Bula Rayo - Monsanto

Bula Rayo

acessos
Glifosato - Sal de Potássio
20017
Monsanto

Composição

Glifosato - Sal de Potássio 588 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não Classificado

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 4,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
1,5 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Arrozinho
(Luziola peruviana)
3 a 4,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 4,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3,5 a 4,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Milheto
(Pennisetum americanum (Milheto voluntário))
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Nâo determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
1,5 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Arrozinho
(Luziola peruviana)
3 a 4,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 4,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3,5 a 4,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Milheto
(Pennisetum americanum (Milheto voluntário))
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 4,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
1,5 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Arrozinho
(Luziola peruviana)
3 a 4,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 4,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1,5 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3,5 a 4,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Junquinho
(Cyperus ferax)
1 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Milheto
(Pennisetum americanum (Milheto voluntário))
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Soja - Geneticamente Modificada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 56 dias. Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada, tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 56 dias. Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada, tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 56 dias. Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada, tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 56 dias. Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada, tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional
Corda de viola
(Ipomoea nil)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 56 dias. Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada, tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 56 dias. Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada, tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 56 dias. Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada, tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 56 dias. Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada, tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional

Embalagem: Frasco; Material: Plástico; Capacidade: 1; 5 ; 10; 20 e 50 L.
Embalagem: Bombona retornável; Material: Polietileno de alta densidade envolvido por proteção metálica; Capacidade: 100 e 200 L.
Embalagem: Tanques fixos; Material: Polietileno de salta qualidade; Capacidade: 5.000; 10.000 e 20.000 L.
Embalagem: Bag in Box; Material: Bolsa plástica de poly-nylon dotada de conjunto tampa e válvula plástica produzida em polietileno e gargalo roscado em polipropileno colocada dentro de uma caixa de papelão. Capacidade: 1; 5; 10; 15 e 20 L.

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Diluir a dose de RAYO indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies de plantas
infestantes a serem controladas, bem como em área total sobre as culturas indicadas em aplicação em
pré-plantio e em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato. A aplicação
poderá ser feita utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres.

Equipamentos Terrestres:
A aplicação deve ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de
herbicidas, utilizando-se um volume de calda entre 100 a 200 litros/ha, sendo que a pressão de
trabalho e a velocidade do pulverizador deverão ser selecionadas em função do volume de calda e do
tamanho de gotas. Utilizar pontas que proporcionem uma boa cobertura da área foliar das plantas
daninhas.

Equipamentos Aéreos:
Equipamento: Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de pontas
cônicas ou rotativas.
Altura de voo: Utilizar altura de voo de 3 a 5 metros sobre o alvo.
Volume de calda: Utilizar volume de calda entre 30 a 40 litros/ha.
Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA ou similares, utilizar a faixa de deposição máxima de
15 metros.
Diâmetro das gotas: Trabalhar com diâmetro de gotas de 200 a 400 micra e densidade mínima de 30
gotas/cm2
.
Em aviões tipo Ipanema, utilizar de 40 a 42 bicos. Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas
das asas para evitar perda na pulverização por influência dos vórtices. Dependendo da altura de voo,
da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode se alterar. A angulação destes
bicos na barra aplicadora (90° a 180° graus em relação a linha de voo) vai ser determinante na
configuração final do DMV da gota formada. Voos muito próximos ao alvo ocasionam distorções na
deposição das gotas de pulverização.
Recomendação Geral:

Condições climáticas recomendadas durante a aplicação:
Temperatura: (15 a 30 °C);
Umidade relativa mínima: 55%;
Velocidade do vento: entre 3 a 10 km/hora.
A critério de um engenheiro agrônomo ou do técnico responsável as condições de aplicação poderão
ser alteradas.
Não aplicar em caso de inversão térmica.
Nas operações com aeronaves atender a legislação vigente especifica.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de Segurança (dias)
Algodão, arroz e milho (1)
Soja (2)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
(2) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for
aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa
resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das
plantas infestantes e da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda.
Caso necessite entrar utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para uso
durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO:

Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas
vizinhas.

OUTRAS RESTRIÇÕES:

Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável.
Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
Caso ocorra chuva na primeira hora após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. O
intervalo de uma hora é o tempo mínimo necessário para a absorção do produto pelas folhas e
sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Sob o risco de
chuva, suspenda a aplicação.
Para aplicação do produto somente utilize água limpa (sem argila, limo e matéria orgânica em
suspensão).

Não aplicar RAYO quando as folhas das plantas infestantes estiverem cobertas de poeira, porque
nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção às partículas de poeira).
Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de RAYO.

LIMITAÇÕES DE USO EXCLUSIVAMENTE RELATIVAS A SOJA GENETICAMENTE
MODIFICADA TOLERANTE AO GLIFOSATO:

Para a soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato, as aplicações de RAYO devem ser
evitadas no período reprodutivo.
O herbicida RAYO é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de soja geneticamente
modificada tolerante ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
O herbicida RAYO não deve ser utilizado em pós emergência de variedades de soja convencional (que
não seja geneticamente modificada, tolerante ao glifosato) ou sobre outras espécies úteis sensíveis.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:

Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:

Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.

- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br).

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser colocados na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, protetor ocular, touca árabe e luvas.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado: filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local arejado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado: filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico
classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada,
utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas
utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão de algodão
impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão

neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
? - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.

- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MONSANTO DO BRASIL LTDA. -
telefone de Emergência: 0800-940-6000.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas de nitrila, botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo- a na
posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;

• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
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Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL.

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência
das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de
controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de
espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada,
inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem
como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br).