Bula Rotaprid 350 SC

acessos
Imidacloprid
5809
Rotam

Composição

Imidacloprido 350 g/L Nicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão, Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
457 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, repetindo a cada 10 - 15 dias. 30 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga e reaplicar seguindo o ciclo da mesma, fazendo alternância do produto
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
140 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, e repetir a cada 10 - 15 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações quando 70% das folhas avaliadas estiverem começando a se deformar e existirem pulgões vivos
Tripes
(Frankliniella schultzei)
200 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, repetindo a cada 10 - 15 dias. 30 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, caso necessário, repetindo a aplicação a cada 10 - 15 dias. 21 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga
Tripes
(Thrips palmi)
200 mL p.c./ha 600 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, caso necessário, repetindo a aplicação a cada 10 - 15 dias. 21 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Heterotermes tenuis)
1030 a 1370 mL p.c./ha 100 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar preventivamente o produto na dose recomendada sobre os toletes de cana colocados no sulco de plantio antes da operação de cobertura
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
200 mL p.c./ha 500 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 21 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
9 a 11 mL p.c./100L água 1800 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, caso necessário, repetindo a aplicação a cada 14 dias. 21 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
9 a 11 mL p.c./100L água 1800 a 2000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, caso necessário, repetindo a aplicação a cada 14 dias. 21 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga
Psilideo
(Diaphorina citri)
9 a 11 mL p.c./100L água 1800 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, caso necessário, repetindo a aplicação a cada 14 dias. 21 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
285 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, caso necessário, repetindo a aplicação a cada 10 - 15 dias. 21 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, caso necessário, repetindo a aplicação a cada 10 - 15 dias. 21 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
285 mL p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações, caso necessário, repetindo a aplicação a cada 10 - 15 dias. 7 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga

ROTAPRID® 350 SC é um inseticida sistêmico de contato e ingestão do grupo químico neonicotinóide, indicado para o controle de pragas nas culturas de algodão: Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii); Tripes (Frankliniella schultzei); Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B); batata: Pulgão-verde (Myzus persicae); Tripes (Thrips palmi); cana-de-açucar: Cupim (Heterotermes tenuis); cebola: Tripes (Thrips tabaci); citros: Cigarrinha-da-CVC (Oncometopia facialis); feijão: Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B); Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) e tomate: Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) através de aplicação foliar e aplicação no solo.




CULTURAS: Algodão, Batata, Cebola, Feijão, cana-de-açucar, citrus e tomate.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO:
Para o controle de pulgão (Aphis gossypii), iniciar a aplicação quando em 10 plantas examinadas for cosntatado a presença da praga em 7 plantas (70 % das plantas) e as mesmas apresentarem folhas deformadas e a existência de pulgões vivos. Realizar duas aplicações, com intervalo de 7 dias entre elas, e repetir se for necessário. O controle do pulgão é importante ate o perîodo de 50-60 dias após a emergência das plantas.
Para o controle de mosca branca (Bemisia tabaci biotipo B), iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga e reaplicar seguindo o ciclo da mesma.

BATATA:
Para o controle de pulgões (Myzus persicae e Thrips palmi), iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas, fazendo uma única aplicação, e repetir a aplicação com intervalo de 10-15 dias, se for necessário.

CANA-DE-AÇUCAR :
Aplicação no sulco: Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicar preventivamente o produto na dose recomendada sobre os toletes de cana colocados no sulco de plantio antes da operação de cobertura.

CEBOLA:
Para o controle do pulgão (Thrips tabaci ), iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga, fazendo uma única aplicação, e repetir a aplicação com intervalo de 10-15 dias, se for necessário.

CITROS:
Aplicação foliar: Realizar no máximo, 4 (quatro) aplicações durante a safra da cultura. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga e repetir a aplicação a cada 14 dias se for necessário.

FEIJÃO:
Para o controle da mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B e Empoasca kraemeri), iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga, fazendo duas aplicações, com intervalo de 14 dias, e repetir a aplicação com intervalo de 10 a 15 dias, se for necessário.

TOMATE:
Para o controle da mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B), iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga, fazendo três aplicações, com intervalos de 7 dias entre elas, e reaplicar seguindo o ciclo da mesma, fazendo alternância de produto.

Observação: Para culturas que normalmente exigem um elevado número de aplicações durante o ciclo vegetativo, tecnicamente é recomendada a alternância com inseticidas de outros grupos químicos e de modos de ação diferentes, visando o não aparecimento de pragas resistentes.


MODO DE APLICAÇÃO:
Agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda de aplicação e adicionar a dose recomendada ao volume de água indicado. Pode ser aplicado por meio de equipamentos terrestres ou aéreos.

Aplicação Terrestre:
Usar pulverizadores manuais, pressurizados ou motorizados; equipamentos tratorizados com barra de pulverização. Os equipamentos devem apresentar bicos de jato cônico vazio da série (D2), com pressão de trabalho em função do volume de calda a ser aplicado por área, normalmente de 80 a 100 ib/pol², e densidade de gotas acima de 200 gotas/cm² .

Recomenda-se um volume de calda de 200 L de calda/ha para o controle de Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii), e 300 L de calda/ha para o controle de Tripes (Frankliniella schultzei) e Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) na cultura do algodão.

Para o controle de Pulgão-verde (Myzus persicae) na cultura da batata é recomendado um volume de calda de 600 – 1000 L de calda/ha e para o controle de Tripes (Thrips palmi) o volume de 600 L de calda/ha.

Na cultura da cana-de-açucar em Plantios novos para o controle de Cupim (Heterotermes tenuis) aplicar o produto preventivamente no interior dos sulcos, na dose recomendada sobre os toletes utilizados como “semente”, colocados no sulco de plantio antes da operação de cobertura. Deve ser usado um pulverizador dotado de bico leque plano; procedendo a cobertura do sulco de plantio imediatamente após a aplicação. Diluir o produto na dose recomendada, utilizando um volume de calda de 100 L/ha para aplicação.

Na cultura da cebola o volume de calda recomendado para o controle de Tripes (Thrips tabaci) é de 500 L de calda/ha.

Para citros, no controle de Cigarrinha-da-CVC (Oncometopia facialis), adicionar óleo vegetal a 0,25%, utilizando um volume de 1800 – 2000 L de calda/ha.

Para o controle de Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) em feijoeiro é recomendado um volume de calda na faixa de 200 a 300 L de calda /ha e de 300 L de calda /ha para Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) na cultura do feijão.

Na cultura do tomate, recomenda-se o volume de calda na faixa de 600 a 800 L de calda/ha para o controle de Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B).

Aplicação Aérea:
Usar barra equipada com bicos de jato cônico vazio da série D6 a D12 ou similar, altura de vôo de 2 a 3 m acima do alvo, pressão da bomba 30 a 50 ib/pol². A vazão deve de ser de 10 a 20 L/ha pra micronair e de 20 a 40 L/ha quando se emprega barra com largura da faixa de disposição de 15 a 18 m, e com densidade mínima de 80 gotas/cm².

Na aplicação, verificar se as plantas estão recebendo o produto de modo uniforme e se está ocorrendo uma cobertura total e uniforme da folhagem das plantas.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS:
As condições climáticas mais favoráveis e recomendáveis ao bom resultado de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos corretos de pulverização, são:
- Umidade relativa do ar: Mínimo 55%
- Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora.
- Temperatura: abaixo de 27ºC

PREPARO DA CALDA:
Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. Abasteça o tanque do pulverizador até 1/3 da capacidade com água; manter o agitador em funcionamento e então adicionar o produto na dose recomendada, completando por fim o volume do tanque com água. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Considerar todos os fatores de interação relativos a equipamento de pulverização e de clima, que determinam o potencial de deriva, para a tomada de decisão de realizar a pulverização. Siga as restrições existentes na legislação. Evite que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.

IMPORTÂNCIA DO DIÂMETRO DE GOTA:
Gotas finas ou mais leves: Demonstram de modo geral, depositarem melhor e mais facilmente nos alvos ou superfícies de deposição verticais e estreitas; penetrando melhor no interior das culturas. São mais sujeitas a deriva e perdas por evaporação. Os bicos que melhor proporcionam este tipo de gota são os bicos ou pontas de jato cônico vazio.
Gotas grossas ou mais pesadas: Demonstram de modo geral, depositarem melhor em área posicionadas mais horizontalmente e planas. Apresentam uma maior facilidade de deposição na parte externa das plantas e uma grande dificuldade de penetração para o interior das culturas e/plantas. Apresentam uma menor perda por evaporação e pela deriva. Os bicos que melhor proporcionam este tipo de gota são os bicos ou pontas de jato plano.

DETERMINAÇÃO DO DIÂMETRO DE GOTAS:
Técnica de aplicação – para se obter gotas de diâmetro pequeno, leves ou mais finas, recomenda-se a aplicação com bicos de orifícios finos sob altas pressões. Inversamente a este processo, com a utilização de bicos com orifícios maiores e pressões baixas, apresenta a tendência de se obter gotas de diâmetro maiores e mais pesadas e/ou grossas.

FATORES AMBIENTAIS:
VENTOS:
A velocidade dos ventos influência o potencial de deriva. A velocidade do vento abaixo de 2 km/hora permite a formação e ocorrência do fenômeno climático denominado de inversão térmica, também está associado à temperatura. No entanto, muitos fatores, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento, como já citados anteriormente.
Evitar aplicar o produto em condições de calmaria, ou seja, com velocidade do vento inferior a 2 km/h, e acima de 10 km/hora.

UMIDADE RELATIVA DO AR E TEMPERATURA:
A umidade relativa do ar determina a velocidade de evaporação de uma gota, consequentemente influencia no volume de aplicação atuando diretamente no rendimento. Em condições ambientais de seca, recomenda-se obter um diâmetro de gotas grandes, conforme descrito em determinação do diâmetro de gotas.
Já temperaturas muito elevada associada a uma evapotranspiração muito elevada, causam a formação de correntes térmicas ascendentes (correntes de convecção) que prejudicam a deposição adequada das gotas. Nessas condições, evitar realizar a aplicação.

INVERSÃO TÉRMICA:
A inversão térmica é uma condição climática que ocorre quando uma camada de ar quente se sobrepõe a uma camada de ar frio, impedindo o movimento ascendente do ar, uma vez que, o ar abaixo dessa camada fica mais frio, portanto, mais pesado, fazendo com os poluentes se mantenham próximos da superfície.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão......................................... 30 dias
Batata .............................................21 dias
Cana-de-açucar.............................(1)
Cebola............................................21 dias
Citros..............................................21 dias
Feijão.............................................21 dias
Tomate...........................................07 dias
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo ógão responsável pela saúde Humana – ANVISA/MS)


LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.


DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para o uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual -EPI macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLlCACÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres "PROIBIDA A ENTRADA ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hldrorrepelente com mangas compndas, luvas de nltnla e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR IMIDACLOPRIDO

INFORMAÇÕES M��DICAS

Grupo químico:
Neonicotinóide

Classe toxicológica:
III - MEDIANAMENTE TÓXICO

Vias de exposição:
Oral, inalatória, ocular e dérmica

Toxicocinética:
Estudos de biocinétlca em ratos mostraram que o imidacloprido é rapidamente e quase completamente absorvido pelo lúmen intestinal. Da mesma forma, a eliminação é rápida e completa Não há indicios de potencial de bioacumulação do composto parental bem como de seus metabólitos. Os processos de absorção e excreção são independentes da via de exposição Observa-se como média 75% da excreção via urina e o restante via fezes, pela bile excretada. O pico de concentração plasmática é atingido entre 1 e 2 horas após a administração e o produto se distribui rapidamente do espaço intravascular para os órgãos e tecidos periféricos do corpo Após 48 horas da aplicação, a presença do imidacloprido nos tecidos é bastante pequena A transposição da barreira hemato-encefálica é bastante limitada. A taxa de metabolização do imidacloprido em ratos é alta e mais pronunciada em machos do que em fêmeas Somente entre 10 a 16% do composto parental é encontrado na excreta O principal metabólito renal excretado é o ácido 6-cloronicotínico e seu produto glicina conjugado, bem como os dois correspondentes de biotransformação com anel imidazolidina.
As duas maiores rotas de metabolismo responsáveis pela degradação do imidacloprido são 1- Clivagem oxidativa gerando nitroimino-imidazolina e ácido cloronicotínico, que sofre conjugação com glicina Estes metabólitos são encontrados somente na urina e excretados rapidamente Eles constituem a maior parte dos metabólitos identificados e representam cerca de 30% destes; 2- Hidroxilação do anel ímidazolina entre as posições 4-5.

Mecanismos de toxicidade:
lnseticidas neonicotinóides interagem menos com os subtipos de receptores nicotínicos humanos quando comparado aos de inseto. Devido a pouca penetração através da barreira hemato-encefálico as efeitos mediados pelo sistema nervoso central não são esperados em níveis de expodição.

Sintomas e sinais clínicos:
A ingestão de imidacloprido pode causar tontura, sonolência, tremores e movimentos incoordenados, Sintomas após exposição aguda ao produto formulado (imidacloprido e outros ingredientes) incluíram falta de coordenação, tremores, diarréia e perda de peso. Estudos crônlcos com ratos mostraram que a tireóide é especialmente sensível ao imidacloprido, Existe a possibilidade de efeitos anticolinérgicos em humanos, Em experimentos animais de dose alta observaram-se distúrbios na respiração e na movimentação, tremores, hipotermia, e reflexos pupilares. Impareados Os sintomas são similares a intoxcação por nicotina. Esses inseticidas parecem ser menos tóxicos quando absorvidos por via dérmica ou inalatória do que quando absorvidos por via oral.
A ingestão de formulações de inseticidas neonicotinóides também pode resultar em sintomas clínicos relacionados aos surfactantes, solventes ou outros ingredientes, sendo que alguns podem ser corrosivos, Devem-se tratar os sintomas.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
Não há antídoto específico, o tratamento deve ser sintomático e de suporte.
Remova o paciente da fonte de exposição, Lave a área do corpo ; atingida pelo produto com grandes quantidades de água e sabão.
Lave os olhos com grande quantidade de água durante 15 minutos e, se necessário, utilize colírio anestésico após a lavagem. Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados cuidadosamente para o possível desenvolvimento de irritação, queimaduras no esôfago ou trato gastrintestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano.
Lavagem gástrica deve ser considerada em ingestões significativas (grandes volumes) e no período máximo de 2 horas.
Administre carvão ativado (240 ml de água I 30 g de carvão ativado).
Dose usual 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos), e 1 g/ Kg em crianças com menos de 1 ano, de idade.
Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através de vômito e diarréia.

Contra-Indicação:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Efeitos sinérgicos:
Não se conhece efeitos sinérgicos para este produto.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o, caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e, tratamento, Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa 0XX(19) 3258-6763

Mecanismos de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
O produto é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, porém pouco por via dérmica e via inalatória, sendo rápida e uniformemente distribuído nos órgãos e tecidos. As concentrações mais elevadas foram observadas nos órgãos de eliminação fígado e rins.
Em ratos, o produto tem ação reversível sobre o sistema nervoso e observam-se efeitos sobre os sistemas respiratório e muscular.
A biotransformação ocorre principalmente em duas vias. A primeira através da oXidação da molécula, formando o ácido 6-c1oronicotínico, que reage posteriormente com gliclna para formar o conjugado ácido hipúrico e, a segunda, pela hidroxilação do anel imidazolidina na posição 4 ou 5.
O produto é eliminado rapidamente e de forma completa dentro de 48 horas após a aplicação, tendo como principal via de excreção a urina.

Efeitos Agudos e Crônicos para animais de laboratório:

Efeitos agudos( Resultantes de ensaios com animais – Produto Formulado):
DL50 oral para ratos: > 300 e < 2000 mg/kg DLsD dérmica para ratos: > 4000 mg/kg
CL50 inalatória para ratos: > 5,24 mg/L de ar - 4 horas
IRRITAÇÃO DÉRMICA no estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se não irritante à pele.
IRRITAÇÃO OCULAR no estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se não irritante aos olhos.
SENSIBILlZAÇÃO CUTÂNEA o produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias.

Efeitos Crônicos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Técnico):
Nos estudos realizados com ratos de laboratório durante dois anos, observou-se um retardamento no ganho de peso dos animais que receberam a dose máxima testada na dieta (900 ppm). Os ratos machos foram mais sensíveis que as fêmeas em relação à observação de partículas mineralizadas no colóide de folículos da tiróide Quanto aos demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo não foram observados nenhuma anormalidade ou efeitos significativos. As doses sem efeito, foram 300 ppm para ratos fêmeas e 100 ppm para ratos machos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)

Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'agua. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de manancias de captação da água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de manancias de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros matériais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ROTAM DO BRASIL AGROQuíMICA E PRODUTOS AGRíCOLAS L TOA - Telefone de Emergência:
(Oxx19) 3258-6763.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'agua. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do produto envolvido

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deeverá estar utilizanpo os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo de calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:

Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta de equipamento da lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as partes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigidaidiretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com o piso impermeável, ou no local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fi~cal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o seu término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRASNPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamento, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
o armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetúado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com o piso impermeável, no local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pala Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE, DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmeras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente usado no controle de insetos pode ficar menos afetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência (MRI).
Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.