Bula Rotaxil 500 SC

acessos
Procimidona
26217
Rotam

Composição

Procimidona 500 g/L Dicarboximida

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
150 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 500 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 164 dias. Fazer uma única aplicação no tratamento de sementes deslintadas, pouco antes da semeadura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1000 a 1500 mL p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças

CONTEÚDO: 500 e 600 mL; 1; 1,5; 3; 5; 6; 10; 20;50; 100; 200; 500; 640;1000; 1500; 2000; 5000 e 10.000
litros.

MODO DE APLICAÇÃO:

Tratamento de Semente:

Diluir a quantidade do produto Rotaxil® 500 SC em no máximo 500 ml de água e distribuir em 100 kg de sementes. O produto deverá ser misturado homogeneamente às sementes durante um período de pelo menos 3 minutos em tambor giratório, pá sobre lonas, betoneiras ou equipamentos específicos para esse fim. As sementes tratadas não devem ser utilizadas como alimento humano ou rações animais.

Aplicação Terrestre:

Rotaxil® 500 SC deve ser aplicado por meio de equipamentos terrestres. Deve-se misturar a dosagem recomendada do produto no volume de calda indicada. Aplicar na forma de pulverizações terrestres, utilizando pulverizador costal manual ou motorizado ou de barra tratorizados, dotados de bicos cônicos, proporcionando uma cobertura total e uniforme das plantas. A densidade das gotas deve estar no mínimo entre 50-70 gotas/cm2, com tamanho médio de 250 micra. Manter o sistema de agitação no
interior do tanque em funcionamento durante toda a aplicação. Recomenda-se realizar a aplicação nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 Km/h, temperaturas superiores à 270C e umidade relativa inferior a 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.

PARA PULVERIZADOR EM BARRA

- Manter a barra de pulverização a uma altura de 30-50 cm acima da cultura verificando sempre se o jato está atingindo adequadamente o alvo. Utilizar, de preferência, bicos da série D, (D2 a D6), ou da série X, (X2 a X4), que permitam aplicações em alto volume com os bicos espaçados entre 30-50 cm. A pressão de aplicação deve estar entre 100-150 lb./pol2 em função do tipo de bico e volume desejado.

PARA A CULTURA DO ALGODÃO, NO TRATAMENTO DE SEMENTES DESLINTADAS:

O produto deve ser aplicado via úmida, portanto deve-se diluir o produto comercial em água, numa quantidade que não venha causar danos às sementes e que propicie uma cobertura uniforme do produto.

PREPARO DA CALDA:

Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Para o abastecimento do tanque do pulverizador, deve-se encher 1/3 da capacidade do mesmo com água. Acionar e manter o agitador em funcionamento e então adicionar o produto, completando por fim o volume com água. Caso aconteça algum imprevisto ou parada técnica que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:

Considerar todos os fatores de interação relativos a equipamento de pulverização e de clima, que determinam o potencial de deriva, para a tomada de decisão de realizar a pulverização. Siga as restrições existentes na legislação. Evite que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Algodão: 164 dias
Feijão: 14 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana (ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:

Se seguida as recomendações de instrução de uso do produto apresentadas na bula, não há outras limitações a serem observadas.
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA: ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para o uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão hidrorepelente com mangas compridas, botas de borracha, avental impermeável, máscara, viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2 ou P3), viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLIÇAÇÃO:

- Evite o máximo possível, o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2 ou P3), viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

Tratamento de Sementes:

- O tratamento de sementes com o produto deve ser efetuado em local específico e arejado, com equipamentos apropriados para esse fim.
- Utilizar somente sementes limpas, livres de impurezas e poeira, e de boa qualidade, com alto poder germinativo.

Aplicação Terrestre:

- Não aplique o produto na presença de ventos fortes nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião), aplicar o produto contra o vento.
- Observe o intervalo de segurança (intervalo entre a última aplicação e a colheita).

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados da seguinte ordem: touca árabe, viseira facial ou óculos de segurança, avental impermeável, botas de borracha, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadamente das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila, viseira facial ou óculos de segurança, máscara e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:

Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


INTOXICAÇÕES POR ROTAXIL 500 SC

INFORMAÇÕES MÉDICAS Grupo químico Dicarboximida
Classe toxicológica Classe III - Medianamente tóxico
Vias de absorção Oral, inalatória e dérmica e mucosas.
Toxicocinética O mecanismo de ação da Procimidona para seres humanos não está estabelecido. Após administração oral de uma única dose ou baixas doses repetidas em ratos observou-se absorção e seguidamente biotransformação através da hidroxilação do grupo metil, seguido pela oxidação do ácido carboxílico e hidrólise da ligação amina. A sua eliminação foi feita principalmente através da urina (74%) e via fezes (18%). O nível máximo de concentração da Procimidona no sangue, rins e fígado ocorre entre 2 - 8 horas de sua absorção, tendo uma meia vida de 9 - 10 horas. O produto não apresenta bioacumulação.
Mecanismo de Ação Não conhecido em humanos.
Procimidona modificou a diferenciação sexual in vitro e induz atividade estrogênica em hepatócitos de truta. A ação estrogênica parece não envolver receptores estrogênicos, mas ser devido à produção de radicais livres de oxigênio que ativariam a proteinquinase ativada por mitôgeno (MAPK). Possivelmente a ativação do eixo hipotálano-pituitário-gonadal causado pela ação anti-androgênica da Procimidona provocaria ativação hipergonadotrópica da esteroidogênese testicular.
A norma geral adotada internacionalmente não contempla a realização desses estudos no ser humano. Todavia, estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre o mecanismo de ação, absorção e excreção para estes animais:
Em estudos efetuados com animais de laboratório – administração oral de uma única dose ou baixas doses repetidas em ratos – observou-se que, uma vez absorvido, o produto se biotransforma extensivamente através de hidroxilação do grupo metil, seguido pela oxidação do ácido carboxílico e hidrólise da ligação amina. Ele é rapidamente eliminado, principalmente através da urina (92% após 1 dia). A sua eliminação é feita principalmente através da urina (74%) e via fezes (18%).
O nível máximo de concentração da Procimidona no sangue, rins e fígado ocorre entre 2-8 horas de sua absorção, tendo uma ½ vida de 9-10 horas. O produto não se acumula nos órgãos e nos tecidos.
Sintomas e
sinais clínicos Há pouca informação sobre intoxicações em humanos.
Em animais: não causou lesão dérmica e não foi sensibilizante.
Toxicidade crônica: carcinogênico e suspeito de ser desregulador endócrino (efeito antiandrogênico). Em ratas ovariectomizadas, a Procimidona causou redução do depósito de gordura e leptina sérica com incremento de triglicerídeos e lipídios séricos; redução das concentrações de T3 e T4.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível.
Tratamento Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição Oral:
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h)1. Dose: suspensão (240 mL de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12) anos e 1 g/kg em < 1 ano;
• Não provocar vômito.
• Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Exposição Inalatória: se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto à irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com b2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. Exposição Ocular Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista. Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.
Atenção Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica – RENACIAT-ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência Toxicológica: 0800-7010450 (24 horas)

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:

Efeitos agudos resultantes de ensaios com animais (Produto formulado):

DL50 oral para ratos: 2000 mg/kg
DL50 dérmica para ratos: >4000mg/kg
Concentração letal inalatória em coelhos: Não foi determinada nas condições do teste.
Irritabilidade dérmica em coelhos: não irritante.
Irritabilidade ocular em coelhos: levemente irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Não apresentou potencial de atividade mutagênica nas cepas de Salmonella typhimurium e nas condições desse estudo os resultados indicaram que não apresentou evidência de atividade mutagênica em camundongos.

Crônicos:

Em estudos de até 2 anos de duração, realizados em ratos, foram observadas redução do peso e hiperplasia hepatocelular.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
X – Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
- O tratamento de sementes somente poderá ser realizado por produtor/Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS) inscritos no Registro Nacional de Sementes e Mudas (RENASEM).
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes
- Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos; devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ROTAM DO BRASIL AGROQUÍMICA E PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA – Telefone de Emergência: (0xx19) 3758-8763.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o seu término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de 1 ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS COM ROTAXIL 500 SC)

AS EMBALAGENS – SACARIAS NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS.

AS EMBALAGENS – SACARIAS NÃO PODEM SER LAVADAS.

ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS

O armazenamento das embalagens – SACARIAS - vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio das SACARIAS.
As embalagens – SACARIAS – vazias devem ser armazenada separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS – SACARIAS - VAZIAS

Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico ROTAXIL 500 SC ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.
Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico ROTAXIL 500 SC e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MID, provenientes da pesquisa publica ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas (MRF) visando prolongar a vida útil dos mesmos:
Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Como prática para o manejo de resistência; recomenda-se além de se usar alternadamente fungicidas com diferentes mecanismos de ação, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de fungicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência quando disponível e apropriado.