Bula Quadris

acessos
Azoxystrobin
7915
Syngenta

Composição

Azoxystrobin 250 g/L Estrobilurina

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
200 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 30 dias. Deverá ser aplicado preferencialmente de maneira preventiva para controle da Ramularia do Algodão
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
400 mL p.c./ha 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. De modo preventivo
Brusone
(Pyricularia grisea)
400 mL p.c./ha 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 30 dias. Deverá ser aplicado de maneira preventiva
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
400 mL p.c./ha 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Deverá ser aplicado de maneira preventiva
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
200 a 300 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 20 dias. Deverá ser aplicado de maneira preventiva. Também nos estágios iniciais de infecção da Ferrugem (traços a no máximo 5%)
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
200 a 400 mL p.c./ha - até 20 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 7 dias. Deve ser aplicado de modo preventivo
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Drechslera teres)
200 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 20 dias. Deverá ser aplicado de maneira preventiva. Também nos estágios iniciais de infecção da Ferrugem (traços a no máximo 5%)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
200 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 21 dias. Deve ser aplicado preventivamente, entre os estádios R 5 e R 5.5
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
200 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 21 dias. Deve ser aplicado preventivamente, entre os estádios R 5 e R 5.5
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Deve ser aplicado preventivamente, entre os estádios R 5 e R 5.5
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Deve ser aplicado preventivamente, entre os estádios R 5 e R 5.5
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 30 dias. Deve ser aplicado preventivamente, entre os estádios R 5 e R 5.5

Bombona de polietileno: 5, 20 e 50 litros. Container (tanque fechado - uso exclusivamente industrial) plástico: 1000 litros. Farm-pack plástico: 420, 640 e 1000 litros. Frasco plástico: 1 litro. Frasco plástico de polietileno: 1 litro. Tambor de aço: 100 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
PROXEL é um fungicida sistêmico, usado em pulverizações preferencialmente preventivas, para o controle das doenças da parte aérea das culturas do algodão, arroz, aveia, banana, cevada soja, e trigo.

CULTURAS / DOENÇAS / DOSES:
Vide a seção “Indicação de Uso/Doses”

NÚMERO, ÍNICIO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
- Algodão: PROXEL deverá ser aplicado preferencialmente de maneira preventiva para controle da Ramularia do Algodão. O intervalo de aplicações deve ser de 14 dias. Duas aplicações são, em geral, suficientes para o controle da doença, mas podendo haver a necessidade de uma terceira aplicação.

- Arroz: PROXEL deverá ser aplicado de maneira preventiva para controle da Brusone e da Mancha Parda do Arroz. O intervalo de aplicações deve ser de 10 a 14 dias para Brusone e 14 a 21 dias para Mancha Parda. Duas aplicações são, em geral, suficientes para o controle das doenças, mas podendo haver a necessidade de uma terceira aplicação.

- Aveia: PROXEL deverá ser aplicado preferencialmente de maneira preventiva para controle da Ferrugem da Aveia. Pode-se aplicar o PROXEL também nos estágios iniciais de infecção da Ferrugem (traços a no máximo 5%), dá-se preferência ao uso em conjunto com adjuvante. O intervalo de aplicações deve ser de 14 a 21 dias. Duas aplicações são, em geral, suficientes para o controle da doença, mas podendo haver a necessidade de uma terceira aplicação.

- Banana: PROXEL deve ser aplicado preventivamente, a intervalos de 30 dias entre as aplicações, durante todo o período de potencial desenvolvimento da Sigatoka Amarela na bananeira. Visando o manejo de resistência, é recomendado que essa aplicação de fungicida a cada 30 dias, seja feita na verdade de forma intercalada com fungicidas de outros grupos químicos e modo de ação, como chlorothalonil, triazóis e benzimidazóis. A dose mais baixa pode ser usada quando as condições climáticas forem desfavoráveis ao desenvolvimento da doença, ou em regiões onde a pressão da doença seja mais baixa.

- Cevada: PROXEL deverá ser aplicado preferencialmente de maneira preventiva para controle da Mancha Reticular da Cevada. Pode-se aplicar o PROXEL também nos estágios iniciais de infecção da doença (traços a no máximo 5%); dá-se preferência ao uso em conjunto com adjuvante. O intervalo de aplicações deve ser de 14 a 21 dias. Duas aplicações são, em geral, suficientes para o controle da doença, mas podendo haver a necessidade de uma terceira aplicação.

- Soja: PROXEL deve ser aplicado preventivamente, entre os estádios R 5 e R 5.5. Duas aplicações podem ser necessárias para o controle das doenças para as quais o produto é recomendado, observando-se um intervalo de 14 a 21 dias entre as aplicações. Uma aplicação pode ser suficiente em variedades de soja com maior tolerância ou menor susceptibilidade às doenças ou quando as condições climáticas não forem favoráveis ao desenvolvimento da doença.
Para o controle da Ferrugem realizar a 1a. aplicação de forma preventiva no estádio fenológico R 3 (início da formação das vagens); reaplicar em intervalo máximo de 14 dias, caso as condições estejam favoráveis para o desenvolvimento da doença ou reaplicar no estádio fenológico R 5.1 (grãos perceptíveis ao tato - o equivalente a 10% da granação).

- Trigo: PROXEL deverá ser aplicado nos estádios iniciais de infecção (traços a 5%) das doenças foliares do trigo, observando-se um intervalo de aplicações de 14 a 21 dias. Duas aplicações são, em geral, suficientes para o controle das doenças para as quais o produto é recomendado.
As doses menores devem ser escolhidas para uso no controle de doenças foliares em variedades de trigo com comprovada tolerância ou menor susceptibilidade às doenças.

Obs.: 1 litro do produto comercial contém 250 g de ingrediente ativo

MODO DE APLICAÇÃO:
PROXEL deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água para as culturas de trigo, soja, aveia, cevada, algodão, arroz e banana; para a cultura da banana, onde são comuns as aplicações aéreas com óleo, PROXEL deve ser aplicado em água + óleo + emulsificante.

Aplicação terrestre:
Diluir o produto em 100 a 200 litros água/ha para trigo, aveia, cevada, soja; 200 litros de água/ha para arroz e 200 a 300 l/ha para algodão.
Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm², e uma pressão de 40 a 60 libras.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27 ºC, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.

Aplicação aérea:
Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha para trigo, aveia, cevada, arroz, algodão e soja, e 20 litros de calda por ha para banana (15 litros de água + 5 litros de óleo + 1,0% de espalhante adesivo) e altura de vôo de 2 a 3 metros. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco “core” inferior a 45.
Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 µm, e um mínimo de 60 gotas por cm2.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos de até 10 km/hora, temperatura < 27 ºC e umidade relativa > 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.


INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita) :
Algodão...................... 30 dias
Arroz.......................... 30 dias
Aveia.......................... 20 dias
Banana...................... 7 dias
Cevada....................... 20 dias
Soja............................ 21 dias
Trigo ......................... 30 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Pessoas sem equipamentos de proteção individual (EPI´s) somente deverão entrar nas áreas tratadas após a completa secagem da calda de pulverização.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

Outras restrições a serem observadas: Não há.

INSTRUÇOES DE USO:
QUADRIS é um fungicida sistêmico, usado em pulverizações preferencialmente preventivas, pra o controle das doenças da parte aérea das culturas do algodão, arroz, aveia, banana, cevada, seja e trigo:
DOENÇAS NÚMERO, INÍCIO ÉPOCA E INTERVALO
CULTURAS DOSE
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO DE APLICAÇÃO
Algodão Ramulária Ramularia areola 200 ml de QUADRIS deverá ser aplicado
produto preferencialmente de maneira preventiva para
comercial/ha controle da Ramularia do Algodão. O intervalo
(Usar adjuvante de aplicações deve ser de 14 dias. Duas
— óleo mineral aplicações são, em geral, suficientes para o
específico - a controle da doença, mas podendo haver a
0,2% do volume necessidade de uma terceira aplicação.
da calda de
aplicação)
Arroz Mancha-parda Bipolaris oryzae 400 ml de QUADRIS deverá ser aplicado de maneira
Brusone Pyricularia grisea produto preventiva para controle da Brusone e da
p comercial/ha Mancha Parda do Arroz. O intervalo de
aplicações deve ser de 10 a 14 dias para
Brusone e 14 a 21 dias para Mancha Parda.
Duas aplicações são, em geral, suficientes para
o controle das doenças, mas podendo hav*r a
necessidade de uma terceira aplicação.
Aveia Ferrugem-da-folha Puccinia coronata var. 200 a 300 ml de QUADRIS deverá ' ser aplicado
avenae produto preferencialmente de maneira preventiva para
comercial/ha controle da Ferrugem da Aveia. Pode-se aplicar
(Usar adjuvante o QUADRIS também nos estágios iniciais de
óleo mineral infecção da Ferrugem (traços a no máximo 5%),
específico - a dá-se preferência ao uso em conjunto com
0,5% do volume adjuvante. O intervalo de aplicações deve ser
da calda de de 14 a 21 dias. Duas aplicações são, em
aplicação) geral, suficientes para o controle da doença,
mas podendo haver a necessidade de uma
terceira aplicação.
Banana Sigatoka-amarela Mycosphaerella 200 a 400 ml de QUADRIS deve ser aplicado preventivamenté, á
músicola produto intervalos de 30 dias entre as aplicações,
comercial/ha durante todo o período de potencial
desenvolvimento da Sigatoka Amarela na
bananeira. Visando o manejo de resistência, é
recomendado que essa aplicação de fungicida a
cada 30 dias, seja feita na verdade de fornia
intercalada com fungicidas de outros grupos
químicos e modo de ação, como chlorothalgnil,
triazóis e benzimidazóis.'A dose mais baixa
pode ser usada quando as condições climáticas
forem desfavoráveis ao desenvolvimento 1 da
doença, ou em regiões onde a pressão, da
doença seja mais baixa.

CULTURAS DOENCAS DOSE NUMERO, INICIO EPOCA E INTERVALO
DE APLICACAO
NOME COMUM NOME CIENTIFICO
Cevada Mancha-reticular Drechslera teres 200 ml de
produto
comercial/ha
(Usar adjuvante
— Oleo mineral
especifico - a
0,5% do volume
da calda de
aplicagao) QUADRIS devera ser aplicado
preferencialmente de maneira preventiva para
controle da Mancha Reticular da Cevada. Pode
se aplicar o QUADRIS tambem nos estagios
iniciais de infecgao da doenga (tragos a no
maximo 5%); da-se preferencia ao uso em
conjunto corn adjuvante. 0 intervalo de
apficagOes deve ser de 14 a 21 dias. Duas
aplicageies sao, em geral, suficientes para o
controle da doenga, mas podendo haver a
necessidade de uma terceira aplicagao.
Soja 4 Crestamento-foliar
Ferrugem Cercospora kikuchii
Phakopsora 200 nil de
produto QUADRIS deve ser aplicado preventivamente,
entre os est~dios R 5 e R 5.5. Duas aplicagees
pachyrhizi comercial/ha
(Usar adjuvante podem . ser necessárias para o controle das
doengas para as quais o produto e
Mancha-parda Septoria glycines — Oleo mineral,
especifico - a
0,5% do volume
da calda de
aplicagao) recomendado, observando-se um intervalo de
14 a 21 dias entre as aplicações. Uma aplicag~o
pode ser suficiente em variedades de soja corn
maior tolerancia ou menor suscetibilidade as
doengas ou quando as condigOes climaticas nao
forem favoraveis ao desenvolvimento da
doenga.
Para o controle da Ferrugem, após o inicio do
florescimento, aplicar no aparecimento dos
primeiros sintomas.
Trigo Mancha-marrom Bipolaris sorokiniana 200 a 400 ml de QUADRIS devera ser aplicado nos estadios
Mancha-bronzeada- Drechslera tritici- produto iniciais de infecgao (tragos a 5%) das doengas
da-folha repentis comercial/ha
(Usar adjuvante foliares do trigo, observando-se urn intervalo de
aplicagOes de 14 a 21 dias. Duas aplicagOes
Ferrugem-da-folha Puccinia triticina — Oleo mineral
especifico - a
0,5% do volume
da calda de
aplicagao) são, em geral, suficientes para o controle das
doenças para as quais o produto ~
recomendado.
As doses menores devem ser escolhidas para
uso no controle de doengas foliares em
variedades de trigo corn comprovada tolerancia
ou menor susceptibilidade as doengas.
bs.: 1 litro do produto comercial contem 250 g de ingrediente ativo
MODO DE APLICAÇÃO:
QUADRIS deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em 6gua para as culturas de trigo, soja, aveia, cevada, algod~o, arroz e eventualmente banana; para a cultura da banana, onde são comuns as aplicações aéreas com óleo, QUADRIS deve ser aplicado em água + óleo + emulsificante.
Aplicação terrestre:
Diluir o produto em 100 a,200 litros água/ha para trigo, aveia, cevada, soja; 200 litros de água/ha para arroz e 200 a 300 L/ha para algodão.
Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bico-s apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 pm, uma,.densidade de 50 a 70 gotas por cm2, e uma pressão de 40 a 60 libras.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea ida cultura.
Aplicação aérea:
Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha para trigo, aveia, cevada, arroz, algodão e soja, e 20 litros de calda por ha para banana (15 litros de água + 5 litros de óleo + 1,0% de espalhante adesivo) e altura de vôo de 2 a 3 metros. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco "core" inferior a 45.
Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 pm, e um mínimo de 60 gotas por cm2.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, pira proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos de até 10 km/hora, temperatura < 27 °C e umidade relativa > 60% reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.
INTERVALO DE SEGURANÇA

aplicação e a colheita):
Algodão...................... 30 dias
Arroz.......................... 30 dias
Aveia.......................... 20 dias
Banana...................... 7 dias
Cevada....................... 20 dias
Soja............................ 21 dias
Trigo........................... 30 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que'o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize ,os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇOES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.
Outras restrições a serem observadas:
A azoxistrobina é extremamente fitotóxica para certas variedades de maçãs e por essa razão, não pulverizar o produto quando a deriva da ' pulverização possa alcançar macieiras. Não use equipamentos de pulverização que tenham sido usados previamente para aplicar QUADRIS, pra pulverizar macieiras. Mesmo resíduos do produto que tenham permanecido nos equipamentos podem causar fitotoxicidade inaceitável para certas variedades de maçã.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA, conforme Toxicológica da ANVISA.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRIPLICE LAVAGEM DP EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTENCIA:
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC¬BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação.sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-Se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O use de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos dê proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, cobrindo nariz e a boca; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de.nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Não aplique o produto na presença de vento, se utilizar equipamento costa!. Se utilizar trator ou
avião, aplique o produto contra o vento, de modo aevitar que o aplicador entrema névoa do produto. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe 2, cobrindo nariz e a boca; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Caso seja necessário entrar na lavoura antes do término do intervalo de reentrada, utilize1 os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, na embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. .
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das 'demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizadas, utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão
• hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha).

PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE LOGO UM SERVIÇO MEDICO DE EMERGÊNCIA levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto NAO PROVOQUE VOMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave corn muita agua corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a agua de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele corn muita agua corrente e sab~o neutro. Inalac~o: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para urn local aberto e ventilado.
INTOXICAÇÕES POR QUADRIS
INFORMAÇÕES MEDICAS

Grupo quirrico Azoxystrobin: Estrobilurina
Vias de exposigdo Oral, d~rmica e inalatOria.
Toxicocinetica Após administração oral em ratos o produto foi bem absorvido e extensivamente
metabolizado. A excreção foi rápida e não ocorreu acumulação nos tecidos. Não
ocorreu diferença no metabolismo de ratos fêmeas e machos. Em estudo in vitro,
a Azoxistrobina foi pouco absorvida através da pele humana. Em estudos com
ratos, a principal rota de absorgao foi pela via oral (74-81)%, sendo as demais
vias secundarias. A azoxistrobina foi extensamente metabolizada, resultando na
formagao de no minimo 15 metabOlitos. As duas principals rotas metabOlicas
foram: hidrOlise e conjugagao corn acid° glucorOnico: Os metabOlitos resultantes
polares foram excretados rapidamente. ApOs 7 dias, menos de 0,8% da dose
administrada estava presente nos tecidos (principalmente no no rim e no figado)
e carcagas, em ambos os sexos. Em 48 horas, mais de (82-96)% da dose
administrada oralmente foi eliminada, ,principalmente pelas fezes (73-89)% e, em
menor proporgao, pela urina (9- 18)%. Em um estudo, (57-74)% da dose
administrada foi recobrada na bile apOs 48fh da administragao, por gavagem, de
uma dose Unica de 100 mg/kg. N~o houve eliminag~o pelo ar exalado.
Mecanisrnos de Azoxistrobina: inibe o transporte de eldtrons entre citocromos b e c1 nas
toxicidade mitocôndrias, assim prevenindo a formação de ATP.
Sintomas e sinais Os dados de laboratório disponiveis indicam que os sinais de intoxicagao para
clinicos Azoxystrobin sac) inespecificos. O mesmo pode ser esperado para humanos.
Toxicidade crOnica: não ha dados em seres humanos; ern animais o principal
órgão-alvo foi o figado.
Outros componentes O Propilenoglicol é também irritante e age como depressor do sistema nervoso
central (SNC) quando ha exposigao em grandes quantidades, sendo as criangas
mais susceptiveis. Pode provocar coma, convulsOes, hiperosmolaridade, acidose
lactica, insufici~ncia renal, arritmias, hipotensao, parada cardiaca e Obito.
Diagnóstico O diagn6stico e estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clinico
compativel. .

Tratamento Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontam inação, proteção das
vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição Oral: Em caso de pequenas ingestões:
• Enxaguar a boca e imediatamente.
• Diluição: com (120-240)ml de água ou leite (não exceder 120 ml em
crianças).
Em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hera).
Proteger as vias aéreas durante o procedimento.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção
sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora)
Suspensão: (30 g de carvão/240 ml de água). Dose: (25 a 100)g em adultos;
(25 a 50)g em crianças de (1 a 12 anos) e (1 g/kg) em <1 ano;
No caso de contato dérmico, remover a roupa contaminada e lavar bem as partes
do corpo afetadas com água e sabão.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas
permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso
de ventilação assistida se requerido. Fluidos intravenosos e monitorização de
oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação
~ór no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Contraindicações A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de
neumonite química.
Sinergismo Não relatados em humanos.É recomendável evitar a administração de qualquer
medicamento que tenha o mesmo mecanismo de ação de Azoxystrobin (inibição
do sistema de trans orte de elétrons na res ira ão mitocondrial .
As intoxicações por agrotóxicos devem ser notificadas.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
ATENÇÃO informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emer a da em resá_ 0800-704 4304 (24 horas)

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 Oral em Ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 Dérmica em Ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 Inalatória em Ratos: > 6,32 mg/L
Irritação Dérmica em Coelhos: Irritação leve.
Irritação Ocular em Coelhos: Irritação na conjuntiva reversível dentro das 72 horas.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Foram realizados estudos de longo prazo com ratos, camundongos e cães com a azoxistrobina em diferentes concentrações; os efeitos observados não foram suficientes para que fossem registradas evid6ncias de efeitos crônicos que representam risco significativo ao homem.
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA).
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGAO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICIPIO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVEIS
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) X - Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III) - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Este produto é ALTAMENTE T6XICO para organismos aquáticos
. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagricolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em casos de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTECAO DE CULTIVOS LTDA., - telefone de emergência: 0800 704 4304.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e mascara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante, através do telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
• Corpos d'água — interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou ainda contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de AGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU Pó QUÍMICA
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- INSTRUÇÕES PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
• LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual) :
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem Sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado do pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de ate um ano é obrigatório a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
INSTRUÇÕES PARA EMBALAGEM RIGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolug5o para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de uma ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
E obrigatória a devolug5o da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registraste através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados a este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovado pelo órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
Conforme recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-Se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O use de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) constantes do site : www.frac-brasil.org.br do grupo de trabalho das QoI´s (que engloba as estrobilurinas, grupo químico da Azoxistrobina).

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade