Bula Roundup Ready - Monsanto

Bula Roundup Ready

acessos
Glifosato
7604
Monsanto

Composição

Equivalente ácido de N-(fosfonometil) glicina - Glifosato 480 g/L Glicina Substituída
Glifosato - Sal de Isopropilamina 648 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Sistêmico

Soja - Geneticamente Modificada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Até 6 folhas (até 10 cm), até 20 dias após a emergência da cultura
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. De 6 a 10 folhas (maior que 10 cm e menor que 20 cm) de 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2,25 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Mais que 10 folhas (acima de 20 cm) de 30 a 45 dias após a emergência da cultura. é possível uma correta cobertura da planta infestante
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Até 6 folhas (até 10 cm), até 20 dias após a emergência da cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 2,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. De 6 a 10 folhas (maior que 10 cm e menor que 20 cm) de 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2,25 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Mais que 10 folhas (acima de 20 cm) de 30 a 45 dias após a emergência da cultura. é possível uma correta cobertura da planta infestante
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Até 6 folhas (até 10 cm), até 20 dias após a emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 2,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. De 6 a 10 folhas (maior que 10 cm e menor que 20 cm) de 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2,25 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Mais que 10 folhas (acima de 20 cm) de 30 a 45 dias após a emergência da cultura. é possível uma correta cobertura da planta infestante
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Até 2 perfilhos (até 10 cm) até 20 dias após a emergência da cultura
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,2 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. De 3 a 6 perfilhos (maior que 10 cm e menor que 20 cm) de 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Mais que 6 perfilhos (maior que 20 cm) de 30 a 45 dias após a emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Até 2 perfilhos (até 10 cm) até 20 dias após a emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,2 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. De 3 a 6 perfilhos (maior que 10 cm e menor que 20 cm) de 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Mais que 6 perfilhos (maior que 20 cm) de 30 a 45 dias após a emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Até 2 perfilhos (até 10 cm) até 20 dias após a emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,2 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. De 3 a 6 perfilhos (maior que 10 cm e menor que 20 cm) de 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Mais que 6 perfilhos (maior que 20 cm) de 30 a 45 dias após a emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Até 2 perfilhos (até 10 cm) até 20 dias após a emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,2 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. De 3 a 6 perfilhos (maior que 10 cm e menor que 20 cm) de 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Mais que 6 perfilhos (maior que 20 cm) de 30 a 45 dias após a emergência da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Até 6 folhas (até 10 cm), até 20 dias após a emergência da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 2,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. De 6 a 10 folhas (maior que 10 cm e menor que 20 cm) de 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2,25 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Mais que 10 folhas (acima de 20 cm) de 30 a 45 dias após a emergência da cultura. é possível uma correta cobertura da planta infestante
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Até 6 folhas (até 10 cm), até 20 dias após a emergência da cultura
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
2 a 2,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. De 6 a 10 folhas (maior que 10 cm e menor que 20 cm) de 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
2,25 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Mais que 10 folhas (acima de 20 cm) de 30 a 45 dias após a emergência da cultura. é possível uma correta cobertura da planta infestante
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Até 6 folhas (até 10 cm), até 20 dias após a emergência da cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 2,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. De 6 a 10 folhas (maior que 10 cm e menor que 20 cm) de 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2,25 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Mais que 10 folhas (acima de 20 cm) de 30 a 45 dias após a emergência da cultura. é possível uma correta cobertura da planta infestante
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Até 2 perfilhos (até 10 cm) até 20 dias após a emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,2 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. De 3 a 6 perfilhos (maior que 10 cm e menor que 20 cm) de 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Mais que 6 perfilhos (maior que 20 cm) de 30 a 45 dias após a emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Até 6 folhas (até 10 cm), até 20 dias após a emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 2,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. De 6 a 10 folhas (maior que 10 cm e menor que 20 cm) de 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2,25 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Mais que 10 folhas (acima de 20 cm) de 30 a 45 dias após a emergência da cultura. é possível uma correta cobertura da planta infestante
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Até 6 folhas (até 10 cm), até 20 dias após a emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 2,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. De 6 a 10 folhas (maior que 10 cm e menor que 20 cm) de 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,25 a 2,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Mais que 10 folhas (acima de 20 cm) de 30 a 45 dias após a emergência da cultura. é possível uma correta cobertura da planta infestante
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Sequencial. 56 dias. Aplicação sequencial nas doses de 2,0 L/ha na primeira aplicação, seguida de 1,5 L/ha
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Sequencial. 56 dias. Aplicação sequencial nas doses de 2,0 L/ha na primeira aplicação, seguida de 1,5 L/ha
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Sequencial. 56 dias. Aplicação sequencial nas doses de 2,0 L/ha na primeira aplicação, seguida de 1,5 L/ha
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Sequencial. 56 dias. Aplicação sequencial nas doses de 2,0 L/ha na primeira aplicação, seguida de 1,5 L/ha
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Sequencial. 56 dias. Aplicação sequencial nas doses de 2,0 L/ha na primeira aplicação, seguida de 1,5 L/ha
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Sequencial. 56 dias. Aplicação sequencial nas doses de 2,0 L/ha na primeira aplicação, seguida de 1,5 L/ha
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Sequencial. 56 dias. Aplicação sequencial nas doses de 2,0 L/ha na primeira aplicação, seguida de 1,5 L/ha

Bag in Box(bolsa plástica de poly-nylon, dotada de conjunto tampa e válvula plástica produzida em polietileno e gargalo roscado em polipropileno): 1; 5; 10 e 20L.
Bag in Box(Bolsa plástica de poly-nylon e/ou polietileno, dotada de conjunto tampa plástica, com selo de alumínio e/ou plástico e válvula plástica produzida em polietileno e gargalo roscado em polipropileno, colocada dentro de uma caixa de papelão): 1; 5; 10; 15 e 20L.
Bombona de plástico em polietileno de alta densidade envolvida por uma proteção metálica (embalagem retornável): 100 e 200L.
Container de polietileno de alta densidade com grade metálica em aço galvanizado em construção soldada e fixada na parte externa do container (embalagem retornável): 500 e 1000L.
Embalagem plástica: 5; 10; 20 e 50L.
Tanque fixo de polietileno de alta densidade: 5000; 10000 e 20000L.

INSTRUÇÕES DE USO:

ROUNDUP READY® é um herbicida de amplo espectro para controle de plantas infestantes, desenvolvido pela Monsanto do Brasil Ltda., para uso exclusivo e seletivo em variedades de soja geneticamente modificadas, denominadas Soja Roundup Ready.

Sua aplicação deverá ser feita em área total, em pós-emergência da Soja Roundup Ready, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.

Em áreas de plantio direto, para manejo das plantas infestantes, antes do plantio da cultura, recomenda-se o uso de herbicidas devidamente aprovados para uso em pré-plantio, de acordo com as suas recomendações de rótulo e bula.

CULTURA: Soja OGM

PLANTAS INFESTANTES e DOSE (Produto Comercial):

Aplicação Única:

FOLHA ESTREITA: ESTÁGIO DE CRESCIMENTO ÉPOCA DOSE
Brachiaria brizantha até 2 perfilhos (DAE) (1) L/ha (2)
Cenchrus echinatus até 10 cm até 20 dias 1,20
Digitaria horizontalis ----------------------------------------------------------------------------------------
Digitaria horizontalis de 3 a 6 perfilhos de 20 a 30 dias 1,2 a 2,0
Brachiaria plantaginea maior que 10 cm
Eleusine indica menor que 20 cm
------------------------------------------------------------------------------------------ mais que 6 perfilhos de 30 a 45 dias (3) 2,0 a 2,5
maior que 20 cm


FOLHA LARGA: ESTÁGIO DE CRESCIMENTO ÉPOCA DOSE
Euphorbia heterophylla até 6 folhas (DAE) (1) L/ha (2)
Alternanthera tenella até 10 cm até 20 dias 1,5 a 2,0
Portulaca oleracea -------------------------------------------------------------------------------------------
Amaranthus viridis de 6 a 10 folhas de 20 a 2,0 a 2,25
Raphanus raphanistrum maior que 10 cm 30 dias
Galinsoga parviflora menor que 20 cm
Richardia brasiliensis --------------------------------------------------------------------------------------------
mais que 10 folhas de 30 a 2,25 a
45 dias (3) 2,50

(1) DAE – número de dias após a emergência da cultura;
(2) As doses em pós-emergência são indicadas para infestação normal de plantas infestantes provenientes de sementes, emergidas após o plantio da cultura.
(3) Neste período de aplicação, é possível uma correta cobertura da planta infestante. Excepcionalmente pode-se aplicar o herbicida até a floração da soja, porém não é tecnicamente recomendada devido ao possível fechamento da cultura, reduzindo a sua eficácia.

Pós-Emergência da Soja Roundup Ready.

PLANTAS INFESTANTES a serem controladas na cultura da soja geneticamente modificada, denominada Soja Roundup Ready (a aplicação do produto deverá ser feita em área total, em pós-emergência da Soja Roundup Ready, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial):

Aplicação Seqüencial
Em áreas de alta infestação e/ ou germinação desuniforme das plantas infestantes recomenda-se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações):

· A primeira na dose de 1,5 L/ha, até aos 20 dias após a emergência da cultura.
· A segunda na dose de 1,0 L/ha, com intervalo de cerca de 15 a 20 dias entre as duas aplicações.

Em casos específicos de infestação de trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se a aplicação sequencial nas doses de 2,0 L/ha na primeira aplicação, seguida de 1,5 L/ha, observando-se as demais recomendações da aplicação seqüencial.

Cada litro de ROUNDUP READY® corresponde a 648,0 g do sal de isopropilamina de glifosato ou 480,0 g do equivalente ácido de glifosato.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ROUNDUP READY® deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress hídrico” (falta ou excesso de água). A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação.

No caso de aplicação única seguir os estágios de crescimento e épocas do quadro anterior e em aplicação seqüencial seguir o diagrama que se segue:


PLANTIO COLHEITA
I I
I 1a aplicação 2a aplicação (sequencial) I
------------------------I---------------------------//--------------------
até 20 dias 35 a 40 dias

A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 20 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento.

Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação seqüencial, observando-se sempre os menores intervalos recomendados.

ROUNDUP READY® não tem ação residual sobre sementes existentes no solo.

ROUNDUP READY®, aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial.

MODO DE APLICAÇÃO:

Diluir a dose de ROUNDUP READY® indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies a serem controladas, podendo ser realizada aplicação aérea ou terrestre.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Soja ……………………………………………………....(2)

(2) O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
O herbicida Roundup Ready é seletivo quando aplicado sobre as variedades de soja Roundup Ready, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.

A segurança da cultura e eficiência do controle são garantidos pela Monsanto do Brasil Ltda. apenas para o herbicida e sementes de Soja Roundup Ready adquiridos diretamente das franquias e distribuidores autorizados e utilizados de acordo com as instruções.

O herbicida ROUNDUP READY® não deve ser utilizado sobre variedades de soja que não sejam Roundup Ready ou sobre outras espécies úteis sensíveis.

Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas vizinhas, inclusive soja que não seja resistente ao herbicida ROUNDUP READY®.

Outras restrições:
Sob ameaça de chuva suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 2 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta.

Para assegurar a eficiência é necessário utilizar água limpa, sem argilas em suspensão.

Não aplicar o produto quando as folhas das plantas infestantes estiverem cobertas de poeira. Nesta situação a ação do produto pode ser prejudicada pela adsorção.

Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após a aplicação.

Manusear o produto utilizando apenas recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a calda herbicida em recipientes de ferro comum ou galvanizado ou aço comum.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Equipamentos terrestres:

A aplicação deve ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas, com pressão entre 20 a 40 lb / pol2 , utilizando-se um volume de água entre 100 a 200 Litros / ha. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar.

Equipamentos aéreos:

Barra com bicos para aeronaves de asa fixa. Aviões Ipanema, de qualquer modelo:
Volume de calda de 40 a 50 L/ha, altura de vôo de 4 a 5 m acima do topo da cultura com faixa de deposição com 15 m de largura e tamanho de gotas entre 110 a 120 mm. Densidade mínima de 20 gotas / cm2 (DMV 420 a 450 m).
Utilizar bicos de jato cônico da série D ou similar, com difusores em cone adequados a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto, com pressão de 15 a 30 psi.
Na barra de pulverização com total de 40-42 bicos, fechar 4 a 5 bicos da extremidade para evitar influência e arraste das gotas pelo vórtice da ponta da asa. Os bicos da barriga, em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos demais.
Para outros tipos de equipamentos, consultar o departamento de Desenvolvimento de Produtos da Monsanto do Brasil Ltda..
Condições climáticas: Temperatura máxima: 28 oC
Umidade relativa mínima: 55%
Velocidade do vento máx.: 10 km / h (3m/s)

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES. AGROTÓXICO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

Precauções Gerais:

- Agrotóxico para uso exclusivamente agricola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação deste agrotóxico.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. Antes de utilizar os equipamentos de aplicação, observe seu estado de conservação.
- Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca.
- Não manuseie ou aplique este agrotóxico sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não transporte este agrotóxico juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Mantenha este agrotóxico afastado de crianças, animais domésticos, alimentos, medicamentos ou ração animal.

Precauções no Manuseio:
- Agrotóxico altamente irritante para os olhos.
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Caso o agrotóxico seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao contato do agrotóxico com a pele, lave-a imediatamente com água corrente e sabão, e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, touca árabe, luvas e botas de borracha e viseira facial.

Precauções durante a Aplicação:
- Evite ao máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o agrotóxico na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Aplique o agrotóxico somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, touca árabe, luvas e botas de borracha e viseira facial.

Precauções após Aplicação:
- Não reutilize a embalagem vazia.
- Faça a tríplice lavagem, perfure a embalagem vazia e a encaminhe para o distribuidor.
- Não entre na área tratada com o agrotóxico até o término do intervalo de reentrada (24 h).
- Mantenha o restante do agrotóxico adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do agrotóxico.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilize luvas e avental impermeáveis.
- Faça a manutenção dos equipamentos de proteção após cada aplicação do agrotóxico.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação e EPls lon e de fontes d'água para consumo.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão de algodão impermeável, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: as formulações contendo glifosato têm ação irritante e potencial corrosivo para pele e mucosas. Os efeitos são mais graves em crianças.
Procure logo o serviço médico de emergência levando todas as informações disponíveis sobre o agrotóxico (embalagem, rótulo, bula, receituário agronômico).

Ingestão: não provoque vômito.

Olhos: lave com água corrente em abundância durante 15 minutos. Pele: lave com água corrente e sabão em abundância.

Inalação: transporte o intoxicado para local arejado.

Se o acidentado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência.

ANTÍDOTO: NÃO EXISTE ANTÍDOTO ESPECIFICO PARA GLIFOSATO.

INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO
Informações Médicas

Grupo químico:
Glicina substituída

Classe toxicológica:
II - ALTAMENTE TÓXICO

Modo de Ação:
As formulações contendo glifosato têm ação irritante e potencial corrosivo para pele e mucosas.

Vias de exposição:
Respiratória, digestiva, dérmica e mucosa.

Vias de absorção:
Digestiva, dérmica e mucosa.

Sintomas e sinais clínicos:
As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de glifosato.
Em casos de exposição:
DIGESTIVA (lNGESTÃO): podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas oral, esofágica, gástrica e, menos frequentemente, duodenal; disfagia, epigastralgia, náusea / vômitos, cólicas, diarréia. Também são observadas hematêmese e melena, assim como e hepatite anictérica e pancreatite aguda; hipotensão arterial, choque cardiogênico. Hipoxemia leve assintomática detectável por gasometria; Infiltrado alveolar ou intersticial ao raio X, taquipnéia, dispnéia, tosse, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico e falência respiratória. Pode ocorrer pneumonite por bronco-aspiração. Tb pode ocorrer oligúria, anúria e hematúria; Acidose metabólica e insufici6encia renal nos mais seriamente intoxicados. As alterações neurológicas, que podem se complicar com convulsões, coma e morte, são atribuídas a hipóxia e/ou hipotensão.
CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido, vesículas, eczema).
OCULAR: pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral.
RESPIRATÓRIA pode ocorrer irritação das vias respiratórias altas. Nos casos
de aspiração pode ocorrer pneumonite química.

Efeitos dos adjuvantes:
O quadro clínico pode variar, dependendo dos adjuvantes utilizados na formulação. Este produto contém:
Sal de isopropilamina: é extremamente lesivo à mucosa do trato respiratório superior, pode causar queimação e dor de garganta, laringite, sibilância; rubor; flictenas e queimaduras cutâneas; irritação ocular, conjuntivite e ceratite, com prejuízo da visão; cefaléia, cãibras e náusea. Estes sintomas não se manifestam imediatamente após a exposição.
Polioxietilenoamina (POEA): pode causar queimação ocular; eritema, edema e vesículas cutâneas; náusea e diarréia.

Toxicocinética:
O glifosato é metabolizado principalmente em AMPA ( ácido aminometil fosfônico) que aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e seu metabólito, são excretados através da urina em até 7 dias.

Diagnóstico:
o diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confIrmado pela presença do composto no material gástrico, e do AMPA na urina.

Tratamento:
O tratamento das intoxicações por Glifosato é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais. Não existe antídoto específico e, por não se tratar de produto inibidor das colinesterases, não deve ser administrada atropina como antídoto. ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.

Descontaminação:
Cutânea: remover roupas e acessórios. Proceder descontaminação cuidadosa (incluindo pregas, cavidades, orificios e pelos) com água fria abundante e sabão.

Ocular: irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo, 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.

Ingestão: é necessário considerar o volume, a concentração da solução ingerida e o tempo transcorrido desde a ingestão. Ingestão recente: caso não tenha ocorrido vômito espontâneo, proceder à lavagem gástrica o mais precocemente possível. Ponderar a conveniência de administrar carvão ativado em função da necessidade de endoscopia digestiva nas primeiras 24 h. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (02 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória e atentar para a necessidade de intubação.
Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos nos casos em que ocorrer hipotensão, se necessário, associar vasopressores. Monitorar arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico.
Tratar a possível ocorrência de insuficiência renal e de acidose metabólica.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico. Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 ou bloqueadores de bomba de próton.
Monitorar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveni~ncia de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
É conveniente o controle ambulatorial subseqüente.

Contra-indicação:
Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superficie de contato.
Evitar a utilização de drogas que possam comprometer a pressão arterial e deprimir a função cárdio-respiratória.

ATENÇÃO:
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque Intoxicação: 0800 580 1000
Centro de Informações Toxicológicas: 0800-170450, (Oxx43) 3371-2244; ou (OXX11) 5012-5311
Da empresa - ligações gratuitas: 0800 141 977 (24h)

Mecanismos de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Após a administração via oral de Glifosato radiomarcado em dose única em ratos, 30 a 36% da dose foi absorvida e menos que 0,27% foi eliminada como CO2 Em estudo de metabolismo em ratos, com administração via oral de Glifosato radiomarcado em dose única e em doses repetidas, 97,5% da dose administrada foi excretada, de forina inalterada, através da urina e das fezes. Em outro estudo em ratos, 99% do Glifosato radiomarcado foi eliminado inalterado pela urina e principalmente nas fezes após 120 horas da administração. A via de eliminação biliar não é significativa. Glifosato apresenta um grau muito baixo.
Após a administração via oral de Glifosato radiomarcado em dose única em ratos, 30 a 36% da dose foi absorvida e menos que 0,27% foi eliminada como CO2. Em estudo de metabolismo em ratos, co administração via oral de Glifosato radiomarcado em dose única e em doses repetidas, 97,5% da dose administrada foi excretada, de forma inalterada, através da urina e das fezes. Em outro estudo em ratos, 99% do Glifosato radiomarcado foi eliminado inalterado pela urina e principalmente nas fezes após 120 horas da administração. A via de eliminação biliar não é significativa. Glifosato apresenta um grau muito baixo de biotransfonnação. O ácido aminometil fosfônico (AMP A) foi o único metabólito encontrado na urina com 0,2 a 0,3% e nas fezes com 0,2 a 0,4% da dose de Glifosato radiomarcado administrada. Menos de 1% da dose absorvida foi encontrada nos tecidos e órgãos, principalmente nos tecidos ósseos.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

Efeitos agudos:
DL 50 oral: > 5000 mglkg
DL 50 dénnica: > 5000 mglkg
Irritabilidade dérmica: medianamente irritante à pele de coelhos. Irritabilidade ocular: altamente irritante aos olhos de coelhos.
Estudo de irritabilidade dénnica realizado em coelhos demonstrou que o ROUNDUP READY é medianamente irritante para a pele. Foram observados erÍtemas bem definidos e edemas leves. Em estudo de irritabilidade ocular em coelhos, ROUNDUP READY foi medianamente irritante provocando hiperemia e edema na conjuntiva. Estes sintomas foram reversíveis no decorrer do estudo. ROUNDUP READY não possui potencial de sensibilização cutânea.

Efeitos crônicos:
Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos na necrópsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. Estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dosagem testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenidade com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito elacionado ao tratamento.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

- Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concementes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MONSANTO DO BRASIL LTDA - telefone de Emergência: 0800 -141977.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros.
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- Orientações para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s - Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 3 O segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguIr os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, ração, animais e pessoas.

Orientação para embalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações e pessoas.

- Orientações para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÁO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÁO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.

Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrada para cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.