Bula Prisma - Helm

Bula Prisma

acessos
Difenoconazole
8406
Helm

Composição

Difenoconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Preventivo, Sistêmico

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,3 L p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações em intervalos de 15 dias 7 dias Iniciar o controle preventivamente, sempre que ocorrer início de infecção em condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações em intervalo de 15 dias 25 dias Aplicar o produto no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações em intervalo de 15 dias 25 dias Aplicar o produto no aparecimento dos primeiros sintomas
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
14 mL p.c./100L água 800 a 1500 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações por ano em intervalos de 7 a 10 dias, conforme período mais crítico de temperatura e umidade favorável à doença 5 dias Aplicar o produto quando observar que 50% das gemas estão com pontas verdes, estágio fenológico “C”, preventivamente antes da infecção da doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações em intervalo de 15 dias 30 dias Aplicar nos estádios R2 (pleno florescimento) e R5.1 (fase de grãos perceptíveis ao tato a 10% da granação)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações em intervalo de 15 dias 30 dias Aplicar nos estádios R2 (pleno florescimento) e R5.1 (fase de grãos perceptíveis ao tato a 10% da granação)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,15 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações em intervalo de 15 dias 30 dias Aplicar quando o índice de infecção atingir 10% ou nos estádios R1 (início do florescimento) a R3 (final do florescimento)

Frascos plásticos de 0,1; 0,2; 0,25; 0,4; 0,5; 1 e 2 L.
Bombonas plásticas de 5; 10; 15 e 20 L.
Baldes plásticos de 20; 25 e 50 L.
Tambores de plástico ou metálicos de 50; 100; 200 e 500 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
PRISMA® é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis, com ação predominantemente preventiva. Atua como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo a formação de ATP, essencial nos processos metabólicos dos fungos. Sua excelente ação preventiva se apresenta devido à atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos.
Número, Época e Intervalo de Aplicação:
Batata: Iniciar o controle preventivamente, sempre que ocorrer início de infecção em condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 15 dias. Recomenda-se não exceder o máximo de 4 aplicações do mesmo produto ou similar durante todo o ciclo da cultura, evitando-se o aparecimento de resistência das doenças aos produtos.
Feijão: Aplicar o produto no aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 15 dias. Caso as doenças ocorram em épocas diferentes, recomenda-se não exceder o máximo de 3 aplicações do mesmo produto ou similar durante todo o ciclo da cultura, evitando-se o aparecimento de resistência das doenças aos produtos.
Maçã: Realizar até 8 aplicações por ano. Aplicar o produto quando observar que 50% das gemas estão com pontas verdes, estágio fenológico “C”, preventivamente antes da infecção da doença (sarna-da-macieira), reaplicando a cada 7 a 10 dias, conforme período mais crítico de temperatura e umidade favorável às doenças.
Soja: Para o controle do crestamento-foliar e da mancha-parda realizar no máximo duas aplicações nos estádios R2 (pleno florescimento) e R5.1 (fase de grãos perceptíveis ao tato a 10% da granação). Para o controle do Oídio, aplicar quando o índice de infecção atingir 10% ou nos estádios R1 (início do florescimento) a R3 (final do florescimento). Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. Caso as doenças ocorram em épocas diferentes, recomenda-se não exceder o máximo de 3 aplicações do mesmo produto ou similar durante todo o ciclo da cultura de soja, evitando-se o aparecimento de resistência das doenças aos produtos.
Modo de aplicação:
PRISMA® deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura. Recomenda-se o uso de equipamentos que proporcionem uma contínua agitação da calda, sejam equipamentos terrestres como pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados com barra, ou através de aeronaves (dependendo da cultura). Os volumes de calda recomendados variam de acordo com a cultura, estágio de crescimento e condições climáticas. Consulte um Engenheiro Agrônomo.
Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm2, e uma pressão de 40 a 60 libras. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Aplicação aérea:
Para as culturas de soja e feijão, usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco “core” inferior a 45. Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 µm, e um mínimo de 60 gotas por cm2. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.
Intervalo de segurança para cada cultura:
Batata 7 dias
Feijão 25 dias
Maçã 5 dias
Soja 30 dias
Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Culturas e Áreas tratadas:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Limitações de uso:
O produto não causa fitotoxicidade às culturas desde que sejam seguidas as recomendações de uso constantes da bula. Devem ser observados os intervalos de segurança e reentrada na cultura após a aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.