Rikolto CI

Geral
Nome Técnico:
Acetamiprido
Registro MAPA:
1920
Empresa Registrante:
Ascenza
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Acetamiprido 200 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó solúvel (SP)
Modo de Ação:
Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Abóbora Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Abobrinha Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Acelga Recomendação Dosagem Produtos Similares
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) veja aqui
Agrião Recomendação Dosagem Produtos Similares
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) veja aqui
Algodão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) veja aqui
Amendoim Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Batata Recomendação Dosagem Produtos Similares
Myzus persicae (Pulgão verde) veja aqui
Batata-doce Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Berinjela Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Beterraba Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Brócolis Recomendação Dosagem Produtos Similares
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) veja aqui
Chuchu Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Citros Recomendação Dosagem Produtos Similares
Diaphorina citri (Psilideo) veja aqui
Couve Recomendação Dosagem Produtos Similares
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) veja aqui
Couve-chinesa Recomendação Dosagem Produtos Similares
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) veja aqui
Couve-de-bruxelas Recomendação Dosagem Produtos Similares
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) veja aqui
Couve-flor Recomendação Dosagem Produtos Similares
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) veja aqui
Ervilha Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Eucalipto Recomendação Dosagem Produtos Similares
Glycaspis brimblecombei (Psilideo de concha) veja aqui
Feijão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Feijão-caupi Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Feijão-guandu Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Feijão-vagem Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Grão-de-bico Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Jiló Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Lentilha Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Mandioca Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Maxixe Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Milheto Recomendação Dosagem Produtos Similares
Rhopalosiphum maidis (Pulgão) veja aqui
Milho Recomendação Dosagem Produtos Similares
Rhopalosiphum maidis (Pulgão) veja aqui
Pastagens Recomendação Dosagem Produtos Similares
Deois flavopicta (Cigarrinha das pastagens) veja aqui
Pepino Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Pimenta Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Pimentão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Pinhão-manso Recomendação Dosagem Produtos Similares
Empoasca spp (Cigarrinha verde) veja aqui
Quiabo Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Repolho Recomendação Dosagem Produtos Similares
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) veja aqui
Rúcula Recomendação Dosagem Produtos Similares
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) veja aqui
Soja Recomendação Dosagem Produtos Similares
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui
Sorgo Recomendação Dosagem Produtos Similares
Rhopalosiphum maidis (Pulgão) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 0,1 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 0,5 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 2 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 0,1 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 0,5 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 2 KG
Não Lavável Saco Hidrossolúvel Flexível Sólido 0,1 KG
Não Lavável Saco Hidrossolúvel Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Caixa Fibra celulósica Flexível Sólido 0,5 KG
Não Lavável Caixa Fibra celulósica Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Caixa Fibra celulósica Flexível Sólido 2 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 10 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 20 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 25 KG

INSTRUÇÕES DE USO:

RIKOLTO é um inseticida sistêmico de ação translaminar, empregado na forma de pulverizações no controle de inúmeras pragas das culturas como segue na bula.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

RIKOLTO pode ser aplicado através de pulverizadores terrestres ou aeronaves.
Pulverização Terrestre: Utilizar-se de pulverizadores costais manuais ou motorizados ou estacionário ou pistola. Com pulverizador tratorizado de barra, utilizar bicos cônico vazio da série JA ou D utilizando nesta serie o difusor 23 ou 25 de acordo com as variações da umidade relativa do ar nas aplicações de forma a se obter um diâmetro de gotas de 110 a 140 µm e uma densidade de 50 a 70 gotas/cm², sobre o local onde o alvo biológico se situa. A pressão trabalho para os bicos recomendados deverá ser de 80 a 120 libras. Utilizar turbo atomizador com as informações acima citados, e procurar através do volume de calda e tamanho de gotas obter uma aplicação com cobertura uniforme da toda a parte aérea da planta.

APLICAÇÃO AÉREA: Realizar somente nas culturas indicadas. A aeronave deve estar provida com barra equipada com bicos jato cônico vazio da série D, micronair ou similar. Recomenda-se o emprego de 20 a 40litros de calda /ha, altura de vôo de 2-3m do alvo e largura de faixa de deposição de 15-18m.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:

Temperatura ambiente: abaixo de 28ºC
Umidade relativa do ar: mínima de 70 %
Velocidade de vento: acima de 2km/h até o máximo de 10 km/h.
Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km/h, devido a possibilidade ou ocorrência do fenômeno de inversões térmicas, causando uma maior permanência das gotas no ar, contaminando os “bandeirinhas”, avião e o meio ambiente, com grande prejuízo do efeito do produto. Aplicações durante as horas mais quentes do dia ou temperaturas muito altas deverão ser evitadas, pois causarão perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com as variações da umidade relativa do ar durante toda a aplicação, de modo que se obtenha a densidade e deposição das gotas.

PREPARO DA CALDA:

Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do RIKOLTO deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário que se faça uma pré-diluição do RIKOLTO em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a completa dissolução, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo para manter homogênea a calda de pulverização.
Recomendações gerais para evitar deriva:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
Ventos:
- A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
- Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca.

LIMITAÇÕES DE USO:

Não há, desde que seguidas corretamente as recomendações de uso do produto.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. Incluir outros métodos de controle de pragas, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

GRUPO 4 A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida pertence ao grupo 4A (Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
- Usar este ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico deste produto, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos 4A não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos do Grupo 4A quando for necessário.
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas.
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

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