Bula Radiant 100 EC - Sumitomo
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Bula Radiant 100 EC

Flumicloraque-pentílico
18708
Sumitomo

Composição

Flumicloraque-pentílico 100 g/L

Classificação

Terrestre
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Não sistêmico

Frasco e bombona de material plástico ou metal: 1, 3 e 5 L.

INSTRUÇÕES DE USO

CULTURA, PLANTAS DANINHAS E DOSES

RADIANT 100 EC trata-se de um herbicida pós-emergente, destinado ao controle de plantas daninhas na cultura da Soja, em solo leve, médio e pesado.

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Fazer uma aplicação na cultura da soja, no estágio de 2 a 4 trifólios e as plantas daninhas no estágio de 2 a 4 folhas.

EQUIPAMENTOS / MODO DE APLICAÇÃO

- A aplicação pode ser feita com pulverizador costal (manual ou motorizado) ou de barra tratorizado, gastando-se de 150 a 250 L/ha de volume de calda. Utilizar bicos do tipo leque, com pressão regulada para 45 a 60 psi. Para bicos de série 80, a altura da barra deverá estar 50 cm acima do topo das plantas e 30 cm para bicos da série 110.
- Fazer uma cobertura uniforme, evitar aplicações em cultura com stress hídrico, evitar aplicações em plantas com orvalho, evitar aplicações com ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.

OBS.: Em caso de qualquer dúvida, consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Soja: 30 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso, durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

Produto inflamável (INFLAMÁVEL 1A).