Bula Sabre

acessos
Chlorpyrifos
298
Dow AgroSciences

Composição

Clorpirifós 450 g/L Organofosforado

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Emulsão Óleo em Água (EW)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,75 L p.c./ha 90 a 125 L de calda/ha - Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. 21 dias Aplicar quando a praga atingir nlvel de dano econômico (2 lagartas maiores que 15 mm/planta) ou quando a desfolha atingir 25% no total ou 10% no terço inferior
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
1 L p.c./ha 90 a 125 L de calda/ha - Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. 21 dias Aplicar quando as lagartas estiverem no primeiro instar
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 21 dias Assim que se observem os primeiros sinais de infestação
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
0,8 a 1 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 21 dias A aplicação deverá ser feita em função da infestação, em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
3 a 4 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 21 dias Para controle da larva alfinete, aplicar no sulco de plantio, antes do fechamento do sulco
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
1 a 1,5 L p.c./ha 3000 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 21 dias Aplicar de acordo com o período crítico de cada região, quando a intensidade máxima de ataque atingir 20% de folhas minadas. Para isso deve-se considerar apenas as folhas novas nos terços médio e superior do cafeeiro
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha pardinha
(Selenaspidus articulatus)
100 a 150 mL p.c./100L água 2 a 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. Reaplicar se necessário. 21 dias Fazer uma aplicação no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários
Cochonilha parlatoria
(Parlatoria cinerea)
100 a 150 mL p.c./100L água 0,2 a 1 L de calda / planta - Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. Reaplicar se necessário. 21 dias Fazer uma aplicação no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. 21 dias Aplicar no período após a germinação, até 60-70 dias de idade da cultura em função do nível de infestação. A aplicação deve ser dirigida para o cartucho da planta, utilizando-se bico leque
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
2,6 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. 21 dias Aplicar antes do plantio dirigindo-se o jato para o sulco
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,25 L p.c./ha 80 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. Reaplicar se necessário. 21 dias Aplicar quando forem encontradas 40 lagartas grandes por amostragem (2 m lineares da cultura)
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
150 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 dias (caso necessário). 21 dias Aplicar a partir do início do florescimento

Frasco plástico com capacidade: 1L;
Frasco metálico com capacidade: 1L,
Balde plástico com capacidade: 1.0;4.0;5.0;10;15;20;25;30;35;50;100;200 L
Balde metálico com capacidade: 1.0;4.0;5.0;10;15;20;25;30;35;50;100;200 L
Bombona plástica com capacidade: 4.0;5.0;10;15;20;25;30;35;50;250 L
Tambor metálico com capacidade: 100L; 200L; 250L,
Tambor plástico com capacidade: 100L; 200L; 250L,
Mini /bulks metálico com capacidade: 420L; 1000L,
Mini Bulks plástico com capacidade: 15000L; 20000L
Isocontainer metálico com capacidade: A granel
Isocontainer metálico/plástico com capacidade: 10.000; 15.000; 16.000; 17.000; 18.000; 19.000; 20.000; 21.000; 22.000; 23.000; 24.000; 25.000; 26.000; 30.000; 40.000; 50.000; 60.000; 70.000; 80.000; 90.000; 100.000 L
Bag in Box de plástico com capacidade: 1.0; 4.0; 5.0; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 50 L
Contentor Intermediário (IBC) de plástico com estrutura metálica com capacidade: 1.000 L
Isotanque metálico/plástico com capacidade: 18.000; 20.000; 23.000; 24.000; 25.000; 26.000; 30.000; 32.000; 35.000; 36.000.

CULTURAS, DOSAGEM (l/ha), INÍCIO, ÉPOCA OU INTERVALO DE APLICAÇ��O:

CITRUS: 100 - 150 ML/100L de água. Parlatoria cinerea (Cochonilha Parlatória): Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar, se necessário. Selenaspidus articulatus (Cochonilha Pardinha): Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento.

BATATA: Diabrotica speciosa (Vaquinha-verde-amarela): 0,8-1,0 l/ha: A aplicação deverá ser feita em função da infestação, em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura. Liriomyza huidobrensis (Larva Minadora): 1,5-2,0 l/ha: Assim que se observem os primeiros sinais de infestação. Se necessário, reaplicar com intervalo de 7 dias.

MILHO: Spodoptera frugiperda (Lagarta militar): 0,3 - 0,5 l/ha: Aplicar no período após a germinação, até 60-70 dias de idade da cultura em função do nível de infestação. O intervalo de aplicação será em função da reinfestação. A aplicação deve ser dirigida para o cartucho da planta, utilizando-se bico leque. Volume de calda: 300-400 l/ha. Diabrotica speciosa (Vaquinha-verde-amarela): 2,6 l /ha: Aplicar antes do plantio, dirigindo-se o jato para o sulco.

MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

BATATA e MILHO: Aplicar através de equipamento tratorizado com barra equipada com bicos tipo cone ou similares, procurando obter uma pulverização uniforme. Para controle de Lagarta do cartucho em milho recomenda-se bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura. Outros equipamentos sugeridos para a aplicação: pulverizadores costais manuais ou motorizados e através de equipamentos de irrigação tipo pivot central.

CITRUS, CAFÉ, ALGODÃO, SOJA E TOMATE INDUSTRIAL: Aplicar através de equipamentos tratorizados, adequado para a cultura. Outras aplicações poderão ser feitas com equipamentos similares, procurando obter uma cobertura de pulverização das plantas.
NÃO É PERMITIDO O USO DE EQUIPAMENTO COSTAL.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias): Batata, Milho e Citrus: 21 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Nas condições de aplicação do produto e calçado com botas, não há restrições de reentrada de pessoas na área tratada.

FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS: SABRE* quando utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas recomendadas.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. O produto é irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Produto irritante para a pele. Ao contato com o produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: INGESTÃO: Não provoque vômito, procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. OLHOS: Lave com água em abundância e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. PELE: Lave com água e sabão em abundância e se houver irritação procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. INALAÇÃO: Procure lugar arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO: Sulfato de atropina é o antídoto de emergência em caso de intoxicação. Nunca administre sulfato de atropina antes do aparecimento de sintomas de intoxicação. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS (Informações para uso médico): Sulfato de atropina, pelas vias intramuscular e/ou intravenosa (eventualmente também por via oral): 1 a 6 mg cada 5 a 30 minutos, até atropinização leve. Oximas (Contration): 1 a 2 g/dia, nos 3 primeiros dias. Contra-Indicações: morfina, aminofilina, tranqüilizantes.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Clorpirifós é um inseticida organofosforado e como tal funciona como inibidor de colinesterase. Testes realizados em animais de laboratório, demonstraram que o clorpirifós é rapidamente absorvido, metabolizado e excretado por mamíferos após administração oral, sendo que 90,1% do material administrado é eliminado após 26 horas. A excreção ocorre principalmente pela urina.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: SABRE* é considerado moderadamente irritante para os olhos e para a pele, devido aos solventes utilizados na formulação, apresentando baixa toxicidade aguda por via dérmica. A DL50 oral para animais de laboratório encontra-se entre 197 e 599 mg/kg. Animais de laboratório alimentados por 2 anos com uma dieta diária de clorpirifós em doses de até 3,0 mg/kg/dia, não apresentaram nenhum efeito toxicológico adverso.

SINTOMAS DE ALARME: Fraqueza, dor de cabeça, opressão no peito, visão turva, pupilas não reativas, salivação abundante, suores, náuseas, vômitos, diarréias e cólica abdominal.

EFEITOS COLATERAIS: Sintomas e sinais decorrentes da inibição da colinesterase.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:

( X ) MUITO PERIGOSO ao meio ambiente (CLASSE II).

Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de água naturais, siga as instruções: Piso pavimentado: Absorver o produto derramado com terra ou serragem. Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens contaminadas. O Armazenamento das embalagens vazias, até a devolução nas Unidades de Recebimento, deve ser em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no próprio local das embalagens cheias, seguindo as instruções de armazenamento.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA; É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida, no ato da compra. A devolução deve ser feita no prazo de até um ano da data da compra ou, até o prazo de validade do produto. O usuário deve guardar o comprovante de devolução pelo prazo mínimo de um ano.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. O transporte de agrotóxicos, seus componentes e afins e sobras de produtos está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É proibido ao usuário a reutilização e a reciclagem desta embalagem vazia ou o fracionamento e reembalagem deste produto.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone da Empresa para sua devolução e destinação final.

MÉTODO DE DESCARTE DE EMBALAGENS: As embalagens devem ser enxaguadas três vezes e a calda resultante acrescentada à preparação para ser pulverizada (tríplice lavagem). Não reutilize embalagens vazias. Observar legislação Estadual e Municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas inadequadas, consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

MÉTODO DE DESCARTE DE SOBRAS DE PRODUTO: Não contamine fontes de água ou outras áreas com restos do produto. Em caso de sobra, disponha-o em áreas aprovadas para sua eliminação.

INFORMAÇÕES PARA ARMAZENAMENTO DO PRODUTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

- Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
- Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) sempre que possível e apropriado;
- Utilizar as resomendações de dose de modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;