profundas: Por exemplo: Capim marmelada, Trapoeraba,Capim carrapicho, desde que tenha umidade suficiente para germinação naquela profundidade Degradação acelerada do produto (fotodegradação) - quando da exposição às condições de seca por mais de 2 a 3 semanas, ocorre a rápida degradação do produto e conseqüente redução da atividade biológica com prejuízos no período de controle.

VENTOS: Evitar aplicações com ventos fortes, superiores a 10 km / hora, devido aos problemas de forte deriva.

FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA: Para assegurar o pleno controle das plantas daninhas com o Primestra Gold na pós-emergência é importante observar os seguintes cuidados: Estádio das invasoras / espécies indicadas: Aplicar o Primestra Gold sempre nos estádios e espécies recomendados, estando as folhas largas de 2 a 4 folhas e capim marmelada com 2 a 3 folhas. Estádio da cultura: Aplicar o Primestra Gold na pós-emergência do milho com 3 a 4 folhas ou mais, respeitando o estádio recomendado para as ervas daninhas. Não aplicar com o milho jovem (2 a 3 folhas), devido à riscos de fitotoxicidade. Umidade do solo: Como em todos tratamentos com herbicidas pós-emergentes a condição de umidade do solo é importante para aplicação do Primestra Gold. Não aplicar o produto se antecedeu período de seca e principalmente se a planta apresentar sinal de "stress" devido deficiência hídrica no solo. Condições atmosféricas: As condições atmosféricas de umidade do ar com mais de 50%, temperaturas em torno de 20 - 300C e aplicações matinais até 10:00 hs e à tarde após 15:00/16:00 hs são as mais propícias para aplicação do produto, devido a melhor condição para absorção pelas plantas. Adição de adjuvantes: Poderá ser usado o espalhante adesivo não iônico como o Extravon, neste tratamento. Não se recomenda a adição de adjuvantes como óleo mineral pois acentuará o efeito de fitotoxicidade à planta de milho.

PREPARO DA CALDA: O herbicida na quantidade pré-determinada, poderá ser despejado diretamente no tanque do pulverizador parcialmente cheio (3/4 do volume cheio), e com o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida completar o volume d'água, mantendo a agitação.

TOLERÂNCIA DAS CULTURAS / SELETIVIDADE: Primestra Gold mostra-se bastante seletivo à planta do milho, nas doses e estádios da cultura recomendados, nos sistemas e plantio convencional e direto, através de tratamentos na pré-emergência e na pós-emergência. A seletividade da formulação na pré-emergência ocorre através de posicionamento do S-metolacloro em relação à planta do milho e através de mecanismo fisiológico para o outro componente, a atrazina. Deve-se atentar, entretanto para os aspectos relacionados com a profundidade de plantio da cultura sendo ideal entre 4 a 5 cm e também para as variedades ou híbridos indicados, o tipo de solo, de forma a assegurar a seletividade do S-metolacloro por posicionamento. A planta de milho após germinada é tolerante ao Primestra Gold na fase de charuto, ou no estádio mais avançado com mais de 3 a 4 folhas.

FITOTOXICIDADE: Dentro das condições normais indicadas para aplicação Primestra Gold se mostra bastante seguro à cultura do milho, e não tem sido registrado nenhum efeito fitotóxico. Eventualmente em determinadas situações, particularmente nas regiões de clima quente, solo leve com baixo teor de matéria orgânica, associado à dose, profundidade de plantio e freqüência de chuvas após a aplicação, poderá vir a apresentar algum efeito fitotóxico ao milho. Quando o herbicida for aplicado na pós-emergência, nas condições adversas àquelas recomendadas é passível de apresentar também algum efeito à planta de milho.

SINTOMAS DO EFEITO DO PRIMESTRA GOLD: Quando o efeito for proveniente da aplicação do Primestra Gold na pré-emergência estes sintomas se manifestam na cultura do milho pelo enrolamento das plântulas, por vezes forte enrugamento e retenção temporário do crescimento. Quando o efeito for proveniente da aplicação na pós-emergência o sintoma se manifesta através da clorose, necrose nos bordos, diminuição da área foliar e morte da planta, somente no caso extremo. Estes sintomas são normalmente temporários, e as plantas se recuperam sem prejuízos na produtividade final.

LIMITAÇÕES DE USO: Não aplicar o Primestra Gold em solos mal preparados, com torrões ou em solos secos. Não aplicar o Primestra Gold nas áreas mal dessecadas ou nas áreas com reinfestações de ervas, no Sistema de Plantio Direto. Deve-se efetuar nova operação de manejo e dessecação antes da sua aplicação. Nos campos de multiplicação de sementes ou no cultivo das sementes básicas efetuar testes de sensibilidade antes da recomendação do Primestra Gold. Nas altas densidades de infestação de algumas gramíneas que germinam em diferentes fluxos (Capim mar melada, Capim carrapicho, Braquiária, etc), o tratamento pré-emergente com Primestra Gold poderá vir a requerer um complemento com pós-emergente, dependendo das condições climáticas após aplicação. Ocorrência de chuvas intensas e contínuas após a aplicação do Primestra Gold poderá causar a rápida lixiviação do herbicida para a camada mais profunda e tende a reduzir o período de controle. Primestra Gold é fortemente adsorvido pelos colóides de Argila e Matéria orgânica, portanto nos solos argilosos com alto teor de matéria orgânica deve-se aplicar doses maiores. Nos solos turfosos não usar o produto em pré-emergência. Não recomendar o Primestra Gold para tratamento pós-emergente nas áreas com infestações de capim colchão ou capim carrapicho e capim braquiária devido fraca atividade nesta modalidade de aplicação. Não utilizar óleo mineral no tratamento pós-emergente com o Primestra Gold por acentuar o efeito fitotóxico à cultura do milho.

RESTRIÇÕES: Considerando-se que o produto ou os resultados de seu uso poderão ser afetados por fatores alheios ao controle do fabricante, por exemplo: condições climáticas e de solo, tipos de plantas, resistência, técnicas de aplicação ou outros meios de emprego, não pode o fabricante se responsabilizar por danos ou prejuízos, ficando expressamente excluída qualquer garantia nestas hipóteses.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Primestra Gold deve ser aplicado com auxílio de equipamentos convencionais terrestres - pulverizadores costais, manual ou pressurizado, e pulverizadores tratorizados adaptados de barras e, nas áreas extensivas, poderá ser aplicadas também via aérea com a utilização de aviões agrícolas ou helicópteros. PULVERIZADORES TERRESTRES - Parâmetros de aplicação: Bicos recomendados: Utilizar bicos de Jato plano leque ou jato cônico cheio para tratamentos pré-emergentes e jato plano leque ou cônico vazio para tratamentos pós-emergentes. Pressão da bomba: 15 a 30 libras por polegada quadrada. Vazão: 100 a 200 litros de calda por hectare. Nas regiões sujeitas a ventos acentuados as aplicações na pré-emergência poderão ser feitas com uso de bicos anti-deriva operados à baixa pressão. APLICAÇÃO AÉREA - Parâmetros para o avião Ipanema: Bicos - 80.10, 80.15, 80.20 ou D8-56; Volume da calda- 40 a 50 lt/ha; Altura do vôo - 3 a 4 m; Temperatura ambiente: até 270C; Umidade Relativa do Ar - mínimo de 55%; Velocidade do vento - máxima de 10 km/hora; Faixa de aplicação: 15 m; Diâmetro das gotas: maiores que 400 micrômetros (aplicação na pré-emergência) e gotas de 200 a 400 micrômetros para aplicação na pós-emergência. Nota: Nas operações com aeronaves, atender às Normas da Portaria 009 de 23 de março de 1983, da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura do abastecimento e da Reforma Agrária. Em casos de dúvidas ou na necessidade de esclarecimentos adicionais ou específicos quanto à utilização do produto, contatar o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Empresa.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Não especificado devido a modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas daninhas.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA: A reentrada na lavoura após a aplicação somente deverá ocorrer quando a calda estiver seca. Isto ocorre apenas na cultura de milho quando aplicado como tratamento complementar nas entre-linhas da cultura. Caso necessário a reentrada na lavoura antes desse período, é preciso utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação do produto.

SOBRA DA CALDA DE PULVERIZAÇÃO: Se ocorrer no final do dia, a mesma poderá ser reaproveitada no dia seguinte. Se ocorrer sobra de calda após o tratamento de toda a área, diluir a mesma com mais água e reaplicar na área tratada, imprimindo maior velocidade na pulverização até o seu esgotamento, evitando-se desta forma, concentração excessiva do produto na área tratada, devendo ser no máximo 10% da dose aplicada.

LIMPEZA DOS PULVERIZADORES: A lavagem diária dos pulverizadores deve ser feita no local da pulverização e a água resultante da limpeza deve ser aspergida na área tratada.

MEDIDAS GERAIS E PRIMEIROS SOCORROS:

(ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES)


PRECAUÇÕES GERAIS:
? Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
? Lave as mãos e face antes de comer, beber ou fumar.
? Em caso de indisposição pare o trabalho imediatamente, siga as instruções de primeiros
socorros e procure por auxílio médico.
? Mantenha o produto afastado de crianças, pessoas não autorizadas e animais.
? Não utilize equipamentos com vazamentos.
? Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.


PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
? Evite qualquer contato do produto com a pele, olhos e roupas. Caso isso ocorra, lave com
água em abundância as partes atingidas.
? Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente por 10 minutos com
bastante água limpa.
? Evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso ocorra, procure local arejado.
? Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com bastante água limpa por 10
minutos.
? Use o equipamento de proteção individual (EPI): macacão, viseira ocular, luvas e avental
impermeável.
? Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.


PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
? Use o equipamento de proteção individual (EPI): macacão com mangas compridas, chapéu
ou boné, luvas impermeáveis e botas.
? Não aplique o produto contra o vento.
? Evite que a calda a ser pulverizada atinja outras culturas.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
? Não reutilize a embalagem vazia.
? Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
? Tome banho, troque e lave as suas roupas.
? NÃO DEIXAR ANIMAIS PASTAREM EM ÁREAS RECENTEMENTE TRATADAS OU FORNECER-LHES
FORRAGEM DAÍ RETIRADA.


PRIMEIROS SOCORROS:
Remover a pessoa com suspeita de intoxicação para local arejado e proteger do resfriamento.
Em caso de suspeita de intoxicação, chame imediatamente um médico.
PELE: evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, remova imediatamente a roupa
contaminada e lave as partes atingidas imediatamente com água e sabão e procure logo o
médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
OLHOS: evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os com água corrente em
abundância, por pelo menos 10 minutos, e procure imediatamente o médico, levando a
embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: se ingerido, administre repetidamente carvão medicinal com grande quantidade de
água. Procure auxílio médico imediatamente, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário
agronômico do produto.
INALAÇÃO: evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso aconteça, remova
imediatamente a pessoa para local arejado e chame o médico.
Nota: Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente e nunca induza o vômito.
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MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Não estão disponíveis informações quanto ao mecanismo de ação absorção e excreção para o ser
humano.

S-Metolacloro
Em estudos realizados com animais de laboratórios, verificou-se que os níveis máximos de
resíduos no plasma e nos eritrócitos são alcançados entre 8 e 18 horas e 24 e 48 horas,
respectivamente, após a ingestão. A redução dos resíduos à nível plasmático à metade do valor
administrado, variou de 24 a 44 horas após a ingestão. Após 144 horas de ingestão, os níveis de
resíduos decresceram entre 45 e 94 %, em relação à concentração máxima. Sete dias após a
ingestão, os resíduos estão quase que totalmente eliminados.


Atrazina
Estudo realizado onde a atrazina foi administrada oralmente em animais, mostrou que o produto é
absorvido quase que completamente pelo trato gastrointestinal.
A principal via de excreção da atrazina é a urina, sendo também excretada pelas fezes.


EFEITOS AGUDOS – PRIMESTRA GOLD


CLASSE TOXICOLÓGICA II (ALTAMENTE TÓXICO).
· Dose Letal 50% aguda oral - ratos: 3.271 mg/kg.
Dose letal 50% aguda oral - ratos machos: 3.372 mg/kg
Dose letal 50% aguda oral - ratos femeas: 3.251mg/kg
· Dose Letal 50% aguda dérmica - ratos: > 2.020 mg/kg.
· Irritação ocular em coelhos: o produto foi levemente irritante.
· Irritação cutânea em coelhos: levemente irritante.


EFEITOS CRÔNICOS:
· Toxicidade crônica em animais de laboratório: para os dois produtos técnicos administrados,
em várias doses, em ratos, cães e camundongos, em diversos experimentos, foi possível o
estabelecimento de dose de não efeito tóxico observado.


EFEITOS COLATERAIS:
Não foram relatados efeitos colaterais devido à exposição ao produto.

SINTOMAS DE ALARME:
Não há casos conhecidos ou relatados de intoxicação envolvendo seres humanos com a
formulação.


ANTÍDOTO E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO):
O antídoto não é específico. Deve-se aplicar tratamento sintomático.
Vide mecanismos de ação, absorção e excreção para o ser humano.
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque Intoxicação: 0800-7226001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7044304 (24 horas)

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:

? Este produto é:
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
? Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos algas.
? Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir áreas vizinhas às áreas tratadas, lençóis freáticos e águas superficiais.
? Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
? Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
? Não utilize equipamento com vazamentos.
? Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
? Aplique somente as doses recomendadas.
? Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'
água. Evite a contaminação da água.
? A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
? Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
? Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.


2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
? Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
? O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
? A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
? O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
? Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
? Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
? Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
? Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
? Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
? Isole e sinalize a área contaminada.
? Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: Tel.: 0800-704-4304.
? Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
? Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:

? Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, através do
telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
? Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
? Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar
utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o
preparo da calda do produto.
? Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao
processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se
os seguintes procedimentos:
? Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
? Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
? Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
? Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
? Faça esta operação três vezes;
? Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
? Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;

- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.


- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.


- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.


DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis (6) meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.



EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.


- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.


- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.


- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.


- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO


- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS


A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.


- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo a o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas daninhas d erão ser aplicadas herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.