Bula Pyrinex 480 EC

acessos
Chlorpyrifos
9298
Adama

Composição

clorpirifós 480 g/L ectoparasiticidas

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,7 L p.c./ha - - 14 dias. 21 dias. Quando encontrar uma lagarta (maior que 1,5 cm) por planta ou quando encontrar 2 lagartas (maiores que 1,5 cm) por planta e/ou desfolhamento de até 10% no terço superior das plantas
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
1,5 a 2 L p.c./ha - - 14 dias. 21 dias. Quando houver 10% de infestação (1 lagarta pequena menor que 10 mm) em 10 plantas examinadas
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
1,5 a 2 L p.c./ha - - 14 dias. 21 dias. Em amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual, quando constatar 15 machos/dia
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,3 a 0,5 L p.c./ha - - 14 dias. 21 dias. Quando houver 10% das plantas atacadas, não permitindo que estas desenvolvam colônia
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
150 mL p.c. / 100 L de calda 300 a 600 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Quando aparecerem as primeiras plântulas cortadas
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
3 a 4 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - 14 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. O controle da larva deve ser feito imediatamente após o plantio e antes do fechamento do sulco
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
1 a 1,5 L p.c./ha - - 22 dias. 21 dias. Aplicar quando 20% das folhas estiverem contaminadas
Broca do café
(Hypothenemus hampei)
1 a 1,5 L p.c./ha - - 22 dias. 21 dias. Aplicar quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada
Cochonilha
(Planococcus minor)
1,5 L p.c./ha - - 22 dias. 21 dias. Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
200 mL p.c. / 100 L de calda 1000 L de calda/ha - 35 dias. 21 dias. Quando aparecer uma média de 1 mosca por garrafa (armadilha)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,8 L p.c./ha - - 29 dias. 25 dias. Aplicar quando o nível de controle atingir duas ninfas/folha em 100 folhas examinadas/ha
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
1 L p.c./ha - - 29 dias. 25 dias. Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
0,8 L p.c./ha - - 29 dias. 25 dias. Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta enroladeira
(Bonagota cranaodes)
100 a 150 mL p.c. / 100 L de calda - - 10 dias. 14 dias. Aplicar quando atingir o nível de controle: 20 machos/armadilha/semana
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 30 dias. 21 dias. Aplicar no início das raspagens das folhas pelas lagartas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - 20 dias. 21 dias. Aplicar quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm) por batida de pano ou 30% de desfolha no período anterior à floração e quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes ou 15% de desfolha após a floração
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
1,5 L p.c./ha - - 20 dias. 21 dias. Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. E lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano
Percevejo verde
(Nezara viridula)
1,5 L p.c./ha - - 20 dias. 21 dias. Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. E lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
1,5 L p.c./ha - - 20 dias. 21 dias. Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. E lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
100 mL p.c. / 100 L de calda 1000 L de calda/ha - 10 dias. 21 dias. Aplicar quando os frutos estiverem pequenos
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
1 L p.c./ha - - 30 dias. 21 dias. Quando aparecerem os primeiros focos de infestação

Frasco plástico de 0,5 e 1 L. Bombona/balde plástico de 5, 10, 20, 25 e 30 L. Bombona/balde metálico de 5, 10, 20, 25 e 30 L. Tambor plástico de 100 e 200 L. Tambor metálico de 100 e 200 L. Embalagem plástica resistente de 0,5; 1 e 5L. Balde revestido de material epóxi de 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

O PYRINEX 480 EC é um inseticida organofosforado com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas culturas de algodão, batata, café, citros, feijão, maçã, milho, soja, tomate rasteiro para fins industriais e trigo.

1.1 CULTURAS:

Algodão, batata, café, citros, feijão, maçã, milho, soja, tomate rasteiro para fins industriais e trigo.

1.2 PRAGAS CONTROLADAS E DOSES:
(Vide Indicações de Uso/Dose).

1.3 NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO

Curuquerê: Quando encontrar uma lagarta (maior que 1,5 cm) por planta. Para lavoura sem maçã aberta, ou seja, até 110 dias da emergência da cultura. Quando encontrar 2 lagartas (maiores que 1,5 cm) por planta e/ou desfolhamento de até 10% no terço superior das plantas. Para lavouras no início da abertura das maçãs, ou seja, após 110 dias da emergência da cultura.

Pulgão-das-inflorescências: Aplicar quando houver 10% das plantas atacadas, não permitindo que estas desenvolvam colônia, principalmente para as variedades susceptíveis a viroses, nestes casos a tolerância é zero de presença de pulgões na área.

Lagarta-das-maçãs: Quando houver 10% de infestação (1 lagarta pequena = menor que 10 mm) em 10 plantas examinadas.

Lagarta-rosada: Em amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual, quando constatar 15 machos/dia.
• Em lavoura só com flores (50 a 70 dias da emergência) examinar 2 flores por planta em 10 plantas amostradas. Aplicar quando houver 10% de flores com lagartas.
• Em lavoura com maçãs pequenas (após 70 dias da emergência) examinar duas maçãs do ponteiro/planta em 10 plantas. Aplicar quando houver 5% das maçãs atacadas.

Realizar de 1 a 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas.


BATATA

Lagarta-rosca: Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Realizar a aplicação quando aparecerem às primeiras plântulas cortadas.
Pode ser utilizado volume de aplicação de 300-600 L/ha de calda através de bicos do tipo cone vazio série X26 ou similar, espaçados em 25 cm um do outro sob pressão de 50 a 100 lb/pol2.

Larva-alfinete: O controle da larva, deve ser feito imediatamente após o plantio e antes do fechamento do sulco, utilizando um volume de calda de 1000 L/ha.

Realizar 1 a 2 aplicações, com intervalo de 2 semanas.

CAFÉ

Broca-do-café: Aplicar quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada.

Bicho-mineiro-do-café: Aplicar quando 20% das folhas estiverem contaminadas.

Cochonilha-farinhenta: Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas.

Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 22 dias.

CITROS

Mosca-das-frutas: Realizar monitoramento de armadilhas caça-moscas e iniciar a aplicação quando aparecer uma média de 1 mosca por garrafa (armadilha). Reaplicar quando a praga atingir este nível populacional novamente, principalmente na fase de mudança de cor do fruto.
Utilizar turbo atomizador tratorizado, utilizando bicos do tipo leque D6-D8 sob pressão de 200-300 lb/pol2 e volume de calda de 1.000 L/ha.

Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 35 dias.

FEIJÃO

Mosca-branca e Tripes: Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas.

Cigarrinha-verde: Aplicar quando o nível de controle atingir duas ninfas/folha em 100 folhas examinadas/ha.

Realizar 1 a 2 aplicações com 29 dias de intervalo.

MAÇÃ

Lagarta-enroladeira-da-folha: O monitoramento deve ser feito com armadilhas de feromônio, na proporção de 1 a 2 por 5 ha.
Aplicar quando atingir o nível de controle: 20 machos/armadilha/semana.

Realizar 2 a 3 aplicações com intervalo de 10 dias.

MILHO

Lagarta-do-cartucho: Aplicar no início das raspagens das folhas pelas lagartas.
Recomenda-se utilizar volumes de 200 a 400 L/ha de calda, através de bicos do tipo leque séries 80.02 a 80.04 e 110.02 a 110.04 ou similares espaçados em 50 cm um do outro, sob pressão de 40 a 60 lb/pol2.

Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 30 dias.

SOJA

Lagarta-da-soja: Aplicar quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm) por batida de pano ou 30% de desfolha no período anterior à floração e quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes ou 15% de desfolha após a floração. Pode ser utilizado volume de aplicação de 150 a 250 L/ha de calda através de bicos do tipo cone vazio séries X4 e X6 ou similares, espaçados em 25 cm um do outro sob pressão de 50 a 100 lb/pol2.

Percevejo-da-soja, Percevejo-verde-pequeno e Percevejo-marrom:
• Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano.
• Lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano.

Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 20 dias.

TOMATE RASTEIRO PARA FINS INDUSTRIAIS

Broca-pequena-do-fruto: Aplicar quando os frutos estiverem pequenos.
Pode ser utilizado volume de aplicação de 1.000 L/ha de calda através de bicos do tipo cone vazio série X26 ou similar, espaçados em 25 cm um do outro sob pressão de 50 a 100 lb/pol2.

Realizar de 4 a 5 aplicações com intervalo de 10 dias.

TRIGO

Lagarta-do-trigo: Quando aparecerem os primeiros focos de infestação.

Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 30 dias.

1.4 MODO DE APLICAÇÃO:

A aplicação deve ser realizada exclusivamente através de equipamentos terrestres tratorizados, utilizando-se calda suficiente para dar uma cobertura uniforme às plantas.
No caso da larva-alfinete em batata, a aplicação deverá ser sobre os tubérculos e antes do fechamento do sulco.

Condições climáticas:

Para obter uma melhor eficiência do produto a aplicação deverá ocorrer dentro dos seguintes parâmetros:
- Umidade relativa do ar: superior a 50%.
- Temperatura: até 30º C.
- Vento: inferior a 10 km/h.

1.5 INTERVALO DE SEGURANÇA:

Algodão............................................................... 21 dias
Batata .................................................................. 21 dias
Batata .................................................................. (1)
Café..................................................................... 21 dias
Citros .................................................................. 21 dias
Feijão................................................................... 25 dias
Maçã ................................................................... 14 dias
Milho................................................................... 21 dias
Soja...................................................................... 21 dias
Tomate (rasteiro paras fins industriais).............. 21 dias
Trigo ................................................................... 21 dias

(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego – aplicação no solo.

1.6 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
O intervalo de reentrada recomendado é de 24 horas. Caso necessite entrar nas áreas tratadas antes do término de reentrada, utilize os EPI’s indicados no item “Precauções durante a aplicação”.

1.7 LIMITAÇÕES DE USO:
* Uso exclusivo para culturas agrícolas.
* Não é permitido a mistura de tanque deste produto com outro produto fitossanitário.
* Não misturar com produtos de reação alcalina, como a calda bordaleza.
* Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente, se aplicado de acordo com as recomendações.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
"Vide intem 1.4 MODO DE APLICAÇÃO"

PRECAUÇÕES GERAIS:
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua, não prepare a calda e não aplique o produto sem proteger as mãos, pés, olhos, boca, nariz e o restante do corpo, use todos os equipamentos de proteção que estão qualificados nesta bula. Uso exclusivamente agrícola.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Não inale, não cheire, não aspire e não ingira o produto.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA (MANUSEIO DO PRODUTO):
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use máscara provida de filtro com carvão ativado cobrindo o nariz e a boca: Use Luvas de Borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada provida de filtro com carvão ativado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme o equipamento de aplicação.
Não fume, beba ou coma durante a aplicação do produto.
Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a útilma aplicação e a colheita).
Em caso de aplicação com trator de cabine aberta, utilize equipamentos de proteção individual.
Em caso de aplicação por trator de cabine fechada, verifique a vedação perfeita da cabine de proteção.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Evite o máximo possível o contato com área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual, lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual.

PRIMEIROS SOCORROS:
PROCURE LOGO UM SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Não provoque vômito.Caso o vômito ocorra naturalmente deite a pessoa de lado. Não dê nada para comer ou beber.
Olhos: Lave com água em abundância por pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato retire imediatamente a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (respirado) leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Sulfato de Atropina é o antídoto de emergência em caso de intoxicação. Nunca administre sulfato de Atropina antes do aparecimento dos sintomas de intoxicação. A pralidoxima é o antídoto específico para os organofosforados.

Grupo químico: Organofosforados.
Classe toxicológica: I- EXTREMAMENTE TÓXICO.
Mecanismos de toxidade: Clorpirifós - inibe permanentemente a acetilcolinesterase, causando acúmulo de acetilcolina e superestimulação das terminações nervosas que atuam nas células musculares, glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso Central (SNC).
Xilol - promove a deslipidificação de pele e mucosas; deprime o sistema nervoso central.

Vias de exposição: Clorpirifós e xileno não absorvidos via sistema respiratório, pele e mucosas.

Metabolismo e toxicocinética: Clorpirifós - Após absorção, os organofosforados são distribuídos por todos os tecidos do organismo, atingindo altas concentrações no fígado, onde são metabolizados e nos rins, que os excretam. A meia-vida desses inseticidas varia muito, dependendo na natureza do composto. Alguns metabólitos são mais tóxicos que a substância que os originou.
Xilol - Absorção rápida, 90% dele se ligam aàs proteínas sanguíneas, se depositam no tecido adiposo (onde permanecem por algumas horas após o fim da exposição), no fígado, rins, pulmões, miocárdio, sistema nervoso central, 95% do absorvido são metabolizados no fígado por oxidação e conjugados com glicina para formar o ácido metil hipúrico e uma parte é eliminada pela respiração sem modificação.
Nonifenol etoxilato - irritante para as conjuntivas e mucosas respiratórias e digestivas.

Sintomas e sinais clínicos: Clopirifós - Os efeitos podem ocorrer minutos ou horas após a exposição.
Manifestações agudas:
Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica): vômito, diarréia, cólicas abdominais, broncoespasmo, miose puntiforme e paralítica, braquicardia, hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e sudorese), cefaléia, incontinência urinária, visão borrada. Diaforese severa pode provocar desidratação e hipovolemia graves, resultando em choque.
Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial, fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando a morte. Taquicardia e hipertensão arterial podem manifestar-se, e serem alteradas pelo efeito muscarínico.

Efeitos em SNC (síndrome neurológica): ansiedade, agitação, confusão mental, ataxia, depressão de centros cardio-respiratórios, convulsões e coma.

Manifestações tardias:
Sídrome intermediária: aparece 1-4 dias após a exposição e a resolução sa crise colinérgica aguda. è caracterizada por paresia dos musculos respiratórios e debilidade muscular que acomete principalmente a fec, o pescoço e as porções proximais dos membros. Também pode haver comprometimento de pares cranianos e diminuição de reflexos tendinosos. A crise cede após 4-21 dias de assistência ventilatória adequada, mas pode prolongar-se,às vezes, por meses após a exposição.

Neuropatia retardada induzida por Organofosforados: ela aparece em 14 a 28 dias após a exposição e é desencadeada por dano aos axônios dos nervos periféricos e centrais. A crise se caracteriza por paresias ou paralisias simétricas ou de extremidades, sobretudo inferiores, podendo persistir durante semanas ou anos. São casos raros, após exposições agudas e intensas.

Outros efeitos sobre o SNC: déficit residual de natureza neuropsiquiátrica, com depressão, ansiedade, irritabilidade, comprometimento da memória, concentração e iniciativa podem observar-se.

Xilol - pode produzir dores de cabeça, náusea, vômitos, ansiedade, perda de memória, dificuldade de concentração, retardo do tempo de reação a estímulos, falta de cordenação motora, alteração do equilíbrio e tontura, confusão. Localmente, pode causar irritação da pele, dos olhos, do nariz e da garganta. A inalação causa irritação respiratória, podendo chegar ao edema pulmonar nos casos mais graves. Possivelmente alterações no fígado e nos rins.
Níveis de xileno muito altos (abertura de embalagens em local fechado e/ou mal ventilado) podem levar a perda de consciência e ao óbito. Estudos em animais de laboratórios mostram que concentrações altas de xileno podem causar retardo do crescimento e desenvolvimento do feto e morte fetal. Estas concentrações também podem prejudicar as mães.
Xileno é "não classificável como cancerígeno humano (Grupo 3 - IARC)".

Nonilfenol etoxilato: conjuntivite, tosse, dificuldade respiratória; se for ingerido, pode causar náusea e vômito.

Diagnóstico: Clorpirifós - confirmação da exposição e quadro clínico compatível, associados ou não a queda na atividade das colinesterases. Queda em 25% ou mais de sua atividade original indica exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada com exposição intensa. A pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não específico. Ambas podem demorar de 3-4 meses para se normalizar.
Outros controle incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas hepáticas, gasometria, ECG (prolongamento de QT), RX toráx (edema pulmonar e aspiração).

Xilol - Confirmãção da exposição e quadro clínico compatível, dosagem do metabólico do ácido metil hipúrico na urina pode ser feita,colhendo-se amostras de urina de 4 a 8 horas após a exposição devido a excreção rápida do produto e seus derivados. No entanto, considerar que pode haver aumento do ácido metil hipúrico na urina; e redução do ácido metil hipúrico na urina em caso de absorção concomitante de alcool ou aspirina, ou de exposição a outros solventes que inibem o metabolismo do xileno.

Tratamento:
Descontaminação:
- Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas cutâneas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente abundante e sabão neutro. Remover a vítima para local bem ventilado.
- Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico, água corrente, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
- Em caso de ingestão recente, proceder a lavagem gástrica. Atentar para nívelde consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração, po intubação. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100g em adultos, 25-50g em crianças de 1 a 12 anos e 1g/kg, diluídos em água, a proporção de 30g de carvão ativado para 240 ml de água.

ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança (luvas de nitrila e avental impermeável), de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas permeáveis, evitar a pneumonite química devida, principalmente ao xileno, através de intubação intubação oro - traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmia cardíaca. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.
Monitorar: oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, pH, eletrólitos, amilase sérica.

CLORPIRIFÓS
Antagonista e antídoto: -Atropia - agonista antimuscarínico - reverte os sintomas muscarínicos, mas não os nicotínicos. A presença de taquicardia inicial e hipertensão não contraindicam a atropinização. Em caso de dúvida, fazer teste diagnóstico com 0,25 a 1 mg de atropina: se a taquicardia ceder ou não se alterar, começar o tratamento imediatamente, pois a sua causa é a hipóxia. A administração de atropina só deverá ser realizada quando houver sinais clínicos de efeitos anticolinesterásicos.
Dose de 2- mg em dose de ataque (adultos) e 0,05 mg/kg em crianças, EV, diluídos em soro fisiológico 1:2. Repetir, se necessário a cada 5 ou 10 minutos. As preparações de atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg/ml.
O parâmetro para a manutensão ou suspensão do tratamento é clínico, e se baseia na reversão da broncorréia(ausculta pulmonar) e na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou no aparecimento de sintomas de intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados os sinais de atropinização, ajustar a dose de manuntenção desses efeitos por mais de 24 horas ou mais.
Manter em observação por 72 horas, com monitorização cardio-respiratória e oximetria de pulso. A ação letal dos organofosforados é comumente secundária à insificência respiratória, pelos mecanismos de broncoconstrição, secreçãopulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e depressão do centro respiratório por hipóxia.

Pralidoxima - antídoto específico dos organofosforados. Sua ação visa restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica coleta de amostra de sangue heparinizado prévia a sua administração, para estabelecimento da efetividade do tratamento. Age em todos os sítios afetados (muscarínicos, nicotínicos e provavelmente do SNC). Não reativa a colinesterase plasmática. A pralidoxima não substitui a atropina.

Dose de ataque:
Adultos: 1-2 g, preferencialmente endovenosa, podendo ser utilizadaintramuscular ou subcutânea, em doses não maiores que 200 mg/minuto diluídas em soro fisiológico. Pode ser repetida a partir de 2 horas da primeira administração,nao ultrapassando a dose máxima de 12 g/dia.
Crianças: 20 a 40 mg/kg, preferencialmente endovenosa, podendo ser utilizada intramuscular ou subcutânea, (não execeder de 4 mg/kg/mim).
Deve ser iniciada nas primeiras 24h, para ser mais efetiva, mas pode ser realizada mais tarde, em especial no caso de compostos lipossolúveis. Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com benzodiazepínicos sob orientação médica.

XILOL - não há tratamento específico.
Fazer radiografia de tórax; moitorargases sanguíneos ou oximetria de pulso, Prevenir e monitorar depressão do sistema nervoso central, edema pulmonar, equilíbrio hidreletrolítico (hipocalemia e acidose), ECG (arritmia) e sinais vitais, regularmente.
Em caso de exposição crônica, avaliar a funçãp renal e hepática.

Contra-indicações: A diálise e a hemoperfusão são contra-indicadas. O vômito é contra-indicado em razão do rsico potencial de depressão do SNC e pneumonite química por aspirãção pulmonar.
Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas, devido a possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca (morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina).

Efeitos sinérgicos: Com outros organofosforados ou carbamatos.
Derivado do ácido dodecil benzeno sulfônico.
Óleo de mamona etoxilado.

Atenção: Ligue para o disque-intoxicação: 0800 722 6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos e Notificação (SINAN/MS)
Centro de Informações Toxicológicas - PR: 0800 14048
Empresa: (0xx11) 3706 5300.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
O Clorpirifós é absorvido pelas vias: oral, inalatória, dérmica e mucosas. Não é bioacumulativo; e age inibindo a colinesterase (AchE) por bloqueio da atividae enzimática nas diversas terminações nervosas, diminuindo a hidrólise de acetilcolina (Ach) e consequentemente promovendo o acúmulo da mesma a níveis toxicos. Este fenômeno pode ocorrer em todo o organismo e pode levar ao surgimento de dois quadros clínicos de intoxicação: agudo (síndrome muscarínica, nicotínica e neurológica com efeitos sobre o SNC) e a tardia (fraquezas musculares, ataxias, paresias e dermatite alérgica de contato). A metabolização de compostos organofosforados ocorre principalmente por oxidação, por transferência de porções da molécula para o Glutation (Transaminase Glutâmica) e hidrólise por esterases. Reações de conjugação ocorrem após o processo de metabólico e a eliminação de resíduos contendo fósforo pode ocorrer pela urina e fezes. Ratos que receberam o Clorpirifós (36Cl) em dose sub-letal simples (50 mg/kg) via gavage eliminaram 90% pela urina e 10%pelas fezes em 26 horas. O metabólito principal encontrado na urina foi o Tricloropiridinol , em suas duas formas, ambas não inibidoras da AchE. Estudos indicaram que o TCP apresentou uma absorção, distribuição e excreção similar ao Clorpirifós e pequenas quantidades foram encontradas(<30%) nos sistemas relacionados com a excreção urinária, como o fígado, rins e sangue. Em humanos, aproximadamente 72% de uma dose oral de 1% de uma dose dermal, foram absorvidos e rapidamente metabolizadas para TCP e seus conjugados que foram excretados primariamente pela urina. Nesse caso a meia vida da substância foi de 27 horas por ambas as rotas.

EFEITOS AGUDOS:
DL 50 oral em ratos: entre 50 e 300 mg/kg para as fêmeas;
DL 50 dermal em coelhos > 4000 mg/kg para machos e fêmeas.
Toxidade inalatória em ratos = CL 50 de 1,85 mg/L para machos e fêmeas.
Irritação ocular em coelhos = causou leve a moderadas alterações na superfície da córnea (desde uma leve diminuição de brilho normal a uma opacidade da córnea) , hiperemia e edema.
Irritação dermal em coelhos = sob as condições do teste, o produto causou irritação leve para a pele.
Sensibilização = sensibilizante. Sensibilizante mínimo.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Ratos de laboratório, tratados diariamente com Clorpirifós, em níveis de até 3 mg/kg/diapor dois anos por via oral, mostraram uma moderada depressão na atividade da colinesterase, primariamente a plasmática e secundariamente a eritrocitária. Nesse estudo os animaisnão apresentaram efeitos dignos de nota quanto ao seu comportamento , aparência, crescimento, mortalidade, hematologia, análises urinárias, de química sanguínea, histopatológicas de tecidos e órgãos ou incidência de neoplasmas.

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo afetar outros insetos benéficos.
Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - telefone de emergência: Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, Óculos protetor e mascara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente apos o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena¬da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses apos o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada¬mente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

1.14 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS / DOENÇAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc..) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

1.13 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.

Compatibilidade

Incompatível com produtos de reação alcalina.