Sanson 40 SC
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Nicosulfuron
Registro MAPA:
9011
Empresa Registrante:
ISK |
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| Composição | ||
|---|---|---|
| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Nicossulfurom | 40 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Herbicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Soja | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Bidens pilosa (Picão preto) | veja aqui | |||
| Conyza bonariensis (Buva) | veja aqui | |||
| Eleusine indica (Capim pé de galinha) | veja aqui | |||
| Raphanus raphanistrum (Nabiça) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO
SANSON 40SC é um herbicida seletivo de ação sistêmica pertencente ao grupo químico das sulfonilureias. Seu ingrediente ativo é absorvido por folhas e raízes e translocado por toda a planta daninha. Atua na inibição da enzima acetolactato sintase
(ALS), interrompendo a síntese de aminoácidos de cadeia ramificada valina, leucina e isoleucina, o que prejudica a síntese de proteínas e divisão celular, resultando na morte da planta daninha. O controle total pode ser observado entre duas e três
semanas após a aplicação.
A aplicação de SANSON 40SC deve seguir rigorosamente as doses e épocas recomendadas na bula, garantindo a boa cobertura dos alvos para assegurar sua eficácia.
SANSON 40SC é recomendado para controle em pós-emergência das plantas daninhas na cultura do milho.
MODO DE APLICAÇÃO
Utilizar pulverizador costal (manual ou motorizado), tratorizado montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar pontas de jato plano tipo (leque). Aplicar diretamente sobre as plantas daninhas. O produto deve ser diluído em água e aplicado nas doses
recomendadas. Agitar vigorosamente o produto na embalagem antes da diluição, mantendo agitação constante da calda no tanque de pulverização, após a diluição.
A cobertura uniforme do alvo é fundamental para o sucesso de controle, independente do equipamento utilizado. Desta forma, o tipo e calibração do equipamento utilizado, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem ser rigorosamente observados.
Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizador costal, tratorizado ou autopropelido com tipos e espaçamento de pontas de pulverização recomendados pelos fabricantes. A pressão de trabalho e a altura da barra devem obedecer às recomendações dos fabricantes e a orientação do Engenheiro Agrônomo. Durante a pulverização, atentar para a agitação e a abertura e fechamento dos registros durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação, ou deposição da calda de pulverização em culturas vizinhas.
Preparo da calda:
Certifique-se de que o tanque, as mangueiras, os filtros e as pontas de pulverização estejam devidamente limpos e livre de resíduos de outros defensivos agrícolas aplicados anteriormente.
Para o preparo da calda, recomenda-se a utilização de água de boa qualidade, livre de partículas em suspensão. A presença de coloides, como argila ou matéria orgânica, pode reduzir a eficácia do produto.
Encha o tanque do pulverizador até a metade, adicione a dose recomendada de SANSON 40SC. Complete o volume do reservatório mantendo o sistema de agitação ligação durante todo o processo de preparo da calda e durante a pulverização,
mantendo a mistura homogênea.
Prepare apenas a quantidade necessária para a aplicação e pulverize na sequência.
Em caso de interrupção, retome a pulverização o mais rápido possível e agite a calda vigorosamente antes de reiniciar o processo.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto:
• Temperatura ambiente igual ou inferior a 30ºC.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h – não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS ou ausência de ventos.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.
Tipo de ponta de pulverização:
Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de baixa deriva.
Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda recomendado.
Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores resultam em diâmetro de gota menor, mas não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Considere a substituição das pontas por modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes e vazamentos.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Altura da barra:
Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer
nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões
térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, podendo ser identificadas também pelo movimento da ‘fumaça’ originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
Recomendações para redução de deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima.
O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• O produto não deverá ser aplicado quando a planta estiver passando por estado de estresse hídrico.
• Respeitar um período de sete dias entre a aplicação de SANSON 40SC e a aplicação de inseticidas organofosforados ou realização de adubação nitrogenada.
• A ocorrência de chuvas até uma hora após a aplicação do produto poderá diminuir sua eficiência. Não aplicar em culturas de sorgo, nem em locais onde possa haver deriva para este cultivo.
• Fitotoxicidade: SANSON 40SC é seletivo para a maioria das cultivares comerciais de milho, mas existem alguns híbridos/variedades que não devem ser tratados com o produto; por isso, antes de aplicar, consulte a “Lista de Híbridos e Variedades Recomendados para Tratamento com SANSON 40SC", que se encontra junto à embalagem ou com o fornecedor do produto.
• Para os híbridos/variedades que são recomendados, em alguns casos poderão ser observados sintomas iniciais de fitotoxicidade, que desaparecem naturalmente sem interferir na produtividade.
• Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de manejo Integrado, proveniente da pesquisa pública ou privada, recomenda-se estes programas sejam implementados.
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.