Bula Proplant

acessos
Cloridrato de Propamocarbe
9005
Arysta Lifescience

Composição

Cloridrato de propamocarb 722 g/L Carbamato

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,2 a 2 L p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Faça no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, a intervalos de no mínimo 7 dias. 3 dias Inicie o tratamento preventivamente, quando ocorrer baixa temperatura com umidade elevada, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora destructor)
2 a 2,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Faça no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, a intervalos de no mínimo 7 dias. 14 dias Inicie o tratamento logo no aparecimento dos primeiros sintomas
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão basal da haste
(Pythium rostratum)
2 a 3 mL p.c./L de água 2 L de calda/m² - Aplicação única. Uso não alimentar Faça aplicação preventiva, imediatamente após o transplante das mudas e com boa umidade no solo ou substrato
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - Faça no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, a intervalos de no mínimo 7 dias. 14 dias Inicie o tratamento logo no aparecimento dos primeiros sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
300 mL p.c. / 100 L de calda 600 a 1000 L de calda/ha - Faça no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, a intervalos de no mínimo 7 dias. 3 dias Inicie o tratamento preventivamente, quando ocorrer baixa temperatura com umidade elevada, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Violeta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gomose
(Phytophthora nicotianae var. parasitica)
2 a 3 mL p.c./L de água 2 L de calda/m² - Aplicação única. Uso não alimentar. Faça aplicação preventiva, imediatamente após o transplante das mudas e com boa umidade no solo ou substrato

Frasco de polietileno para 0,25; 0,5 e 1,0 Litro. Frasco de polietileno revestido internamente com poliamida para 100 mL. Bombona de polietileno revestido internamente com poliamida para 5 e 25 litros. Tambor de polietileno de alta densidade (PEAD) para 200 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS/DOSES/DOENÇAS CONTROLADAS: Vide seção “Indicações de Uso/Doses”.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Batata: Faça no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, a intervalos de no mínimo 7 dias. Inicie o tratamento preventivamente, quando ocorrer baixa temperatura com umidade elevada, ou no apareci¬mento dos primeiros sintomas da doença. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença.

Tomate: Faça no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, a intervalos de no mínimo 7 dias. Inicie o tratamento preventivamente, quando ocorrer baixa temperatura com umidade elevada, ou no apareci¬mento dos primeiros sintomas da doença.

Crisântemo e Violeta: Faça aplicação preventiva, imediatamente após o transplante das mudas e com boa umídade no solo ou substrato.

Cebola: Faça no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Inicie o tratamento logo no aparecimen¬to dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condíções de alta pressão da doença.

Melão: Faça no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Inicie o tratamento logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença.

MODO DE APLICAÇÃO:

Aplique via terrestre, usando pulverizador tratorizado de barras ou pulverizadores costais dotados de bicos de jato cônico tipo D ou jato plano tipo Teejet, seguindo especificações dos fabricantes quanto à pressão e tamanho de gotas. Calibre os equipamentos, adequando-os à cultura e à vazão requerida Os equipamentos de aplicação, reservatórios, etc., deverão ser lavados com água limpa após cada dia de operação, evitando-se corrosão das partes metálicas, como ferro, ferro galvanizado, e alumínio.

- Tomate, batata, cebola e melão: aplique em pulverização de maneira uniforme, de forma a obter boa cobertura das partes aéreas das plantas. Para assegurar uma boa deposição de gotas e evitar deriva, recomenda-se não aplicar com ventos superiores a 6 km/hora e nas horas mais quentes do dia. Na cultu¬ra de cebola e melão adicione um espalhante-adesivo não iônico à calda de pulverização, na dose reco¬mendada na bula do produto.
- Crisântemo e violeta: aplique em pulverização a alto volume, de forma a atingir toda a planta.

Cultura.....................Intervalo de Segurança
Tomate.....................3 dias
Batata......................3 dias
Crisântemo...............U.NA (*)
Violeta......................U.NA (*)
Cebola......................14 dias
Melão........................14 dias

(*): Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:

24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.

LIMITAÇÕES DE USO:

Observe o período de carência da cultura.
Proplant não é fitotóxico à dose e condições de uso aqui recomendadas. Proplant é corrosivo a todos os metais com exceção do aço puro.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Caso ocorra contato acidgntal da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de bor racha; avental impermeávei; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).

Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos ai o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um seNiço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

ANTíDOTO: Sulfato de Atropina é o antídoto de emergência em caso de intoxicação. Nunca administre Sulfato de Atropina antes do aparecimento dos sintomas de intoxicação.

INTOXICAÇÕES POR CARBAMATOS

INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO

GRUPO QUÍMICO: Carbamatos.

MECANISMOS DE TOXICIDADE: Inibem reversivelmente a enzima acetilcolinesterase, causando acúmulo de acetilcolina estimulando os receptores muscarínicos e nicotínicos. Essa maior estimulação é responsável pelo quadro colinérgico agudo e também por um quadro clínico mais grave e I prolongado, que é caracterizado por síndrome intermediária. Além do quadro colinérgico, a exposição aguda pode levar ao desenvolvimento de manifestações neurotóxicas tardias. Usualmente a severidade é leve a moderada, porém a exposição a altas concentrações ode erar uadros severos e evoluir para óbito.

VIAS DE ABSORÇÃO: Oral, inalatória, dérmica e mucosas.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Os efeitos são imediatos, geralmente de 30 minutos a 1-2 horas após a exposição, e; cessam logo após o término da mesma. As manifestações clínicas ocorrem usualmente em menor grau que no caso dos produtos organofosforados e as manifestações neurológicas são também de menor intensidade, devido à menor penetração no SNC. As manifestações agudas são classificadas como:
Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica): são predominantes na intoxicação por carbamatos. Vômito, diarréia, cólicas abdominais, anorexia, náuseas, incontinência urinária, incontinência fecal, tenesmo, bronco-constrição, dispnéia, cianose, edema pulmonar, hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e sudorese), bradicardia, hipotensão, bloqueio atrio-ventricular, miose e visão borrada.
Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial, fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão arterial podem manifestar-se, e serem alteradas pelo efeito muscarínico.OBS:predominando os efeitos muscarínicos, ocorrerá diminuição da pressão arterial e pulso; os efeitos nicotínicos provocam elevação da pressão e do ritmo cardíaco.
Síndrome intermediária: Na caracterização da sí drome intermediária observa-se que de 24 a 96 horas após a exposição pode surgir fraqueza ou paralisia muscular dos membros superiores e do pescoço. Outros grupos musculares também podem ser afetados, incluve a musculatura respiratória, levando à parada respiratória. A recuperação pode levar de 4 a 20 dias.
Efeitos em SNC (síndrome neurológica): cefaléia, ansiedade, agitação, confusão mental, ataxia, depressão de centros cardio-respiratórios, convulsões e coma.
Também odem ocorrer manifesta ões tardias.

TOXICOCINÉTICA: Possuem rápida distribuição em tecidos e órgãos e não se acumulam no organismo. A metabolização é hepática e rápida, através de três mecanismos básicos: hidrólise, oxidação e conjugação. 90% é excretado pelos rins em até 3 dias, mas também são eliminados pelas fezes. Não atravessam a barreira hematoencefálica, sendo os sintomas do SNG decorrentes de hipóxia. A meia-vida em ratos machos foi de 2,21 horas e em fêmeas foi de 2,94 horas. No caso da eliminação pela via biliar, ocorre circulação enterohepática, prolongando a sintomatologia.

DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível, associados ou não à queda na atividade das colinesterases.
O decréscimo de 25% ou mais da atividade da colinesterase plasmática indica exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada com exposição intensa. O decréscimo da atividade da pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não especifico.
Ambas podem demorar de 3-4 meses para se normalizar, mas este teste não é de grande utilidade porque a inibição da acetilcolinesterase é rapidamente reversível. A identificação da substância e seus metabólitos no sangue e na urina pode evidenciar a exposição, mas não são largamente utilizados. Outros controles incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas hepáticas, gasometria, ECG (pro¬longamento de QT), radiografia de tórax (edema pulmonar e aspiração).
Convém considerar a possibilidade de associação do produto a outros tóxicos, o que pode alterar ou potencializar o perfil clínico esperado.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirma ão laboratorial.

TRATAMENTO: O tratamento das intoxicações agudas por carbamatos consiste em medidas de descontaminação, medidas sintomáticas e utilização de reativadores da colinesterase. Entre as medidas de descontam inação preconizadas estão: esvaziamento gástrico através de lavagem gástrica; limpeza da pele com água corrente e sabão neutro; utili¬zação de carvão ativado; sulfato de sódio como laxante; utilização de sulfato de atropina pelas vias intramuscular ou intravenosa (eventualmente também por via oral) na dose de 1 a 6 mg a cada 5 a 30 minutos até atropinização leve. Nunca administre atropina antes do aparecimento dos sinais de intoxicação. Utilizar Diazepam via intravenosa para tratamento de convulsões. Tratar a insuficiência respiratória ou outras intercorrências clínicas com as medidas habituais. Cuidados especiais devem ser observados quanto à pressão arterial e arritmias cardíacas, aspiração da secreção oral e brônquica e controle da temperatura.
A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia. Não deverá ser administrada se o aciente estiver assintomático.
E indicada supervisão do paciente por pelo menos 48 horas

CONTRA-INDICAÇÕES: Não utilizar Contrathion, morfina, aminofilina ou tranquilizantes nas intoxicações por carbamatos. Pode-se usar bicarbonato de sódio em substituição às oximas por via intravenosa para corrigir a acidose metabólica. A diálise e a hemoperfusão são contraindicadas.

EFEITOS SINÉRGICOS: Com outros carbamatos ou organofosforados.

ATENÇÃO: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
DISQUE-INTOXICAÇÃO: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de Emergência da Empresa : (11) 4197-0265/0800-773-2022

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Cerca de 90% da dose administrada é excretada através da urina e fezes e desse total, 95% são realizados via renal. As maiores concentrações foram encontradas no fígado, rins e trato gastrointestinal. A meia-vida em ratos machos foi de 2,21 horas e em fêmeas foi 2,94 horas. No caso da eliminação pela via biliar, ocorre circulação entereohepática, prolongando a sintomalogia.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos agudos: Os efeitos agudos de intoxicação com CLORIDRATO DE PROPAMOCARBE são fraqueza, dor de cabeça, opressão no peito, visão turva, pupilas não reativas, suor, náuseas, vômitos e cólicas abdominais DLsD Oral (mg/kg): > 2000
DL50 Dérmica (mg/kg): > 2000
CL50 Inalatória (mg/L): > 5,01
Irritação dérmica: Irritação leve < 3
Irritação ocular: Irritação Reversível em 72 horas Sensibilização Cutânea: Não sensibilizante

Efeitos crônicos:
Propamocarbe Hei foi considerado não carcinogênico para camundongos e o NOAEL estabelecido foi de 840 ppm (106 mg/kg/dia para machos e 136 mg/kg/dia para fêmeas). Em estudos realizados em ratos, o CLORIDRATO DE PROPAMOCARBE aplicado oralmente foi amplamente metabolizado. Do total aplicado 83+7% foram excretados pela urina e somente 3+2% foram recuperados nas fezes. Na urina menos de 10% do composto original permaneceu inalterado. Dos demais estudos conduzidos com os animais de laboratório, nenhum efeito relevante pode ser observado.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
[ ] - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
[ ] - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
[X] - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2 - INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
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- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3 - INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROSS LINK CONSULTORIA E COMÉRCIO LTDA., telefone de emergência: (11) 4197-0265 ou 0800-773-2022.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de BORRACHA, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de pó químico, espuma ou CO2, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4 - PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
FRASCO PLÁSTICO (EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL)
I – LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
- Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
- Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas das embalagens, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do prazo de validade.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
CAIXA DE PAPELÃO (EMBALAGEM SECUNDÁRIA - NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
- A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

- Inclua outros métodos de controle de doenças (ex.: época de plantio, variedades resistentes, controle cultural) dentro do programa de Manejo Integrado.

O uso continuado de um fungicida ou grupo de fungicidas com o mesmo modo de ação, numa mesma área pode favorecer o aumento de populações tolerantes a estes produtos ao longo do tempo. A adoção de estratégias de manejo de resistência a fungicidas é importante para evitar ou diminuir os riscos de desenvolvimento destas populações tolerantes, preservando os benefícios da efetividade dos produtos.
- Sempre que possível, faça a rotação de produtos com diferente(s) modo(s) de ação(ões), que contro¬le(m) a mesma doença.
- Use somente as dosagens recomendadas na bula.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para
o Manejo de Resistência de Fungicidas.
- Caso a doença continue a se desenvolver normalmente após o uso do produto, não aumente a dose além do limite recomendado. Procure a orientação do Engenheiro Agrônomo.