Bula Promalin

acessos
Ácido giberélico
1802
Sumitomo

Composição

Ácido giberélico 18.8 g/L Giberelina
Benziladenina 18.8 g/L Citocinina

Classificação

Regulador de crescimento
III - Medianamente tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não Classificado
Não Classificado
Concentrado Solúvel (SL)
Não Classificado
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,2 a 0,25 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Deve ser feita uma única pulverização na parte aéreas das plantas, quando a cultura apresentar 20% das maças em seu tamanho final de desenvolvimento
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
2 a 2,5 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 111 dias. Aplicar quando 80% das flores estiverem abertas

Galões plásticos de 0,5; 0,75; 1 e 5 L.

INSTRUÇÕES DE USO: Promalin é um regulador de crescimento vegetal, de ocorrência natural na planta, e recomendado para:
Algodão: para aumentar a massa seca de capucho e consequentemente o rendimento do algodoeiro,
Maçã: por propiciar alongamento do fruto, e portanto, o aumento da relação do comprimento/diâmetro do fruto; aumento do tamanho do fruto, consequentemente em maior peso dos frutos; raleio dos frutos, indispensável para a produção de frutas de qualidade.

MODO DE APLICAÇÃO:
Algodão: aplicação de PROMALIN deve ser feita com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual. Utilizar bicos espaçados a 0,5 m de jato leque tipo Teejet 110.02 ou outro, de modo que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 e 800 micras. O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado, recomendando-se 200 L/ha.
Manter sempre o agitador do pulverizador ligado durante a aplicação
Procurar obter uma cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas.

Maçã: a aplicação é feita com TURBO ATOMIZADOR, com pressão de 250 lb/pol2, utilizar bicos J.52, sendo o número 5 referente a abertura da pastilha e o número 2 referente ao furo do disfusor. Utilizar vazão de 1000 litros/ha e uma velocidade de 5 a 6 km/h.
O bom molhamento é fundamental para o bom desempenho do regulador de crescimento.

Condições climáticas: as aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, em condições de temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de até 8km/h, utilizando-se quantidade de calda suficiente para uma boa cobertura das plantas. Em caso de dúvidas, consultar um engenheiro agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Algodão: 90 dias; Maçã: 111 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana- ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO: O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendações acima.
Compatibilidade: não se recomenda a mistura de PROMALIN com outros produtos.

PRECAUÇÕES GERAIS: Produto para uso exclusivamente agrícola. Ao abrir a embalagem, faça de maneira a evitar respingos. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados. Quando for descartar as embalagens, use luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos. Use óculos protetores, macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área de tratamento. Use óculos protetores, macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Mantenha o restante do produto em sua embalagem original, adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas, separado das roupas domésticas. Não reutilize as embalagens vazias. Após cada aplicação lave e faça a manutenção em todos os equipamentos de proteção individual.

PRIMEIROS SOCORROS INGESTÃO: NÃO PROVOQUE VÔMITO e procure imediatamente o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. OLHOS: lave com água em abundância e procure imediatamente o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. PELE: retire roupas e sapatos contaminados, lave com água e sabão em abundância e procure um médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. INALAÇÃO: procure lugar arejado e procure um médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA MÉDICOS): Não há antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Testes realizados em animais de- laboratório mostram que o Ácido Giberélico é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, de ratos. Com o auxílio da radioatividade, observou-se a sua distribuição em todo o corpo, estando mais concentrado nos órgãos de eliminação (figado e rins).

Em 24 horas, os resíduos nos tecidos (exceto figado e rins) variavam entre 0,1 ppm e 1 ppm. Mais de 98% da substância foram excretadas pela urina, fezes (responsável por aproximadamente 2%) e/ou bílis.

Segunda a Environmental Protection Agency (EP A/USA) o uso e a exposição ocupacional a 6-Benziladenina, presente no produto Promalin, quando aplicado na agricultura resultará em um mecanismo comum de toxicidade, metabolismo e excreção, por ser encontrada na maioria das plantas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: AGUDOS: Os sintomas descritos são todos de dados com experimentos com animais, quando administrado em altas doses em ratos de laboratório, o Promalin causou leve irritação dérmica nas primeiras 24 horas, não havendo sinais de irritação após 72 horas. O produto causou vermelhidão na conjuntiva ocular na primeira hora, voltando ao normal após 24 horas.

CRÔNICOS: em estudos toxicológicos de longa duração, nos quais os animais são observados durante toda ou boa parte de suas vidas, expostos ao Ácido Giberélico e 6-Benziladenina, em diferentes concentrações, os animais apresentaram diarréia, magreza, agachamento, poucas fezes, redução do consumo alimentar e menor ganho de peso.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA: Centro de Informações Toxicológicas: 0800-170450 ou (0xx11) 5012-5311. Telefone da Empresa: 0800-141149.

PRECAUÇOES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Pouco Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe IV). Evite a contaminação ambiental -Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SUMITOMO CHEMICAL DO BRASIL REPRESENTAÇÕES LTDA., telefone de emergência: Empresa: (11) 536-7121. Pró-Química-Abiquim: 0800-11-8270. Centro de Informações Toxicológicas (CIT): (11)275-5311. Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa á embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo Órgão Estadual responsável, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se a praga-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando-se as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Em caso de dúvidas, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI);
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.